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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Presidente dos EUA Donald Trump Foto: EFE/Octavio Guzmán Os Estados Unidos notificaram o Brasil sobre a abertura de uma investigação para apurar um incidente ocorrido no último dia 4 de agosto, envolvendo um helicóptero que transportava o presidente Donald Trump e um avião da Embraer E-70.

Presidente dos EUA Donald Trump Foto: EFE/Octavio Guzmán

Os Estados Unidos notificaram o Brasil sobre a abertura de uma investigação para apurar um incidente ocorrido no último dia 4 de agosto, envolvendo um helicóptero que transportava o presidente Donald Trump e um avião da Embraer E-70.

De acordo com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), o helicóptero Marine One, no qual o chefe da Casa Branca estava, chegou a ficar cerca de 3 quilômetros de distância da aeronave de projeto brasileiro, utilizada no voo 3742 da Envoy Air

Apesar da proximidade, nenhum passageiro ou tripulante ficou ferido.

No documento enviado pela NTSB ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira (FAB), o caso se deve a problemas de comunicação do Marine One com o controle de tráfego aéreo.

O helicóptero que transportava Donald Trump chegou a fazer duas tentativas de contato com a torre de controle, sem sucesso.

– As gravações de áudio certificadas do ATC revelaram que a primeira tentativa de contato com o ATCT do DCA não foi recebida e a segunda tentativa foi interrompida e completamente ilegível (ao que o controlador informou sobre a frequência) – diz a apuração.

O relatório aponta ainda que a “frequência estava operando normalmente; não houve interrupções conhecidas nem relatos de degradação do sinal naquele dia, tampouco havia histórico de problemas com essa frequência, segundo a FAA”.

– Em decorrência das transmissões não recebidas envolvendo a aeronave VM1 no dia do incidente, técnicos da área de Engenharia de Espectro da FAA realizaram uma análise de cobertura e constataram que não havia linha de visada adequada para garantir a comunicação entre o local do equipamento de rádio (transmissor/receptor) e “The Ellipse”, área a partir da qual a VM1 operava temporariamente devido às obras na Casa Branca – completou.

FONTE:PLENO NEWS

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Ela perdeu 80% da audição em um ouvido devido a um soco de um homem. Depois, tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o prêmio mais prestigiado de Hollywood.

 


Ela perdeu 80% da audição em um ouvido devido a um soco de um homem. Depois, tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o prêmio mais prestigiado de Hollywood.

