Trump criticou papa Leão XIV e premiê Giorgia Meloni Fotos: Handout/VATICAN MEDIA/AFP // EFE/EPA/SALWAN GEORGES/POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (14) estar surpreso com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e disse que “a inaceitável é ela”. A resposta do republicano repercute as falas proferidas pela premiê em relação às críticas feitas pelo americano ao papa Leão XIV.
Em uma entrevista exclusiva ao jornal italiano Corriere della Sera, ao ser questionado sobre a reação de Meloni, que classificou como “inaceitáveis” as suas críticas ao papa Leão XIV, Trump foi taxativo ao chamar a primeira-ministra de “inaceitável”.
– Ela é que é inaceitável, porque não se importa se o Irã tem uma arma nuclear e faria a Itália voar pelos ares em dois minutos se tivesse a possibilidade – disse.
O líder americano também voltou a criticar o pontífice, sobre quem disse que “não entende e não deveria falar de guerra, porque não tem a menor ideia do que está acontecendo. Não entende que no Irã mataram 42 mil manifestantes no mês passado”.
Na entrevista, feita por telefone e com apenas seis minutos de duração, Trump criticou Meloni por sua suposta inação diante da crise no Irã e a acusou de pretender que os “Estados Unidos façam o trabalho por ela”.
– Já não é a mesma pessoa, e a Itália não será o mesmo país. A imigração está matando a Itália e toda a Europa – sentenciou Trump, após confirmar que ele e Meloni não se falam “há muito tempo”.
E prosseguiu.
– Vocês gostam do fato de a sua primeira-ministra não estar fazendo nada para obter petróleo? As pessoas gostam disso? Não consigo imaginar. Estou chocado com ela. Achava que ela tinha coragem, mas me equivoquei – declarou Trump.
O republicano justificou esse distanciamento porque, segundo ele, Meloni “não quer nos ajudar com a Otan, não quer nos ajudar a nos livrar da arma nuclear. É muito diferente do que eu pensava”.
– Diz simplesmente que a Itália não quer estar envolvida. Embora a Itália obtenha o seu petróleo de lá, embora os Estados Unidos sejam muito importantes para a Itália. Ela não acha que a Itália deva estar envolvida – afirmou.
Além disso, Trump afirmou que a Europa “está se destruindo por dentro” com suas políticas energéticas.
– Pagam os custos de energia mais altos do mundo e nem sequer estão dispostos a lutar pelo Estreito de Ormuz, de onde a recebem. Dependem de Donald Trump para que o mantenha aberto – ressaltou.
Nesse sentido, questionado pelo jornal italiano, revelou ter solicitado à Itália o envio de navios caça-minas para a região, sem sucesso.
– Pedi para enviarem o que quiserem, mas não querem, porque a Otan é um tigre de papel – concluiu.
Bandeira dos Estados Unidos (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que o FIFA PASS (Priority Appointment Scheduling System) já está disponível para solicitantes de vistos no Brasil. A iniciativa permite que torcedores com ingressos para a Copa do Mundo 2026 agendem entrevistas com prioridade.
O FIFA PASS é opcional e voltado para torcedores que adquirirem ingressos diretamente pela FIFA. O sistema agiliza o agendamento, mas não altera os critérios de aprovação do visto: solicitantes continuam sujeitos aos mesmos requisitos legais e análise rigorosa para a emissão do visto, categoria B1/B2.
Como parte dos preparativos para o torneio, os EUA estão ampliando a capacidade consular com a mobilização de mais de 500 funcionários adicionais no mundo todo, reforçando o compromisso com um atendimento mais eficientes, mantendo integralmente os padrões de segurança.
Alexandre Ramagem Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Nesta segunda-feira (13), o jornalista Paulo Figueiredo comentou, na rede social X, a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos. Na publicação, ele afirmou que o episódio envolve um procedimento migratório e negou que tenha relação com o pedido de extradição feito pelo Brasil.
E continuou:
– O status de Ramagem é legal: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso. No momento, não vemos qualquer risco de deportação – afirmou.
Na mesma publicação, o jornalista disse que a empresa da qual é sócio presta assistência ao ex-parlamentar e à família dele.
– A Immigrex, empresa da qual sou sócio, está prestando toda a assistência a Ramagem e sua família. Nossa expectativa é de que seja liberado o mais rapidamente possível – acrescentou.
