A defesa de Jair Bolsonaro pediu e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja incluído como advogado do ex-presidente no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.
Com isso, o senador passa a ter livre acesso ao pai na Papudinha, local onde ele cumpre pena. Antes, como filho, Flávio só podia visitá-lo em dias e horários definidos por Moraes, sem precisar de autorização específica a cada encontro. Agora, como defensor formal no processo, poderá ampliar o contato.
Bolsonaro foi condenado pelo STF, em setembro do ano passado, a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele completou seis meses de detenção enquanto a defesa busca conseguir autorização para prisão domiciliar.
É o líder da direita quem definirá os nomes do partido para o Senado, processo este que, com a proibição de conversar com Valdemar Costa Neto, presidente do PL, se torna ainda mais difícil para Bolsonaro. Sendo assim, aliados acreditam que o fácil acesso de Flávio ao 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal pode facilitar nas construções para a eleição de outubro.
Fora isso, Flávio é pré-candidato à Presidência, vaga que seria de Jair, caso não estivesse preso e inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral.
Nesta segunda-feira (2), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse que foi submetida a um pequeno procedimento cirúrgico, na última sexta (27). Ela se pronunciou por meio dos stories do Instagram.
Esclarecendo a informação prestada pela deputada Bia Kicis durante os atos de ontem: passei por um pequeno procedimento cirúrgico na última 6ª feira. Está tudo bem e, salvo algumas restrições, sigo com minhas atividades normais. Obrigado pela preocupação, pelo carinho e pelas orações – destacou
– Nikolas, ela [Michelle] pediu para te falar que ela só não está aqui porque fez uma cirurgia na 6ª feira e está cuidando do nosso amado presidente Bolsonaro, fazendo a comida dele, cuidando da Laurinha, cuidando de tudo – falou Kicis, na ocasião.
O pastor Silas Malafaia usou seu perfil no X, na manhã deste domingo (1°), para comentar uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na qual o político conservador lamentou os ataques desferidos pela própria direita contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e aliados dele.
Na publicação, Malafaia afirmou ter sido alvo de críticas da direita por ter se posicionado contra ataques dirigidos ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e a Michelle. Segundo o pastor, vídeos com tom de deboche circularam nas redes sociais mencionando seu nome e sua condição de líder religioso.
Ao comentar a carta, Malafaia classificou o texto de Bolsonaro como uma resposta direta aos que, segundo ele, promovem ataques dentro da direita. O pastor destacou ainda o trecho em que o ex-presidente afirma que, em campanhas majoritárias e nas disputas ao Senado, os apoios devem ser construídos por meio do diálogo, e não por pressões ou ofensivas contra aliados.
– O que eu fiz foi me defender desses ataques levianos. A carta de Bolsonaro é uma lapada nesses linguarudos. Ele diz: Numa campanha majoritária, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques a aliados – escreveu o pastor.
SOBRE A CARTA DE BOLSONARO Em uma carta escrita à mão pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que veio a público neste domingo (1°), o líder conservador lamentou críticas direcionadas pela própria direita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a alguns aliados políticos. No conteúdo, ele também disse ter pedido à esposa que só se envolva mais diretamente na política após março deste ano.
De acordo com Bolsonaro, o pedido feito à ex-primeira-dama está relacionado aos cuidados que ela está precisando ter com a filha do casal, Laura, de 15 anos, que está recém-operada, além da assistência necessária a ele, que está preso na Papudinha, em Brasília, após ser condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na correspondência, o líder conservador ainda enviou um recado aos correligionários, apontando que “numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”.
Por fim, Bolsonaro disse que, da união da direita, depende o futuro do Brasil.
Confira, na íntegra, o conteúdo da carta: Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade – para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa.
A Michelle pedi para só se envolver na política após março/26, já que a mesma se encontra por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa.
Numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados.
Meu muito obrigado a todos pelo carinho e consideração.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorize a visita do vice-prefeito de São Paulo, Ricardo de Mello Araújo (PL). A solicitação foi protocolada no último sábado (28).
Ricardo de Mello Araújo se tornou vice do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), após indicação de Jair Bolsonaro.
Segundo os advogados do líder da direita, há necessidade de conversas presenciais entre Bolsonaro e Ricardo de Mello Araújo. O pedido feito a Moraes visa “permitir encontro pessoal específico, a ser realizado em data oportunamente ajustada, em razão da necessidade de diálogo direto com o Peticionário”, de acordo com a defesa do ex-chefe do Executivo. As informações são do Poder360.
Ronaldo CaiadoFoto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Silas Malafaia Oficial
Neste domingo (1º), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato a presidente da República, afirmou que “ninguém na história do Brasil, sem mandato, preso, consegue mobilizar a população brasileira igual Bolsonaro consegue nesse país”. Ele deu declarações durante o ato Acorda, Brasil, realizado pela direita na Avenida Paulista, em São Paulo.
No discurso, Caiado elogiou a capacidade de mobilização do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), atualmente preso por tentativa de golpe, e o classificou como “o homem que conseguiu levantar o Brasil e dizer em alto e bom som: vamos caminhar pela liberdade e a democracia plena”.
Também presente no ato na Paulista, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente da República, afirmou que o país “não aguenta mais a farra dos intocáveis” e que há autoridades que “se consideram acima de todas as leis”.
Em discurso no carro de som, Zema disse que “ninguém no Brasil é intocável” e que a população está “indignada” com os acontecimentos recentes.
– Não vamos nos vergar. Não vamos permitir que esses absurdos que estão acontecendo continuem – declarou.
