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Móveis: Jair Bolsonaro e Michelle voltam ao Judiciário contra Lula Defesa do ex-presidente diz que atual chefe do Executivo não tem o "direito de difamar, caluniar, injuriar e destruir a reputação de terceiros"

 

A ex-primeira-dama Michelle e o ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro voltaram a acionar a Justiça do Distrito Federal no caso dos móveis que o presidente Lula (PT) afirmou inicialmente que tinham desaparecido do Palácio da Alvorada, mas que acabaram encontrados na própria residência oficial da Presidência. Após o Juizado Especial Civil negar condenar Lula, a defesa do casal Bolsonaro resolveu acionar a União em busca de uma retratação.

Em petição protocolada nesta quarta-feira (10), Bolsonaro e Michelle processam o governo federal em razão de suposto “ato ilícito e abuso de direito” cometido por Lula. O casal sustenta que a conduta do presidente “ultrapassa a linha da licitude da livre manifestação do pensamento, ao atingir esfera de direitos alheios, com o único e exclusivo intento de ofensa a sua honra objetiva e subjetiva”.

– O presidente da República, convocou coletiva oficial de imprensa (Café da manhã com o Presidente) para atribuir aos autores conduta criminosa inverídica, configurando a responsabilidade do Estado pelos atos de seu órgão, tendo como efeito reflexo propagação de notícias mentirosas pelos veículos de comunicação social – argumentam os advogados de Bolsonaro e Michele.

A passagem faz referência ao anúncio, feito por Lula e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, no início de 2023, sobre o suposto desaparecimento de objetos do Alvorada. O casal também apontou mau estado de conservação da residência presidencial. Dez meses depois, os itens que estavam desaparecidos foram localizados.

A defesa de Bolsonaro diz que “a ninguém é dado o direito de difamar, caluniar, injuriar e destruir a reputação de terceiros, não lhe aproveitando a escusa do exercício absoluto da liberdade de expressão”.

– Quem abusa de um direito comete ato ilícito e por ele responderá. O Réu (Lula), ainda que profira palavras sobre os Autores (Jair e Michelle Bolsonaro), que possuem notoriedade pública, somente lhe seria lícito noticiar fatos, sob a proteção da liberdade de expressão, quando estes preenchessem o requisito interno de predominância da verdade – registra a petição.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Ex-nora de Lula diz que soube da traição por marido da amante "Somos nós dois os traídos em sofrimento", disse Natália Schincariol

 

Natália Schincariol e Luis Claudio Foto: Reprodução Instagram

A médica Natália Schincariol, de 29 anos, deu mais detalhes sobre o fim de sua relação com Luis Claudio Lula da Silva, filho mais novo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista ao portal UOL, ela afirmou que tomou conhecimento sobre a traição do ex-companheiro quando recebeu uma ligação do marido da amante dele.

– O marido da amante dele me ligou do Amazonas [Luis Claudio é diretor do clube de futebol Parintins]. Me contou que precisou fazer uma cirurgia de hérnia, às pressas, e depois descobriu que enquanto estava internado no hospital, a mulher tinha traído ele com o Luis na cama do casal. Agora, somos nós dois os traídos, em sofrimento – desabafou.

Ela afirma que inicialmente tentou perdoar, mas que não conseguiu. Segundo Natália, o filho de Lula se tornou mais vaidoso e perdeu a humildade após o pai tornar-se presidente de novo, em 2023.

– Subiu na mente [à cabeça] o fato de o pai virar presidente. Mas é aquela frase: quer conhecer o caráter de um homem, dê a ele poder – acrescentou.

A ex-nora do chefe do Executivo ainda disse que o ex-parceiro sempre deu sinais de que era “machista”, mas que ela se mantinha cega devido aos sentimentos que nutria por ele.

– Pode ser que já tivesse traição antes, mas só descobri agora e tudo de uma vez. Ele sempre foi machista, mas como era um machismo sutil, discreto, mascarado, eu achava que era coisa da minha cabeça. Até que o machismo se tornou explícito. Duas ex-namoradas me procuraram para me avisar que ele não era o que parecia ser, mas eu o amava tanto que fiquei cega – assinalou.

A médica afirmou, em Boletim de Ocorrência, que foi vítima de agressões de natureza “física, verbal, psicológica e moral” por parte do ex-companheiro. Ela relata ter levado uma cotovelada na barriga em janeiro deste ano, ao ser flagrada checando o celular dele em busca de traições.

FONTE:PLENO NEWS

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Robinho ficará isolado em cela de 8 m² em Tremembé Ex-jogador passará por período de adaptação e observação

 

Robinho Foto: Kai Försterling/EFE

A cela isolada em que o ex-jogador de futebol Robinho está, em Tremembé, São Paulo, possui 8 m². De acordo com informações do portal G1, o local tem uma cama, uma pia, e um vaso sanitário embutido no chão. Robinho foi preso na madrugada desta sexta-feira (22), após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir que ele deveria cumprir a pena de nove anos por estupro aqui no Brasil. Ele foi condenado pela justiça da Itália.

