FONTE
quarta-feira, 1 de julho de 2026
No dia 1 de julho de 1976, Tina Turner esperou que o marido, Ike, adormecesse no seu quarto de hotel em Dallas.
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Em 17 de abril de 2018, a 9.700 metros de altitude, um estrondo abalou o voo 1380 da Southwest Airlines
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Lula para Trump: “Não se meta nas eleições do Brasil”; assista Presidente ainda comentou a relação do republicano com Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu, nesta quarta-feira (17), declarações do mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, dadas na Cúpula do G7, na França. Lula afirmou que o republicano deve respeitar o Brasil e exigiu que o governo americano não interfira nas eleições do país.
O petista falou sobre a relação entre Trump e a família Bolsonaro e pediu que o norte-americano não interfira nas eleições brasileiras.
— Por mim, ele [Trump] pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem nenhum problema, é problema dele; afinal, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles, não meu. Única coisa que quero é respeito pelo Brasil como o que tenho pelos Estados Unidos, só isso — afirmou.
Antes do pronunciamento, Trump classificou o Brasil como politicamente perigoso e confuso. O americano afirmou erroneamente que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro teria sido preso após condenação pelo STF, mas o político brasileiro não foi detido pelas autoridades.
— Eu tinha acabado de me despedir dele [Lula] e soube que prenderam Eduardo Bolsonaro (sic). Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque ele fez uma declaração no Texas. Eles o prenderam, ou querem prender. Eles estão tramando algo — disse Trump.
Ao comentar a declaração sobre o sistema político, Lula afirmou que Trump conhece pouco o Brasil. O presidente brasileiro defendeu a eficiência das urnas eletrônicas e declarou que os Estados Unidos deveriam aprender com o modelo de votação utilizado no país.
— Os EUA poderiam aprender com o Brasil, ter eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas. Não tem país no mundo que tenha sistema de urna eletrônica como o nosso, que, duas horas após terminarem as eleições, a gente já sabe o resultado em 27 estados. A gente não fica como no século passado com voto no papel, com uma lista com 500 nomes — afirmou.
Lula também criticou as taxas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e a inclusão de facções nacionais em listas terroristas. O petista classificou a ação como um desaforo e afirmou que Trump agiu como imperador, mas manteve a expectativa de novas negociações.
— Acho que o que ele [Trump] fez foi uma coisa desaforada para o Brasil, ele sabe disso. Por isso disse que ele ainda está agindo como imperador. (…) Fico na expectativa de que vamos negociar, apesar do rompante deles com relação ao Brasil — afirmou.
As declarações de Lula ocorreram em uma entrevista coletiva, em Genebra, na Suíça, após os compromissos relacionados à Cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França.
Assista trecho da entrevista de Lula:
segunda-feira, 15 de junho de 2026
A vitória de Keiko Fujimori nas eleições presidenciais do Peru foi recebida com entusiasmo por setores conservadores em toda a América Latina. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a política de direita conquistou uma vitória apertada em uma das disputas eleitorais mais polarizadas dos últimos anos no continente.
A vitória de Keiko Fujimori nas eleições presidenciais do Peru foi recebida com entusiasmo por setores conservadores em toda a América Latina. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a política de direita conquistou uma vitória apertada em uma das disputas eleitorais mais polarizadas dos últimos anos no continente.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Após pressão de Trump, Israel e Irã vão suspender ataques Governo de Teerã exige que Tel Aviv cesse os ataques no Líbano

