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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Ex-MST Pedro Pôncio expõe canal de “milícia digital” de Janones Canal chama-se Exército do Lula

 

Pedro Pôncio critica Janones no Pleno Time Foto: Reprodução/Pleno.News
Pedro Pôncio, ex-integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), criticou a atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) e acusou aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de disseminar notícias falsas nas redes sociais para influenciar o debate político durante a corrida à Presidência no segundo turno.
Segundo Pôncio, Janones criou uma estrutura digital voltada à propagação de desinformação em favor do PT.

– O Janones, ele criou essa milícia digital, e aí para disseminar mentiras – afirmou durante participação no Pleno Time desta terça-feira (13).

Trata-se do canal do WhatsApp Exército do Lula, que chegou a ser suspenso duas vezes pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pôncio também criticou a circulação de conteúdos que, segundo ele, distorcem as posições de Flávio Bolsonaro, citando como exemplo a alegação de que o senador pretendia retirar do Brasil o título de Nossa Senhora Aparecida. Para o ex-integrante do MST, esse tipo de conteúdo desrespeita a inteligência dos católicos.



– Isso é subestimar a inteligência do povo católico do Brasil. É uma coisa que está além do jogo político – disse.

O ex-MST ainda direcionou críticas à trajetória política de Janones, acusando o deputado de adotar práticas contraditórias e de estimular estratégias de comunicação baseadas em mentiras. Pôncio mencionou o livro Janonismo Cultural ao sustentar sua crítica sobre os métodos políticos do parlamentar.

Em contrapartida, Pôncio avalia que a atuação de Janones e de outros militantes ligados ao PT também pode provocar desgastes à campanha de Lula.
FONTE:PLENO NEWS

Moro reúne líderes partidários para campanha de Flávio no PR Governador eleito articula mobilização com sete partidos

 

Sergio Moro Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), se reúne, nesta terça-feira (13), com prefeitos, parlamentares e lideranças políticas de sete partidos do campo da direita para organizar a mobilização no estado em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O encontro será realizado a partir das 19 horas, no restaurante Madalosso, em Curitiba, com expectativa de reunir cerca de 2 mil pessoas.
O jantar é organizado por Moro e pelos senadores eleitos Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). Até esta segunda (12), representantes do Partido Liberal (PL), Novo, Podemos, Progressistas (PP), União Brasil, Republicanos e Partido Social Democrático (PSD) haviam confirmado participação. Entre os presentes estará o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD).

A reunião tem como objetivo discutir a articulação entre lideranças municipais e parlamentares para a campanha presidencial no Paraná. A mobilização começou a ser organizada na última sexta (9), durante encontro de Moro com integrantes da equipe que coordenou sua campanha ao governo estadual.

Flávio não estará presencialmente no encontro. Segundo a organização, existe a possibilidade de o candidato participar por vídeo, gravado ou ao vivo, mas a presença virtual ainda não está confirmada. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

FONTE:PLENO NEWS

Mães atípicas se unem nas redes e expõem motivos para rejeitar o PT Corte em benefícios, falta de medicamentos e falas de Lula contribuem para a indignação das famílias

 

(Imagem ilustrativa) Foto: Gemini
Mães atípicas têm usado as redes sociais para listar motivos para não votar no Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2026. Entre as críticas ao governo Lula estão dificuldades no acesso a benefícios sociais, medicamentos e serviços de apoio a pessoas com deficiência, além de medidas que geraram preocupação entre famílias de pessoas autistas.
Um desses perfis é de Marly, da cidade de Ribeirão Preto (SP), que listou uma série de problemas que tem pela falta de suporte do governo para seu filho, que é autista não verbal nível 3 de suporte. Ela reclama desde a falta de medicamentos, até a falta de suporte psicológico e financeiro, uma vez que o benefício BPC foi negado para o filho duas vezes.

Nos comentários, várias mães que vivem a mesma situação comentam que sofrem o mesmo.

– Eu sou mãe atípica, advogada, especialista no direito dos autista e digo com convicção, esse governo não tem sensibilidade com os PCDs. Meu voto é 22 – escreveu a advogada Cris Almeida, de Feira de Santana (BA).

 

A influenciadora Gabi Meyer, mãe atípica com mais de 21 mil seguidores, fez uma publicação listando os motivos para não apoiar a reeleição do atual presente.