Robinho vai passar por avaliações de médicos, psicólogos e outros profissionais e está em fase de adaptação. Ele ficará totalmente isolado, em observação, por um período que pode durar de 10 a 30 dias. Ele ficará sozinho até para tomar banho de sol e fazer suas refeições.

Após essa fase, Robinho estará autorizado a conviver com os outros detentos. Ele poderá, inclusive, usufruir do campo de futebol que há no presídio.

Robinho foi detido em Santos, no litoral paulista, onde mora. Ele passou no Instituto Médico Legal e por audiência de custódia antes de ser encaminhado para a prisão. O ex-jogador também trocou sua roupa pelo uniforme da penitenciária, além de raspar o cabelo.

FONTE:PLENO NEWS

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Justiça tenta bloquear R$ 1 mi de Ronaldo, mas só acha R$ 18 mil Ex-jogador é alvo de ação

 

Ronaldo Nazario Foto: EFE/NACHO GALLEGO

O ex-jogador e empresário, Ronaldo Fenômeno, tem um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão. No entanto, quando a Justiça de São Paulo tentou bloquear R$ 1 milhão em ativos financeiros do ex-atleta, encontrou apenas R$ 18 mil nas contas dele. As informações são do Metrópoles.

As contas de Ronaldo foram bloqueadas em março, em uma ação de cobrança de um fundo de investimentos contra a empresa LIV Drinks, da qual ele é dono de 25%.

A empresa é cobrada em R$ 640 mil. A quantia aumentou por causa da atualização dos valores no processo iniciado em 2018.

O fundo de investimento que moveu o processo falou em “blindagem patrimonial”.

– Como se explica esse fenômeno de pessoas com altíssimo poder aquisitivo não possuírem saldo em contas? É, no mínimo, blindagem, para não dizer que há indícios de crimes comuns, fiscais e evasão de divisas – disse o advogado João Helio Santos Renner, que defende o fundo de investimentos.

O desembargador Heraldo de Oliveira, relator do processo, afirmou que ficou demonstrada a “confusão patrimonial e o desvio de finalidade” de empresas para “frustrar o pagamento das obrigações assumidas pelos devedores”.

FONTE:PLENO NEWS

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Repórter da Globo é assaltada durante transmissão ao vivo Beatriz Backes estava em uma das estações do Metrô de São Paulo

 

Beatriz Backes, da TV Globo em São Paulo Foto: Reprodução/TV Globo

A repórter Beatriz Backes teve o celular roubado enquanto fazia uma entrada ao vivo no Bom Dia SP, da TV Globo, na manhã desta sexta-feira (20). A profissional estava em frente à estação da Luz, falando sobre a questão do metrô, quando foi surpreendida.

Durante sua cobertura, a tela tremeu e a transmissão foi abruptamente interrompida. Sem acompanhamento de um cinegrafista, Beatriz faz entradas de transportes públicos utilizando seu aparelho celular.

Os apresentadores Rodrigo Bocardi e Sabina Simonato, surpresos com a interrupção, questionaram se o telefone da repórter havia caído.

– O que é isso? Caiu o telefone? – indagou Bocardi.

– Acho que caiu o telefone da Bia – comentou Sabina.

No entanto, a assessoria de comunicação da Globo confirmou que Beatriz foi assaltada durante a reportagem.

– A produtora Beatriz Backes, que entra ao vivo do transporte público, por meio de celular, foi furtada enquanto falava ao vivo para o Bom Dia SP desta sexta-feira. Ela estava na porta da estação da Luz do metrô, ao lado de agentes da Secretaria de Transportes Municipal, quando um homem passou correndo e levou o aparelho. Apesar do susto, a produtora está bem – disse a emissora em nota.

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*Com informações da AE

FONTE:PLENO NEWS

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Preso pelo 8/1 volta a ser detido após xingar ministros do STF Alexandre de Moraes determinou a prisão, diante de vídeo publicado por empresário

 

Marcos Soares Moreira é um dos réus do 8 de janeiro Foto: Reprodução/Redes sociais

O empresário Marcos Soares Moreira, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos do dia 8 de janeiro, foi preso novamente neste sábado (23), no Espírito Santo.

A prisão preventiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, porque o empresário descumpriu medidas cautelares impostas quando ganhou liberdade provisória. A decisão aponta que ele agiu com “total desprezo pela Justiça”.

– A possibilidade de restabelecimento da ordem de prisão foi expressamente consignada na decisão que substituiu a custódia por medidas cautelares diversas – escreveu o ministro.

