Nesta sexta-feira (11), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos para rejeitar o registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República. O julgamento ocorre no plenário virtual.
O pedido de rejeição do registro de candidatura partiu do Ministério Público Eleitoral (MPE).
O PRTB tinha protocolado o pedido de registro da candidatura do empresário e influenciador Pablo Marçal à Presidência da República após uma decisão da Justiça Eleitoral autorizar sua filiação ao partido.
Marçal está inelegível até 2032. As informações são do G1.
O episódio ocorreu em fevereiro de 2022, na Embaixada do Brasil no Cairo, no Egito, onde Rubem exercia a função de número 2 da representação diplomática. Na ocasião, uma funcionária egípcia de 23 anos dirigiu-se ao gabinete do diplomata para se despedir antes de uma transferência profissional.
Ao pedir permissão para um beijo de despedida sob a justificativa de considerá-la como uma filha, o diplomata a beijou na boca, deixando a jovem em choque. O próprio servidor confessou o ato durante o processo administrativo disciplinar aberto pelo Itamaraty, além de ter enviado mensagens pedindo desculpas e demonstrando receio de que o fato tivesse sido presenciado por terceiros.
Apesar de o Itamaraty ter classificado inicialmente o episódio como assédio sexual, destacando a clara posição de superioridade hierárquica do diplomata, a comissão disciplinar alterou o entendimento no relatório final.
A junta concluiu que não houve intenção de aproveitamento da ascendência profissional nem conduta escandalosa que justificasse demissão, enquadrando o caso apenas como conduta incompatível com a moralidade aadministrativa.
Em dezembro de 2022, a sanção de 40 dias de suspensão aplicável ao servidor acabou convertida em multa financeira, sob a justificativa de que o seu afastamento presencial prejudicaria os serviços da missão diplomática brasileira no Haiti.
Assinada pelo presidente da República e pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a condecoração no grau de comendador foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) em abril deste ano. O objetivo é reconhecer serviços meritórios e virtudes cívicas do servidor, quatro anos após o ocorrido.
Procurado para comentar a inclusão do diplomata na Ordem de Rio Branco, o Itamaraty optou por não se manifestar sobre a homenagem.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
Um parlamentar próximo a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) relatou à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que senadores aliados do presidente do Senado defendem deflagrar um processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
De acordo com apuração da colunista, Alcolumbre já teria discutido a possibilidade de dar abertura a um pedido de afastamento do magistrado, mas ainda não se sabe de quem partirá a solicitação.
O argumento seria sustentar que Mendonça mandou investigar de forma indevida e parcial autoridades como o próprio Alcolumbre, tendo como base o “relatório de inteligência” da Polícia Federal (PF) apresentado por Moraes, mas que não possui valor probatório.
Como mostrou o Pleno.News, o documento apresenta características incomuns para um relatório oficial da PF. Não está em papel timbrado da corporação e não traz a assinatura de delegado ou de outro profissional da Polícia Federal. Além disso, atribui a Mendonça uma série de condutas supostamente irregulares com base em informações cuja origem não é identificada.
Interlocutores de Alcolumbre avaliam que o melhor seria que o pedido de afastamento contra Mendonça partisse de alguém de fora do Senado, como um jurista ou uma entidade.
Para uma autoridade próxima a Alcolumbre, pautar o impeachment de Mendonça exigiria que ele deixasse de travar as solicitações de afastamento contra Moraes. Dessa forma, a fonte defende que o presidente do Senado use a solicitação apenas como uma ameaça a fim de amedrontar e conter Mendonça.
Nesta sexta-feira (28), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, ordenou que sejam removidos conteúdos que foram publicados nas redes sociais contra Alfredo Gaspar, vice do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
Nesta sexta-feira (28), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, ordenou que sejam removidos conteúdos que foram publicados nas redes sociais contra Alfredo Gaspar, vice do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
O magistrado determinou que 16 links devem ser retirados. Os posts apresentavam acusações de estupro contra Gaspar. Além disso, uma postagem atribuía a Flávio interesse sexual por menores de 15 anos de idade, com conteúdos feitos com inteligência artificial sem a identificação exigida pela Justiça Eleitoral.