Halle Maria Berry nasceu em 14 de agosto de 1966, em Cleveland, Ohio. De fora, sua família parecia normal, estável. Mas, dentro de casa, a realidade era diferente. Seu pai, Jerome, bebia. E quando bebia, tornava-se violento. Halle e sua irmã mais velha se escondiam enquanto ele espancava a mãe delas. Gritos, medo, impotência. Duas garotinhas forçadas a assistir, sem poder intervir.
Anos depois, Halle diria uma frase que resumia tudo: ela havia prometido a si mesma que a violência nunca entraria em sua vida.
Mas algumas feridas não desaparecem tão facilmente. Quando ela tinha apenas quatro anos de idade — e não dez, como muitas vezes se conta na internet —, seus pais se divorciaram e seu pai foi embora. Desapareceu, deixando sua mãe sozinha com duas filhas e um salário de enfermeira psiquiátrica. A partir daquele momento, Halle aprendeu que aqueles que deveriam protegê-la... também podem abandoná-la.
Crescendo em um bairro predominantemente branco, ela também enfrentou o racismo. Ela se sentia deslocada, excluída, diferente. No entanto, ela tinha algo que o mundo notou imediatamente: uma beleza extraordinária. Ela ganhou concursos de beleza, tornou-se rainha do baile e trabalhou como modelo. Na casa dos vinte anos, ela foi primeira vice-campeã do Miss EUA e a primeira mulher afro-americana a representar o país no Miss Mundo, onde ficou em sexto lugar.
Mas a beleza não protege. Especialmente quando, por dentro, você carrega um passado que ainda não curou.
Halle entrou em um relacionamento violento na década de 1990 que marcou seu corpo para sempre. Um dia, um namorado a agrediu na cabeça com tanta força que perfurou seu tímpano. Ela perdeu 80% da audição em seu ouvido direito. Uma lesão permanente.
Ela ficou mais tempo do que queria. Como muitas vítimas fazem. Por medo. Por esperança. Porque às vezes ir embora parece impossível. Mas, eventualmente, ela partiu. Ela sobreviveu. Ferida, com cicatrizes... mas livre.
Mesmo os relacionamentos subsequentes trouxeram dor, em diferentes formas. Traições, decepções, cicatrizes emocionais. Mas enquanto sua vida privada era instável, sua carreira crescia. Ela fez a transição de modelo para atriz. Papéis maiores. Performances intensas. Até o momento que mudou tudo.
A Última Ceia (Monster's Ball).
Um papel cru e vulnerável. Uma mulher quebrada pela vida. Halle encontrou nele um espaço para canalizar suas próprias vivências, pois ela conhecia bem aquela dor.
Em 24 de março de 2002, ela subiu ao palco do Oscar. E venceu. A primeira mulher negra na história a ganhar o prêmio de Melhor Atriz. Nas 74 edições anteriores da premiação, isso nunca havia acontecido.
Ela chorou enquanto falava. Ela disse que aquele momento não era apenas para ela. Era para todas as mulheres de cor e sem nome que agora tinham uma chance porque aquela porta havia sido aberta. Ela segurava uma estatueta de ouro, mas, na realidade, ela estava abrindo um caminho. Não apenas para si mesma. Para todas.
E, no entanto, o sucesso não apaga o passado. Halle sempre falou abertamente sobre suas feridas. A violência que viu quando criança. A violência que suportou como adulta. A terapia. A longa jornada para a cura. Ela admitiu seus erros, reconhecendo como a dor não processada pode moldar as escolhas.
Hoje, ela usa sua voz para ajudar outras vítimas, apoiando ativamente centros de intervenção contra a violência doméstica. Para aquelas que vivem em silêncio. Para aquelas que acham que não há saída. Ao se aproximar dos sessenta anos, ela continua a trabalhar, a ser mãe, a construir. Mas o mais importante, ela continua a dizer a verdade: o sucesso não apaga o trauma. Apenas lhe dá as ferramentas para enfrentá-lo.
Sua história não é apenas sobre um Oscar. É a história de uma garotinha que assistiu à violência sem poder intervir. De uma mulher que a suportou na própria pele. E de uma sobrevivente que transformou essa dor em força.
Halle Berry não se tornou grande apesar de tudo. Ela se tornou grande por passar por tudo isso. E por abrir o caminho para as que vêm depois.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1397272482497138&set=gm.1600241374826214&idorvanity=1431773161673037

quinta-feira, 23 de julho de 2026

A Colômbia tomou uma decisão que pode mudar para sempre o destino de sua floresta amazônica: novos projetos de mineração e exploração de petróleo em grande escala não serão mais autorizados na região.



 A Colômbia tomou uma decisão que pode mudar para sempre o destino de sua floresta amazônica: novos projetos de mineração e exploração de petróleo em grande escala não serão mais autorizados na região.

Na prática, o governo anunciou que deixará de conceder novas licenças, contratos e concessões para grandes empreendimentos minerários e de hidrocarbonetos dentro da Amazônia colombiana. A medida alcança mais de 483 mil quilômetros quadrados, uma área quase do tamanho de toda a Espanha.
Com isso, a Colômbia se torna o primeiro país amazônico a adotar uma proteção dessa dimensão sobre todo o seu bioma amazônico. Trata-se de uma região essencial para o equilíbrio climático do planeta, além de concentrar uma biodiversidade extraordinária.
A floresta amazônica ocupa cerca de 42% do território colombiano. Em seu interior vivem milhares de espécies de animais e plantas, muitas ainda pouco estudadas, além de diversas comunidades indígenas que dependem diretamente da floresta para preservar seus territórios, culturas e modos de vida.
A decisão, no entanto, não foi recebida da mesma forma por todos. Ambientalistas consideram a medida um marco histórico contra a destruição da floresta. Já setores ligados à economia e à exploração de recursos alertam para possíveis impactos sobre investimentos futuros e sobre o aproveitamento de minerais considerados estratégicos.
Entre elogios e críticas, uma coisa parece certa: a Colômbia acaba de estabelecer um novo limite para a exploração econômica de uma das regiões naturais mais importantes e ameaçadas do mundo.
FONTE:

Conceito Sertanejo

quarta-feira, 1 de julho de 2026

No dia 1 de julho de 1976, Tina Turner esperou que o marido, Ike, adormecesse no seu quarto de hotel em Dallas.