– A notícia de que o acusado descumpriu a medida cautelar a ele imposta por ocasião da concessão de liberdade provisória constitui motivo suficiente para a decretação da prisão.

Embora estivesse proibido de usar redes sociais, Marcos Moreira publicou um vídeo no TikTok chamando os ministros do STF de “bandidos, criminosos, canalhas e corruptos”.

– Não estou com medo. Para mim é indiferente estar aqui ou lá dentro (da prisão). Mas eu jamais vou me curvar a vocês bandidos que têm o poder da caneta na mão, porém são bandidos. Alexandre de Moraes, Rosa Weber, todos vocês aí são bandidos, vagabundos. Quer me prender, pode prender. Manda o PCC, que vocês apoiam – afirma na gravação.

O empresário estava na lista de réus que poderiam fechar acordo de não persecução penal com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Quem optar pelo acordo precisará cumprir algumas cláusulas, como pagamento de multa e a participação em um curso sobre a democracia, e em troca a ação criminal sobre o 8 de janeiro será encerrada. Agora, o acordo com o empresário pode ser comprometido.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Wassef, advogado de Bolsonaro, quebra o silêncio sobre joias Criminalista é um dos alvos de operação da Polícia Federal

 

Frederick Wassef, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/ Joédson Alves

O advogado criminalista Frederick Wassef, um dos alvos da Operação Lucas 12:2 da Polícia Federal (PF) na última sexta-feira (11), disse estar sendo vítima de uma “uma campanha de fake news e mentiras de todos os tipos”. A Polícia Federal aponta para o defensor da família Bolsonaro como um dos envolvidos no suposto esquema de venda de joias e presentes de alto valor recebidos durante agendas oficiais.

De acordo com a corporação, Wassef teria recomprado um relógio da marca Rolex para entregá-lo ao Tribunal de Contas da União (TCU). O objeto teria as mesmas características do relógio que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ganhou de presente durante uma agenda nos Emirados Árabes e que, posteriormente, Mauro Cid teria vendido.

Na decisão que autorizou as diligências de busca e apreensão da sexta, consta que Wassef teria recuperado o relógio no dia 14 de março. O objeto estava em posse da empresa Precision Watches. O advogado teria retornado ao Brasil com o Rolex no dia 29 do mesmo mês.

– No dia 02/04/2023, Mauro Cid e Frederick Wassef se encontraram na cidade de São Paulo, momento em que a posse do relógio passou para Mauro Cid, que retornou para Brasília (DF) na mesma data, entregando o bem para Osmar Crivelatti, assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro – diz o documento.

Na nota deste domingo (13), Wassef diz que só tomou conhecimento pela imprensa do suposto esquema de venda de joias recebidas em agendas oficiais.

– Nunca vendi nenhuma joia, ofereci ou tive posse. Nunca participei de nenhuma tratativa, nem auxiliei nenhuma venda, nem de forma direta nem indireta. Jamais participei ou ajudei de qualquer forma, qualquer pessoa a realizar nenhuma negociação ou venda – diz a nota.

Ele declara ter sido “acusado falsamente de ter um papel central em um suposto esquema de vendas de joias”.

A Operação Lucas 12:2 da PF vasculhou quatro endereços em São Paulo, Brasília e Niterói; um deles do advogado.

– A Polícia Federal efetuou busca em minha residência no Morumbi, em São Paulo, e não encontrou nada de irregular ou ilegal, não tendo apreendido nenhum objeto, joias ou dinheiro. Fui exposto em toda televisão com graves mentiras e calúnias – disse Wassef, em nota

O nome dado à operação é referência a um versículo bíblico, que diz que “não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA DE FREDERICK WASSEF:
Como advogado de Jair Messias Bolsonaro, venho informar que, mais uma vez, estou sofrendo uma campanha de fake news e mentiras de todos os tipos, além de informações contraditórias e fora de contexto. Fui acusado falsamente de ter um papel central em um suposto esquema de vendas de joias. Isso é calúnia que venho sofrendo e pura mentira. Total armação.

A primeira vez que tomei conhecimento da existência das joias foi no início deste ano de 2023 pela imprensa. Quando liguei para Jair Bolsonaro, ele me autorizou, como seu advogado, a dar entrevistas e fazer uma nota à imprensa. Antes disso, jamais soube da existência de joias ou quaisquer outros presentes recebidos. Nunca vendi nenhuma joia, ofereci ou tive posse. Nunca participei de nenhuma tratativa, nem auxiliei nenhuma venda, nem de forma direta nem indireta. Jamais participei ou ajudei de qualquer forma qualquer pessoa a realizar nenhuma negociação ou venda.

