Nas últimas décadas, os vaga-lumes vêm desaparecendo em diversas regiões do planeta
O homem que quer colonizar Marte acabou de dar o passo definitivo para se tornar o primeiro trilionário da história da humanidade.
NTE
O homem que quer colonizar Marte acabou de dar o passo definitivo para se tornar o primeiro trilionário da história da humanidade.
URGENTE: Nova pesquisa é divulgada e destrói a narrativa do "áudio" de Flávio
O cenário eleitoral para a presidência da República em 2026 começa a ganhar contornos definitivos e de altíssima tensão política. Um novo levantamento divulgado pela Gerp Mercadologia nesta sexta-feira, 22 de maio, revela que o Brasil se encaminha para mais uma eleição profundamente polarizada. De um lado, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), buscando consolidar seu projeto de governo; de outro, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que assume o protagonismo do campo conservador e herda o capital político do pai. Os números mostram que a disputa será decidida voto a voto.
A pesquisa, que ouviu eleitores em todo o território nacional, desenha um quadro de empate técnico nas simulações de primeiro e segundo turno, demonstrando que as duas principais forças políticas do país mantêm bases sólidas e cristalizadas. Mais do que medir a intenção de voto, o levantamento da Gerp serviu como um verdadeiro termômetro para medir o impacto de recentes escândalos políticos — e o resultado frustrou as expectativas da oposição
O Empate no Primeiro Turno: A Força das Bases
No cenário estimulado de primeiro turno — aquele em que uma lista prévia de candidatos é apresentada ao eleitor —, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem rigorosamente empatados, cada um com 38% das intenções de voto.
Este percentual revela uma estabilidade impressionante das bolhas eleitorais. Para o presidente Lula, os 38% refletem a aprovação de seu núcleo duro de eleitores e a manutenção do apoio nas regiões onde o Partido dos Trabalhadores historicamente domina, aliado aos beneficiários das políticas sociais do governo. Por outro lado, para Flávio Bolsonaro, atingir o mesmo patamar de um presidente no exercício do mandato demonstra uma transferência bem-sucedida do capital político do "Bolsonarismo". Com Jair Bolsonaro fora da disputa, Flávio conseguiu aglutinar a direita, o agronegócio e os setores conservadores, consolidando-se como o herdeiro natural e viável da oposiçã
A soma dos dois candidatos (76%) indica que há pouquíssimo espaço para o crescimento de uma chamada "terceira via". O eleitorado brasileiro, segundo os dados, já fez sua escolha preliminar, deixando os candidatos de centro espremidos entre dois gigantes que dominam o debate público. O desafio de ambos, a partir de agora, será conquistar os eleitores indecisos e aqueles que declaram voto em branco ou nulo.
Simulação de Segundo Turno: Vantagem Numérica Conservadora
Quando a pesquisa simula o confronto direto de segundo turno entre os dois líderes, o cenário se torna ainda mais dramático. O senador Flávio Bolsonaro registra 47% das intenções de voto, enquanto o presidente Lula soma 44%.
A diferença de 3 pontos percentuais a favor do senador do Partido Liberal mantém os dois candidatos dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,24 pontos percentuais para mais ou para menos. Estatisticamente, trata-se de um empate técnico no limite da margem, mas politicamente, a vantagem numérica de Flávio Bolsonaro acende um sinal de alerta no Palácio do Planalto.
Analistas apontam que a capacidade de Flávio de ultrapassar Lula no segundo turno sugere uma menor rejeição do senador em comparação ao teto eleitoral do atual presidente. Em eleições acirradas, a rejeição é o fator determinante. A campanha governista precisará rever suas estratégias de comunicação para frear o avanço do candidato de oposição entre o eleitorado de centro, que tradicionalmente decide as eleições brasileiras no segundo turno.
Voto Espontâneo: Cristalização Precoce
Um dos dados mais reveladores da pesquisa Gerp é o levantamento espontâneo. Nesta modalidade, o pesquisador não apresenta nenhum nome ao entrevistado, perguntando apenas: "Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria?".
Neste recorte, Lula lidera numericamente com 34%, seguido de forma muito próxima por Flávio Bolsonaro, com 32%.
Números tão expressivos em uma pesquisa espontânea faltando meses para o pleito são raros na história política brasileira. Isso significa que mais de 66% do eleitorado já tem o nome de seu candidato na ponta da língua, sem precisar de nenhum tipo de estímulo visual ou menção. Isso atesta um altíssimo nível de engajamento e cristalização do voto. O eleitor de Lula e o eleitor de Flávio Bolsonaro estão altamente mobilizados, o que sugere que a campanha de 2026 não será sobre "tornar um candidato conhecido", mas sim sobre uma guerra de narrativas, controle de danos e mobilização de bases no dia da eleição
no entanto, a pesquisa Gerp decreta o fim dessa narrativa.
