O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), ironizou a filiação do empresário Pablo Marçal ao União Brasil, na última sexta-feira (6). Em conversa com a Folha de S.Paulo, Nunes afirma que Marçal “vendeu sua alma” à sigla.
– O Marçal já tinha falado que queriam a alma dele, deve ter dado – disse o prefeito, ironizando uma declaração do influenciador durante a campanha nas eleições municipais de 2024.
Enquanto era pré-candidato à prefeito da capital paulista, Marçal afirmou que o União Brasil estaria “cobrando caro” para apoiá-lo na eleição.
– O que eles estão me pedindo é caro pra mim. É a minha alma e eu não quero entregar isso – disse o empresário, na época.
Marçal participou da sabatina de filiação ao partido, e pretende reverter sua situação de inelegibilidade para disputar as eleições deste ano. Ele foi condenado três vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Dessas ações, reverteu uma condenação, enquanto recorre das outras duas.
Mesmo com os reveses na Justiça Eleitoral, Marçal aposta em um recurso que o permita concorrer no pleito até que os processos contra ele não estejam julgados em definitivo, ou seja, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O União Brasil aposta em Marçal como puxador de votos. Segundo interlocutores da sigla, o plano é lançá-lo a uma vaga de deputado federal por São Paulo, um cargo ao qual o influenciador já concorreu nas eleições de 2022. Ao Estadão, Marçal afirmou que se filiou ao partido para “livrar o Brasil do PT”.
Nesta segunda-feira (9), o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assinou o pedido de CPI para investigar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, no caso do Banco Master.
– Acabei de assinar e vou apresentar um requerimento para aditar o escopo da CPI, para que também se investigue as atuações suspeitas de Fernando Haddad e Galípolo. O fundamento vou dar publicidade em breve – disse o senador à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Flávio disse ao colunista que só não assinou o pedido antes, pois estava preparando requerimento para incluir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
O pedido de CPI partiu do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) que reuniu um total de 29 assinaturas. Apenas 27 seriam necessárias para o requerimento.
Alexandre e Viviane de Moraes ao lado de Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, divulgou uma nota pública explicando o contrato do seu escritório com o Banco Master. Ela recebeu pouco mais de R$ 80 milhões pelos serviços prestados à instituição presidida por Daniel Vorcaro.
Apesar da nota divulgada não conter os valores do contrato, dados retirados do celular do banqueiro revelam todas as cláusulas, validando os custos do serviço.
Viviane havia assinado o acordo em fevereiro de 2024, com validade de três anos, mas ele foi interrompido após a liquidação do banco, em novembro do ano passado, e a prisão do seu proprietário, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Os honorários da advogada eram de R$ 3.646.529,77 mensais, segundo o contrato, que totalizam dentro do período de serviço, o montante de R$ 80.223.654,94. O valor representa quase 80 vezes mais dos que os aplicados por outros escritórios pelo mesmo tipo de serviço, que gira em torno de R$ 3 mil por hora trabalhada.
Em nota, o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados relatou ter realizado 81 reuniões presenciais e outras 13 por videoconferência, totalizando 267 horas. Além disso, a jurista alega ter produzido outros 36 pareceres e opiniões legais e para atender às demandas, outros 15 profissionais participaram dos processos.
O comunicado reforça ainda que os serviços prestados ao banco não tem envolvimento com processos do Supremo Tribunal Federal (STF), o que poderia configurar conflito de interesse com o esposo.
Confira a nota divulgada na íntegra: O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados esclarece que foi contratado, no período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, pelo cliente Banco Master, para o qual realizou ampla consultoria e atuação jurídica, por meio de uma equipe composta por 15 (quinze) advogados. Para a realização dos serviços, também contratou outros três escritórios especializados em consultoria, que ficaram sob sua coordenação.
