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quinta-feira, 17 de julho de 2025

Na Câmara, Kataguiri e deputada do PSOL protagonizam briga Discussão ocorreu durante votação do projeto de lei que modifica licenciamento ambiental

 

Desentendimento na Câmara Foto: Reprodução/Print de vídeo das redes

Um desentendimento entre a deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG) e o deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP) causou tumulto no Plenário da Câmara dos Deputados durante a votação que aprovou a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, na madrugada desta quinta-feira (17). Na ocasião, os deputados aprovaram o projeto por 267 votos a 116. O estopim da discussão ocorreu às 2h30 da madrugada, quando Xakriabá reclamou de declarações de Kataguiri sobre indígenas.

Momentos antes, na tribuna, Kataguiri havia afirmado que “tribos indígenas” teriam sido beneficiadas com a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que fica em Vitória do Xingu, no Pará, por, segundo ele, terem recebido um aporte de R$ 5 milhões.

– R$ 5 milhões na conta de cada tribo. Aí, eu também quero que abra uma hidrelétrica do lado de casa. Porque, me explica, como é que transformar tribo indígena em latifúndio ajuda a compensar impacto ambiental? Não ajuda, gente, isso é dinheiro indo para o bolso dessas pessoas – declarou.

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Em resposta, Xakriabá usou as expressões “deputado estrangeiro” e “deputado reborn” no microfone para se referir a Kataguiri.

– Primeiro, essa pessoa, deputado estrangeiro, esse deputado reborn que acabou de falar sequer tem o direito de falar da questão indígena. Ianomâmi não pode ser tratado como um caso despercebido. O senhor fica quieto. O senhor é estrangeiro aqui, tinha de pedir perdão para os povos indígenas – disse.

Em seguida, Kataguiri se referiu à deputada como “cosplay”, termo utilizado para pessoas que se fantasiam de um personagem.

– Determinada deputada me chamou de deputado estrangeiro. E eu quero dizer aqui que estrangeiro, e ali próximo de onde estão meus ancestrais, é o pavão, que é um animal lá da Ásia. Não tem nada a ver com tribo indígena aqui no Brasil, mas tem gente que parece que gosta de fazer cosplay – disse.

Pouco depois, foi a vez do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) se colocar na discussão.

– Já que o assunto é o pavão misterioso, nós queremos saber do licenciamento ambiental do pavão aqui presente. Nossa, se para abrir uma estrada, para abrir um empreendimento, é preciso licenciamento, para abater um animal também precisa de licenciamento – disse.

Xakriabá então voltou ao microfone e disse que as referências ao seu cocar configuravam “um racismo televisionado” e afirmou que tomaria “as medidas necessárias”. Na sequência, o microfone foi desativado, e o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) prosseguiu com a votação. A deputada, então, continuou a protestar e foi em direção a Kataguiri. Os dois bateram boca, e a Polícia Legislativa precisou intervir.

A deputada psolista não quis se pronunciar à imprensa. Kataguiri, por sua vez, disse à reportagem que a acusação de racismo “não tem o menor sentido, porque ela me chamou de deputado estrangeiro”. O parlamentar é brasileiro e descendente de japoneses. Ao fim da votação, Motta lamentou o ocorrido. Questionado pela imprensa se tomará alguma providência em relação à queixa de racismo, o presidente da Câmara disse que iria analisar.

A aprovação da nova lei de licenciamento ocorreu a contragosto do Ministério do Meio Ambiente. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), por sinal, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetará o projeto.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Lula veta integralmente aumento do número de deputados federais Projeto aprovado no Congresso ampliava cadeiras da Câmara de 513 para 531

Lula Foto: EFE/André Borges

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente o projeto de lei que previa o aumento do número de deputados federais de 513 para 531. A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (17) e frustra a tentativa do Congresso Nacional de, sem que os estados percam cadeiras, atender à determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou redistribuir as vagas da Câmara conforme os dados do Censo Demográfico de 2022.

A Constituição estabelece que a representação dos estados deve respeitar critérios populacionais, observando o limite mínimo de oito e o máximo de 70 deputados por unidade da federação. Para cumprir a decisão do STF sem reduzir a representação de nenhum estado, o Congresso propôs ampliar o número total de vagas. No entanto, a proposta gerou forte reação negativa. De acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta (16), 85% da população é contrária à medida.

O governo justificou o veto argumentando que a medida não observava os princípios da eficiência nem da responsabilidade fiscal, pois implicaria aumento de despesas para os cofres públicos. Caso o veto não seja derrubado, caberá à Justiça redistribuir as cadeiras da Câmara dos Deputados, respeitando o número atual de 513 parlamentares. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficará encarregado de fazer a nova divisão proporcional à população de cada estado, como ordenou o STF.