A decisão afeta publicações do Partido dos Trabalhadores (PT) e de outros dois perfis nas redes.
Mendonça atendeu parte do que foi pedido pela campanha de Flávio. Ele mandou que fossem tiradas publicações específicas levadas ao TSE, mas rejeitou pedidos para que as plataformas também derrubassem de forma automática republicações, comentários, conteúdos semelhantes ou futuras postagens.
De acordo com o ministro, uma ordem mais ampla poderia atingir manifestações ainda desconhecidas e restringir indevidamente a liberdade de expressão. As decisões liminares ainda serão submetidas a referendo pelo plenário do TSE. As informações são do Metrópoles.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (20), impedir o empresário Pablo Marçal, candidato do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) à Presidência da República, de participar de campanhas no rádio e na televisão e de ir a debates eleitorais. A medida, que tem caráter cautelar, também veta Marçal de ter acesso aos fundos eleitoral e partidário.
A decisão tomada nesta quinta é provisória e vale enquanto o TSE analisa se Marçal poderá disputar as eleições de 2026. O registro da candidatura ainda será julgado pela Justiça Eleitoral. O pedido de registro da candidatura foi apresentado pelo PRTB no último sábado (15), após a Justiça Eleitoral autorizar a filiação do empresário à legenda.
Apesar do registro de candidatura, Marçal está inelegível até 2032. Em 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a condenação que determinou sua inelegibilidade por oito anos.
A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. Segundo a decisão, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para estimular a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.
A nova medida do TSE também está relacionada a um questionamento apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) sobre a filiação partidária de Marçal.
O órgão afirma que não há provas suficientes de que o empresário estivesse filiado ao PRTB dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral para disputar a eleição de outubro. Segundo o MPE, em abril, quando terminou o prazo para filiação partidária, Marçal ainda aparecia como integrante do União Brasil.
Um grupo de seis candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados anunciou a criação da “bancada da macumba”. A iniciativa reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como foco principal aumentar a presença de integrantes de religiões de matriz africana no Congresso Nacional
O projeto é formado por Adriano Fiúza, do Distrito Federal, Mãe Su de Nanã, de São Paulo, Renato Fonseca, de Pernambuco, Wesley Mendes e Mãe Bernadete de Oxóssi, da Bahia, e Ariane Magalhães, do Rio de Janeiro. Todos eles disputam ativamente o cargo de deputado federal no pleito de outubro deste ano.
A principal finalidade da articulação é garantir que os praticantes dessas religiões participem de forma direta da criação de leis e da distribuição de orçamentos. Eles rejeitam a ideia de serem tratados somente como alvos folclóricos e exigem espaço nas decisões governamentais.
O grupo alega que a ausência de representatividade prejudica o segmento.
— Ninguém pode falar melhor por nós do que nós mesmos. Enquanto não tivermos macumbeiros e macumbeiras ocupando os parlamentos, continuaremos sendo lembrados de forma pontual — afirmaram, em nota conjunta.
A estrutura da equipe permite a integração de pessoas que não praticam as religiões de matriz africana, como educadores e estudiosos. Outros parlamentares também podem dialogar com a frente, bastando que apoiem de forma pública as propostas elaboradas em defesa desse público.
O diretório do partido confirmou apoio institucional à mobilização, contudo destacou que a ideia partiu dos próprios candidatos, sem interferência da cúpula partidária.
Miro TeixeiraFoto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
Nesta quarta-feira (12), o ex-deputado federal e ex-ministro Miro Teixeira disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem “momentaneamente atuado como tribunal de exceção”. Ele deu declarações durante entrevista ao Poder360, de quem são as informações.
Ainda segundo Teixeira, o STF tem “agido em substituição a outras instâncias”. Ele se manifestou a respeito da ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou busca e apreensão contra uma fonte jornalística no Maranhão.