Nesta segunda-feira (8), Irã e Israel anunciaram a suspensão de ataques entre os dois países após uma nova escalada militar. O governo iraniano declarou o fim de suas operações contra Israel, enquanto autoridades israelenses informaram que interromperam os bombardeios a pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Apesar da trégua, Teerã alertou que poderá realizar ações mais duras caso Israel mantenha ataques contra o Líbano. Em resposta, uma autoridade israelense afirmou que o país voltará a agir se o Hezbollah continuar lançando ataques contra localidades israelenses.
Segundo a emissora israelense Channel 12, Israel também pretende manter as operações militares no sul do Líbano nos próximos dias. O governo israelense considera o Hezbollah uma ameaça direta à sua segurança.
A troca de ataques foi retomada após dois meses de cessar-fogo. As Forças Armadas de Israel informaram que o Irã lançou três ondas de mísseis em resposta a bombardeios israelenses contra alvos militares no centro e no oeste do território iraniano.
Em seguida, Israel atacou áreas de Teerã, Isfahan, Karaj e Tabriz. O governo iraniano fechou o espaço aéreo ao redor do Aeroporto Internacional Imã Khomeini durante a operação militar.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado duas bases militares israelenses na chamada Operação Vitória. Um dos alvos foi a cidade de Dimona, localizada no sul de Israel e associada ao programa nuclear israelense.
Agências iranianas relataram ainda que uma fábrica petroquímica em Mahshahr, na província de Khuzestan, foi atingida por bombardeios israelenses. Israel confirmou o ataque à instalação.
Durante a escalada, sirenes também foram acionadas em diversas regiões de Israel após a detecção de um míssil lançado do Iêmen por rebeldes houthis apoiados pelo Irã. Segundo as autoridades israelenses, o projétil não causou danos.
FONTE:PLENBO NEWS
sábado, 16 de maio de 2026
Jovem raptada aos 14 anos luta para manter cúmplice de seu estuprador na prisão
Ela ajudou a planejar o sequestro de uma jovem de 14 anos, que seu marido violentou por 9 meses. E, em poucos dias, sairá da prisão.
Trata-se de Wanda Barzee, esposa e cúmplice do sequestrador de Elizabeth Smart, cujo caso chocou os Estados Unidos no início dos anos 2000.
"Gostaria de suplicar a todas as autoridades competentes (...) a reavaliar a situação, a olhar para os fatos, para seu estado mental e decidir se realmente acreditam que essa mulher não continua sendo uma ameaça", pediu Elizabeth em declaração à imprensa.
"Eu sinceramente acho que é uma ameaça. É uma mulher que tinha seis filhos e conspirou para sequestrar uma menina de 14 anos - não só sentava ao lado dela enquanto estava sendo estuprada, como também encorajava o marido a continuar me estuprando", lembra a vítima, hoje com 30 anos.
Nove meses de horror
Elizabeth Smart foi raptada de sua própria cama em Salt Lake City, no Estado de Utah, em junho de 2002.
Naquela noite, Brian David Mitchell entrou no quarto da jovem e a ameaçou com uma faca no pescoço: se ela não fosse com ele, mataria toda a família.
A irmã de Elizabeth, que tinha 9 anos na época, testemunhou o sequestro.

Crédito,Getty Images
Mitchell era conhecido da casa. Ele foi contratado pela mãe de Elizabeth, em 2001, para fazer alguns reparos na residência após ter abordado a família em um shopping pedindo ajuda financeira.
A jovem foi levada para uma casa de campo na montanha, onde o sequestrador a forçou a se "casar" com ele em uma cerimônia.
A partir de então, não parou de abusar dela em nome de uma "revelação de Deus" e com a colaboração da esposa.
Por nove meses, Elizabeth foi mantida em cativeiro, em condições desumanas, sendo obrigada a consumir álcool e drogas.
O caso recebeu grande atenção da mídia. E o pesadelo da adolescente chegou ao fim quando um cidadão a reconheceu caminhando na rua com os sequestradores, a apenas três quilômetros de casa, e alertou a polícia.
'Ela me via como sua escrava'
Mitchell foi condenado à prisão perpétua e Barzee a 15 anos de prisão - pena que vai terminar de cumprir em 19 de setembro.
É uma situação que preocupa Elizabeth.

