ALZHEIMER: quando as memórias desaparecem.
ALZHEIMER: quando as memórias desaparecem.
ACABOU A FARSA! GOVERNADOR TARCÍSIO MOSTRA PROVAS C0NTRA LULA DURANTE EVENTO PÚBLICO
O cenário político brasileiro atravessa um de seus momentos mais tensos e reveladores, marcado por um confronto direto de narrativas e o avanço de investigações que podem mudar o curso da história nacional. Recentemente, um evento público tornou-se o palco de um embate memorável entre o presidente Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O episódio, que rapidamente viralizou nas redes sociais, expôs as profundas divisões entre o modelo de gestão baseado em propaganda política e a administração focada em resultados técnicos e transparência.
Tudo começou quando o presidente Lula, em um discurso carregado de críticas, lamentou a ausência do governador Tarcísio em um evento de anúncio de investimentos. Lula tentou criar uma narrativa de que o governo federal estaria “carregando” o estado de São Paulo nas costas, mencionando cifras bilionárias. No entanto, a resposta de Tarcísio de Freitas foi imediata e avassaladora. Com a precisão técnica que o caracteriza, o governador esclareceu que muitos dos números celebrados pelo governo federal são, na verdade, frutos de operações de crédito onde o estado assume o risco, ou projetos modelados e executados pela iniciativa privada com subsídios estaduais.
Tarcísio destacou que o papel do BNDES é financiar a infraestrutura e que, se o banco não o fizesse, outras instituições internacionais estariam prontas para investir no potencial de São Paulo. Ele foi além ao denunciar que o governo federal tentou travar operações de crédito do estado por motivações puramente políticas. “Quem não tem o que mostrar, precisa viver de narrativa”, afirmou o governador, ressaltando que o cidadão já não se identifica com a propaganda oficial quando a realidade nas ruas é outra. Esse posicionamento firme de Tarcísio consolidou sua imagem como uma liderança técnica e corajosa, capaz de enfrentar o populismo com dados e fatos.
Enquanto o embate político fervilhava, uma pesquisa inédita intitulada “Brasil no Espelho”, encomendada pela TV Globo, trouxe dados que surpreenderam a elite política, mas confirmaram o que muitos já sentiam nas ruas. O estudo, que entrevistou 10.000 pessoas em todos os estados, revelou que o brasileiro é, em sua essência, conservador e profundamente ligado a valores tradicionais. Cerca de 96% dos entrevistados afirmaram que a família é a coisa mais importante da vida e que acreditam que Deus está no comando de tudo.
Esses números contrastam fortemente com o discurso de alas progressistas do governo que, historicamente, declararam combater valores como o patriotismo e a estrutura familiar tradicional. A pesquisa mostra que existe um abismo entre a agenda ideológica que se tenta implementar em Brasília e os anseios da vasta maioria da população. Esse sentimento de desconexão tem impulsionado nomes da direita nas pesquisas eleitorais, como Flávio Bolsonaro, que aparece com forte crescimento, refletindo o desejo do eleitor por uma representação que respeite sua fé e seus costumes.
No campo jurídico, o clima é de apreensão total nos corredores do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro André Mendonça sinalizou que não aceitará que o “coleguismo” sirva de escudo para proteger ministros que possam estar envolvidos em irregularidades investigadas pela Polícia Federal. Em pauta, estão delações premiadas que podem atingir nomes de peso da corte, como os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Mendonça tem reiterado a pessoas próximas que, havendo evidências concretas, a investigação deve seguir seu curso natural, independentemente do cargo ocupado pelos investigados.
A postura de Mendonça coloca o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, em uma situação delicada. Indicado com o apoio de figuras influentes do próprio STF, Gonet enfrenta agora o dilema de manter sua independência institucional ou ceder às pressões políticas. A Polícia Federal já demonstrou que não aceitará omissões nas delações, rejeitando tentativas de advogados de “blindar” autoridades do Judiciário. O desenrolar desses processos será o verdadeiro teste para a democracia brasileira: a lei vale para todos ou existem cidadãos acima de qualquer suspeita?