FONTE 


No dia 1 de julho de 1976, Tina Turner esperou que o marido, Ike, adormecesse no seu quarto de hotel em Dallas. Tinha a cara inchada e ferida depois de outra surra. No bolso ela tinha apenas 36 centavos e um cartão de gasolina da Mobil. Nada mais.
Saiu às escondidas do Statler Hilton e fugiu. Não para um carro. Correu direto pela auto-estrada 30, evitando o trânsito no escuro, prestes a ser atropelada por um caminhão, impulsionada apenas pela sobrevivência. Do outro lado estava o Ramada Inn. O gerente reconheceu-a instantaneamente, mesmo com os ferimentos. Deu-lhe um quarto no 11° andar e colocou um guarda em frente à sua porta. Durante três dias, Tina permaneceu escondida lá, muito ferida até para comer bem, deixando seu corpo começar a curar.
Poucas semanas depois, pediu o divórcio. Quando lhe perguntaram o que queria de 16 anos de casamento, a resposta deixou todos gelados. Não queria nada além do nome dela. Nem casa. Nem dinheiro. Nem direitos de autor. Apenas "Tina Turner". Um nome criado para controlá-la, e agora a única coisa que ela podia usar para reconstruir a sua vida.
Saiu com dívidas, um embargo fiscal do IRS e uma indústria convencida de que estava acabada. Cerca de 40 anos, uma mulher negra em um negócio obcecado pela juventude, sem direitos sobre grande parte da sua música passada. As probabilidades estavam brutalmente contra ele.
Mas Tina recusou-se a aceitar a derrota. Aproximou-se do budismo de Nichiren, cantando diariamente para encontrar forças. Aceitou todos os trabalhos que pôde. Programas de concursos. Salões de hotel. Feiras do condado. Eventos corporativos. Até limpou casas entre apresentações. Enquanto o mundo a chamava de "já foi", ela se reconstruía em silêncio, peça por peça.
E então veio 1984.
Aos 44, publicou Private Dancer. Mudou tudo. O álbum vendeu mais de 12 milhões de cópias. “What’s Love Got to Do with It” chegou ao número um, seu primeiro grande sucesso sozinho. Ganhou três prémios Grammy em 1985, atuou no Live Aid e estrelou Mad Max Beyond Thunderdome. Finalmente o mundo reconheceu-a como a rainha do rock and roll.
Sua segunda vida artística durou décadas. Turnês que bateram recordes. Doze prémios Grammy no total. Mais de 100 milhões de discos vendidos. Uma carreira reconstruída completamente nos seus próprios termos.
E o amor também a encontrou. Erwin Bach conheceu Tina em um aeroporto em 1986 e nunca se separou dela. Quando seus rins falharam, ele ofereceu-se para doar um sem hesitar. Em 2017, ele cumpriu essa promessa e salvou a sua vida.
Em 24 de maio de 2023, Tina Turner faleceu em paz na Suíça aos 83 anos, com Erwin ao seu lado. Deixou mais do que música. Deixou um teste.
Nunca é tarde demais para recuperar sua vida. Você pode começar de novo aos 40. Aos cinquenta. Em qualquer idade. Basta ter coragem para atravessar a estrada.
Trinta e seis centavos. Um cartão de gasolina. E uma vontade inquebrável.
É assim que as lendas são forjadas.