– Eu valorizo cada direito conquistado pelas pessoas com deficiência. Mas depois de viver isso na pele, aprendi: Não basta criar direitos, eles precisam funcionar. Não quero avaliar um governo apenas pela quantidade de leis, programas ou bilhões anunciados. Quero saber: Chegou na ponta? Funcionou? A família conseguiu acessar? – questiona ela.

E continua:

– Não existe política social sustentável sem uma economia capaz de financiá-la.

Melissa Popts, fundadora da União TEA, escreveu seus motivos para não votar em Lula, incluindo o Decreto 12.686/2025 que gerou grande preocupação em famílias que utilizam as APAEs. O documento instituiu a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. Após grande movimentação, o governo aceitou fazer alterações.

Ela também citou a Lei Complementar 214/2025, que restringiu o benefício fiscal na compra de veículos para pessoas autistas nível 1 de suporte. Os cortes “em massa” do BPC/LOAS que fizeram várias famílias atípicas perderem o benefício, entre outros.

Muitas mães atípicas ainda utilizavam a fala de Lula sobre “problema de desequilíbrio de parafuso” quando, em 2023, o petista se referiu a pessoas com transtornos mentais.

– Sempre ouvi dizer que a Organização Mundial da Saúde sempre afirmou que a humanidade deve ter mais ou menos 15% de pessoas com problema de deficiência mental. Se esse número é verdadeiro, e você pega o Brasil com 220 milhões de habitantes, se você pegar 15% disso significa que temos quase 30 milhões de pessoas com problema de desequilíbrio de parafuso. Pode uma hora acontecer uma desgraça – disse Lula, em discurso no dia 18 de abril de 2023.


FAMÍLIAS ATÍPICAS, CHEGOU A HORA DE MOSTRAR A FORÇA DA NOSSA VOZ!

Todos os dias, lutamos por nossos filhos, por inclusão, respeito, tratamentos e direitos. Não podemos esquecer disso na hora de votar!

Nosso voto precisa ser consciente, baseado nas propostas, nas atitudes e no compromisso de quem quer nos representar.

Não podemos continuar ignorando aquilo que afeta diretamente nossas famílias. 13 não dá mais!

Que o nosso voto seja por um futuro em que nossos filhos tenham seus direitos respeitados e suas necessidades

Josi Menestrina também se posicionou, fundadora da ONG ABlupaa, gravou um vídeo desmentindo afirmações falsas de que o ex-presidente Jair Bolsonaro havia acabado com o Bolsa Família, privatização do SUS, e a mesma grave de todas: ter defendido eletrochoque em autistas. Ela fez questão de listar os benefícios concedidos pelo ex-chefe do Executivo.


FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Após negar autoria, Ana Elisa pede desculpas por mensagens Equipe da deputada eleita pelo PT diz que ela nunca atacou igrejas evangélicas no X

 

Ana Elisa Foto: Reprodução Instagram
A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) negou nesta sexta-feira (9) ter publicado uma mensagem em que supostamente defendia o fechamento de igrejas e pediu desculpas por outros conteúdos antigos atribuídos a ela. Em nota, sua equipe afirmou que a petista reconhece as publicações de sua autoria e se retrata com quem se sentiu ofendido.
A declaração foi divulgada após personalidades da direita, incluindo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG, compartilharem inúmeras postagens atribuída à petista. Entre os conteúdos resgatados estão frases como “odeio branco” e “tô nem aí para empreendedor”. Outras publicações criticam evangélicos, defendem o fechamento de igrejas pelo governo e o aborto, além de questionarem a presença de padres nas redes sociais.

– Ana assume o que escreveu, retrata-se e pede desculpas a quem se sentiu ofendido, mas é importante que se diga: aos 21, já não pensa como antes. É católica praticante e defende a liberdade religiosa, o Estado laico e a democracia – diz a nota.

O comunicado não especifica quais publicações motivaram o pedido de desculpas. A equipe, porém, afirma que a maioria dos conteúdos foi publicada quando Ana Elisa tinha 17 anos e acusa adversários de retirar as mensagens de contexto.

