quarta-feira, 20 de maio de 2026
Depois da morte dela, Liam mudou profundamente.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Por que isso incomoda?”: Atriz sai em defesa de curso de Cazarré Ator vai tratar de saúde masculina durante evento em São Paulo

O ator Juliano Cazarré, de 45 anos, divulgou na última quarta-feira (22) um curso de desenvolvimento pessoal voltado para os homens. Segundo ele, o curso contará com especialistas nas áreas de empreendedorismo, saúde masculina, paternidade e vida espiritual.
O anúncio de O Farol e a Forja, que vai acontecer em julho, levantou críticas contra a iniciativa que tem por objetivo reverter o enfraquecimento masculino. Cazarré é declaradamente conservador, de direita e cristão.
Em meio às críticas, houve também quem apoiasse a iniciativa, inclusive mulheres. A atriz Juliana Knust publicou um vídeo questionando o motivo das críticas ao projeto lançado pelo ator.
— Desde quando falar de paternidade virou um problema? Um homem como Juliano Cazarré, pai de seis filhos, casado, trabalhador, um homem religioso, um cara de bem, cria um encontro para discutir responsabilidade, presença, fé, saúde masculina. E isso é tratado como ameaça? Gente, tem uma coisa muito estranha acontecendo. Prestem bem atenção — disse.
Ela ainda ressaltou a importância de as mulheres buscarem empoderamento e que também deve haver valorização quando os homens procuram ser melhores:
— Quando nós, mulheres, a gente se reúne para falar das nossas dores, da nossa força, dos nossos direitos, isso é necessário. É legítimo, urgente, inegociável. A gente sabe o medo que existe, a gente vive isso na pele, os números estão aí gritando, não dá para fingir que não existe! Mas, justamente por isso, quando homens querem se reunir para serem melhores, por que que isso incomoda? — afirmou a atriz.
Knust terminou a publicação reforçando a diferença entre homens que buscam se fortalecer e os que são, de fato, um problema para a sociedade.
— Gente, existe uma diferença enorme entre homens que ferem, abusivos, controladores, machistas, narcisistas, completamente equivocados, e homens que estão tentando evoluir. E ignorar essa diferença não protege ninguém; muito pelo contrário. Porque homem ausente machuca, homem despreparado desestrutura uma família inteira — finalizou.
O Farol e a Forja, chamado pela organização de “o maior encontro de homens do Brasil”, vai ocorrer entre os dias 24 e 26 de julho, na Uni Ítalo, em São Paulo.
Confira vídeo completo de Juliana Knust:
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FONTE:PLENO NEWS
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Candidata a miss morre após cair do 13º andar; namorado é preso Caso aconteceu nesta quarta-feira

A modelo Ana Luiza Mateus, candidata da Bahia ao concurso de beleza Miss Cosmo, foi encontrada morta após cair do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (22). Ela tinha 29 anos de idade.
Tarso Ferreira, namorado da jovem, foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio. Eles estavam juntos havia três meses.
Testemunhas disseram ao G1, de quem são as informações, que viram os dois discutindo quando chegaram ao condomínio. Depois da suposta briga, Tarso teria deixado o prédio sozinho.
Funcionários relataram que orientaram a modelo a sair do local se o namorado voltasse. A jovem, então, disse que comprou uma passagem de volta para casa. No entanto, ela decidiu ficar no imóvel.
A queda ocorreu por volta das 5h30. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso.
Uma perícia já foi feita no local.
O delegado Renato Martins apontou que várias testemunhas, de fontes independentes, disseram que o casal vivia em conflito. De acordo com ele, o suspeito alterou a cena do crime.
Segundo testemunhas, Tarso teria tentado deixar o local pela porta dos fundos.
Ana Luiza era natural de Teixeira de Freitas, Bahia. Por meio de uma nota, a organização do concurso Miss Cosmo Brasil lamentou a morte da modelo. As informações são do G1.
FONTE:PLENO NEWS
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Paramount confirma Top Gun 3 com retorno de Tom Cruise Continuação terá o produtor Jerry Bruckheimer

Durante seu painel na CinemaCon, evento em que estúdios apresentam seus próximos projetos para donos de cinema, a Paramount confirmou uma nova sequência de Top Gun estrelada por Tom Cruise.