Ramagem foi detido em Orlando, na Flórida, por agentes do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE). A informação foi confirmada pela Polícia Federal do Brasil, que informou que a ocorrência está ligada a questões migratórias.
O ex-parlamentar deixou o Brasil em setembro do ano passado. Naquele mês, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com investigações da Polícia Federal, Ramagem saiu do país antes da conclusão do julgamento.
Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que havia formalizado o pedido de extradição. A solicitação foi enviada ao governo dos Estados Unidos por meio da embaixada brasileira em Washington. O nome do ex-deputado também foi incluído na lista de difusão da Interpol.
– Ramagem não foi preso, mas detido após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE – procedimento comum na Flórida – escreveu Figueiredo na rede social.
O que aconteceu simplesmente ninguém esperava. Em pleno evento internacional, El Musk quebrou o protocolo e lançou uma fala que caiu como uma bomba, envolvendo diretamente Nicolas Ferreira e a polémica com Janja. Foi algo que fez o mundo inteiro parar por alguns segundos e agora toda a gente está tentando perceber o que realmente está por trás disso.
Quero saber de ti o que acha desta história de Nicolas Ferreira e Janja. Deixa a tua opinião aqui nos comentários. O auditório estava completamente atento, mas ninguém esperava o que viria a seguir. Elon Musk caminhava pelo palco com tranquilidade, falando sobre tecnologia, inovação e o futuro da humanidade. A sua voz seguia no mesmo tom controlado, quase técnico, enquanto os ecrãs gigantes exibiam gráficos e imagens de um mundo cada vez mais automatizado.
Então, de repente parou, olhou para plateia e disse algo que quebrou completamente o ritmo da apresentação. Antes de continuar, preciso de falar de um jovem brasileiro que chamou a minha atenção. O impacto foi imediato. O público, que até então acompanhava uma palestra previsível sobre tecnologia mudou completamente de postura.
Algumas pessoas se inclinaram paraa frente, outras franziram o sobrolho tentando compreender o que viria. Os jornalistas, quase por instinto, começaram a digitar rapidamente. Aquilo não estava no guião. Elon fez uma breve pausa, como se tivesse plena consciência do efeito que causava. Não é comum eu parar uma apresentação como esta para falar de política ou de alguém específico? Continuou.
Mas, por vezes, algumas pessoas simplesmente se destacam. O silêncio tomou conta do auditório. Um jovem deputado do Brasil. Agora a atenção já era evidente. Nicolas Ferreira. O nome ecuou pelo espaço. Desta vez a reação foi instantânea. Murmúrios surgiram. Uns reconheceram na hora, outros pegaram no telemóvel para pesquisar. As as redes sociais começaram a mover-se naquele preciso momento, mesmo antes da fala terminar. Mas Elon manteve a calma.
Tenho observado que acontece em várias partes do mundo", disse. "אent". Olhou para o público com mais firmeza. "Ele tem coragem?" A frase foi direta, "E uma coragem comum, é o tipo de coragem que continua mesmo quando a pressão aumenta." O auditório estava completamente em silêncio. Hoje em dia, muita gente fala, mas poucos realmente sustentam o que dizem quando as consequências aparecem.
Ele caminhou lentamente pelo palco e é por isso que este jovem chamou-me a atenção. As câmaras focavam cada expressão dele. "Se o mundo tivesse mais pessoas com esta postura", disse pausando ligeiramente. "talvez fosse um lugar mais verdadeiro." O público absorvia cada palavra. "Eu sei que ele tem sido muito comentado recentemente", continuou Elon. "E isso faz parte.
As pessoas que se posicionam acabam chamando a atenção. Alguns jornalistas já trocavam mensagens em tempo real, mas o que me impressiona não é a repercussão, é a consistência. Ele levantou-se levemente o olhar e em breve espero poder encontrá-lo pessoalmente. Um ligeiro burburinho percorreu o auditório novamente, mas Elon ainda tinha mais a dizer.
Há algo que valorizo muito continuou. Lealdade. O ambiente ficou ainda mais tenso. A forma como ele se mantém fiel a Jair Bolsonaro diz muito sobre quem ele é. Algumas expressões mudaram na plateia. O peso da fala aumentava a cada segundo. Eu conheci Bolsonaro há anos nos Estados Unidos e posso dizer que, independentemente das opiniões, é alguém que acredita no que faz. O silêncio era absoluto.