– A maioria é de quando Ana tinha 17 anos. A Constituição (art. 227) e o ECA (arts. 17 e 18) protegem a dignidade, a imagem e as ideias de adolescentes e jovens. Usar o que alguém disse aos 17 anos como arma eleitoral afronta essa proteção – afirma o texto.

A respeito da mensagem sobre o fechamento de igrejas, a equipe sustenta que o conteúdo não aparece no histórico da conta da deputada eleita e que ela nunca defendeu essa medida. A nota também anuncia um pedido de perícia para verificar a autenticidade da publicação.

– Ana nunca o escreveu, ele não existe no histórico de sua conta, e ela jamais defendeu o fechamento de igreja alguma. Pediremos a perícia que comprovará a montagem – declara o comunicado.

A equipe também questionou a divulgação da mensagem, supostamente publicada em outubro de 2022, quando Ana Elisa tinha 17 anos. Em meio à polêmica, Ana Elisa desativou sua conta no X e justificou a medida dizendo que sofreu ameaças.

FONTE:PLENO NEWS

sábado, 10 de outubro de 2026

Programa de governo de Flávio contradiz acusações feitas na web Publicações falam em medidas como fim da aposentadoria e CLT, mas propostas não constam em plano

 

Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ André Coelho
Publicações nas redes sociais têm atribuído ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) propostas para acabar com benefícios sociais, privatizar o SUS, vender a Petrobras e extinguir direitos trabalhistas. A leitura do plano de governo, porém, mostra que várias dessas afirmações não condizem com o que está efetivamente escrito no documento.

PROGRAMA NÃO CITA VENDA DA PETROBRAS
Publicações que circulam na web sugerem que o candidato de direita venderia a Petrobras. Entretanto, o que se constata no plano de governo de Flávio é que a possibilidade de realizar privatizações é um dos pontos da agenda econômica, com a defesa da retomada do Programa Nacional de Desestatização, mas o texto diz que a proposta é de avaliar “caso a caso onde a presença do Estado deixou de fazer sentido”.

Ou seja, a diretriz abre espaço para novas desestatizações, mas o documento não cita a Petrobras nominalmente como uma empresa a ser vendida em nenhum momento. O termo Petrobras, por sinal, não aparece nenhuma vez nas 75 páginas do programa.

TRABALHO: NÃO HÁ PROPOSTA DE EXTINGUIR A CLT
Outra acusação recorrente na internet contra Flávio é a de que o candidato teria como pretensão acabar com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirar direitos dos trabalhadores e deixar garantias como férias e 13° salário à escolha dos empregadores.

O plano não apresenta qualquer proposta que lembre vagamente uma intenção de extinguir a CLT. A diretriz trabalhista do programa é, na verdade, reduzir gradualmente o custo da contratação formal, inclusive com a ressalva expressa de que isso deve ocorrer sem retirada de direitos.

O documento prevê condições específicas para estimular a contratação de jovens de 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego e de pessoas com mais de 50 anos que estejam desempregadas há pelo menos 12 meses. O projeto também defende ampliar o espaço para o chamado “negociado sobre o legislado”, mas permitindo que empregados e empregadores estabeleçam acordos, tudo dentro dos limites da lei.

ESCALA 6X1 NEM É MENCIONADA NO PLANO
O fim da jornada de seis dias de trabalho para um de descanso, encampada como uma das principais bandeiras eleitorais de Lula (PT) na campanha deste ano, também aparece em publicações sobre Flávio. Nas postagens, é comumente atribuído ao candidato do PL uma completa oposição ao fim da escala 6×1.

O plano, porém, não menciona esse regime de jornada nem apresenta uma posição específica sobre sua manutenção ou extinção. As diretrizes se concentram na flexibilização das relações de trabalho e na negociação entre empregados e empregadores, dentro da legislação.

SAÚDE: PROJETO NÃO REPRESENTA PRIVATIZAÇÃO DO SUS
Na área da saúde, publicações afirmam que um eventual governo de Flávio Bolsonaro privatizaria o Sistema Único de Saúde e obrigaria os brasileiros a pagar pelos atendimentos. A proposta prevista no plano, porém, nem de longe traz qualquer ideia parecida.

