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Dívida Pública Federal total chega a R$ 6,7 trilhões em abril Relatório foi divulgado nesta quarta-feira

 

Dívida Pública Federal total chegou a R$ 6,7 trilhões em abril (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay

Em relatóriodivulgado nesta quarta-feira (29), o Tesouro Nacional revelou que a Dívida Pública Federal (DPF) subiu 0,99% em abril em relação ao mês anterior e atingiu R$ 6,70 trilhões.

Em março, o estoque estava em R$ 6,638 trilhões. A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 62,10 bilhões em abril, enquanto houve uma emissão líquida de R$ 3,47 bilhões.

A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) teve alta de 0,97% em abril e fechou o mês em R$ R$ 6,423 trilhões.

Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 1,37% maior no mês, somando R$ 280,51 bilhões ao fim de abril.

PARTICIPAÇÃO DE ESTRANGEIROS
A participação dos investidores estrangeiros no total da Dívida Pública caiu em abril. De acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a parcela dos investidores não residentes no Brasil no estoque da DPMFi passou de 10,15% em março para 9,80% no mês passado. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 629,54 bilhões em abril. No fim de 2023, a fatia estava em 9,48%.

A maior participação no estoque da DPMFi continuou com as instituições financeiras, com 29,23% em abril, ante 29,29% em março. A parcela dos fundos de investimentos passou de 22,87% para 22,98% em abril.

Na sequência, o grupo Previdência passou de uma participação de 23,29% para 23,51% de um mês para o outro. Já as seguradoras passaram de 3,93% para 3,98% na mesma comparação.

Em razão da mobilização dos servidores, a série histórica atualizada e o sumário executivo relativo a abril serão publicados na próxima semana.

PARCELA ATRELADA À SELIC
Com o ciclo de queda da taxa básica de juros, atualmente em 10,50% ao ano, a parcela de títulos da DPF atrelada à Selic subiu em abril, para 43,11%. Em março, estava em 41,77%. Já os papéis prefixados reduziram a fatia de 23,86% para 22,68%.

Os títulos remunerados pela inflação avançaram para 30,04% do estoque da DPF em abril, ante 29,95% em março. Os papéis cambiais oscilaram a participação na DPF de 4,43% para 4,16% no mês passado.

No Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2024, os papéis remunerados pela Selic devem ter participação de 40% a 44%. Os títulos prefixados podem variar entre 24% e 28%. Para os papéis corrigidos pela inflação, a participação é de 27% a 31% do estoque. Já os títulos atrelados ao câmbio devem ficar entre 3% e 7%.

O Tesouro informou ainda que a parcela da DPF a vencer em 12 meses apresentou alta, passando de 18,92% em março para 19,07% em abril. O prazo médio da dívida teve avanço de 4,11 anos para 4,13 anos na mesma comparação. Já o custo médio acumulado em 12 meses da DPF subiu de 10,40% ao ano para 10,63% a.a. no mês passado.

COLCHÃO DA DÍVIDA
O Tesouro Nacional encerrou abril com R$ 884,52 bilhões no chamado “colchão da dívida”, a reserva de liquidez feita para honrar compromissos com investidores que compram os títulos brasileiros. O valor observado é 0,33% menor em termos nominais que os R$ 887,41 bilhões que estavam na reserva em março. O montante ainda é 16,03% menor, em termos nominais, que o observado em abril de 2023 (R$ 1,053 trilhão).

O valor serve de termômetro para saber se o país tem recursos para pagar seus investidores ou precisará recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o caixa. O montante de abril era suficiente para cobrir 8,35 meses de pagamentos de títulos, ante 6,95 meses em março.

O Tesouro trabalha com um mínimo prudencial equivalente a uma reserva para três meses de vencimentos.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Governo pagou R$ 33 milhões em emendas de Pacheco; nada de Lira Presidente da Câmara disse que não acompanha pagamentos

 

Rodrigo Pacheco e Arthur Lira Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Neste ano, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já recebeu R$ 32.938.207,00 de emendas individuais. Já o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é um dos 35 parlamentares que ainda não receberam esse tipo de verba em 2024.