O Brasil assiste a essa tempestade política com um misto de indignação e esperança. De um lado, escândalos envolvendo sindicatos, rombos financeiros e o uso da máquina pública para perseguição política. Do outro, uma população que trabalha arduamente e exige respeito aos seus valores e ao seu suor. O ano de 2026 desenha-se como um divisor de águas, onde a verdade, finalmente, terá a chance de derrotar a mentira nas urnas e nos tribunais. A sociedade está desperta e as redes sociais tornaram-se o novo tribunal onde as provas são apresentadas em tempo real, sem o filtro da mídia tradicional.
FONTE:https://publo247.com/
URGENTE TABATA ACIONA DINO PRA BARRAR FILME DE BOLSONARO JIM CAVIZEL TOMA AS DORES E HUMLHA DEPUTADA
O cenário político brasileiro e o entretenimento internacional entraram em rota de colisão após as recentes movimentações da deputada federal Tábata Amaral. Em uma ação que tem gerado intensos debates sobre liberdade de expressão e perseguição política, a parlamentar acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de paralisar a produção e o lançamento do filme “The Dark Horse”, uma cinebiografia inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ofensiva de Tábata Amaral encontrou eco imediato no ministro Flávio Dino, que prontamente estabeleceu um prazo de cinco dias para que a Câmara dos Deputados se manifeste sobre o envio de emendas parlamentares à produtora responsável pelo longa-metragem. A justificativa da deputada baseia-se em uma suposta rede de conexões jurídicas que, segundo ela, dificultaria a rastreabilidade de recursos públicos. No entanto, críticos apontam que a medida soa como uma tentativa desesperada de censura prévia contra uma obra que promete ser um fenômeno de bilheteria.
O que Tábata não esperava era a reação contundente de Jim Cavizel. O renomado ator americano, mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme “A Paixão de Cristo”, assumiu o papel central na produção sobre Bolsonaro e não poupou palavras para defender a obra. Cavizel, uma figura de peso em Hollywood, destacou que a mensagem do filme transcende as fronteiras brasileiras, relacionando-a inclusive com o cenário eleitoral nos Estados Unidos. A postura do ator foi vista como uma humilhação pública à tentativa de bloqueio da deputada, reforçando a relevância internacional do projeto.
Enquanto a deputada foca seus esforços em barrar o cinema, críticos relembram episódios controversos envolvendo seu próprio círculo, como questões ligadas a concursos públicos e contratos municipais de seus aliados, questionando por que o mesmo rigor do STF não é invocado nesses casos. A hipocrisia política tornou-se o tema central das discussões nas redes sociais, onde internautas comparam o tratamento dado a artistas alinhados à esquerda com a perseguição sistemática a produções de viés conservador.
O filme “The Dark Horse”, que conta com roteiro assinado pelo deputado Mário Frias, tem sua estreia prevista para o dia 11 de setembro. A escolha da data é carregada de simbolismo, coincidindo com o período eleitoral e remetendo a momentos decisivos da história política recente. A produção promete abordar desde a campanha presidencial de 2018 até o atentado sofrido por Bolsonaro, oferecendo uma perspectiva que, segundo seus idealizadores, a grande mídia frequentemente tenta omitir ou distorcer.
Paralelamente ao embate cinematográfico, a tensão política no país se agrava com denúncias de abusos de autoridade. O caso do jornalista Luís Pablo, do Maranhão, que teve seus equipamentos apreendidos pela Polícia Federal após expor o uso de veículos oficiais por familiares de ministros, serve como um alerta sombrio sobre o estado da liberdade de imprensa no Brasil. O silêncio de figuras como Tábata Amaral diante de tais episódios de censura real contra jornalistas contrasta fortemente com sua energia em tentar impedir a exibição de um filme.
O desespero da oposição parece fundamentado na possibilidade real de “The Dark Horse” se tornar um sucesso global, alcançando inclusive indicações a prêmios internacionais sem depender das vultosas verbas governamentais que historicamente sustentam produções de artistas alinhados ao sistema. A expectativa é que as salas de cinema fiquem lotadas, provando que o interesse do público pela história de Bolsonaro continua vibrante, apesar de todas as tentativas jurídicas de silenciamento.