O que o documento prevê é a possibilidade de corrigir a tabela de remuneração do SUS, ampliar a estratégia Saúde da Família, aumentar o acesso a exames preventivos, manter a imunização e incentivar a produção nacional de vacinas. Também propõe digitalizar o sistema e utilizar tecnologia para agilizar o agendamento de consultas e exames.

Uma das medidas propostas é contratar serviços e exames da rede privada em horários ociosos, aproveitando equipamentos e estruturas que estejam disponíveis para atender pacientes que aguardam na fila, mas como um complemento ao serviço já oferecido na rede pública. O plano, portanto, não estabelece a privatização do SUS nem o fim do atendimento público e gratuito.

FARMÁCIA POPULAR: NÃO HÁ PREVISÃO DE ENCERRAMENTO
O plano de governo de Flávio também não prevê explicitamente acabar com a Farmácia Popular, como sugerem publicações nas redes sociais. Embora defenda, em um âmbito geral, cortes de despesas e uma revisão da estrutura administrativa, o documento não identifica o programa como alvo dos ajustes.

Na área de medicamentos, o programa propõe criar um sistema de entrega domiciliar para idosos, pessoas com deficiência e pacientes com doenças crônicas, de modo a facilitar o acesso ao tratamento. Essa proposta não equivale a qualquer questão sobre o futuro da Farmácia Popular, que não é citada nominalmente nesse trecho. Em suma, não há respaldo no plano para afirmar que o programa será extinto

BOLSA FAMÍLIA: COMPROMISSO EM MANTER PROGRAMAS SOCIAIS
Enquanto postagens na web falam de uma suposta intenção de Flávio de acabar com o Bolsa Família, o plano é explícito quanto à orientação geral: manter e aperfeiçoar os programas sociais existentes, com melhoria da gestão, correção de distorções e combate a fraudes.

O Bolsa Família não aparece nominalmente na passagem que estabelece o compromisso, mas o plano do candidato do PL diz que pessoas que dependem da ajuda estatal para ter comida na mesa não terão a assistência retirada.

O programa de governo também propõe aproximar os beneficiários de oportunidades de primeiro emprego, qualificação profissional e intermediação de mão de obra. O plano prevê ainda a possibilidade de retorno ao benefício após a perda do emprego, desde que os critérios de elegibilidade continuem sendo atendidos.

APOSENTADORIA, BPC E LOAS: SEM EXTINÇÃO
As acusações sobre o fim da aposentadoria feitas nas redes sociais também não encontram respaldo no texto. O plano dedica uma seção ao chamado “INSS sem fila”, com propostas de digitalização dos processos e profissionalização da gestão do instituto para reduzir a espera pela análise dos benefícios.

O documento também prevê medidas para combater fraudes que prejudiquem aposentados e pensionistas, sem trazer qualquer proposta para extinguir a aposentadoria.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) também não são citados nominalmente como alvos de cortes ou de extinção no plano de governo. Na verdade, o programa estabelece, de forma geral, a manutenção dos benefícios sociais existentes e inclui políticas voltadas a idosos e pessoas com deficiência.

FONTE:PLENO NEWS


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

 


A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito. Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), que precisam passar pelo Congresso. Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo. Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos. A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas. Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.que precisam passar pelo Congresso.
Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo.
Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos.
A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas.
Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.

Flávio Bolsonaro e Lula Fotos: Evaristo SA e Nelson ALMEIDA / AFP

Flávio Bolsonaro e Lula Fotos: Evaristo SA e Nelson ALMEIDA / AFP

A pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que o candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o presidente e candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o PoderData/Aya, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado, como as mulheres, onde registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).

Os eleitores também foram questionados sobre quem tem mais chances de vencer a disputa pelo Palácio do Planalto neste segundo turno, medindo a expectativa de vitória, não de voto: 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.

Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro cresceu nove pontos porcentuais, enquanto a de Lula recuou 11 pontos porcentuais. Na pesquisa anterior, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.

REJEIÇÃO
O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição. Nesta nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no senador, um recuo de três pontos porcentuais em sete dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou de 47% para 46%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-08134/2026..

FONTE:PLENO NEWS

“Sem anistia”: Nikolas diz que não haverá acordo com Moraes Deputado deu declarações durante entrevista

 

Nikolas Ferreira Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Nesta quarta-feira (7), o deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que se o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), vencer as eleições, não haverá acordo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A declaração foi dada durante entrevista ao Metrópoles, de quem são as informações.
Nikolas criticou decisões do ministro em relação aos atos de 8 de janeiro.