Além do retorno de Cruise como Pete Maverick Mitchell, a continuação de Top Gun terá o produtor Jerry Bruckheimer. Ehren Kruger, que trabalhou no longa, está atualmente desenvolvendo o roteiro, segundo o Deadline.
Em 2025, Christopher McQuarrie, que coassinou o roteiro do longa de 2022 ao lado de Kruger e Eric Warren Singer, já havia dito que a história do novo longa já tinha sua “moldura” pronta.
Na apresentação, o CEO da Paramount, David Ellis, reforçou a importância que Top Gun: Maverick teve na reabertura dos cinemas após a pandemia da Covid-19 e disse que o terceiro capítulo da franquia receberá a mesma atenção em sua distribuição.
Apesar de confirmar Top Gun 3, a Paramount não deu previsão para a estreia.
Primeiro filme da franquia, Top Gun: Ases Indomáveis está disponível para streaming na Netflix, no Paramount+ e no MercadoPlay.
O segundo filme, Top Gun: Maverick, está disponível para compra e aluguel nas plataformas digitais.
*Com informações AE
FONTE:PLENO NEWS
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Ex Motorista de BOLSONARO cantou como ROBERTO CARLOS e impressionou o mundo
Pouca gente sabia o que eu escondia. Uma voz que eu usava só quando podia. Cantava baixinho para não incomodar, sem imaginar onde Deus me ia levar. Nunca pensei que o meu história fosse interessar alguém. Por muitos anos, fui apenas motorista, um homem simples, de origem humilde, que teve a oportunidade de trabalhar dirigindo-se para o presidente Jair Bolsonaro.
Muita gente me pergunta como era ele no dia a dia e respondo sempre à mesma coisa. Era um homem simples e tinha um coração bom. Eu não estou a falar de política, estou a falar de convivência, de quem vê de perto, no silêncio, longe das câmaras. Eu passava horas de condução, viagens longas, dias corridos, muita responsabilidade.
Mas havia uma coisa que pouca gente sabia sobre mim. Eu cantava, sempre cantei desde menino, só que eu tinha vergonha. cantava baixo sozinho, quando achava que ninguém estava a ouvir. Às vezes, enquanto esperava dentro do carro, eu ficava ali olhando em frente e cantando baixinho.
Era a forma que eu tinha de conversar com Deus. Um dia eu pensei que estava sozinho. O carro estava parado. Eu à espera de terminar uma reunião, comecei a cantar uma canção gospel que a minha mãe gostava. Cantei com o coração, fechei os olhos, esqueci o mundo e deixei a voz sair.
Quando terminei, ouvi uma voz atrás de mim. Ué, você canta assim e nunca disse nada? Eu tomei um susto. Era o presidente. Eu Fiquei sem saber onde enfiar a cara. Desculpa, senhor, eu só canto assim de vez em quando. Ele deu uma riso daquele jeito simples dele e disse: “Rapaz, isto não é de vez em quando, não. Isso aí é dom.
Dom que Deus te deu.” Nunca esqueci dessas palavras. Ele ficou quieto durante alguns segundos, depois falou: “Continua a cantar, não perdes isso não. Há muita gente que tem tudo e não tem o que tu tens”. Naquele dia senti algo diferente dentro de mim. Não era orgulho, era como se Deus estivesse a dizer: “Eu estou a ver-te”.
Muita gente pode dizer o que quiser, mas eu vi de perto atitudes que ninguém vê. Já o vi tratar funcionário com respeito. Já o vi parar para ouvir gente simples. Já o vi a preocupar com quem ninguém se preocupava. E comigo ele foi assim. Nunca me tratou como menos, nunca me tratou como invisível.
E nesse dia, aquele dia em que ele me ouviu cantar, foi a primeira vez que senti que a minha voz podia ir além do carro, para além da garagem, para além da minha vida simples. Hoje, quando as pessoas dizem que se emocionam quando eu canto, lembro-me daquele momento, do banco da frente, do retrovisor e da voz, dizendo: “Isto é um dom de Deus”.
E acredito até hoje, o dom da voz foi Deus que me deu. Eu já fui motorista na estrada da vida, conduzindo sonho sem saber para onde ia, carregando gente importante no banco de trás, mas dentro do peito guardava algo mais. Pouca gente sabia o que eu escondia.