Pessoas ("Tina Turner lembrou-se de escapar do casamento abusivo de Ike Turner", 25 de maio de 2023)
FONTE:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=2076933779864501&set=gm.4273737196104687&idorvanity=939220239556416

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Em 17 de abril de 2018, a 9.700 metros de altitude, um estrondo abalou o voo 1380 da Southwest Airlines

 



Em 17 de abril de 2018, a 9.700 metros de altitude, um estrondo abalou o voo 1380 da Southwest Airlines. O motor esquerdo explodiu no ar, lançando pedaços de metal contra a fuselagem e destruindo uma das janelas. A cabine perdeu pressão de forma repentina, e o pânico tomou conta dos passageiros.
Naquele momento crítico, Tammie Jo Shults, uma das pilotos no comando, manteve a calma. Ex-piloto da Marinha dos Estados Unidos e uma das primeiras mulheres a pilotar o caça F/A-18 Hornet, ela havia passado anos sendo treinada para enfrentar situações extremas. Sabia que, em uma emergência, alguns segundos de descontrole poderiam custar muitas vidas.
Enquanto o avião perdia altitude e os passageiros gritavam, sua voz no rádio permaneceu firme e serena. Ela informou que a aeronave tinha perdido um motor, estava com parte da fuselagem danificada e seguiria para pouso de emergência na Filadélfia.
Sem demonstrar pânico, Tammie reduziu a potência, corrigiu a rota e conduziu a descida com precisão. Cerca de 20 minutos depois, conseguiu pousar o avião em segurança. Das 149 pessoas a bordo, 148 sobreviveram.
A tragédia tirou a vida de uma passageira, mas a ação de Shults, do capitão Darren Ellisor e de toda a tripulação impediu que o desastre fosse ainda maior. Quando a imprensa a chamou de heroína, ela preferiu resumir tudo com humildade: “Foi um trabalho de equipe”.

Sua história lembra que a coragem nem sempre aparece em gritos ou gestos grandiosos. Às vezes, ela surge como uma voz calma no meio do caos, mantendo firme o controle quando tudo parece perdido.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=122348034608008090&set=a.122272138130008090

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Lula para Trump: “Não se meta nas eleições do Brasil”; assista Presidente ainda comentou a relação do republicano com Bolsonaro

 

Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil | EFE/EPA/FRANCIS CHUNG/POLITICO / POOL

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu, nesta quarta-feira (17), declarações do mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, dadas na Cúpula do G7, na França. Lula afirmou que o republicano deve respeitar o Brasil e exigiu que o governo americano não interfira nas eleições do país.

O petista falou sobre a relação entre Trump e a família Bolsonaro e pediu que o norte-americano não interfira nas eleições brasileiras.

— Por mim, ele [Trump] pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem nenhum problema, é problema dele; afinal, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles, não meu. Única coisa que quero é respeito pelo Brasil como o que tenho pelos Estados Unidos, só isso — afirmou.

Antes do pronunciamento, Trump classificou o Brasil como politicamente perigoso e confuso. O americano afirmou erroneamente que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro teria sido preso após condenação pelo STF, mas o político brasileiro não foi detido pelas autoridades.

— Eu tinha acabado de me despedir dele [Lula] e soube que prenderam Eduardo Bolsonaro (sic). Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque ele fez uma declaração no Texas. Eles o prenderam, ou querem prender. Eles estão tramando algo — disse Trump.

Ao comentar a declaração sobre o sistema político, Lula afirmou que Trump conhece pouco o Brasil. O presidente brasileiro defendeu a eficiência das urnas eletrônicas e declarou que os Estados Unidos deveriam aprender com o modelo de votação utilizado no país.

— Os EUA poderiam aprender com o Brasil, ter eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas. Não tem país no mundo que tenha sistema de urna eletrônica como o nosso, que, duas horas após terminarem as eleições, a gente já sabe o resultado em 27 estados. A gente não fica como no século passado com voto no papel, com uma lista com 500 nomes — afirmou.

Lula também criticou as taxas impostas pelos EUA a produtos brasileiros e a inclusão de facções nacionais em listas terroristas. O petista classificou a ação como um desaforo e afirmou que Trump agiu como imperador, mas manteve a expectativa de novas negociações.

— Acho que o que ele [Trump] fez foi uma coisa desaforada para o Brasil, ele sabe disso. Por isso disse que ele ainda está agindo como imperador. (…) Fico na expectativa de que vamos negociar, apesar do rompante deles com relação ao Brasil — afirmou.