Da verba que foi paga a Pacheco, R$ 31,5 milhões foram para ações do Ministério da Saúde. Já R$ 1,3 milhão, foi destinado para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome, para a estruturação e modernização da rede de serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Perguntado a respeito do assunto, Lira riu e disse que não acompanha os pagamentos. Ele tem R$ 20,6 milhões de emendas individuais empenhadas. Os recursos estão divididos entre ações dos ministérios da Saúde, Turismo e Justiça e Segurança Pública. As informações são do blog de Octavio Guedes, do G1.

As emendas individuais são uma prerrogativa do parlamentar, que indica onde aplicar os recursos.

FONTE:PLENO NEWS

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Varejo fechará 750 lojas e 35 mil podem perder seus empregos Marcas como Americanas, Dia, Marisa, Carrefour e Casas Bahia estão em reestruturação

 

Lojas Americanas Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Grandes redes varejistas anunciaram o fechamento de 750 lojas, o que pode levar 35 mil brasileiros a perderem seus trabalhos. A lista de empresas em crise envolve nomes de empresas como Americanas, Dia, Marisa, Carrefour e Casas Bahia. As informações são do Metrópoles.

Com o fechamento de centenas de lojas da rede Dia, pelo menos 3,5 mil pessoas serão demitidas. Atualmente com 5,5 mil funcionários diretos, a empresa deve manter apenas 2 mil depois da reestruturação que envolve finalizar a atuação de 343 lojas em todo o país.

O Carrefour, com prejuízo de R$ 565 milhões, vai fechar 123 estabelecimentos, entre hipermercados e lojas da rede Todo Dia. A estimativa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é que pelo menos 12,5 mil pessoas sejam demitidas.

Outra grande varejista em crise financeira que pode demitir milhares de pessoas é a Marisa, loja focada em moda e acessórios, que fechou 91 lojas ao longo do ano de 2023. Ainda sem divulgar as demonstrações financeiras atuais, a BSVC acredita que a marca vai demitir ao menos 2,4 mil funcionários.

As Americanas também têm enfrentado problemas e gerado a demissão de milhares de trabalhadores. Pelo menos 152 lojas foram fechadas nos últimos meses e entre janeiro de 2023 e janeiro de 2024, o número de trabalhadores desligados foi de 7.175.

A Casas Bahia também tem reestruturado sua operação, e entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023 demitiu 8,6 mil pessoas. A empresa diz que tem fechado pontos de venda deficitários ou com margens negativas.

FONTE:PLENO NEWS

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Sob Lula, dívida bruta cresce e atinge 75,5% do PIB em fevereiro Índice subiu 3,8 pontos percentuais nos primeiros 14 meses do terceiro governo Lula

 

Lula durante evento no Rio Foto: EFE/ Antonio Lacerda

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) subiu em fevereiro deste ano e atingiu seu patamar mais alto desde junho de 2022. No segundo mês de 2024, o índice ficou em 75,5% do Produto Interno Bruto (PIB), uma alta de 0,43 ponto percentual na comparação com janeiro. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (5) pelo Banco Central.

Ao longo de 2024, o índice aumentou 1,13 ponto percentual, impulsionado principalmente pelo pagamento de juros nominais (aumento de 1,3 ponto percentual) e emissão líquida da dívida (aumento de 0,5 ponto percentual). O crescimento do PIB nominal, por sua vez, reduziu a dívida em 0,9 ponto percentual

Em dezembro de 2022, último mês de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a DBGG era de 71,7% do PIB. Ou seja, o índice subiu 3,8 pontos percentuais nos primeiros 14 meses do terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A Dívida Bruta do Governo Geral, que em valores nominais chegou a R$ 8,3 trilhões em fevereiro, compreende não apenas o governo federal, mas inclui também o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais.