– O que o Alexandre de Moraes fez é imperdoável, é imperdoável. E não adianta agora se pintar de ouro, acenar para ninguém. Não tem aceno para você, Alexandre de Moraes, e pode ter certeza que se acha que esse julgamento aqui agora é ruim, espera o do juízo final – comentou.

O mineiro falou ainda em punição:

– Daqui a pouco o Moraes vai estar vestido de Deus, pátria, família e liberdade, com a camisa verde e amarela, uma faixa 100% de Jesus, com a Bíblia na mão, para tentar fugir da punição que é devida a ele. Ô, Alexandre de Moraes, sem anistia, sem anistia.

Confira:

FONTE:PLENONEWS

Carlos Viana aciona TSE contra canal de Janones pró-Lula Grupo no WhatsApp visa promover campanha do PT e atacar Flávio Bolsonaro

 

Carlos Viana, André Janones e Lula Fotos: Carlos Moura/Agência Senado | Reprodução Facebook
O senador Carlos Viana (Podemos-MG) acionou nesta quarta-feira (7) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Procuradoria-Geral Eleitoral contra o canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp. A representação pede a apuração da estrutura usada para manter o canal.Como o Pleno.News noticiou, o espaço passou de cerca de 50 mil para 2 milhões de inscritos. Janones utiliza o canal para enviar áudios, orientar apoiadores e estabelecer metas de mobilização durante a campanha eleitoral.

Na representação, Viana solicita a preservação dos dados relacionados ao funcionamento do canal. O senador também pede que Janones seja notificado para interromper manifestações que, segundo a ação, ofendam o candidato Flávio Bolsonaro (PL).

– Em 2022, o TSE mandou o mesmo Janones apagar mentiras sobre Bolsonaro, com multa de R$ 100 mil por dia. Pedi hoje a mesma régua! A régua de 2022 vale em 2026? – questionou o senador.

Outro pedido apresentado por Viana é a investigação sobre quem financia a estrutura utilizada para a manutenção e divulgação do canal. A representação foi protocolada nesta quarta-feira no TSE e na Procuradoria-Geral Eleitoral.
O caso ocorre durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência após terminarem a primeira etapa da votação nas duas primeiras posições.

 





quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Na prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Nikolas,Cleitinho e Gustavo Gayer informou não ter recebido recursos do Fundo Eleitoral



 As eleições de 2026 também tiveram candidatos que conseguiram vencer sem receber dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral. Entre os casos estão Nikolas Ferreira, reeleito deputado federal por Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, eleito governador mineiro, e Gustavo Gayer, que conquistou uma vaga no Senado por Goiás.

Na prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Nikolas informou não ter recebido recursos do Fundo Eleitoral. Sua campanha declarou cerca de R$ 1,5 milhão em receitas, com participação principalmente de doações feitas por pessoas físicas.
Cleitinho também aparece sem recursos públicos na prestação consultada. A campanha declarou aproximadamente R$ 916 mil em receitas, todas provenientes de pessoas físicas. Durante a campanha, ele afirmou ainda que abriu mão de cerca de R$ 17 milhões que poderiam vir dos fundos eleitoral e partidário.
Gustavo Gayer também declarou não ter recebido dinheiro nem do Fundo Eleitoral nem do Fundo Partidário na prestação de contas analisada.
Isso não significa que as campanhas tenham sido realizadas sem recursos financeiros. A legislação permite outras fontes legais de financiamento, como doações de pessoas físicas e recursos próprios, desde que respeitem as regras eleitorais e sejam informadas à Justiça Eleitoral.
Os casos chamam atenção porque mostram que, embora o Fundo Eleitoral seja uma das principais fontes de financiamento das campanhas no Brasil, ele não é obrigatório para que um candidato dispute uma eleição e consiga chegar ao cargo.
FONTE:FACEBOOK

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Defesa pede ao STF anulação da condenação de Jair Bolsonaro Nunes Marques será relator do caso

 

Nunes Marques e Jair Bolsonaro Fotos: Fellipe Sampaio/SCO/STF e Alan Santos/PR
A defesa de Jair Messias Bolsonaro entrou com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo nova revisão da pena ao ex-presidente condenado pela suposto golpe de Estado. A equipe pediu a suspensão da prisão em caráter liminar até que se julgue a nova ação.
Os advogados enviaram um documento de 80 páginas ao presidente da Suprema Corte, ministro Edson Fachin, com novos argumentos, questionando a condução do processo e a validade das provas utilizadas para determinar a pena. O ministro Kassio Nunes Marques foi designado relator do caso.