A possibilidade de o Congresso derrubar o veto é tida como remota. Apesar de a proposta ter sido aprovada com 270 votos na Câmara e 41 no Senado, o clima político mudou após a repercussão pública negativa. Além disso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), teve que se afastar da condução da sessão para votar e ajudar a garantir o quórum — algo que não poderá ocorrer em uma eventual sessão de apreciação do veto.

FONTE:PLENO NEWS

URGENTE - Aconteceu de novo!!! (Com prova em tempo real)

quarta-feira, 16 de julho de 2025

BOLSONARO REVELOU AO VIVO, NOVAS REVELAÇÕES CHEGARAM e OLHA ISSO QUE ACO...

O pastor Silas Malafaia subiu o tom nesta terça-feira (15) ao rebater as críticas feitas pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que declarou não aceitar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “venha meter o bedelho” em assuntos internos do Brasil. Para Malafaia, o ex-vice-presidente de Bolsonaro está “equivocado” e ignora a gravidade da censura imposta pelo STF.



O pastor Silas Malafaia subiu o tom nesta terça-feira (15) ao rebater as críticas feitas pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que declarou não aceitar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “venha meter o bedelho” em assuntos internos do Brasil. Para Malafaia, o ex-vice-presidente de Bolsonaro está “equivocado” e ignora a gravidade da censura imposta pelo STF.

Em suas redes sociais, o líder evangélico afirmou com firmeza que Trump tem todo o direito de reagir, uma vez que o ministro Alexandre de Moraes emitiu ordens secretas e ilegais de censura contra plataformas americanas. “Trump denunciou centenas de ordens de censura ilegais e secretas, ameaçando a mídia dos EUA. Isso não é intromissão — é legítima defesa da liberdade”, escreveu Malafaia, em referência direta às ações autoritárias do STF.
O pastor também apontou o dedo para o Senado Federal, que segundo ele se omite vergonhosamente diante da juristocracia imposta por Moraes. “Não temos a quem recorrer devido a um Senado omisso”, disse. Malafaia destacou ainda que os conservadores precisam construir maioria na Casa para avançar com pedidos de impeachment contra ministros que abusam do poder.
Apesar de Mourão ter reconhecido que há injustiça no processo contra Bolsonaro, o general defende que tudo deve ser resolvido internamente — uma fala que despreza a importância da pressão internacional e afasta um dos poucos aliados que têm coragem de se posicionar, como Trump. Para muitos conservadores, a postura de Mourão demonstra alinhamento institucional, mas não compromisso com o povo que o elegeu.
A fala de Silas Malafaia representa o sentimento crescente na base da direita brasileira: não há mais tempo para discursos mornos nem para conivência com a perseguição. O apoio de Trump é visto como fundamental para expor ao mundo os abusos do STF — e quem rejeita essa ajuda, hoje, está do lado errado da história.

FONTE:https://www.facebook.com/jornaldadireitaonline

quarta-feira, 2 de julho de 2025

ENERGIA DE FEIXE LASER TRANSMITIDA POR 8,6 KM SEM

⚡ DARPA acaba de transmitir energia a mais de 8 km de distância, sem fios, sem limites
Em um experimento recorde, o programa POWER da DARPA transmitiu com sucesso mais de 800 watts de energia sem fio por 8,6 km usando um feixe de laser focalizado. Realizado em junho de 2025 em um local de teste no Novo México, o sistema forneceu mais de um megajoule de energia em apenas 30 segundos, superando em muito os esforços anteriores, que atingiram o pico de 230 watts em 1,7 km.

🔋 A energia do laser pode mudar o campo de batalha e o mundo
Este não é apenas um truque de laboratório, é um vislumbre de um futuro onde a energia flui invisivelmente, por vastas distâncias. Imagine drones que nunca pousam porque são recarregados em pleno voo, ou postos militares remotos energizados instantaneamente sem comboios de combustível. A tecnologia da DARPA pode eliminar a necessidade de baterias e cabos em alguns dos ambientes mais hostis e perigosos do mundo.

🌍 O Nascimento da Energia Verdadeiramente Sem Fio
Embora ainda esteja em seus estágios iniciais, este marco marca uma revolução na forma como pensamos sobre o fornecimento de energia. De operações militares a socorro em desastres, a transmissão de energia sem fio pode desbloquear novos níveis de velocidade, mobilidade e resiliência. A era da conexão à rede elétrica pode estar chegando ao fim e o futuro da energia ilimitada e sob demanda está apenas...