E acredito que no final, Elon concluiu com calma, muitas destas situações que parecem grandes conflitos vão-se resolver. Fez uma pausa final, mais rápido do que as pessoas imaginam. Por alguns segundos, ninguém reagiu e depois começaram os aplausos. primeiro discretos, depois mais fortes, até preencherem todo o auditório.
Mas nesse mesmo instante, do outro lado do mundo, o impacto destas palavras já começava a espalhar-se pelo Brasil como algo impossível de ignorar. As palavras ditas por Elon Musk ainda ecoavam no auditório na Califórnia, mas o verdadeiro impacto começava a acontecer a milhares de quilómetros dali, no Brasil.
Era como se uma onda invisível tivesse sido lançada. e agora avançava com força. Em poucos minutos, os primeiros cortes do discurso começaram a circular. Pequenos excertos, frases isoladas, títulos chamativos. Bastou alguém publicar um pequeno vídeo com a fala sobre Nicolas Ferreira para que tudo se acelerasse de forma impressionante. Os números subiam rapidamente, milhares de visualizações em segundos, partilhas em cadeia, comentários surgindo a um ritmo impossível de acompanhar.
Nos corredores de Brasília, a mudança foi quase imediata. Assessores que antes acompanhavam a conferência com curiosidade movimentavam-se agora com urgência. Os telemóveis vibravam sem parar. As notificações acumulavam-se. Em cada sala, em cada gabinete, já estava alguém assistindo ao vídeo. "Viste isto?", perguntou um assessor, entrando apressado numa sala.
"Acabei de ver", acabou por responder a outro, ainda com olhar fixo no telemóvel. "Isso vai ganhar uma proporção enorme." E não tardou. Em redacções de grandes órgãos, editores levantaram-se da cadeira. Manchetes começaram a ser escritas ainda antes de todos os detalhes serem confirmados. O o que importava era a velocidade. Todos os detalhes nos comentários
Rodrigo Paz, presidente da Bolívia Foto: EFE/ Luis Gandarillas POOL
Em visita oficial a Brasília nesta segunda-feira (16), o presidente boliviano Rodrigo Paz afirmou que o Brasil “exporta violência” ao país vizinho. A declaração ocorreu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fundamenta-se na crescente influência de facções criminosas brasileiras, como o PCC, em território boliviano.
O estopim para a crítica foi a recente prisão do narcotraficante uruguaio Sebastián Marset, capturado na última sexta (13) e prontamente extraditado para os Estados Unidos.
Marset é apontado como peça-chave do narcotráfico internacional, liderando o Primeiro Cartel Uruguaio com o apoio logístico e operacional de facções brasileiras.
Investigações indicam que a organização de Marset operava um complexo sistema de lavagem de dinheiro e era responsável pelo envio de toneladas de cocaína da América do Sul para a Europa. Para o governo boliviano, a presença desses criminosos estrangeiros submete a sociedade local a um estado de insegurança e instabilidade institucional.
Apesar do tom crítico, Paz classificou o diálogo com Lula como “franco e direto”. Segundo o líder boliviano, o governo brasileiro demonstrou prontidão para colaborar, com ministérios de ambos os países já articulando ações conjuntas para reforçar a segurança na fronteira. O objetivo é identificar e neutralizar pontos vulneráveis que facilitam o avanço do crime organizado na região.
Embora tenha evitado rotular grupos como o PCC e o Comando Vermelho como “organizações terroristas”, como analisa o governo de Donald Trump, Paz se limitou a enfatizar que as atividades desses grupos geram “terrorismo e submissão”.
Ele destacou ainda que a região de Santa Cruz de la Sierra é a mais afetada pelo “abuso” das facções, reiterando que o combate a essas estruturas é essencial para garantir a soberania da Bolívia.
Fumaça emerge de local atingido em Teerã Foto: EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREHO presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, confirmou nesta quarta-feira (18), a morte do ministro da Inteligência do país, Esmail Khatib, após ataques atribuídos a Israel. O líder iraniano classificou o episódio como um “assassinato covarde” e afirmou que a morte colocou o país em luto.
– Estou certo de que seu caminho continuará com mais determinação do que nunca – disse, na publicação.
A morte do chefe da Inteligência amplia a escalada, após ataques que já tinham matado outros altos funcionários do regime iraniano. A ofensiva ocorre na esteira de bombardeios israelenses que já haviam matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e Gholamreza Soleimani, comandante de uma milícia alinhada à Guarda Revolucionária.
Do lado israelense, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que as forças do país foram responsáveis pela morte de Khatib.