A Polícia Federal efetuou busca em minha residência no Morumbi, em São Paulo, e não encontrou nada de irregular ou ilegal, não tendo apreendido nenhum objeto, joias ou dinheiro. Fui exposto em toda televisão com graves mentiras e calúnias.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Polícia não investigou execução de envolvido no caso Marielle Em nome do mandante, homem assassinado teria contratado a pessoa que matou a vereadora

 

Marielle Franco e Edimilson Oliveira da Silva Foto: Renan Olaz/CMRJ/Foto: Reprodução

Desvendar a morte de Edimilson Oliveira da Silva, conhecido como Macalé, seria fundamental para o bom andamento das investigações sobre o caso da vereadora Marielle Franco, mas a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro não investigou o crime, de acordo com Guilherme Amado, do Metrópoles.

Morto em 2021, Edimilson é citado na delação de Élcio Queiroz como o contratante de Ronnie Lessa para matar Marielle, e seria ele o intermediador entre Lessa e o mandante, o que torna indispensável o esclarecimento de seu assassinato para, talvez, contribuir para solucionar o caso da vereadora.

Macalé era sargento do Polícia Militar e foi executado na Avenida Santa Cruz, em Bangu, Zona Oeste do Rio. Informações apontam que ele era miliciano, portanto não se pode afirmar que a morte dele tenha conexão direta com o mandante do assassinato de Marielle.

De acordo com a delação de Élcio de Queiroz, Macalé teria participado da primeira tentativa de assassinar a vereadora, em 2017, mas que foi frustrada.

FONTE:PLENO PLENO NEWS

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Condenado por tráfico de 150 quilos de cocaína obtém habeas corpus "O Brasil caminha a passos largos para se transformar em um narcoestado"

 

Condenado por tráfico de 150 quilos de cocaína obtém habeas corpus Foto: Pixabay

O desembargador Jesuíno Rissato, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reexaminou a pena e concedeu habeas corpus a um homem condenado pelo tráfico de 150 quilos de cocaína.

A pena inicial, em primeira instância, era de seis anos em regime inicialmente fechado; mas com a decisão do ministro do STJ, Jesuíno Rissato, caiu para dois anos em regime semiaberto.

O ministro, em sua decisão, alegou que o réu é primário, tem bons antecedentes, não se dedica às atividades criminosas, nem integra organização criminosa.

Verdade, ministro? Transportar 150 quilos de cocaína é normal para vossa excelência?

Dois anos de condenação em regime semiaberto para quem foi preso com 150 quilos de COCAÍNA é piada de mau gosto.

O Brasil caminha a passos largos para se transformar em um narcoestado e não me perguntem o porquê. O réu condenado a seis anos, em primeira instância, teve seu recurso negado no Tribunal de Justiça (TJ), mas o bonitão do ministro Jesuíno desconsiderou tudo e impôs um pena pífia para esse lixo que transportava essa grande quantidade de droga química altamente viciante e responsável por inúmeros crimes e mortes no Brasil.

Sargento Fahur é deputado federal, o mais votado pelo Paraná em 2018. Trabalhou por 35 anos na Polícia militar prendendo bandidos e traficantes.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
FONTE:PLENO NEWS
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Dono de ex-afiliada da Jovem Pan é alvo da Polícia Federal Milton de Oliveira Júnior assumiu recentemente que financiou os atos de 8 de janeiro em Brasília

 

Milton de Oliveira Júnior durante programa de rádio Foto: Reprodução/Redes Sociais

Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta terça-feira (27), um mandado de busca e apreensão contra Milton de Oliveira Júnior, dono de uma rádio em Itapetininga, no interior de São Paulo, que foi afiliada da Jovem Pan. Recentemente, ele admitiu ter financiado os atos de 8 de janeiro em Brasília.

De acordo com a PF, a busca e apreensão foi expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e faz parte da 13ª fase da Operação Lesa Pátria, que visa identificar possíveis financiadores dos atos de janeiro na capital federal. Em abril deste ano, a Jovem Pan rompeu contrato com a rádio de Milton Júnior por considerar que a afiliada violou cláusulas do acordo entre elas.

Foi exatamente em abril que Milton afirmou, durante um programa da Jovem Pan Itapetininga, que teria financiado os atos. Ele também chegou a dizer que não via qualquer problema em ser preso por causa da atitude.

– Eu ajudei [a financiar os atos de 8 de janeiro], não tenho medo de assumir o que eu faço. Tá lá. Se eu tiver que ser preso por ajudar alguns patriotas a irem para Brasília fazer protestos contra um governo ilegítimo, que eu seja preso, não há problema nenhum – disse.

Na ocasião, Milton ainda afirmou que não tinha “medo da Justiça” e que poderia comprovar, por meio de recibos, que contribuiu financeiramente com os atos.