As declarações de Lula ocorreram em uma entrevista coletiva, em Genebra, na Suíça, após os compromissos relacionados à Cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França.

Assista trecho da entrevista de Lula:

segunda-feira, 15 de junho de 2026

A vitória de Keiko Fujimori nas eleições presidenciais do Peru foi recebida com entusiasmo por setores conservadores em toda a América Latina. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a política de direita conquistou uma vitória apertada em uma das disputas eleitorais mais polarizadas dos últimos anos no continente.

 


A vitória de Keiko Fujimori nas eleições presidenciais do Peru foi recebida com entusiasmo por setores conservadores em toda a América Latina. Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, a política de direita conquistou uma vitória apertada em uma das disputas eleitorais mais polarizadas dos últimos anos no continente.

Nas redes sociais, apoiadores da nova presidente destacaram que a eleição peruana foi realizada com votação em cédulas de papel, apontando o modelo como um exemplo de transparência e confiança no processo eleitoral. Também houve menções à ausência de participação da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) no processo eleitoral, tema que foi amplamente debatido por grupos políticos durante a campanha.
A vitória de Keiko foi interpretada por seus apoiadores como mais um sinal do enfraquecimento da esquerda latino-americana, especialmente após anos de governos alinhados a pautas socialistas e intervencionistas em diversos países da região. Para esses grupos, o resultado representa uma rejeição popular a políticas associadas ao aumento do gasto público, insegurança e instabilidade econômica.
Durante a campanha, Keiko Fujimori defendeu medidas de combate ao crime organizado, fortalecimento da economia de mercado e incentivo aos investimentos privados. O discurso encontrou apoio em uma parcela significativa do eleitorado preocupada com o aumento da criminalidade e a crise política que marcou o Peru nos últimos anos.
Já os apoiadores da esquerda argumentam que a disputa foi extremamente apertada e que o resultado não representa o fim das forças progressistas no continente. Eles afirmam que os desafios sociais e econômicos enfrentados pelos países latino-americanos continuarão alimentando o debate político nos próximos anos.
FONTE:https://www.facebook.com/photo?fbid=1587228869628837&set=a.404988544519548

terça-feira, 9 de junho de 2026

Após pressão de Trump, Israel e Irã vão suspender ataques Governo de Teerã exige que Tel Aviv cesse os ataques no Líbano

 

(Imagem ilustrativa) Foto: Dall-E

Nesta segunda-feira (8), Irã e Israel anunciaram a suspensão de ataques entre os dois países após uma nova escalada militar. O governo iraniano declarou o fim de suas operações contra Israel, enquanto autoridades israelenses informaram que interromperam os bombardeios a pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apesar da trégua, Teerã alertou que poderá realizar ações mais duras caso Israel mantenha ataques contra o Líbano. Em resposta, uma autoridade israelense afirmou que o país voltará a agir se o Hezbollah continuar lançando ataques contra localidades israelenses.

Segundo a emissora israelense Channel 12, Israel também pretende manter as operações militares no sul do Líbano nos próximos dias. O governo israelense considera o Hezbollah uma ameaça direta à sua segurança.

A troca de ataques foi retomada após dois meses de cessar-fogo. As Forças Armadas de Israel informaram que o Irã lançou três ondas de mísseis em resposta a bombardeios israelenses contra alvos militares no centro e no oeste do território iraniano.

Em seguida, Israel atacou áreas de Teerã, Isfahan, Karaj e Tabriz. O governo iraniano fechou o espaço aéreo ao redor do Aeroporto Internacional Imã Khomeini durante a operação militar.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado duas bases militares israelenses na chamada Operação Vitória. Um dos alvos foi a cidade de Dimona, localizada no sul de Israel e associada ao programa nuclear israelense.

Agências iranianas relataram ainda que uma fábrica petroquímica em Mahshahr, na província de Khuzestan, foi atingida por bombardeios israelenses. Israel confirmou o ataque à instalação.