– Na noite passada, o ministro da Inteligência do Irã também foi eliminado – disse, em comunicado.
A guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã entrou no 19º dia e matou pelo menos 1.300 pessoas no Irã, mais de 900 no Líbano e 14 em Israel, segundo autoridades desses países. Os militares dos EUA afirmam que 13 militares americanos foram mortos e cerca de 200 ficaram feridos.
J.D. VanceFoto: EFE/EPA/SARAH YENESELO vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse que o governo norte-americano tem ciência de que os preços de gasolina subiram e que as pessoas estão sofrendo por causa disso, mas ressaltou que essa é uma situação temporária por conta do atual conflito contra o Irã. A resposta foi dada em rodada de perguntas e respostas com jornalistas em evento em Auburn Hills, em Michigan, nesta quarta-feira (18).
Segundo o vice dos EUA, a administração do presidente norte-americano, Donald Trump, está fazendo “tudo o que pode” para garantir que os preços permaneçam baixos.
– Trump tem sido claro sobre isso. Os preços estão altos por conta da questão no Oriente Médio, mas não estão tão altos quanto chegaram a estar durante a administração de Joe Biden. Os preços de energia vão cair – acrescentou.
Sem apresentar detalhes, Vance afirmou que o governo irá anunciar “algumas medidas” nas próximas 24 a 48 horas sobre os preços da gasolina. De acordo com informações da Bloomberg, o vice-presidente e outros importantes membros do governo Trump planejam se reunir com executivos do setor petrolífero nesta quinta-feira (19), à medida em que a Casa Branca busca maneiras de conter a alta dos preços dos combustíveis após o início do conflito.
Fontes familiarizadas com o assunto afirmam que a reunião acontecerá no Instituto Americano de Petróleo (API) e contará com a presença de membros do conselho da associação comercial de petróleo e gás dos EUA.
Prédio em Teerã com bandeira do Irã pendurada Foto: EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH
O Exército de Israel assegurou, nesta quarta-feira (18), que possui “planos específicos” para continuar atacando o Irã “durante as próximas semanas”.
– Estamos preparados para operar durante as próximas semanas. Não quero dar prazos mais concretos porque estamos falando publicamente e sabemos que nossos inimigos tentam descobri-los – disse Nadav Shoshani, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, em uma entrevista virtual.
O porta-voz militar acrescentou que Israel está “pronto” para manter suas operações contra o Irã “durante semanas”.
– Planejamos isso e já contamos com planos específicos para tal – completou Shoshani.
Após 19 dias de ataques intensos de Israel, atingindo desde sedes militares a enclaves de inteligência e infraestrutura nuclear, diversos nomes do regime iraniano já foram mortos, incluindo o então líder supremo Ali Khamenei.
Além disso, houve nesta quarta a confirmação do assassinato, por parte de Israel, do ministro da Inteligência iraniano, Ismail Khatib, em um bombardeio na noite desta terça.
Esta morte se soma às do secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, e do comandante do grupo paramilitar Basij (subordinado ao Corpo da Guarda Revolucionária), Gholamreza Soleimani, ocorridas também nesta terça. Apesar dos ataques realizado por Israel, o regime iraniano segue atacando o solo israelense com mísseis balísticos e de fragmentação.
Nesta madrugada, um casal de idosos morreu após um impacto em um edifício residencial em Ramat Gan, cidade nos arredores de Tel Aviv. Também foram registrados múltiplos danos em outros pontos do país pela queda de estilhaços, segundo informaram os serviços de emergência.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, declarou que o ataque com foguetes do Hezbollah a Israel foi um ato “ilegal”, acrescentando que ações do tipo dão a Israel pretexto para destruir o país.
O Hezbollah e Israel voltaram a trocar fogo após a ofensiva lançada por israelenses e americanos contra o Irã, no sábado (28).
O grupo terrorista disse ter disparado mísseis em direção a Israel, no primeiro ataque reivindicado pelo grupo em mais de um ano. Não houve relatos de feridos ou danos, e Israel disse ter interceptado um projétil, enquanto vários outros caíram em áreas abertas.
O governo realizou uma reunião de gabinete de cinco horas para discutir a ação do Hezbollah, que desencadeou retaliação massiva de Israel e o deslocamento de dezenas de milhares de pessoas.
Segundo o ministro da Informação, Paul Morcos, Aoun disse que o que aconteceu durante a noite “não foi para defender o Líbano ou proteger o povo libanês.