Uma voz que eu usava apenas quando podia. Cantava baixinho para não incomodar. sem imaginar onde Deus me ia levar. Na garagem vazia, depois do trabalho, cantava, olhando para o céu estrelado e dizia em silêncio, com o coração cheio: “Se este é um domu Senhor, eu aceito”. Nunca pensei que o Brasil me fosse ouvir, que a minha história alguém ia sentir.
Eu era apenas mais um homem comum, mas Deus escreve certo mesmo no incomum. Foi o dom da voz que Deus me deu. Quando tudo parecia perdido, ele apareceu de motorista da vida, sem palco e sem luz. Hoje canto ao povo e agradeço a Jesus. Se a minha voz emociona, não é mérito meu.
Foi presente do céu, foi Deus que mo deu. E se o O Brasil inteiro parou para escutar, foi porque o milagre quis usar-me quente. Um dia pediram-me cantar sem aviso. Tremo e confesso. Perdi até o sorriso. Achei que era brincadeira, coisa sem valor, mas quando cantei senti o calor. Olhos encheram-se silêncio no ar, pessoas a pararem só para me escutar.

E alguém falou: “Este homem tem um dom.” Naquele momento tudo mudou de tom. A notícia correu mais depressa que o vento. De repente, o meu nome estava no momento. Quem me via na rua parava para falar. Canta aquela canção que nos faz chorar. Eu entendi que não era por fama, nem por dinheiro, nem por quem chama.
Era propósito escrito lá no céu, um plano guardado apenas para um fiel. Foi o dom da voz que Deus me deu. Quando tudo parecia perdido, ele apareceu de motorista da vida, sem palco e sem luz. Hoje canto para o povo e agradeço a Jesus. Se a minha voz emociona, não é mérito meu.
Foi oferta do céu, foi Deus que mo deu. E se o Brasil inteiro parou para ouvir, foi porque o milagre quis usar-me no tope. Quantas noites chorei sozinho, pensando que o meu sonho era pequenino. Mas Deus não escolhe pelo que você tem. Ele escolhe quem tem fé também. Se hoje eu canto para a multidão, foi ele que me deu a mão e cada nota que sai do meu coração.
É oração, é gratidão. Ainda me lembro do volante na mão do rádio a tocar no fim do plantão. Cantava junto sem imaginar que um dia o povo ia ouvir-me. Não foi sorte, não foi por acaso, foi Deus escrevendo cada passo. Quem me viu simples vai entender. Quando ele quer faz acontecer.
Foi o dom da voz que Deus me deu quando ninguém acreditava. Ele prometeu que o homem simples também pode vencer quando confia e não deixa de acreditar. Se a minha voz hoje toca o Brasil, foi Deus que escreveu cada fio do destino meu. E se alguém perguntar como tudo começou, foi no silêncio quando eu cantava para o Senhor o cortar.
O dom da voz não foi conquista, foi missão. Quem canta com fé nunca canta em vão. Oh.
FONTE:https://news2.goldnews24h.com/
sexta-feira, 13 de março de 2026
Ratinho fala pela primeira vez após polêmica com Erika Hilton Apresentador disse que defende o direito de questionar

Nesta sexta-feira (13), o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, se pronunciou pela primeira vez após a polêmica que se formou em torno dele e da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que assumiu a presidência da Comissão da Mulher na Câmara.
– Defendo a população trans. Mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política não é preconceito. É jornalismo. E não vou ficar em silêncio. ️Convido jornalistas, comentaristas, apresentadores: “Falem. Publiquem. Não fiquem em silêncio. Porque silêncio é conivência” – destacou o apresentador.
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A declaração inicial de Ratinho sobre Erika Hilton ocorreu na última quarta-feira (11). Para o comunicador, o cargo deveria ser entregue a uma mulher.
– Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans, a Erika Hilton? Ela não é mulher, ela é trans. Não tenho nada contra trans. Mas se tem outras mulheres. Mulher, para ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Quero dizer que não tenho nada contra a deputada Erika Hilton, ela fala bem, ela é boa de prosa. (…) Mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Não é fácil ser mulher – avaliou.
Em nota, o SBT se pronunciou frisando repudiar “qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa”.
– As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores – assinalou.
FONTE:PLENO NEWS
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
O Rei se Posicionou: Roberto Carlos Canta Música para Bolsonaro e Para o Brasil

O Momento da Surpresa
O público que lotou o espetáculo do Rei Roberto Carlos na última noite testemunhou algo que foge de todas as regras do “script” habitual do cantor. Em um momento de profunda carga emocional e política, Roberto Carlos abandonou sua tradicional neutralidade, estendeu a bandeira do Brasil no centro do palco e dedicou uma de suas canções mais icônicas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, provocando um misto de êxtase e choque na plateia.