FONTE:PLENO NEWS

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“Governo Lula tá acelerando o processo de quebrar o Brasil” Senador Rogério Marinho deu declarações durante o programa Roda Viva

 

Rogério Marinho Foto: Reprodução/Print de vídeo YouTube Roda Viva

Durante participação no programa Roda Viva, da TV Cultura, na última segunda-feira (5), o senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou a gestão do governo Lula (PT) em relação à economia. Ele afirmou que o atual governo está “acelerando o processo de quebrar o Brasil”.

O líder da oposição no Senado deu declarações após o jornalista Felipe Moura Brasil, do site O Antagonista e da revista Crusoé, questionar qual a visão e a expectativa dele em relação às medidas de aumento de arrecadação neste semestre.

– Acho que o governo Lula, a exemplo do que fez durante 14 anos, tá acelerando o processo de quebrar o Brasil. O que eles fizeram em 14 anos, aperfeiçoaram e estão fazendo num tempo muito menor. até porque, dessa vez, há uma certa boa vontade em relação ao que está acontecendo no governo. Vejam que o déficit deste ano foi de R$ 230 bilhões contra uma expectativa de pouco menos de R$ 100 bilhões, é 1% do PIB, deu 2.1% – comentou.

Marinho também citou desafios que o governo de Jair Bolsonaro (PL) enfrentou e criticou o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

– Nós vemos agora o aumento do déficit de 230 bilhões com o Haddad indo a público dizer uma inverdade, dizer que isso é culpa do governo anterior. (…) As pessoas parecem que não fazem conta. E o ministro parece que não tem responsabilidade quando fala.

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FONTE:PLENO NEWS 

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Cesta básica tem aumento em 14 capitais brasileiras Cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo

Cesta básica tem aumento em 14 capitais brasileiras no mês de abril Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

No mês de abril, o custo da cesta básica aumentou em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo a pesquisa, a cesta só não subiu em Natal, onde o preço médio apresentou queda de 1,48% em relação a março, em Salvador (-0,91%) e Belém (-0,57%).

Por outro lado, as maiores altas foram observadas em Porto Alegre, onde houve elevação de 5,02% no custo mensal da cesta, em Florianópolis (3,65%), em Goiânia (3,53%), em Brasília (3,43%) e em Fortaleza (3,38%).

 Em abril, a cesta básica mais cara do país continua sendo a de São Paulo, o que vem acontecendo pelo menos desde o início deste ano. No mês passado, o conjunto dos alimentos básicos na capital paulista custava em torno de R$ 794,68. Em seguida estavam as cestas de Porto Alegre (R$ 783,55), Florianópolis (R$ 769,35) e do Rio de Janeiro (R$ 750,77). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 553,89), Recife (R$ 582,26), João Pessoa (R$ 585,42) e Salvador (R$ 585,99).

Com base no valor da cesta mais cara, que no mês de abril foi novamente a de São Paulo, o Dieese calculou qual seria o salário-mínimo ideal no país para cobrir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Segundo a entidade, o salário mínimo deveria ter sido de R$ 6.676,11 em abril, ou 5,13 vezes superior ao que o mínimo valia no mês passado (R$ 1.302,00).

*Agência Brasil

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Bolsonaro manda reverter corte no programa Farmácia Popular Chefe do Executivo deu ordem aos ministros Paulo Guedes e Marcelo Queiroga

 

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes Foto: PR/Carolina Antunes

O presidente Jair Bolsonaro (PL) determinou que os ministros Paulo Guedes (Economia) e Marcelo Queiroga (Saúde) revertam os cortes no orçamento do programa Farmácia Popular para o próximo ano. As informações são do site da TV Cultura.

O corte reduziria a verba dos R$ 2,04 bilhões no orçamento de 2022 para R$ 804 milhões na proposta de lei de 2023, representando diminuição de 60%. A redução afetaria o acesso da população de baixa renda a 13 tipos diferentes de medicamentos que tratam doenças como diabetes, hipertensão e asma, além de restringir a distribuição de fralda geriátrica.