As duas equipes jurídicas responsáveis pela consultoria e atuação jurídicas, entre o início do contrato, em 2024, e a liquidação extrajudicial do banco, em novembro de 2025, com o consequente encerramento contratual, realizaram:
94 (noventa e quatro) reuniões de trabalho, sendo: I.1) 79 (setenta e nove) reuniões presenciais na sede do Banco Master, todas com duração aproximada de 3 (três) horas, entre o banco, por meio de suas superintendências de Compliance e Corporativa e gerência de Compliance, e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, para análise de documentos, discussão dos problemas jurídicos e desenvolvimento do objeto do contrato;
I.2) 13 (treze) reuniões com a presidência da instituição e a equipe jurídica, sendo 2 (duas) presenciais na sede do escritório e 11 por videoconferência, com duração aproximada de 2 (duas) horas;
I.3) 2 (duas) reuniões por videoconferência entre o jurídico do Banco Master e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes, com duração aproximada de 2 (duas) horas.
A atuação de uma das equipes jurídicas, juntamente com os consultores contratados, englobou a elaboração de Opiniões Legais nos casos solicitados pelo Departamento de Compliance; Revisão da Política de Captação para o Regime Próprio da Previdência Social – RPPS; Revisão do Programa de Compliance & PLDFT para a obtenção do Selo Pro-Ética, implicando em: Revisão da Estrutura do Departamento de Compliance; Revisão do Código de Ética e Conduta; Elaboração das Políticas necessárias – Política de relacionamento com Poder Público; Política de licitações e contratos; Política de contato com concorrentes; Política de conflito de interesses; Política de Partes Relacionadas, entre outras; Revisão das demais políticas e procedimentos da área de Compliance para adequação ao exigido pela Corregedoria Geral da União – CGU.
Foram produzidos 36 (trinta e seis) pareceres e opiniões legais acerca de uma ampla gama de temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito, entre outros.
Elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta, políticas de integridade, estruturação do departamento de compliance e apoio à alta administração.
Elaboração e revisão do Manual de Gestão e Captação de Recursos do RPPS, Política de Relacionamento com o Poder Público, Política de treinamento, capacitação e certificação continuada, Política de PLDFT, Política de Risco Operacional, Política de Sucessão de Administradores, Política de Transação com Partes Relacionadas, Política de Canais de Denúncia e Investigações, Política de Gestão de BNDU, Política de fusões e aquisições, Política de Gestão de Consequências, Política de investimentos pessoais, Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Política de Suitability, Política de Comunicação, Política de Saúde e Segurança no Trabalho, Manual de Contratação de Parceiros, Manual de Procedimentos Conheça seu Parceiro – KYP, Manual de Procedimentos Conheça seu Prestador de Serviço Terceirizado.
A equipe jurídica ajudou a implementar o Novo Código de Ética e Conduta do banco, com apresentação presencial às Superintendências, e realizou consultoria sobre temas do mercado financeiro, como questionário AMBIMA, revisão de formulários de Due diligence; a elaboração de modelos de relatório regulatório sobre remuneração; preenchimento de auto avaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros.
Outra equipe do escritório Barci de Moraes, juntamente com os consultores, atuou, principalmente, na área penal e administrativa, na análise consultiva e estratégica de inquéritos policiais, ações penais, inquérito civis, ações civis públicas e ações de interesse ou que pudessem produzir reflexos na atuação do Banco Master e de seus dirigentes, vários deles sigilosos, bem como na atuação contenciosa específica em ação penal, cujo ajuizamento ocorreu em 17/10/2024, e inquérito policial federal específico, cuja habilitação se deu em 8/4/2024.
O escritório esclarece ainda que nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF (Supremo Tribunal Federal).
O Barci de Moraes Sociedade de Advogados tem uma trajetória de quase duas décadas prestando serviços altamente qualificados para grandes clientes, unindo visão jurídica e abordagem estratégica.
Martha e Tomas GraeffFoto: Reprodução/Instagram @marthagraeff
O empresário Tomas Graeff, pai da influenciadora Martha Graeff, aproveitou o ensejo do Dia Internacional da Mulher, neste domingo (8), para apoiar publicamente a filha, ex-namorada de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O nome da modelo ganhou destaque após a divulgação de mensagens privadas do ex-casal.
Em texto publicado no Instagram – com comentários limitados – Tomas afirmou ter orgulho da filha e disse que Martha tem sofrido “injustiça, ódio e violência sistêmica”.
– As lágrimas derramadas pela injustiça, ódio e violência sistêmica que vem sofrendo irão regar as flores mais bonitas da Terra – escreveu.