Crédito,Getty Images
"Se eu acho que é perigoso? Sim, mas não apenas para mim, acho que é um perigo e uma ameaça para qualquer pessoa vulnerável na nossa comunidade", disse Elizabeth à imprensa.
"Nossa comunidade deveria estar preocupada."
Barzee "me via como sua escrava (...) houve momentos em que ela era manipulada por ele (o marido), mas também houve vezes em que ela abusou de mim tanto quanto ele", acrescentou.

Crédito,Getty Images
Elizabeth conseguiu reconstruir sua vida depois do ocorrido e hoje é uma ativista renomada na defesa de vítimas de abuso e pessoas desaparecidas. Ela compartilhou detalhes do horror que viveu no livro My Story (Minha História, em tradução livre), lançado em 2013.
Sua história também foi adaptada duas vezes para o cinema. Eu Sou Elizabeth Smart, filme mais recente, conta com a própria Elizabeth como produtora e narradora.
FONTE:https://www.bbc.com/portuguese/geral-45546138
sexta-feira, 17 de abril de 2026
EUA reiteram que classificarão CV e PCC como terroristas Departamento de Estado avisou presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo

Em reunião com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, autoridades dos Estados Unidos reiteraram que o governo Donald Trump classificará o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, apesar da resistência da gestão Lula (PT).
O Departamento de Estado dos EUA afirmou que a mudança de classificação facilitará a asfixia financeira dessas facções, que movimentam quantias orbitantes por meio da lavagem de dinheiro. A ideia é criar obstáculos para que essas organizações tenham dificuldade em usar o sistema bancário global.
A barreira seria feita por meio do congelamento imediato de ativos no território norte-americano e da proibição de que entidades e indivíduos sob jurisdição do país de ofereçam suporte material às facções.
O governo Lula, por sua vez, considera que o novo posicionamento de Washington ameaçará a segurança nacional, abrindo caminho para uma eventual intervenção externa ou sanção indireta ao Brasil. O Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro defende que a questão seja tratada por meio da cooperação policial.
FONTE:PLENO NEWS
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Trump volta a criticar Leão XIV e mira também em premiê da Itália Líder americano chamou primeira-ministra de "inaceitável" ao responder crítica feita por ela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (14) estar surpreso com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e disse que “a inaceitável é ela”. A resposta do republicano repercute as falas proferidas pela premiê em relação às críticas feitas pelo americano ao papa Leão XIV.
Em uma entrevista exclusiva ao jornal italiano Corriere della Sera, ao ser questionado sobre a reação de Meloni, que classificou como “inaceitáveis” as suas críticas ao papa Leão XIV, Trump foi taxativo ao chamar a primeira-ministra de “inaceitável”.
– Ela é que é inaceitável, porque não se importa se o Irã tem uma arma nuclear e faria a Itália voar pelos ares em dois minutos se tivesse a possibilidade – disse.
O líder americano também voltou a criticar o pontífice, sobre quem disse que “não entende e não deveria falar de guerra, porque não tem a menor ideia do que está acontecendo. Não entende que no Irã mataram 42 mil manifestantes no mês passado”.
Na entrevista, feita por telefone e com apenas seis minutos de duração, Trump criticou Meloni por sua suposta inação diante da crise no Irã e a acusou de pretender que os “Estados Unidos façam o trabalho por ela”.
– Já não é a mesma pessoa, e a Itália não será o mesmo país. A imigração está matando a Itália e toda a Europa – sentenciou Trump, após confirmar que ele e Meloni não se falam “há muito tempo”.
E prosseguiu.
– Vocês gostam do fato de a sua primeira-ministra não estar fazendo nada para obter petróleo? As pessoas gostam disso? Não consigo imaginar. Estou chocado com ela. Achava que ela tinha coragem, mas me equivoquei – declarou Trump.
O republicano justificou esse distanciamento porque, segundo ele, Meloni “não quer nos ajudar com a Otan, não quer nos ajudar a nos livrar da arma nuclear. É muito diferente do que eu pensava”.
– Diz simplesmente que a Itália não quer estar envolvida. Embora a Itália obtenha o seu petróleo de lá, embora os Estados Unidos sejam muito importantes para a Itália. Ela não acha que a Itália deva estar envolvida – afirmou.
Além disso, Trump afirmou que a Europa “está se destruindo por dentro” com suas políticas energéticas.
– Pagam os custos de energia mais altos do mundo e nem sequer estão dispostos a lutar pelo Estreito de Ormuz, de onde a recebem. Dependem de Donald Trump para que o mantenha aberto – ressaltou.
Nesse sentido, questionado pelo jornal italiano, revelou ter solicitado à Itália o envio de navios caça-minas para a região, sem sucesso.
– Pedi para enviarem o que quiserem, mas não querem, porque a Otan é um tigre de papel – concluiu.
*EFE
Estados Unidos agilizam vistos para Copa do Mundo 2026 Sistema já está disponível no Brasil e prioriza atendimento para torcedores com ingressos