Os defensores do ex-presidente mencionam os desdobramentos das recentes revelações do caso Master, envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do procedimento, sob o argumento de que o caso deveria ter passado pelo plenário da Casa.

O mesmo cenário ocorreu com Bolsonaro, que deveria ter sido julgado pelo plenário da Casa e não pela Primeira Turma. Além disso, a defesa também alega ter tido acesso dificultado às provas, não tendo havido condições de uma análise precisa.

No documento enviado a Fachin também consta um parecer técnico no qual está escrito que houve falhas na coleta de dados digitais dos equipamentos do tenente-coronel do Exército Mauro Cid e do próprio Jair Bolsonaro, tornando o material inapropriado e passível de manipulação.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de reclusão, atualmente em regime domiciliar, em Brasília.

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Datafolha mostra candidatos de direita na frente em 4 estados Cenários são positivos para o grupo político em SP, DF, PE e MG

 

Tarcísio de Freitas, Celina Leão, Raquel Lyra e Cleitinho Fotos: Douglas Gomes / Lid Republicanos| Geraldo Magela/Agência Senado | Carlos Moura/Agência Senado
]Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas registra 50% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% de Fernando Haddad (PT). Considerando apenas os votos válidos, Tarcísio chega a 56%, enquanto Haddad tem 34%. O resultado indica possibilidade de definição da eleição no primeiro turno, caso os números se confirmem nas urnas.

No Distrito Federal, a governadora Celina Leão aparece com 37% das intenções de voto. Leandro Grass (PT) tem 21% e o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), 18%. A pesquisa foi realizada antes da confirmação, nesta quinta-feira, de que Arruda teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sem Arruda no cenário, Celina passa a 42%, enquanto Grass registra 23% e Paulo Belmonte (PSD), 7%. O Datafolha ouviu 910 eleitores do Distrito Federal entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) tem 48% das intenções de voto, contra 44% do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). A diferença está dentro da margem de erro de três pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico entre os dois candidatos no primeiro turno.

Na comparação com o levantamento anterior, realizado em 11 de setembro, Raquel oscilou de 47% para 48%, enquanto Campos passou de 42% para 44%. Em uma simulação de segundo turno, a governadora aparece com 51%, contra 45% de Campos, também dentro da margem de erro.

Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa com 40% das intenções de voto. O deputado federal Patrus Ananias (PT) aparece em segundo, com 15%, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), com 9%. Na pesquisa anterior, Cleitinho tinha 37%, Patrus 13% e Kalil 11%.

Os demais candidatos aparecem com percentuais menores. Mateus Simões (PSD) e Flávio Roscoe (PL) têm 5% cada; Gabriel (MDB), 3%; Professor Túlio Lopes (PCB), 2%; e Ben Mendes (Missão), Henrique Áreas (PCO), Rafael Duda (PSTU) e Indira Xavier (UP) registram 1% cada. Brancos, nulos e nenhum somam 9%, enquanto 10% estão indecisos.

Nos cenários de segundo turno em Minas, Cleitinho também aparece numericamente à frente. Contra Patrus, registra 60% das intenções de voto, contra 23% do petista. Diante de Kalil, o senador tem 57%, enquanto o ex-prefeito soma 26%.

As pesquisas foram realizadas entre 22 e 24 de setembro e têm nível de confiança de 95%. Em São Paulo, foram ouvidos 1.610 eleitores, com margem de erro de dois pontos percentuais. No Distrito Federal, foram 910 entrevistados e margem de três pontos. Em Pernambuco, 1.204 pessoas participaram do levantamento, também com margem de três pontos. Em Minas não foi divulgada a quantidade de entrevistados.

FONTE:PLENO NEWS

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Ex-MST Pedro Pôncio expõe canal de “milícia digital” de Janones Canal chama-se Exército do Lula

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