– O que estamos testemunhando são edifícios desabando sobre seus moradores enquanto dormem – disse.
Lendário elefante africano com presas gigantescas falece aos 54 anos no Quênia, encerrando era de conservação bem-sucedida Em três de janeiro de 2026, o Parque Nacional de Amboseli no Quênia registrou a morte por causas naturais de Craig, um dos últimos super tuskers vivos da África. Considerado um monumento vivo ao sucesso de iniciativas conservacionistas, Craig representava uma categoria extremamente rara: elefantes machos cujas presas individuais ultrapassam quarenta e cinco quilogramas cada, com sua envergadura tocando quase o solo. Investigadores estimam que pouquíssimos super tuskers permanecem vivos atualmente, concentrados unicamente em reservas do Quênia e Tanzânia. Craig tornou-se embaixador global de Amboseli, frequentemente retratado por visitantes que viajavam especificamente para fotografá-lo e documentar sua presença majestosa. A Kenya Wildlife Service ressaltou seu temperamento notavelmente calmo, uma característica que permitia turistas registrarem momentos próximos enquanto ele pairava pacientemente para câmeras. Seu papel transcendeu turismo: Craig forneceu dados invaluáveis sobre dinâmica populacional, movimentação territorial e interações sociais entre elefantes ao longo de suas cinco décadas de vida. As pesquisas utilizaram informações de Craig para modelar corredores ecológicos e acordos com comunidades pastoris, influenciando políticas conservacionistas continentais. A morte marca conclusão de capítulo notável: um elefante que viveu livremente durante período em que caça ao marfim dizimou populações globais, reduzindo drasticamente ocorrência de super tuskers. O sucesso de sua proteção deve-se a esforços anticaça rigorosos, monitoramento contínuo e proteção habitacional coordenada por autoridades e comunidades locais. Biologicamente, Craig fathered múltiplos descendentes que carregam sua genética promissora e temperamento apaziguador, garantindo que seu legado genético persista através de gerações futuras.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que forças do país realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”.
Em postagem em sua rede social, Trump afirmou que novos detalhes serão anunciados em uma entrevista coletiva programada para as 11h (horário local; 13h de Brasília) em sua residência na Flórida.
O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.
O governo da Venezuela, que havia denunciado anteriormente uma “gravíssima agressão militar” e decretado estado de emergência, ainda não comentou oficialmente a informação de captura de Maduro.
Segundo fontes consultadas pela rede de televisão Fox News, a operação militar noturna americana envolveu um grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos das forças especiais para capturar Maduro, que teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.
Fontes da Casa Branca informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral venezuelano e de pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.
Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada “uma operação brilhante”.
– Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons – declarou.
Redação: O site ESPERANÇANEWS é um veículo comunicação independente com notícias do Brasil e do Mundo. Nossa missão é levar ao público a verdade dos fatos, sempre com informações de fontes seguras e confiáveis para você formar sua própria opinião.
IMPRIMA E COLOQUE NO PORTA-LUVAS DO CARRO !!! Você sabia que se enguiçar em determinadas vias da Cidade do Rio de Janeiro, você não pode chamar o seu reboque particular?
Na hora da emergência, nem adianta ligar para o seu reboque de seguradora, pois em locais como Linha Vermelha, Linha Amarela, Auto-Estrada Lagoa-Barra e outros, eles não são autorizados a te socorrer.
Para evitar que você fique à mercê dos bandidos, anote e deixe em seu veículo os números dos telefones de emergência das vias especiais do Rio de Janeiro.
- Linha Amarela .............................. 0800 024-2355 - Linha Vermelha ............................ 0800- 282-8664 - Avenida Brasil............................... 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Rebouças............................ 0800 282-8664 3852-0382 - Túnel Santa Bárbara..................... 0800 282-8664 3852-0382 - Mergulhão da Praça XV................ 0800 282-8664 3852-0382 - Auto-Estrada Lagoa-Barra........... 0800 282-8664 (inclui túneis e Elevado do Joá) 3852-0382
- Via Lagos.......................................... 0800 7020 124 (22) 2665-6565 (22) 2665-6868
- Via Dutra........................................... 2557-2829 2557- 2801
Se estiver em outro local, em situação de perigo peça ajuda à Polícia Militar pelo tel.:190
Para registrar oGuacorrência em acidentes de trânsito (colisão de veículos, atropelamentos, etc...) ligue para190 ou, em caso de vítimas no acidente, chame a