Este confronto entre a tentativa de controle estatal e a liberdade artística marca um novo capítulo na polarização brasileira. De um lado, políticos que utilizam o Judiciário para moldar a narrativa cultural; do outro, uma produção independente apoiada por nomes de peso internacional que se recusa a ser calada. O público brasileiro agora aguarda ansiosamente para ver se a arte prevalecerá sobre as manobras políticas no tapete vermelho da democracia.
FONTE:https://publo247.com/
A hidrazina (Hidrazina) é um combustível químico que parece saído de um laboratório futurista… e meio que é mesmo
A hidrazina (Hidrazina) é um combustível químico que parece saído de um laboratório futurista… e meio que é mesmo
Eleições 2026: Flávio aparece a frente de Lula em pesquisa Levantamento ouviu 40.500 eleitores

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Veritá entre os dias 13 e 19 de março mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida eleitoral. A pesquisa ouviu 40.500 eleitores e colocou para escolha os pré-candidatos declarados ao cargo de presidente da República.
O representante da direita foi escolhido por 35,9% dos eleitores, enquanto o atual presidente recebeu 33,2% dos votos. Brancos e nulos totalizaram 20% dos votos. Os outros seis pré-candidatos mencionados somaram 11% das intenções de voto.
De acordo com o instituto, a pesquisa foi realizada por iniciativa própria, tem margem de erro de 1,0 ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02476/2026.

Lady Rai, uma antiga egípcia que viveu há mais de 3.500 anos
Ex de Vorcaro, Martha Graeff, fala de relação pela primeira vez Influenciadora se pronunciou em vídeo

A influenciadora Martha Graeff se pronunciou publicamente pela primeira vez nesta quarta-feira (8), após ter seu nome associado às investigações envolvendo o ex-noivo, o banqueiro Daniel Vorcaro, no escândalo do Banco Master.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou o período de afastamento e afirmou que decidiu falar para apresentar sua versão dos fatos.
– Já faz um tempo que eu tô (sic) ausente, mas hoje eu vim aqui porque eu decidi falar. E não é pra tentar convencer ninguém que já resolveu me julgar (…) mas porque eu sempre fui essa pessoa (…) e agora, mais do que nunca, é importante eu falar exatamente o que aconteceu – declarou.
Graeff criticou a divulgação de mensagens privadas, classificando o episódio como uma exposição extrema. Segundo ela, “eu fui linchada, eu fui vulgarizada, eu sofri uma violência sem tamanho, sem precedentes”, ao comentar o vazamento de conversas pessoais.
No relato, a influenciadora também contextualizou o início do relacionamento com Vorcaro, afirmando que vivia um momento de fragilidade após o fim de um casamento de 13 anos.
– Eu estava em pedaços, vulnerável… tentando me reerguer – disse.
Ela destacou ainda que não tinha conhecimento de irregularidades atribuídas ao ex-noivo.
– Eu não sabia (…) não só eu não sabia, como ninguém mais sabia – afirmou.
Graeff também reforçou que não é alvo das investigações:
– É muito importante deixar claro que eu não sou investigada, eu não sou acusada.
A empresária negou ter recebido benefícios materiais decorrentes da relação. Segundo ela, seu patrimônio permanece inalterado nos últimos anos. Sobre viagens e eventos, disse que não participava da organização e que algumas ocasiões foram surpresas, incluindo o noivado faraônico.
Em outro momento, voltou a condenar o vazamento das mensagens íntimas, classificando o episódio como “uma atrocidade” e “uma covardia”, além de afirmar que a exposição desviou o foco de quem deveria ser responsabilizado.
– Eu fui arrastada por um lamaçal que não me pertence – declarou.
Ao final, Graeff afirmou que pretende seguir com a vida e que enfrenta a situação com “tranquilidade”.
As mensagens entre Graeff e Vorcaro vieram a público em março. Parte do conteúdo divulgado tinha caráter pessoal. O banqueiro está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Confira:
FONTE:PLENO NEWS
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ALZHEIMER: quando as memórias desaparecem.
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