Moraes autorizou nesta terça-feira (11) uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão, após a Polícia Federal (PF) apontá-lo como a principal fonte do jornalista independente Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.
Luís Pablo foi acusado de perseguição e incluído no inquérito das fake news. Ele se pronunciou nesta terça, após a decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim. Em vídeo nas redes sociais, o jornalista destacou que o foco da investigação deveria estar nas informações que ele revelou, e não em quem as levou até ele.
Para Miro Teixeira, o STF utilizou meios ilícitos ao ordenar busca e apreensão contra Cutrim que, de acordo com a Polícia Federal, é fonte do jornalista Luís Pablo, responsável pelo Blog do Luís Pablo.
Teixeira, de 81 anos, atuou como deputado federal por 11 mandatos e ministro das Comunicações no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
FONTE:Moraes autorizou nesta terça-feira (11) uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão, após a Polícia Federal (PF) apontá-lo como a principal fonte do jornalista independente Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.
As matérias em questão revelaram que a família do ministro Flávio Dino usava carros do Tribunal de Justiça do Maranhão e que até mesmo o combustível dos veículos era pago com verbas públicas locais.
Luís Pablo foi acusado de perseguição e incluído no inquérito das fake news. Ele se pronunciou nesta terça, após a decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim. Em vídeo nas redes sociais, o jornalista destacou que o foco da investigação deveria estar nas informações que ele revelou, e não em quem as levou até ele.
Para Miro Teixeira, o STF utilizou meios ilícitos ao ordenar busca e apreensão contra Cutrim que, de acordo com a Polícia Federal, é fonte do jornalista Luís Pablo, responsável pelo Blog do Luís Pablo.
Teixeira, de 81 anos, atuou como deputado federal por 11 mandatos e ministro das Comunicações no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro negou, nesta quarta-feira (12), que a deputada Bia Kicis (PL-DF) tenha desistido da disputa pelo Senado para tentar a reeleição à Câmara. A informação havia sido divulgada em uma publicação que apontava uma possível mudança nos planos da parlamentar.
– Fake news – escreveu Michelle em uma publicação no Instagram, ao comentar a notícia.
Bia Kicis também respondeu à publicação e afirmou que continua na corrida por uma das duas vagas do Distrito Federal no Senado.
– Sigo firme para o Senado.
Michelle e Bia Kicis devem formar uma dupla na disputa pelas duas cadeiras do Distrito Federal na Casa Alta.
A publicação desmentida citava conversas nos bastidores e pesquisas, mas destacava que a possível mudança não havia sido confirmada oficialmente pela deputada.
Segundo a publicação, uma eventual saída de Bia abriria espaço para alterações na corrida ao Senado. O desembargador aposentado Sebastião Coelho era apontado como um dos possíveis beneficiados com uma mudança na composição da chapa.
O Partido Liberal (PL) do Distrito Federal pretende comunicar sua chapa à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. Até o momento, porém, Bia Kicis mantém publicamente a candidatura ao Senado e nega que tenha decidido disputar novamente uma vaga na Câmara.
Dr. Célio Morais em ato político pró-Bolsonaro Foto: Reprodução | Instagram
Conhecido por sua semelhança física com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vereador de Jaboticabal Célio Morais (PL-SP), também chamado de “Lula do Bem”, pode ter sua candidatura à Câmara dos Deputados impugnada em razão do nome escolhido por ele nas urnas.
Obtida pelo colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles, a manifestação é assinada pelo procurador Paulo Taubemblatt, que apontou que o vereador foi eleito em 2024 usando o nome Célio Morais.
No documento, o procurador cita a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que versa que “a Justiça Eleitoral indeferirá todo pedido de variação de nome coincidente com nome de candidato a eleição majoritária, salvo para candidato que esteja exercendo mandato eletivo ou o tenha exercido nos últimos quatro anos, ou que, nesse mesmo prazo, tenha concorrido em eleição com o nome coincidente”.