Tudo aconteceu pouco antes do encerramento, no momento em que o Rei costuma cantar “Jesus Cristo”. Em vez da introdução habitual, as luzes se apagaram e um feixe de luz verde e amarela iluminou o cantor. ComovidO público que lotou o espetáculo do Rei Roberto Carlos na última noite testemunhou algo que foge de todas as regras do “script” habitual do cantor. Em um momento de profunda carga emocional e política, Roberto Carlos abandonou sua tradicional neutralidade, estendeu a bandeira do Brasil no centro do palco e dedicou uma de suas canções mais icônicas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, provocando um misto de êxtase e choque na plateia.o, Roberto Carlos desdobrou uma bandeira do Brasil e a colocou sobre o pedestal do microfone.
“Existem momentos em que a gente não pode apenas cantar o amor, mas também o amor pela nossa terra e por aqueles que lutam por ela”, disse o Rei, sob aplausos ensurdecedores e alguns gritos de surpresa. Foi então que ele anunciou: “Essa próxima música eu gostaria de dedicar a um homem que, assim como muitos de nós, ama este país acima de tudo: Jair Bolsonaro”.
A Canção Escolhida
A música escolhida foi “Eu Quero Apenas”, mas com uma interpretação visivelmente mais solene. Ao cantar os versos “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”, Roberto Carlos apontou para a bandeira e para o público, sinalizando uma mensagem de união sob as cores nacionais.
A plateia, composta por admiradores de todas as idades, reagiu com um clamor ruidoso. Enquanto uma parte do ginásio entoava gritos de apoio ao ex-presidente, outros espectadores permaneciam em silêncio, processando a magnitude do que acabara de acontecer.
Repercussão Imediata nas Redes Sociais
Em poucos minutos, vídeos gravados por fãs inundaram as redes sociais. O gesto do Rei tornou-se instantaneamente o assunto mais comentado do X (antigo Twitter) e do Instagram. Políticos aliados de Bolsonaro celebraram o momento como uma “vitória cultural”, afirmando que o maior ícone da música brasileira finalmente “saiu do armário político” para defender o patriotismo.
Por outro lado, críticos do cantor e setores da oposição manifestaram decepção. “O Rei sempre foi de todos os brasileiros. Ao escolher um lado, ele deixa de ser uma unanimidade”, comentou um influente crítico de arte.
O Impacto na Carreira do Rei
Analistas de imagem apontam que este gesto pode marcar um novo capítulo na carreira de Roberto Carlos. Aos 84 anos, o cantor parece não mais se preocupar com as possíveis represálias comerciais ou com a patrulha ideológica. Estender a bandeira e citar Bolsonaro é um movimento que solidifica sua conexão com uma fatia imensa da população brasileira que se identifica com valores conservadores.
Conclusão
Seja por convicção pessoal ou por um desejo de se aproximar de seu público mais fiel, Roberto Carlos provou que ainda tem o poder de surpreender e pautar a conversa nacional. O Rei, que sempre cantou as emoções da alma, decidiu agora cantar as emoções de uma nação polarizada, deixando claro que sua coroa também tem as cores do Brasil.
FONTE:https://hotnews247hz.com/
sábado, 1 de novembro de 2025
Atriz cega de Caras & Bocas expõe ter sofrido maus-tratos na Globo Danieli Haloten foi primeira atriz com deficiência visual a ter um papel de destaque na emissora

Primeira atriz com deficiência visual a ter um papel de destaque em uma novela da Rede Globo, Danieli Haloten revelou ter sofrido maus-tratos por parte de integrantes da produção à época em que atuou em Caras & Bocas, em 2009.
Hoje com 45 anos, ela contou à revista Caras que funcionários da emissora a destratavam e reclamavam constantemente da presença do seu cão-guia, Higgans, no Projac.– A maioria dos atores me tratava muito bem, mas o pessoal da produção não queria que eu estivesse ali. Os maus-tratos vinham mais de quem trabalhava nos bastidores: produtores, cabeleireiros e maquiadores. Um ou outro ator me tratava mal, mas a maioria dos atores parecia me aceitar e não ter preconceito. Reclamavam muito dele [Higgans], até que arrumaram uma salinha para ele ficar preso enquanto estávamos gravando – descreveu.