– Eu contribuí, deputada, se a senhora quiser eu mando no seu WhatsApp os recibos de Pix, está tudo com o meu CPF – disse ele para uma parlamentar que participou de um programa de sua rádio na época.

FONTE:PLENO NEWS

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Apuração da Polícia Federal cita elo entre defesa de Adélio e PCC Tese é fundamentada em pagamentos feitos por acusados de integrar a facção a um dos advogados que defendeu Adélio

 

Adélio Bispo de Oliveira Foto: Folhapress/Guilherme Leite

Uma investigação da Polícia Federal que está em andamento cita uma possível relação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) com pagamentos feitos para a defesa de Adélio Bispo, autor da facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em setembro de 2018. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo jornal Folha de São Paulo.

De acordo com o veículo, a tese é fundamentada em pagamentos feitos por acusados de integrar a facção e que tiveram como destinatário um dos advogados que defendeu Adélio. Os repasses, porém, foram feitos dois anos depois do crime contra Bolsonaro. Ainda segundo a Folha, integrantes da atual direção da PF consideram a hipótese como inconsistente.

O novo andamento do inquérito aconteceu após a Justiça autorizar o acesso ao conteúdo do celular de um dos advogados que fizeram parte da defesa de Adélio e depois de um novo delegado da PF assumir o caso. Já a inconsistência apontada pela cúpula da Polícia Federal estaria justamente no fato de que os pagamentos sob suspeita foram realizados apenas dois anos após o atentado.

SOBRE OS PAGAMENTOS SUSPEITOS
Para embasar a linha de apuração que envolve o advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães – um dos profissionais que integrou a banca que fez a primeira defesa de Adélio – e a facção criminosa, a investigação cita ao menos quatro suspeitas.

A primeira delas é a descoberta, por meio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), de pagamentos fracionados de R$ 315 mil feitos em 2020 por pessoas ligadas à facção para uma empresa no nome de Magalhães.

A segunda envolve o fato de que esse montante é próximo ao valor citado por Zanone Oliveira Junior, que fez a defesa de Adélio, sobre o quanto ele teria cobrado caso tivesse ficado no caso até eventual chegada de recursos ao Supremo Tribunal Federal. O defensor disse que o valor seria entre R$ 150 mil e R$ 300 mil.

Houve também a descoberta de um registro no livro-caixa de Zanone com pagamento de R$ 25 mil e a rubrica “caso Adélio”. Além disso, uma outra suspeita residiria no fato de que um grupo de troca de mensagens entre os advogados no aplicativo WeChat tinha como nome “Adélio PCC”.

Segundo a investigação, os R$ 315 mil seriam oriundos de empresas consideradas laranjas e utilizadas pelo “Setor de Ajudas” do PCC, uma estrutura que tem como função custear despesas de integrantes da facção. Já no grupo do WeChat, acessado a partir do celular de Zanone, as conversas tinham como assunto a preocupação com o fato de Magalhães ter defendido membros do PCC.

ADVOGADO NEGA RELAÇÃO DE PAGAMENTOS COM CASO ADÉLIO
À Folha, o advogado Fernando Magalhães disse que os repasses feitos para sua empresa não têm relação com a defesa de Adélio e que os pagamentos “estão relacionados à defesa dos interesses de clientes”. O advogado alegou também que nunca teve relação com o PCC e que os valores recebidos para a defesa de Adélio estão relacionados a Zanone Junior.

– Quanto aos valores recebidos para a defesa de Adélio, tal contrato e tabulações são exclusivamente relacionadas ao Dr. Zanone Junior. Eu, Fernando Magalhães, fui convidado pelo mesmo a auxiliar na defesa, tive sério e enorme prejuízo com a causa, de ordem pessoal, familiar e financeira – declarou.

Sobre o grupo de advogados que foi batizado de “Adélio PCC”, o delegado disse ter sido “uma galhofa impensada de um dos advogados”. A Defensoria Pública da União, que atualmente representa Adélio, disse não ter sido notificada da nova investigação da PF e, portanto, não comentaria o caso.

FONTE:PLENO NEWS

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Túmulo de Lázaro é violado; e cabeça pode ter sido levada O local será periciado para confirmar se parte dos restos mortais do criminoso foi roubada

 

Lázaro Barbosa Foto: Divulgação/PC-GO

Nesta quarta-feira (15), o túmulo de Lázaro Barbosa, localizado em um cemitério na cidade de Cocalzinho de Goiás (GO), foi violado e a suspeita da polícia é que o crânio tenha sido levado durante o ato criminoso.

O coveiro do cemitério foi quem denunciou o crime à polícia e agora o local deve passar por uma perícia para dizer com certeza se o crânio do criminoso realmente foi roubado. Não há informações sobre suspeitos.