Durante a escalada, sirenes também foram acionadas em diversas regiões de Israel após a detecção de um míssil lançado do Iêmen por rebeldes houthis apoiados pelo Irã. Segundo as autoridades israelenses, o projétil não causou danos.

FONTE:PLENBO NEWS

sábado, 16 de maio de 2026

Jovem raptada aos 14 anos luta para manter cúmplice de seu estuprador na prisão

 




O sequestro de Elizabeth Smart atraiu grande atenção da mídia nos anos 2000
Published

Ela ajudou a planejar o sequestro de uma jovem de 14 anos, que seu marido violentou por 9 meses. E, em poucos dias, sairá da prisão.

Trata-se de Wanda Barzee, esposa e cúmplice do sequestrador de Elizabeth Smart, cujo caso chocou os Estados Unidos no início dos anos 2000.

"Gostaria de suplicar a todas as autoridades competentes (...) a reavaliar a situação, a olhar para os fatos, para seu estado mental e decidir se realmente acreditam que essa mulher não continua sendo uma ameaça", pediu Elizabeth em declaração à imprensa.

"Eu sinceramente acho que é uma ameaça. É uma mulher que tinha seis filhos e conspirou para sequestrar uma menina de 14 anos - não só sentava ao lado dela enquanto estava sendo estuprada, como também encorajava o marido a continuar me estuprando", lembra a vítima, hoje com 30 anos.

Nove meses de horror

Elizabeth Smart foi raptada de sua própria cama em Salt Lake City, no Estado de Utah, em junho de 2002.

Naquela noite, Brian David Mitchell entrou no quarto da jovem e a ameaçou com uma faca no pescoço: se ela não fosse com ele, mataria toda a família.

A irmã de Elizabeth, que tinha 9 anos na época, testemunhou o sequestro.


Crédito,Getty Images

Legenda da foto,Brian David Mitchell foi condenado à prisão perpétua

Mitchell era conhecido da casa. Ele foi contratado pela mãe de Elizabeth, em 2001, para fazer alguns reparos na residência após ter abordado a família em um shopping pedindo ajuda financeira.

A jovem foi levada para uma casa de campo na montanha, onde o sequestrador a forçou a se "casar" com ele em uma cerimônia.

A partir de então, não parou de abusar dela em nome de uma "revelação de Deus" e com a colaboração da esposa.

Por nove meses, Elizabeth foi mantida em cativeiro, em condições desumanas, sendo obrigada a consumir álcool e drogas.

O caso recebeu grande atenção da mídia. E o pesadelo da adolescente chegou ao fim quando um cidadão a reconheceu caminhando na rua com os sequestradores, a apenas três quilômetros de casa, e alertou a polícia.

'Ela me via como sua escrava'

Mitchell foi condenado à prisão perpétua e Barzee a 15 anos de prisão - pena que vai terminar de cumprir em 19 de setembro.

É uma situação que preocupa Elizabeth.

Wanda Barzee

Crédito,Getty Images

Legenda da foto,Wanda Barzee recebeu pena de 15 anos de prisão

"Se eu acho que é perigoso? Sim, mas não apenas para mim, acho que é um perigo e uma ameaça para qualquer pessoa vulnerável na nossa comunidade", disse Elizabeth à imprensa.

"Nossa comunidade deveria estar preocupada."

Barzee "me via como sua escrava (...) houve momentos em que ela era manipulada por ele (o marido), mas também houve vezes em que ela abusou de mim tanto quanto ele", acrescentou.

Elizabeth Smart

Crédito,Getty Images

Legenda da foto,Elizabeth Smart narrou o horror que viveu em um livro e sua história foi adaptada para o cinema

Elizabeth conseguiu reconstruir sua vida depois do ocorrido e hoje é uma ativista renomada na defesa de vítimas de abuso e pessoas desaparecidas. Ela compartilhou detalhes do horror que viveu no livro My Story (Minha História, em tradução livre), lançado em 2013.

Sua história também foi adaptada duas vezes para o cinema. Eu Sou Elizabeth Smart, filme mais recente, conta com a própria Elizabeth como produtora e narradora.