Célio Morais é médico da Aeronáutica e participou de manifestações junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Após se popularizar em razão da semelhança com o petista, ele foi convidado pelo presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, a disputar a vaga de vereador em 2024.
A Câmara dos Deputados encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), em maio deste ano, o depoimento de um comerciante do Rio de Janeiro acusando o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) de envolvimento em uma “armação” a fim de acusar falsamente de estupro de vulnerável o também deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como vice na chapa com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações são do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Inicialmente, o depoente de 62 anos identificado como Luis Antonio Lopes teria ligado para o gabinete de Gaspar denunciando o caso. Ele teria sido, então, encaminhado para prestar depoimento à Polícia Legislativa virtualmente no dia 23 de abril.
Na oitiva, o homem declarou ser dono de um quiosque no Shopping Jardim Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com ele, uma jovem chamada Marcela Maria Mendes, que trabalhava no quiosque em questão, foi recrutada para se apresentar como vítima de um falso estupro praticado por Gaspar.
O responsável por recrutá-la seria um homem identificado como Lucas, mais conhecido como Doidinho, que dizia ser “assessor legislativo” “ligado ao contexto político” de Lindbergh. Em troca de executar o plano, a jovem teria recebido três depósitos nos valores de R$ 4 mil, de R$ 10 mil e outro de R$ 2,5 mil. Os comprovantes foram enviados à polícia.
Luis Antonio afirma ter tomado conhecimento do caso “por intermédio de um colaborador do seu estabelecimento, senhor Rodrigo Freitas, morador da comunidade do Acari e vizinho de Marcela, de que ela havia sido preparada para conceder entrevista sob identidade falsa, utilizando o nome fictício de ‘Jailma’, afirmando falsamente ser oriunda de Maceió (AL) e sustentando narrativa segundo a qual teria sido abusada sexualmente, ainda adolescente, por um político, fato do qual teria resultado uma criança”.
– Em sua avaliação, quando Lindbergh Farias levou adiante a acusação pública ao longo dos trabalhos da CPMI, caiu a ficha para o denunciante sobre a efetiva trama em curso; (…) o plano, conforme compreendeu, consistia em apresentar a falsa vítima Marcela, sob o nome de “Jailma”, e, num segundo momento, fazê-la desaparecer para, depois, sustentar publicamente que o relator da CPMI do INSS teria mandado sumir com ela, aprofundando a suspeita e o desgaste político – diz o boletim de ocorrência.
O depoente não apenas afirma que Lindbergh “parecia ter plena ciência do caso”, mas que também teria participado de reuniões virtuais com Marcela e outras pessoas envolvidas na “armação”.
– Segundo sua percepção, o declarante acredita que Lindbergh Farias parecia ter ciência do contexto tratado nas reuniões e integraria o conjunto de pessoas que discutiam os desdobramentos da narrativa. (…) O indivíduo Lucas foi apontado por Marcela e também percebido pelo declarante como o mentor inicial da ideia daquela simulação. (…) Lucas se vangloriava de ter sido ele quem apresentou a proposta a Carlos Roberto Lopes e outros personagens políticos – diz o relatório.
A Polícia Legislativa enviou o caso para a Corregedoria da Câmara, e a Mesa Diretora da Casa Legislativa encaminhou o material ao STF, haja vista que Lindbergh possui foro privilegiado. O caso está sob os cuidados do ministro Gilmar Mendes, relator do pedido de abertura da investigação contra Gaspar por suposto estupro. O magistrado aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso.
Em nota, Lindbergh descreveu o relato do comerciante como “picaretagem”.
– Desconheço os citados e a suposta investigação da Polícia Legislativa. Não conheço os envolvidos e não participei de reuniões para tratar desse assunto. A primeira coisa que a Polícia Federal tem que fazer é investigar esse tal “tio Luiz”, prender esse cara. Esse depoimento é inventado e é mais uma suspeita em cima do Alfredo Gaspar. Por que esse cara deu esse depoimento à Polícia Legislativa? A pedido de quem? – indagou.