O empresário também exaltou a trajetória da influenciadora.
– A beleza exterior não é páreo para a beleza interior. Tem um coração enorme, que cativa todos por onde passa, que transforma tristeza em alegria. Ela dá a roupa do corpo para quem precisa, abraça forte aqueles que estão em sofrimento, levanta a voz pelos mais fracos. A história dela conta isso, basta procurar, não é invenção de pai coruja – disse.
QUEM É MARTHA GRAEFF Martha Graeff, principal interlocutora de Daniel Vorcaro nas mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular do banqueiro, tem 40 anos, é influenciadora digital e modelo.
Com mais de 670 mil seguidores no Instagram, ela exibe uma vida de luxo em Miami, nos Estados Unidos, além de viagens a lugares paradisíacos.
Vorcaro, porém, não foi a primeira figura pública com quem a modelo se relacionou. Ela já namorou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e foi casada com o ex-jogador da NBA Rony Seikaly, com quem tem uma filha de 6 anos.
Graeff circula na alta roda da sociedade, tendo como uma de suas amigas, por exemplo, Ivanka Trump, filha do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
Martha também se dedica à área social, a frente do The Bazaar for Good, chegando a arrecadar R$ 3,7 milhões para causas como a reconstrução pós-enchentes no Brasil. Ela já chegou a atuar como repórter do Domingão do Faustão, na TV Globo, em 2011.
O reforço na segurança do ministro se deu pela identificação de um núcleo violento em torno do empresário Daniel Vorcaro. Luiz Phillipi Moraes Mourão, o Sicário de Vorcaro, era o principal responsável por monitorar agentes públicos e desafetos do banqueiro e planejar ações violentas contra eles.
Mais cedo, a Polícia Judicial do STF já havia procurado o gabinete do ministro para avaliar a possibilidade de ampliar a proteção do magistrado para a família dele, levando em consideração as descobertas sobre o grupo de Vorcaro. Deste forma, equipes de segurança reforçariam os cuidados com o núcleo familiar de Mendonça, mesmo na ausência dele.
Daniel Vorcaro, em 2017, na sede da empresa Foto: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo
Um evento privado organizado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em Taormina, na região italiana da Sicília, entre 6 e 10 de setembro de 2023, teria custado mais de 40 milhões de dólares (R$ 210 milhões na cotação atual). A celebração reuniu artistas internacionais, ocupou hotéis de luxo da cidade e utilizou espaços históricos como cenário para as apresentações.
Grande parte das despesas foi destinada à contratação de atrações musicais. Apenas os cachês dos artistas somaram mais de 17 milhões de dólares (R$ 89,5 milhões na atual cotação). O valor mais alto teria sido pago ao Coldplay, contratado por 11,4 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 60 milhões.
Também se apresentaram no evento nomes conhecidos como Michael Bublé, com cachê de 2 milhões de dólares (R$ 10,5 milhões); Andrea Bocelli, por 981 mil dólares (R$ 5,16 milhões); além de Seal e o DJ David Guetta, ambos por aproximadamente 937 mil dólares (R$ 4,93 milhões).
Além das atrações artísticas, os organizadores reservaram hotéis de alto padrão em Taormina. Documentos apontam pagamentos de 1,77 milhão de dólares (R$ 9,32 milhões) ao Four Seasons San Domenico Palace, hotel que ganhou fama mundial após servir de cenário para a série The White Lotus. Outros 1,02 milhão de dólares (R$ 5,37 milhões) foram destinados ao Belmond Grand Hotel Timeo.
A estrutura do evento também envolveu a utilização de locais históricos da cidade. Entre eles está o Teatro Greco de Taormina, anfiteatro construído na antiguidade e considerado um dos principais cartões-postais da Sicília. O espaço, juntamente com o Castello degli Schiavi, teria custado aproximadamente 1,09 milhão de dólares (R$ 5,74 milhões) para sediar as festas.
Os custos de produção representaram outra parcela significativa da despesa total. Documentos indicam que cerca de 15,4 milhões de dólares (R$ 81 milhões) foram destinados à montagem de palco, iluminação, cenografia, sistemas de som, estrutura técnica e coordenação do evento.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou enquanto estava no exterior a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, além de seu cunhado e braço direito, Fabiano Zettel, e de diretores do Banco Central do Brasil. A decisão foi assinada na última terça-feira (3), diretamente de Frankfurt, na Alemanha, onde o ministro participa desde o início da semana de eventos jurídicos.