Lázaro foi morto no dia 28 de junho de 2021, após ficar 20 dias sendo procurado pelas autoridades por matar uma família no Distrito Federal.

Pelo menos 200 agentes da segurança pública participaram da força-tarefa para encontrá-lo. O homem, na época com 32 anos, matou quatro pessoas de uma família em Ceilândia no dia 9 de junho de 2021, roubou um carro e fugiu para Cocalzinho de Goiás, se escondendo na mata.

O criminoso era suspeito também de outros crimes, pelo menos mais de 30 infrações cometidas em Goiás, Bahia e Distrito Federal.

FONTE:PLENO NEWS


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Suzane von Richthofen é solta após 20 anos de prisão Condenada a 39 anos e seis meses de prisão, ela teve a progressão da pena para o regime aberto

 

Suzane von Richthofen Foto: MARCELO GONCALVES/SIGMAPRESS/ESTADÃO

Suzane von Richthofen foi solta nesta quarta-feira (11), após a Justiça de São Paulo conceder progressão para o regime aberto. Presa em 2002 por matar os pais, ela já estava em regime semiaberto.

A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) confirmou que Suzane deixou o presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, no período da tarde. Ela cumpria pena na Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier.

A decisão partiu da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté e se deu pelo fato da detenta ter cumprido todos os requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal.

Suzane foi condenada a 39 anos e seis meses de prisão por seu envolvimento na morte dos pais, Manfred e Marísia Richthofen, em outubro de 2015 ela passou para o regime semiaberto, podendo deixar a cadeia nas saídas temporadas.

FONTE:PLENO NEWS

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Polícia Federal quer interrogar Adélio novamente, diz jornal Delegado responsável pelo caso pediu acesso ao laudo de avaliação do estado de saúde mental de Adélio, mas teve solicitação negada

 

Adélio Bispo Foto: Estadão Conteúdo/Fábio Motta

Polícia Federal (PF) pretende interrogar novamente Adélio Bispo de Oliveira, responsável pelo atentado contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora, Minas Gerais, durante as eleições de 2018. A informação foi divulgada nesta terça-feira (18) pelo jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, o delegado encarregado atualmente do inquérito, Martín Bottaro Purper, pediu à Justiça Federal em Mato Grosso do Sul acesso ao laudo de avaliação do estado de saúde mental de Adélio, produzido recentemente por dois peritos. Purper quer saber detalhes das condições atuais de saúde de Adélio antes de efetivar um novo interrogatório.

No entanto, o juiz Luiz Augusto Fiorentini, da 5ª Vara Federal Criminal de Campo Grande, negou o acesso às informações. O magistrado alegou que “o documento está sob sigilo absoluto e não constitui diligência investigativa sobre fatos pretéritos, que justifiquem sua utilização na averiguação da participação e/ou financiamento por terceiros, no delito praticado pelo internado”.

Purper se tornou encarregado pelo inquérito no início deste ano. Antes dele, o delegado que estava com o caso concluiu por duas vezes que Adélio agiu sozinho e que não houve mandante no crime contra o atual presidente.

Adélio, que segue em uma penitenciária federal na capital sul-mato-grossense, foi submetido a uma nova avaliação psiquiátrica em julho. O exame subsidiará a definição, pela Justiça Federal, sobre se é possível ocorrer eventual retorno de Adélio ao convívio social.

FONTE:PLENO NEWS

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Suzane von Richthofen deixa penitenciária em nova saidinha O crime completa 20 anos no próximo mês

 

Suzane von Richthofen em 2006 (esquerda) e na saidinha desta semana Fotos: SEBASTIÃO MOREIRA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE e Reprodução Redes Sociais

Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Suzane von Richthofen deixou a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), na manhã de terça-feira (13), para uma “saidinha” temporária de sete dias.

Suzane deve retornar para a prisão até as 14 horas do dia 19 deste mês. A detenta era esperada por um veículo na entrada do presídio e tomou destino ignorado. Pelas regras da saída temporária, ela está proibida de frequentar bares ou casas noturnas e deve permanecer no endereço indicado à administração da penitenciária.

Essa é a terceira vez este ano que Suzane recebe o benefício da saída temporária, que é prevista nas leis que tratam da progressão no regime penitenciário. A detenta já saiu em março e em junho.

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), o benefício é concedido a presos que apresentam bom comportamento, já cumpriram uma parte da pena e estão no regime semiaberto, como é o caso dela.

Suzane já foi autorizada pela Justiça a retomar os estudos. Desde o ano passado, ela está cursando Farmácia em uma universidade em Taubaté, na mesma região em que cumpre a pena. O pedido foi feito pela defesa, após ela obter nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para conseguir cursar o ensino superior. Ela também obteve autorização para frequentar aulas de um curso particular de informática. Os estudos são pagos pela própria detenta.

