A cantora e pastora Cassiane provocou uma importante reflexão no meio evangélico ao criticar a constante troca de igrejas por cristãos que não conseguem permanecer e criar raízes em uma comunidade local.
A cantora e pastora Cassiane provocou uma importante reflexão no meio evangélico ao criticar a constante troca de igrejas por cristãos que não conseguem permanecer e criar raízes em uma comunidade local.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (20), impedir o empresário Pablo Marçal, candidato do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) à Presidência da República, de participar de campanhas no rádio e na televisão e de ir a debates eleitorais. A medida, que tem caráter cautelar, também veta Marçal de ter acesso aos fundos eleitoral e partidário.
A decisão tomada nesta quinta é provisória e vale enquanto o TSE analisa se Marçal poderá disputar as eleições de 2026. O registro da candidatura ainda será julgado pela Justiça Eleitoral. O pedido de registro da candidatura foi apresentado pelo PRTB no último sábado (15), após a Justiça Eleitoral autorizar a filiação do empresário à legenda.
Apesar do registro de candidatura, Marçal está inelegível até 2032. Em 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a condenação que determinou sua inelegibilidade por oito anos.
A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024. Segundo a decisão, Marçal teria promovido concursos com oferta de prêmios para estimular a produção e a disseminação em massa de conteúdo eleitoral na internet por pessoas físicas.
A nova medida do TSE também está relacionada a um questionamento apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) sobre a filiação partidária de Marçal.
O órgão afirma que não há provas suficientes de que o empresário estivesse filiado ao PRTB dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral para disputar a eleição de outubro. Segundo o MPE, em abril, quando terminou o prazo para filiação partidária, Marçal ainda aparecia como integrante do União Brasil.
FONTE:PLENO NEWS
Aconteceu, neste sábado (15), mais uma edição do Louvorzão 93. O evento reuniu uma multidão na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio de Janeiro.
O show, que acontece há mais de 30 anos, faz parte do calendário de eventos da cidade e marca as comemorações dos 39 anos da MK Music e 34 anos da Rádio 93 FM, que está entre as mais ouvidas do estado.
A programação teve apresentações de Paulo Neto, Gisele Nascimento, Get Worship, Samuel Eleotério, Davi Sacer, Eyshila, Felipe Rodrigues, Midian Lima, Marine Friesen, Kailane Frauches, Wilian Nascimento, Samuel Miranda, Sarah Farias, Samuel Messias, Julliany Souza, Elaine Martins, Douglas de Lima e a artista angolana Nair Nany, que ficou conhecida no Brasil com as canções Melhor Amigo / O Que Seria de Mim e Eu Vou Orar.
Em entrevista ao Pleno.News, a presidente da MK Music, Marina de Oliveira, falou sobre a trajetória do Louvorzão e celebrou o trabalho da equipe responsável pela realização do evento. Ela destacou a evolução da estrutura e organização da celebração e afirmou que o evento se tornou uma bênção em sua vida.
– Ser pioneira é maravilhoso porque a gente treina uma equipe maravilhosa, que nem a que existe hoje. (…) O Louvorzão já há algum tempo não é responsabilidade minha, é bênção para a minha vida.
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FONTE:PLENO NEWS

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que os inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sejam enviados para a primeira instância. Para a PGR, não há pessoas com foro privilegiado que justifiquem que os casos sigam no STF.
Os inquéritos foram abertos após solicitações da Polícia Federal (PF). Inicialmente, a PGR havia se manifestado apenas sobre a distribuição dos processos dentro do STF e defendeu que eles fossem submetidos à livre distribuição por sorteio. Com isso, dois procedimentos foram encaminhados a Mendonça: um relacionado a suspeitas de tráfico de influência no Ministério da Saúde e outro sobre a Dataprev.
Um terceiro inquérito também foi distribuído por sorteio, mas ficou sob relatoria do ministro Flávio Dino. Até o momento, não há informação sobre eventual pedido da PGR para que esse procedimento também seja remetido à primeira instância.
Após ser formalmente intimada sobre a abertura das investigações, a Procuradoria analisou novamente a competência do STF. Na manifestação, concluiu que não havia elementos que justificassem a continuidade dos inquéritos na Corte, como a presença de algum parlamentar entre os investigados.
As investigações da Polícia Federal incluem suspeitas relacionadas à atuação da lobista Roberta Luchsinger. Segundo informações atribuídas à PF, ela aparentemente teria autorização para atuar em nome de Lulinha em negócios envolvendo o governo federal. Em uma conversa transcrita pelos investigadores, Roberta teria afirmado: “Eles sabem o que eu sou. Eu sou o Fábio”.
A partir dessa suposta relação, a lobista teria tentado apresentar ao Ministério da Saúde uma proposta de contrato para fornecimento de cannabis medicinal. O produto seria comercializado por uma empresa ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A minuta do contrato previa lucro de 20% para o grupo envolvido.
FONTE:PLENO NEWS
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