Mendonça está no país europeu desde o fim de semana para participar do evento Diálogos Internacionais Brasil-Alemanha, realizado na Universidade Goethe de Frankfurt e organizado pela empresa Dinter Diálogos Intercontinentais, em parceria com o Iter, instituto de ensino ligado ao ministro.
A representação da Polícia Federal solicitando as prisões preventivas foi enviada ao STF no último dia 27 de janeiro. De acordo com o colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, nos dias seguintes, mesmo com a agenda do encontro, o magistrado se dedicou à análise do pedido e à elaboração da decisão.
Durante o evento, Mendonça limitou sua participação aos painéis e evitou compromissos sociais, como jantares com outros participantes — entre eles o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o ministro Alexandre Padilha. Pessoas que estiveram com o magistrado relataram que ele manteve postura mais reservada nos últimos dias.
No momento em que a Polícia Federal (PF) deflagrava a terceira fase da Operação Compliance no Brasil, o ministro participava de uma atividade do encontro, mas deixou a sala onde ocorria uma palestra sobre energia. Com quatro horas de diferença no fuso em relação ao Brasil, ele se dirigiu a um espaço reservado na universidade antes que a informação começasse a circular.
Em publicação na rede social X, Ramagem levantou suspeitas sobre o episódio e afirmou que mortes ou incidentes incomuns costumam aparecer em momentos de crise política ou quando surgem revelações sobre crimes graves.
Na mensagem, ele citou episódios com mortes suspeitas como exemplos do que chamou de “padrão” em situações semelhantes.
– Cometeu suicídio? Altamente improvável. É o padrão em crises pela revelação da alta criminalidade desse sistema. Surgem as quedas de helicópteros, explosões de aviões, sequestro e morte de prefeitos, queimas de arquivo, destruição de adversários – escreveu.
Postagem de Ramagem Foto: Reprodução/X
O ex-deputado também argumentou que, por estar sob responsabilidade da Polícia Federal, Mourão deveria ter recebido proteção adequada, inclusive para evitar qualquer tentativa de autoagressão.
Na mesma postagem, Ramagem afirmou ainda que, em sua avaliação, instituições da República estariam passando para o controle de organizações criminosas.
– Os poderes da República estão tomados por organizações criminosas de alta periculosidade – resumiu.
Ao final da publicação, Ramagem mencionou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela relatoria das investigações envolvendo os casos do Banco Master e do INSS, pedindo que o magistrado conduza as apurações com rigor e atenção às normas constitucionais.
– Que o ministro André Mendonça, na relatoria das investigações dos dois escândalos (INSS e Master), seja diligente e atento, firme e forte, adstrito à lei, seguindo a Constituição. Que nesse propósito seja guardado e protegido em seus caminhos – completou.
SOBRE SICÁRIO Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, aparece nas investigações da Operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades envolvendo o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. De acordo com a Polícia Federal, ele seria responsável por atividades de vigilância, coleta de informações e monitoramento de pessoas consideradas adversárias do banqueiro.
Mensagens obtidas pelos investigadores indicam ainda que Mourão teria participado de conversas com Vorcaro sobre um plano para simular um assalto contra o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo. O objetivo, segundo as investigações, seria intimidar o profissional.
Uma única conta bancária do empresário Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, movimentou R$ 19,3 milhões, de 2022 a 2025. Os dados constam na quebra de sigilo de Lulinha, que é filho do presidente Lula (PT).
A conta bancária citada é de pessoa física de Lulinha, em uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil, em São Paulo (SP).
Dos R$ 19,3 milhões transacionados por Lulinha, R$ 9,66 milhões correspondem a créditos. O restante foram pagamentos para outras contas. As informações são da coluna de Andreza Matais, do Metrópoles.
Para os investigadores, essa quebra de sigilo corresponde a uma parte do quebra-cabeça financeiro envolvendo o filho de Lula. Outras contas bancárias de Lulinha será analisadas.
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