Natural de Curitiba, Danieli se formou em Jornalismo e ingressou em um curso de teatro a fim de tentar carreira artística. Ela enviou seu currículo para autores de novelas, e Walcyr Carrasco decidiu contratá-la e criou a personagem Anita especialmente para Danieli.
Na novela, Anita é irmã do protagonista Gabriel (Malvino Salvador), filha de Socorro (Elizabeth Savala) e par romântico de Anselmo (Wagner Santisteban), com quem tem uma filha ao final da trama. Após o folhetim, Danieli nunca mais atuou na televisão.
– Sempre me falavam: “Mas você já fez personagem cega”, “Já teve uma personagem cega na última novela”. Como se isso significasse que eu não pudesse interpretar qualquer outro papel – assinalou.
Posteriormente, ela se formou em Direito e atualmente trabalha como servidora pública no Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina (TRT-SC).
sábado, 2 de agosto de 2025
Mara confronta Sheherazade sobre processo contra Silvio: "Foi ele quem te deu a grande oportunidade de sua carreira"
A apresentadora Mara Maravilha confrontou a jornalista Rachel Sheherazade com perguntas sobre Silvio Santos durante o Programa da Maravilha, na Rede Gospel. Na gravação, a anfitriã perguntou se, após a morte do dono do SBT, a comunicadora se arrependeu de ter processado a pessoa que lhe deu uma grande oportunidade de carreira. A pergunta foi o estopim para que o clima da conversa azedasse.
– Não quero te constranger, mas preciso perguntar: Você se arrepende de algo na sua carreira? (…) Quando eu te pergunto se você fez algo, foi em relação ao assunto do Silvio, que você processou o Silvio e aí coincidiu no falecimento dele – mencionou a apresentadora.
Imediatamente, Sheherazade demonstrou que não estava disposta a entrar no assunto.
– Eu não falo sobre esses assuntos relacionados à empresa anterior [SBT], porque todo mundo sabe, é público, há uma ação judicial em curso. E eu não posso falar sobre ação judicial. Quem fala são os advogados, são os juízes – respondeu a convidada.
Mara, contudo, insistiu:
– Mas o Silvio foi quem te deu a grande oportunidade de sua carreira, de visibilidade – argumentou.
– Não, não; sabe o que eu acho, Mara? Eu acho que nós artistas, nós emprestamos o nosso talento. A Paraíba é cheia de talentos. As pessoas no Brasil são cheias de talentos – apontou a entrevistada.
– Sim, Rachel, mas quantas pessoas estão lá na Paraíba? Quantas pessoas estão lá na Bahia e não tiveram a oportunidade que a gente teve, minha irmã? – indagou a apresentadora.
A jornalista, contudo, reiterou que não ia se pronunciar sobre o tema e voltou a destacar a importância de seu talento.
– Eu prefiro não tocar [nesse assunto]. Gente, como eu falei, eu tenho um processo em curso. Eu não teria passado por nenhuma dessas empresas se eu não tivesse talento. Eu busco todo o tempo me aperfeiçoar como profissional para atender aos requisitos, para atender o que as empresas esperam de mim – assinalou.
O desconforto, contudo, não parou por aí. Na sequência, o repórter Roger Turchetti quis saber o motivo de Sheherazade não ter se manifestado sobre a morte de Silvio.
– Você não pôde comentar a morte do Silvio por conta do processo, é isso? Porque, para mim, uma coisa não tem nada a ver com a outra – pontuou.
– Gente, desculpa, eu não posso falar. Vou repetir: eu tenho uma questão processual. É um processo que está em andamento no Supremo Tribunal Federal e quem fala sobre processo são os advogados. Não foi encerrado o processo. Ele continua. Ele está no Supremo Tribunal Federal – insistiu a jornalista.
Assista:
Rachel Sheherazade processa o SBT por assédio moral, danos morais e discriminação, além de cobranças trabalhistas. A ação está principalmente relacionada ao momento constrangedor que a jornalista viveu durante o Troféu Imprensa de 2017. Na ocasião, Silvio disse à comunicadora que ela havia sido contratada para “ler notícias, não para dar opinião”, em caso que gerou grande repercussão.
FONTE:https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/
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