Os números provam que o episódio já foi precificado pelo eleitorado. A resiliência de Flávio Bolsonaro ao registrar 38% no primeiro turno e 47% no segundo, logo após o ápice da crise midiática, demonstra que a tática de desconstrução de imagem falhou. Para os apoiadores do senador, a repercussão do áudio foi interpretada mais como uma perseguição política do que como um escândalo genuíno, criando um efeito bumerangue que acabou engajando ainda mais a base direitista. Chega ao fim a narrativa governista de que o episódio seria o "calcanhar de Aquiles" da oposição em 2026.
O Que Esperar dos Próximos Meses?
Com a confirmação deste cenário de empate técnico, as estratégias das duas campanhas devem mudar drasticamente. Do lado do governo, Lula precisará acelerar entregas econômicas. A inflação, o preço dos alimentos e a geração de empregos serão as verdadeiras armas do presidente para tentar reverter a vantagem numérica de seu adversário no segundo turno. Apenas a pauta ideológica não será suficiente para garantir sua permanência no Planalto.
Do lado da oposição, Flávio Bolsonaro tem o desafio de manter a mobilização de sua base enquanto acena para o eleitorado moderado. Sabendo que é "à prova de balas" contra escândalos de vazamentos recentes, sua equipe de marketing deve focar em apresentar propostas para a economia e a segurança pública, áreas onde o governo atual enfrenta suas maiores críticas. A missão de Flávio é provar que ele não é apenas a continuidade da família Bolsonaro, mas um líder capaz de gerir o Estado brasileiro e aglutinar o antipetismo de forma pragmática.
Metodologia da Pesquisa
A pesquisa Gerp Mercadologia reforça sua credibilidade ao apresentar uma amostragem robusta. Foram realizadas 2.000 entrevistas presenciais em todas as regiões do Brasil entre os dias 19 e 22 de maio de 2026.
O levantamento possui uma margem de erro de 2,24 pontos percentuais para mais ou para menos, e o grau de confiança informado é de 95,5% (o que significa que, se a pesquisa fosse realizada 100 vezes, em 95 delas o resultado estaria dentro da margem de erro). A pesquisa foi devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07971/2026, cumprindo todas as exigências da legislação eleitoral vigente.
A Terra está lentamente vazando sua atmosfera para a Lua – e isso revela uma cápsula do tempo de 4 bilhões de anos
Por bilhões de anos, de forma quase invisível, a Terra tem compartilhado um pedaço de si mesma com a Lua. Parte da nossa atmosfera escapa silenciosamente para o espaço, carregada por um corredor magnético que conecta os dois corpos celestes.
Esse fenômeno ocorre quando ventos solares atingem a alta atmosfera terrestre e arrancam íons de hidrogênio e oxigênio. Em vez de se perderem no vazio, essas partículas são canalizadas pela magnetocauda da Terra, uma longa estrutura magnética em forma de lágrima que se estende na direção oposta ao Sol.
Quando a Lua, durante sua órbita mensal, atravessa essa região, ela recebe um verdadeiro “banho” de elementos que um dia fizeram parte da atmosfera do nosso planeta. Essa irrigação cósmica, repetida por eras, contribuiu para a formação de gelo em áreas da Lua que antes eram consideradas completamente secas.
Mas o mais fascinante é o que esse processo preservou. A superfície lunar não sofre com placas tectônicas ou erosão como a Terra. Por isso, cada partícula que chega fica armazenada como um arquivo natural, protegendo informações preciosas sobre a composição da atmosfera terrestre primitiva — registros que já se apagaram por aqui há muito tempo.
Além do valor histórico e científico, essa descoberta tem implicações práticas para o futuro da exploração espacial. O acúmulo constante de hidrogênio e oxigênio no solo da Lua representa uma possível fonte de água e de recursos vitais para sustentar bases humanas permanentes.
Em um futuro não tão distante, esse antigo “vazamento” da Terra pode se tornar um dos pilares que permitirão à humanidade viver em outros mundos e lançar missões cada vez mais profundas no Sistema Solar.
Fonte: Communications Earth & Environment.
Depois da morte dela, Liam mudou profundamente.
Avançar DESISTIR JAMAIS PATRIOTAS....
New England Journal of Medicine, FDA.
Os dois são anticorpos monoclonais, remédios direcionados a um alvo específico no corpo, que atacam as placas beta-amiloides, depósitos de proteína tóxica que se acumulam no cérebro de pacientes com Alzheimer. A FDA aprovou o Lecanemab em julho de 2023 e o Donanemab em julho de 2024.