O governo federal empenhou cerca de R$ 65,2 milhões em emendas da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). A ação ocorreu logo após ela e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) denunciarem o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) à Polícia Federal por suposto estupro de vulnerável.
O valor representa 96,31% de tudo que o Executivo reservou para a parlamentar em 2026. O orçamento total deste ano prevê R$ 74 milhões em emendas de Soraya, dos quais cerca de R$ 52 milhões já foram pagos. Os dados oficiais constam no Siga Brasil e foram obtidos pelo portal O Antagonista.
O pedido formal de investigação foi enviado à PF em 27 de março, durante a leitura do relatório final da CPMI do INSS. Alfredo Gaspar, que hoje é candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), era o relator e havia pedido o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).
As suspeitas levantadas por Lindbergh e Soraya serviram de argumento para a base governista tentar descredibilizar Gaspar no colegiado. Em 28 de março, os parlamentares aliados ao Palácio do Planalto conseguiram maioria de votos, e o relatório acabou rejeitado pela comissão.
Soraya foi eleita em 2018 com o apoio de Jair Bolsonaro, mas rompeu com o ex-presidente em 2020. Disputou a Presidência em 2022 e, desde 2023, integra a base governista. Recentemente, publicou uma foto ao lado de Lula nas redes sociais, reafirmando sua busca pela reeleição.
Em julho, o PT ofereceu à senadora a primeira suplência na chapa ao Senado de Vander Loubet, porém ela recusou. A direção do PSB também se opôs ao convite. Sobre a candidatura, ela declarou em sua conta na rede social X:
— Se sou pré-candidata à reeleição? Nunca deixei de ser! — disse.
Um boletim de ocorrência da Polícia Legislativa da Câmara aponta suspeitas de uma suposta trama para forjar a acusação de estupro contra Gaspar. O esquema envolveria de forma direta o deputado petista Lindbergh Farias, apontado como um dos principais membros da base do governo.
A situação veio à tona no dia 14 de abril, quando Marise Pena, assessora de Gaspar, relatou ter recebido uma ligação do senhor Luiz Antonio Lopes. O homem teria revelado um plano em que uma jovem usando identidade falsa receberia dinheiro para sustentar a história de abuso sexual.
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, afirmou que não aceitará qualquer acordo relacionado às acusações feitas contra ele e que pretende levar os processos judiciais até as últimas consequências. Paralelamente, colocou oficialmente seu material genético à disposição da Procuradoria-Geral da República (PGR) para a realização de um exame de DNA, alegando que a prova científica é o meio mais objetivo para esclarecer definitivamente o caso. Segundo sua defesa, o material biológico já foi coletado por um perito oficial em uma ação cautelar autorizada pela Justiça de Alagoas e permanece disponível para utilização pelas autoridades. Os advogados também informaram que Gaspar está disposto a realizar uma nova coleta, caso a PGR ou o Supremo Tribunal Federal entendam ser necessária.
A defesa protocolou pedidos para acelerar a realização do exame e sustenta que, caso o DNA afaste qualquer vínculo biológico com a criança mencionada na denúncia, solicitará o arquivamento da notícia-crime. Enquanto isso, Alfredo Gaspar manteve a decisão de rejeitar qualquer tentativa de pacificação com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), mesmo após relatos de aproximação nos bastidores. Segundo pessoas próximas ao parlamentar, o entendimento é que o caso deve ser resolvido exclusivamente na Justiça, onde pretende buscar a responsabilização dos autores das acusações, ao mesmo tempo em que aguarda a conclusão da prova pericial para esclarecer os fatos.
O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta quarta-feira (5) que o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) será o candidato a vice-presidente em sua chapa presidencial. O nome escolhido foi anunciado em uma coletiva de imprensa realizada no Teatro Juca Chaves, em Brasília.
Nas últimas semanas, o senador buscou alianças com representantes do Centrão. No entanto, partidos como o Republicanos, Podemos, União Brasil e PP optaram por manter a neutralidade no pleito presidencial de outubro. Com a decisão por Gaspar, o PL terá uma chapa puro-sangue nas eleições deste ano.