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que o FIFA PASS (Priority Appointment Scheduling System) já está disponível para solicitantes de vistos no Brasil. A iniciativa permite que torcedores com ingressos para a Copa do Mundo 2026 agendem entrevistas com prioridade.
O FIFA PASS é opcional e voltado para torcedores que adquirirem ingressos diretamente pela FIFA. O sistema agiliza o agendamento, mas não altera os critérios de aprovação do visto: solicitantes continuam sujeitos aos mesmos requisitos legais e análise rigorosa para a emissão do visto, categoria B1/B2.
Como parte dos preparativos para o torneio, os EUA estão ampliando a capacidade consular com a mobilização de mais de 500 funcionários adicionais no mundo todo, reforçando o compromisso com um atendimento mais eficientes, mantendo integralmente os padrões de segurança.
Para mais informações, clique aqui.
FONTE:PLENO NEWS
terça-feira, 14 de abril de 2026
Entenda o que teria causado prisão de Ramagem nos EUA Paulo Figueiredo explicou a situação do ex-deputado

Nesta segunda-feira (13), o jornalista Paulo Figueiredo comentou, na rede social X, a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos. Na publicação, ele afirmou que o episódio envolve um procedimento migratório e negou que tenha relação com o pedido de extradição feito pelo Brasil.
E continuou:
– O status de Ramagem é legal: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso. No momento, não vemos qualquer risco de deportação – afirmou.
Na mesma publicação, o jornalista disse que a empresa da qual é sócio presta assistência ao ex-parlamentar e à família dele.
– A Immigrex, empresa da qual sou sócio, está prestando toda a assistência a Ramagem e sua família. Nossa expectativa é de que seja liberado o mais rapidamente possível – acrescentou.
Ramagem foi detido em Orlando, na Flórida, por agentes do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE). A informação foi confirmada pela Polícia Federal do Brasil, que informou que a ocorrência está ligada a questões migratórias.
O ex-parlamentar deixou o Brasil em setembro do ano passado. Naquele mês, ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com investigações da Polícia Federal, Ramagem saiu do país antes da conclusão do julgamento.
Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que havia formalizado o pedido de extradição. A solicitação foi enviada ao governo dos Estados Unidos por meio da embaixada brasileira em Washington. O nome do ex-deputado também foi incluído na lista de difusão da Interpol.

– Ramagem não foi preso, mas detido após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE – procedimento comum na Flórida – escreveu Figueiredo na rede social.
FONTE:PLENO NEWS
sábado, 4 de abril de 2026
O que aconteceu simplesmente ninguém esperava. Em pleno evento internacional, El Musk quebrou o protocolo e lançou uma fala que caiu como uma bomba
O que aconteceu simplesmente ninguém esperava. Em pleno evento internacional, El Musk quebrou o protocolo e lançou uma fala que caiu como uma bomba, envolvendo diretamente Nicolas Ferreira e a polémica com Janja. Foi algo que fez o mundo inteiro parar por alguns segundos e agora toda a gente está tentando perceber o que realmente está por trás disso.
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