Para assessores do chefe do Executivo, o corte seria uma “medida sem sensibilidade”.

FONTE:PLENO NEWS

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Ciro Nogueira: “Acho o presidente hoje muito melhor” Ministro-chefe da Casa Civil disse que Bolsonaro amadureceu

 

Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira Foto: Agência Senado/Marcos Oliveira

O ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro amadureceu ao longo de seu mandato. Ele deu declarações durante entrevista ao jornal O Globo.

Nogueira defendeu ainda que Bolsonaro é “hoje muito melhor”.

– Eu acho o presidente hoje muito melhor. É o contrário do Lula, que é muito pior do que de 2002. O presidente tem uma base muito mais consistente. Quando começou o governo, ele não tinha base. Ele amadureceu, assim como a sua base. É como se fosse um capitão que estava no comando de um navio que enfrentou os furacões, mas chegou no porto e agora ganhou a experiência para fazer uma viagem mais tranquila – falou.

Questionado se Bolsonaro será reeleito, o ministro afirmou que “quem elege presidente é a economia”.

– Quem elege presidente é a economia. A gente tem direito à reeleição, e é muito difícil (perder). Até a Dilma ganhou.

FONTE:PLENO NEWS

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Gasolina: Petrobras reduz em R$ 0,20 o preço para distribuidoras Preço médio do valor de venda do combustível às distribuidoras deve cair quase 5%

 

Edifício sede da Petrobras, no Centro do Rio Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Petrobras anunciou nesta terça-feira (19) que vai reduzir em 4,92% o preço da gasolina vendida às distribuidoras. Atualmente em R$ 4,06 por litro, o preço médio do combustível deve cair a partir desta quarta (20) para R$ 3,86, uma diferença de R$ 0,20 por litro.

De acordo com a empresa, a queda “acompanha a evolução dos preços internacionais de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Além disso, de acordo com a companhia, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor deve cair R$ 0,15. Com isso, o valor deve baixar dos atuais R$ 2,96, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba.

Na manhã desta terça, o presidente Jair Bolsonaro (PL) já havia antecipado que a nova gestão da Petrobras, presidida pelo ex-secretário de Desburocratização Caio Paes de Andrade, começaria a “dar boas notícias”. Além disso, o líder afirmou que a empresa, com um novo comando, acharia “seu rumo”.

FONTE:PLENO NEWS

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Nomeação de Paes de Andrade será questionada na Justiça Federação Única dos Petroleiros alega que a nomeação à presidência da Petrobras foi ilegal

 

Caio Paes de Andrade Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

O coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, afirmou que após a eleição do secretário de Desburocratização do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, para a presidência da Petrobras, a entidade está ultimando, junto com a Associação de Acionistas Petroleiros (Anapetro), uma ação judicial contra o resultado..

As entidades classificam a nomeação como ilegal e preparam ação para entrar na Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Com crítica ao governo, Bacelar diz que “a aprovação de Caio Paes de Andrade para a presidência da Petrobras é mais um puxadinho eleitoreiro de Bolsonaro”.

– A decisão do Conselho de Administração da empresa é ilegal, pois o currículo e a experiência profissional do indicado são reconhecidamente insuficientes para gerir a maior empresa do Brasil, o que fere a Lei das Estatais – alegou o sindicalista em nota, em que critica ainda a falta de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGO) para respaldar a nomeação.

Em ata do Comitê de Elegibilidade (Celeg) da estatal, divulgada no sábado (25), apenas o conselheiro Francisco Petros votou contra a eleição de Paes de Andrade, entre os demais quatro membros do Celeg, sendo dois de fora do Conselho da companhia.

Já na votação desta segunda-feira (27), do Conselho de Administração, o nome de Paes de Andrade foi rejeitado por três conselheiros para a presidência, segundo fontes. A federação reclama que o executivo não tem experiência no setor, como exige o estatuto, não tem reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) dos seus diplomas de pós-graduação e nunca dirigiu uma empresa do porte da Petrobras.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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