Suzane von Richthofen tem direito a saídas temporárias desde outubro de 2015, quando obteve a progressão do regime fechado para o semiaberto. A primeira saída, no entanto, só aconteceu em março de 2016 para a Páscoa. A defesa da condenada vem tentando há cinco anos a concessão de liberdade provisória para Suzane. O último pedido foi negado pela justiça no ano passado.

CRIME FAZ 20 ANOS
O crime que chocou o país completa 20 anos no próximo dia 31 de outubro. Segundo a investigação, Suzane von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos assassinaram os pais dela, Marísia e Manfred von Richthofen, na casa deles, uma mansão no Bairro do Brooklin, na capital.

Na época, Suzane era namorada de Daniel. Ele e Suzane foram condenados a 39 anos de reclusão, mais seis meses de detenção. Cristian pegou 38 anos mais seis meses. Os dois irmãos também estão em regime semiaberto.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Justiça mantém prisão de homem que criticou Lula e STF Mandado de prisão foi assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, após pedido da Polícia Federal

 

Ivan Rejane Foto: Reprodução/Redes Sociais

A justiça decidiu manter a prisão do personal trainer e youtuber Ivan Rejane Fonta Pinto.A permanência foi determinada neste sábado (23), em uma audiência de custódia presidida pelo desembargador Airton Vieira, magistrado que atua no gabinete do ministro Alexandre de Moraes

Ivan está detido desde esta sexta-feira (22) na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Minais Gerais, por ameaçar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e políticos de esquerda.

A advogada de defesa, Amanda Rodrigues Alves, informou que vai apresentar à Corte pedidos de revogação e relaxamento da prisão. Questionado, Ivan relatou que está sozinho em uma cela da enfermaria do presídio e que está sendo bem tratado.

– Estou sozinho em uma cela na enfermaria do presídio, pois o diretor da penitenciária achou mais prudente, já que tenho um canal na internet por meio do qual me pronuncio contra o uso das drogas, inclusive com uso de violência pelas forças policiais, o que causa animosidade com os demais presos, inclusive em razão da repercussão da minha prisão – afirmou durante a audiência.

O mandado de prisão foi assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, após pedido da Polícia Federal. O magistrado também enviou um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito e golicitou o bloqueio do Twitter, YouTube e Facebook, bem como intimação ao Telegram, do suspeito.

A ação foi motivada por um vídeo compartilhado nas redes sociais em que o homem faz ameaças a Lula, Gleisi Hoffmann (PT) e Marcelo Freixo (PSB), além de ofensas nominais aos próprios ministros da Suprema Corte.

FONTE:PLENO NEWS

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Perícia que pode dar liberdade a Adélio será feita nesta segunda Em sentença de 14 de junho de 2019, autor de facada em Bolsonaro foi considerado inimputável

 

Adélio Bispo Foto: Reprodução/Print de vídeo do depoimento de Adélio Bispo

Autor da facada no presidente Jair Bolsonaro, em atentado que ocorreu em Juiz de Fora, Minas Gerais, durante um ato de campanha para o primeiro mandato, em setembro de 2018, Adélio Bispo pode voltar a conviver em sociedade nas próximas semanas. Isso porque ele será submetido a uma nova perícia médica nesta segunda-feira (25).

A avaliação será feita por peritos da Justiça Federal e deve determinar sobre a cessação ou permanência da periculosidade. Dependendo do resultado, ele vai ganhar liberdade. A informação é do g1.

Os trabalhos estão programados para começar a partir das 8h, podendo se estender até às 18h, a critério dos peritos. Os profissionais irão responder quesitos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU). Entre os quesitos, vão avaliar se o quadro de saúde mental apresentado pelo paciente no exame pericial citado na sentença, de junho de 2019, ainda persiste.

O juiz federal Luiz Augusto Iamassaki Fiorentini, da 5ª Vara Federal de Campo Grande, informou que o diretor do Presídio Federal de Campo Grande, onde Adélio está detido, deverá providenciar o que for necessário para a realização da perícia, inclusive os prontuários de Adélio. O laudo pericial deverá ser juntado num prazo de 30 dias após a conclusão dos trabalhos.

Em laudo de 2019, Adélio foi diagnosticado com transtorno delirante permanente paranoide, o que não permite a punição criminal. Por isso, ele foi considerado inimputável.

Entretanto, uma nova perícia médica precisa ser feita três anos após a decisão para saber se o estado de saúde mental dele permanece o mesmo e se ele ainda representa um risco para a sociedade.

A nova perícia em Adélio Bispo deveria ter sido feita até o dia 14 de junho, mas a falta de peritos disponíveis até a data o procedimento culminou numa suspensão. Até o momento, não havia um dia determinado para que ela fosse realizada.