O governador de Minas afirmou ainda que voltará à Paulista “quantas vezes for necessário”, em referência à mobilização da oposição ao governo federal e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Flávio Bolsonaro chegou à Avenida Paulista e foi cercado por apoiadores, que pediram fotos e o receberam com abraços.
Em meio à aglomeração, Flávio enfrentou dificuldade para avançar até o carro de som, sendo conduzido por seguranças e aliados até o local previsto para seu discurso.
Também presente no ato, o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, fez uma aparição no palanque. Na ocasião, Valdemar pegou o microfone e bradou apenas “Volta, Bolsonaro”.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro participou por chamada de vídeo, diretamente dos Estados Unidos, da manifestação. Em discurso transmitido no carro de som, ele agradeceu aos manifestantes e afirmou que o movimento busca “justiça que vai ser traduzida em anistia”.
Eduardo disse ainda que a anistia poderá ser alcançada “com a eleição do Flávio Bolsonaro como presidente e com uma bancada de senadores e deputados federais fortes e valentes”.
Durante a fala, o parlamentar saudou governadores e deputados aliados e disse que o movimento não se trata apenas de partido ou eleição, mas de “liberdade”.
Ricardo NunesFoto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Silas Malafaia Oficial
Neste domingo (1º), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), declarou apoio ao senador e pré-candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), durante o ato Acorda, Brasil. Ele também afirmou que o grupo político vai “ganhar de lavada” nas eleições.
Em discurso no carro de som, Nunes disse que “o Flávio está escolhido e que o time está escalado”, acrescentando que a disputa será decidida na urna, onde, segundo ele, o grupo mostrará sua força.
O prefeito também transmitiu um abraço do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que, de acordo com Nunes, está em viagem oficial à Alemanha, e afirmou que trabalhará “dia e noite para resgatar o Brasil”.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, declarou que o ataque com foguetes do Hezbollah a Israel foi um ato “ilegal”, acrescentando que ações do tipo dão a Israel pretexto para destruir o país.
O Hezbollah e Israel voltaram a trocar fogo após a ofensiva lançada por israelenses e americanos contra o Irã, no sábado (28).
O grupo terrorista disse ter disparado mísseis em direção a Israel, no primeiro ataque reivindicado pelo grupo em mais de um ano. Não houve relatos de feridos ou danos, e Israel disse ter interceptado um projétil, enquanto vários outros caíram em áreas abertas.
O governo realizou uma reunião de gabinete de cinco horas para discutir a ação do Hezbollah, que desencadeou retaliação massiva de Israel e o deslocamento de dezenas de milhares de pessoas.
Segundo o ministro da Informação, Paul Morcos, Aoun disse que o que aconteceu durante a noite “não foi para defender o Líbano ou proteger o povo libanês.
– O que estamos testemunhando são edifícios desabando sobre seus moradores enquanto dormem – disse.
De acordo com os advogados do líder conservador, o pedido visa “permitir encontro pessoal específico, a ser realizado em data oportunamente ajustada, em razão da necessidade de diálogo direto com o peticionário”
Moraes ainda não se manifestou a respeito dos pedidos.
Mais cedo, o ministro rejeito um pedido de reconsideração do senador Magno Malta (PL-ES) e manteve a decisão de 29 de janeiro que negou autorização para que o parlamentar visitasse Bolsonaro na prisão. As informações são do site O Antagonista.
No STF, a CBV alega que a Lei Municipal 13.770/2024 de Londrina proíbe a participação de atletas com identidade de gênero diferente do sexo biológico em competições disputadas em equipamentos públicos municipais. Segundo a entidade, em decorrência da lei local, a participação da atleta Tifanny Abreu, que preenche todos os requisitos do regulamento da CBV, poderia resultar na aplicação de multa à organização e até mesmo na perda do alvará concedido para a realização da competição no Ginásio do Moringão.
A confederação sustenta que a legislação municipal viola decisões vinculantes do STF sobre a autonomia constitucional das entidades desportivas para se autorregular, além de inúmeros precedentes em que a Corte assegurou direitos a pessoas transgênero.
Na decisão, a ministra Cármen Lúcia explicou que o STF, no julgamento da ADI 7580, ressaltou a autonomia das organizações esportivas para se autogovernar e se autonormatizar. No caso, ela verificou que a confederação esportiva tem regulamento próprio, com política específica para a participação de atletas trans, baseada em critérios técnicos e jurídicos alinhados a diretrizes internacionais.
A aplicação da lei municipal, segundo a relatora, “geraria grande perplexidade e insegurança jurídica e social por materializar um retrocesso nas políticas de inclusão social, de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana”, desenhadas no Brasil nas últimas décadas e reiteradamente validadas em decisões vinculantes do STF.
Diante da urgência, em razão da proximidade do evento, e das razões apresentadas pela entidade – inclusive a possibilidade de banimento de uma desportista da competição –, a ministra considerou preenchidos os requisitos para a concessão da liminar. As informações são do STF.
A liminar da ministra beneficiou a atleta trans Tiffany Abreu, que joga no time de vôlei Osasco São Cristóvão Saúde e marcou o ponto decisivo que garantiu a vitória de sua equipe na Copa Brasil de Vôlei, na partida disputada nesta sexta (27) contra o Sesc Flamengo, no Ginásio Moringão, em Londrina (PR). O Osasco derrotou o SESC Flamengo por 3 a 0 (25/21, 26/24 e 25/17), nas semifinais da competição.
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