Ex-promotor de Justiça, Gaspar foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública de Alagoas. Eleito deputado federal em 2022, ganhou projeção nacional ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em 2026, Gaspar assumiu o comando do PL em Alagoas e passou a integrar de forma mais próxima o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro no estado.
O anúncio ocorreu após semanas de cogitações sobre a composição da chapa. Entre os nomes que chegaram a ser considerados para a vice estavam a senadora Tereza Cristina (PP) e a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos). As duas participaram do evento e fizeram breves pronunciamentos em apoio à candidatura de Flávio antes do anúncio.
Ana Paula Siebert e Erika Hilton Fotos: Frames de vídeo / Instagram / Podpah
A empresária e modelo Ana Paula Siebert descreveu como “baboseira” uma declaração dada pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) sobre a relação entre patrões e empregados. Esposa de Roberto Justus, Siebert afirmou que o dia em que a parlamentar “empregar milhares de famílias, ela pode querer opinar”.
A modelo se refere a uma fala da congressista que ocorreu durante o podcast Podpah em abril deste ano, mas que voltou a viralizar nas redes sociais. Na ocasião, Erika comentava as críticas dos grandes empresários ao fim da escala 6×1:
– O patrão lucra bilhões com a força do trabalho do trabalhador exausto, cansado, sugado. O patrão não faz muita coisa, o patrão se você botar ele para trabalhar, ele não sabe o que fazer dentro da própria empresa. dele porque ele muitas das vezes nem foi lá na linha de produção, nem foi lá no chão da fábrica, nem foi lá onde tem gente passando mal, desmaiando, sem ver filho – assinalou.
Em resposta, Ana Paula escreveu:
– Falou uma pessoa que: nunca foi uma empresária. Não precisa mais dizer nada. O dia que ela empregar milhares de famílias, ela pode querer opinar. Cada baboseira que a gente precisa escutar.
No podcast, Hilton comparou o fim da escala 6×1 à abolição da escravidão e defendeu que “quem está dando chilique” não são os pequenos empresários, mas sim os grandes.
– Abolição da escravidão, as pessoas falavam “vai acabar com as fazendas, vai acabar com o Brasil, não dá para abolir a escravidão, tem que manter todo mundo escravizado”. Era o mesmo discurso (…) Quem está dando chilique é o mercado financeiro, é a Faria Lima. Obviamente que tem uma preocupação com os pequenos, “eu tenho aqui meu negócio, tenho dois trabalhadores, o que eu vou fazer? Há um caminho, há uma medida, com as isenções que o governo deve apresentar. (…) Quem está fazendo todo esse show são os grandes que têm condições de mudar a escala daqui para amanhã sem ter perda de nada, sem ter preocupação nenhuma – afirmou.
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Na hora da emergência, nem adianta ligar para o seu reboque de seguradora, pois em locais como Linha Vermelha, Linha Amarela, Auto-Estrada Lagoa-Barra e outros, eles não são autorizados a te socorrer.
Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
- Linha Amarela .............................. 0800 024-2355 - Linha Vermelha ............................ 0800- 282-8664 - Avenida Brasil............................... 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Rebouças............................ 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Santa Bárbara..................... 0800 282-8664 3852-0382 - Mergulhão da Praça XV................ 0800 282-8664 3852-0382 - Auto-Estrada Lagoa-Barra........... 0800 282-8664 (inclui túneis e Elevado do Joá) 3852-0382
- Via Lagos.......................................... 0800 7020 124 (22) 2665-6565 (22) 2665-6868
- Via Dutra........................................... 2557-2829 2557- 2801
Se estiver em outro local, em situação de perigo peça ajuda à Polícia Militar pelo tel.:190
Para registrar oGuacorrência em acidentes de trânsito (colisão de veículos, atropelamentos, etc...) ligue para190 ou, em caso de vítimas no acidente, chame a