INIMPUTÁVEL
O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, expediu no dia 14 de junho de 2019 a sentença de Adélio Bispo. Na ocasião, ele converteu a prisão preventiva em internação por tempo indeterminado. Pela decisão, o agressor deveria permanecer na Penitenciária Federal de Campo Grande.

Na sentença, o juiz aplicou a figura jurídica da “absolvição imprópria”, na qual uma pessoa não pode ser condenada. Como no caso de Adélio ficou constatado que ele é inimputável, não poderia ser punido por ter doença mental.

FONTE:PLENO NEWS

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Assessor de Bia Kicis vence recurso movido pela Globo no DF Evandro de Paula já havia vencido decisão de primeira instância que condenou a emissora a indenizá-lo em R$ 40 mil

 

Evandro é assessor da deputada federal Bia Kicis Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou um recurso da Globo e manteve a condenação da emissora a indenizar o assessor Evandro de Araújo Paula, que atua no gabinete da deputada Bia Kicis (PL-DF), após veicular conteúdos nos quais associava o nome de Evandro a um protesto que, segundo a emissora, teria inspirações no grupo supremacista Ku Klux Klan.

A decisão foi anunciada pelo relator da ação, o desembargador Luis Gustavo Barbosa de Oliveira, durante sessão realizada por videoconferência nesta quarta-feira (6). De acordo com o magistrado, o recurso foi negado por unanimidade. Pelas redes sociais, Evandro comemorou a decisão e disse que essa foi uma vitória dos conservadores.

– Estou muito feliz, porque não é uma vitória só minha, mas de todos nós que somos conservadores, que, muitas vezes, somos perseguidos porque apoiamos o presidente Bolsonaro, apoiamos as pautas conservadoras – declarou.

SOBRE O CASO
Em outubro do ano passado, a Globo foi condenada a pagar uma indenização de R$ 40 mil ao assessor após veicular um conteúdo jornalístico no Jornal Nacional e no portal G1 que associava o nome de Evandro a um protesto que, segundo a emissora, teria inspirações no grupo supremacista Ku Klux Klan. O grupo de comunicação recorreu então à segunda instância.

De acordo com o assessor, a reportagem em questão foi exibida no dia 7 de junho do ano passado no Jornal Nacional e, em seguida, foi publicada também no G1. Na ação, Evandro declarou que “ficou humilhado com a associação de sua imagem ao Ku Klux Klan”. Por causa disso, ele pediu indenização por danos morais e a retirada do conteúdo da internet.

No caso em questão, a Globo afirmou que o ato realizado em junho de 2020 pelo chamado “grupo dos 300”, que resultou em uma queima de fogos na Praça dos Três Poderes, fazia “referência ao movimento racista americano Ku Klux Klan”. Na sequência, a emissora disse que investigações sugeriam “que o assessor de Bia Kicis” era “um dos organizadores do acampamento” dos 300.

De acordo com o juiz Romulo Teles, da Vara Cível, de Família e de Órfãos e Sucessões do Recanto das Emas (DF), que decidiu o caso em primeira instância, houve abuso da liberdade de imprensa por parte da Globo ao associar o ato realizado pelo “grupo dos 300”, e o nome de Evandro, ao Ku Klux Klan. A comparação foi classificada pelo magistrado como “de cunho sensacionalista”.

– O mínimo esperado, por força da ética, da lealdade e de um agir razoável e pautado na boa razão, seria a adoção de uma postura mais diligente dos réus [Globo e repórter responsável pelo conteúdo] para, no exercício da opinião e da crítica, informarem a ocorrência do evento em atenção ao elemento simbólico pretendido pelos manifestantes – relatou.

O magistrado responsável pela decisão ainda ressaltou a clara diferença entre os “300” e a Ku Klux Klan, ressaltando, por exemplo, a discrepância em relação à indumentária utilizada. O juiz fez questão de explicar que o simbolismo do grupo liderado por Sara Winter estava vinculado, na verdade, ao trecho bíblico presente em Juízes 7, que narra a história da batalha de Gideão e os 300.

– As próprias vestes dos manifestantes do Grupo 300 no protesto, roupas pretas e uso de máscaras, em muito se assemelham às usadas por outros grupos no país em suas manifestações, dos mais diversos matizes ideológico-políticos, a exemplo dos black blocs e antifas, não havendo recordação por este Juízo de qualquer associação destes grupos ao fenômeno do racismo – destacou.

Diante disso, o juiz determinou o pagamento da indenização a ser feito pela emissora a Evandro, mas negou a retirada de todo o conteúdo do ar, pedindo que apenas o trecho específico que tratava sobre a comparação do ato dos 300 com a Ku Klux Klan fosse removido do material jornalístico. Apesar da decisão, a Globo removeu toda a matéria citada de suas plataformas.

FONTE:PLENO NEWS

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