FONTE:https://www.bbc.com/portuguese/geral-45546138

sexta-feira, 17 de abril de 2026

EUA reiteram que classificarão CV e PCC como terroristas Departamento de Estado avisou presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo

 

Donald Trump Foto: EFE/EPA/BONNIE CASH / POOL

Em reunião com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, autoridades dos Estados Unidos reiteraram que o governo Donald Trump classificará o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, apesar da resistência da gestão Lula (PT).

O Departamento de Estado dos EUA afirmou que a mudança de classificação facilitará a asfixia financeira dessas facções, que movimentam quantias orbitantes por meio da lavagem de dinheiro. A ideia é criar obstáculos para que essas organizações tenham dificuldade em usar o sistema bancário global.

A barreira seria feita por meio do congelamento imediato de ativos no território norte-americano e da proibição de que entidades e indivíduos sob jurisdição do país de ofereçam suporte material às facções.

O governo Lula, por sua vez, considera que o novo posicionamento de Washington ameaçará a segurança nacional, abrindo caminho para uma eventual intervenção externa ou sanção indireta ao Brasil. O Ministério da Justiça e Segurança Pública brasileiro defende que a questão seja tratada por meio da cooperação policial.

FONTE:PLENO NEWS

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Trump volta a criticar Leão XIV e mira também em premiê da Itália Líder americano chamou primeira-ministra de "inaceitável" ao responder crítica feita por ela

Trump criticou papa Leão XIV e premiê Giorgia Meloni Fotos: Handout/VATICAN MEDIA/AFP // EFE/EPA/SALWAN GEORGES/POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (14) estar surpreso com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e disse que “a inaceitável é ela”. A resposta do republicano repercute as falas proferidas pela premiê em relação às críticas feitas pelo americano ao papa Leão XIV.

 Em uma entrevista exclusiva ao jornal italiano Corriere della Sera, ao ser questionado sobre a reação de Meloni, que classificou como “inaceitáveis” as suas críticas ao papa Leão XIV, Trump foi taxativo ao chamar a primeira-ministra de “inaceitável”.

– Ela é que é inaceitável, porque não se importa se o Irã tem uma arma nuclear e faria a Itália voar pelos ares em dois minutos se tivesse a possibilidade – disse.

O líder americano também voltou a criticar o pontífice, sobre quem disse que “não entende e não deveria falar de guerra, porque não tem a menor ideia do que está acontecendo. Não entende que no Irã mataram 42 mil manifestantes no mês passado”.

Na entrevista, feita por telefone e com apenas seis minutos de duração, Trump criticou Meloni por sua suposta inação diante da crise no Irã e a acusou de pretender que os “Estados Unidos façam o trabalho por ela”.

– Já não é a mesma pessoa, e a Itália não será o mesmo país. A imigração está matando a Itália e toda a Europa – sentenciou Trump, após confirmar que ele e Meloni não se falam “há muito tempo”.

E prosseguiu.

– Vocês gostam do fato de a sua primeira-ministra não estar fazendo nada para obter petróleo? As pessoas gostam disso? Não consigo imaginar. Estou chocado com ela. Achava que ela tinha coragem, mas me equivoquei – declarou Trump.

O republicano justificou esse distanciamento porque, segundo ele, Meloni “não quer nos ajudar com a Otan, não quer nos ajudar a nos livrar da arma nuclear. É muito diferente do que eu pensava”.

– Diz simplesmente que a Itália não quer estar envolvida. Embora a Itália obtenha o seu petróleo de lá, embora os Estados Unidos sejam muito importantes para a Itália. Ela não acha que a Itália deva estar envolvida – afirmou.

Além disso, Trump afirmou que a Europa “está se destruindo por dentro” com suas políticas energéticas.

– Pagam os custos de energia mais altos do mundo e nem sequer estão dispostos a lutar pelo Estreito de Ormuz, de onde a recebem. Dependem de Donald Trump para que o mantenha aberto – ressaltou.

Nesse sentido, questionado pelo jornal italiano, revelou ter solicitado à Itália o envio de navios caça-minas para a região, sem sucesso.

– Pedi para enviarem o que quiserem, mas não querem, porque a Otan é um tigre de papel – concluiu.

*EFE

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