Fonte: Tech Brief 

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Mulher que atacou Michelle ganha chance de se retratar Leia a íntegra do texto de retratação protocolado pelos advogados da ex-primeira-dama

 

Michelle Bolsonaro Foto: PL/Divulgação

Pleno.News teve acesso com exclusividade à informação de que advogados da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro protocolaram, nesta terça-feira (1º), uma proposta de retratação a ser feita pela militante petista e apresentadora Teônia Mikaelly Pereira de Sousa, que a chamou de “ex-garota de programa” durante o podcast piauiense IEL Cast. Também tivemos acesso ao texto de retratação proposto pelos advogados da presidente nacional do PL Mulher à comunicadora ligada ao PT.

As declarações ocorreram nos episódios divulgados nos dias 11 e 14 de junho. Em vídeos que circulam na internet, Teônia Mikaelly compara Michelle com a atual primeira-dama, Janja, e afirma que a esposa de Bolsonaro seria “ex-garota de programa” e teria familiares com “passagem pela polícia”.

O advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, que representa Michelle junto com o Dr. Thiago Lobo Fleury, afirma que as falas são “completamente falsas e ofensivas” e que o objetivo foi manchar a imagem pública da ex-primeira-dama. Segundo Bessa, as expressões usadas são misóginas e sem qualquer ligação com a realidade.

A ação penal foi protocolada na 2ª Vara Criminal de Teresina e inclui acusações de injúria e difamação, com agravante pelo uso das redes sociais.

A proposta de retratação, protocolada nesta terça, foi aditada ao processo cível protocolado na 1ª Vara Cível de Brasília. A aceitação do termo de retratação, se feito no processo penal, pode evitar com que ela seja condenada pelos crimes de calúnia e difamação.

Leia na íntegra o texto de retratação proposto pelos advogados de Michelle Bolsonaro a Teônia Mikaelly Pereira de Sousa:
Eu estou aqui hoje para me retratar porque menti, fui covarde e desumana.

Reconheço que ultrapassei todos os limites aceitáveis do debate público. Acusei Michelle Bolsonaro de fatos infames e mentirosos, colocando em dúvida sua honra, sua dignidade e a de sua família. Isso não foi opinião — foi pura maldade!

As divergências políticas, por mais intensas que sejam, não autorizam ninguém a desumanizar o outro. E foi exatamente isso que eu fiz. Cometi uma agressão covarde, gratuita e profundamente injusta contra uma mulher pública, uma mãe de família, uma pessoa que tem filhas — filhas que ouviram ou leram o que eu disse e que não mereciam ser feridas pelos meus desatinos. Por minha culpa, essas meninas viram a mãe delas ser humilhada em praça pública.

Disse que Michelle havia sido ‘garota de programa’, quando nunca houve nada que sustentasse tal agressão. Reproduzi um ataque vil como se fosse uma verdade popular. Isso não é coragem. Isso é covardia moral. Isso é desumanidade pública. Eu disse coisas que eu mesma jamais aceitaria que dissessem sobre mim. Usei da minha voz para destruir, para assassinar uma reputação. Fui totalmente irresponsável.

Ao repetir mentiras grotescas como se fossem verdades, atingi não apenas Michelle, mas toda a sua história. Tentei desqualificar sua postura familiar, sua fé, sua aparência. Acusei-a com palavras que carregam peso moral e social devastador. Menti que ela “incorporava um personagem”, insinuei que toda sua família era criminosa — e fiz tudo isso, repito, sem qualquer base, sem qualquer limite, sem nenhuma humanidade.

Sendo mulher, eu deveria ter compreendido o quanto é cruel atacar outra mulher, fazendo o jogo sujo que machistas e misóginos fazem. Agredi Michelle gratuitamente apenas pelo que ela representa, por sua fé, por sua aparência, por sua postura familiar. Fui contra tudo que eu mesma deveria defender.

Hoje, encaro envergonhada aquilo que fiz: fui má. Fui injusta. Fui irresponsável. Fui cruel. E mais do que tudo, fui pequena diante de uma mulher que não me atacou, mas foi atacada por mim. Admito: fui covarde e desumana. E agora, com clareza e vergonha, peço perdão à Michelle Bolsonaro — pela mentira, pela crueldade e pela maldade com que escolhi agir. Peço também que perdoe o impacto que minhas palavras causaram em suas filhas.

Política não é desculpa para perversidade. Divergência não é licença para destruição. E hoje eu entendo: quem mancha a honra do outro, suja a própria consciência. Quem espalha mentira, carrega vergonha. E essa, hoje, é toda minha! Que essa retratação seja o mínimo diante do que causei.

FONTE:PLENO NEWS

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