Os ensaios clínicos publicados no New England Journal of Medicine mostraram redução de cerca de 27% no ritmo de declínio cognitivo em 18 meses para o Lecanemab. O Donanemab teve resultado parecido, com a perda de funções caindo de forma mensurável em pacientes nos estágios iniciais da doença.
Mas atenção: ambos têm efeitos colaterais sérios. O monitoramento exige ressonância magnética periódica por causa do risco de ARIA-E e ARIA-H, que são edema cerebral e micro-hemorragias detectadas em parte significativa dos pacientes tratados. M*rtes em ensaios já foram reportadas.
No Brasil, nenhum dos dois foi incorporado pelo SUS até 2026. O custo anual ultrapassa dezenas de milhares de dólares no exterior, e o debate internacional questiona custo-benefício pra grupos amplos.
Fonte: New England Journal of Medicine, FDA.
Jovem raptada aos 14 anos luta para manter cúmplice de seu estuprador na prisão
Ela ajudou a planejar o sequestro de uma jovem de 14 anos, que seu marido violentou por 9 meses. E, em poucos dias, sairá da prisão.
Trata-se de Wanda Barzee, esposa e cúmplice do sequestrador de Elizabeth Smart, cujo caso chocou os Estados Unidos no início dos anos 2000.
"Gostaria de suplicar a todas as autoridades competentes (...) a reavaliar a situação, a olhar para os fatos, para seu estado mental e decidir se realmente acreditam que essa mulher não continua sendo uma ameaça", pediu Elizabeth em declaração à imprensa.
"Eu sinceramente acho que é uma ameaça. É uma mulher que tinha seis filhos e conspirou para sequestrar uma menina de 14 anos - não só sentava ao lado dela enquanto estava sendo estuprada, como também encorajava o marido a continuar me estuprando", lembra a vítima, hoje com 30 anos.
Nove meses de horror
Elizabeth Smart foi raptada de sua própria cama em Salt Lake City, no Estado de Utah, em junho de 2002.
Naquela noite, Brian David Mitchell entrou no quarto da jovem e a ameaçou com uma faca no pescoço: se ela não fosse com ele, mataria toda a família.
A irmã de Elizabeth, que tinha 9 anos na época, testemunhou o sequestro.

Crédito,Getty Images
Mitchell era conhecido da casa. Ele foi contratado pela mãe de Elizabeth, em 2001, para fazer alguns reparos na residência após ter abordado a família em um shopping pedindo ajuda financeira.
A jovem foi levada para uma casa de campo na montanha, onde o sequestrador a forçou a se "casar" com ele em uma cerimônia.
A partir de então, não parou de abusar dela em nome de uma "revelação de Deus" e com a colaboração da esposa.
Por nove meses, Elizabeth foi mantida em cativeiro, em condições desumanas, sendo obrigada a consumir álcool e drogas.
O caso recebeu grande atenção da mídia. E o pesadelo da adolescente chegou ao fim quando um cidadão a reconheceu caminhando na rua com os sequestradores, a apenas três quilômetros de casa, e alertou a polícia.
'Ela me via como sua escrava'
Mitchell foi condenado à prisão perpétua e Barzee a 15 anos de prisão - pena que vai terminar de cumprir em 19 de setembro.
É uma situação que preocupa Elizabeth.

Crédito,Getty Images
"Se eu acho que é perigoso? Sim, mas não apenas para mim, acho que é um perigo e uma ameaça para qualquer pessoa vulnerável na nossa comunidade", disse Elizabeth à imprensa.
"Nossa comunidade deveria estar preocupada."
Barzee "me via como sua escrava (...) houve momentos em que ela era manipulada por ele (o marido), mas também houve vezes em que ela abusou de mim tanto quanto ele", acrescentou.

Crédito,Getty Images
Elizabeth conseguiu reconstruir sua vida depois do ocorrido e hoje é uma ativista renomada na defesa de vítimas de abuso e pessoas desaparecidas. Ela compartilhou detalhes do horror que viveu no livro My Story (Minha História, em tradução livre), lançado em 2013.
Sua história também foi adaptada duas vezes para o cinema. Eu Sou Elizabeth Smart, filme mais recente, conta com a própria Elizabeth como produtora e narradora.
FONTE:https://www.bbc.com/portuguese/geral-45546138
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve na casa do pa
Postagem em Destaque
Carla Zambelli deixa prisão e diz: “Deus consagrou essa vitória” Ex-deputada ainda aguarda a decisão de um segundo pedido de extradição
Advogado Pieremilio Sammarco, Carla Zambelli e seu marido, coronel Aginaldo Foto: Reprodução Nesta sexta-feira (22), a ex-deputada Carla Z...





