O vereador Antônio Tiveron Filho (União Brasil), 72 anos, do município de Pirajuba, no Triângulo Mineiro, foi preso preventivamente na segunda-feira (13), por suspeita de estuprar uma criança, segundo informou a Polícia Civil de Minas Gerais (PMMG). Toninho foi um dos três candidatos do União Brasil, eleito em 2024 com 192 votos.
Ainda de acordo com a polícia, durante a prisão também foram cumpridos mandados de busca e apreensão, com recolhimento de materiais que serão analisados no curso das investigações.
A ordem judicial foi expedida pela Justiça após manifestação favorável do Ministério Público, “com base nos fatos e na necessidade de resguardar a instrução criminal”. A investigação está sendo conduzida sob sigilo pela Delegacia de Polícia Civil em Conceição das Alagoas.
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que Antônio Tiveron Filho está preso na Penitenciária Prof. Aluízio Ignácio de Oliveira, em Uberaba.
A prefeitura de Pirajuba informou que tem conhecimento dos fatos mencionados e acompanha o caso com a devida atenção. No entanto, por se tratar de assunto relacionado ao Poder Legislativo e em razão da natureza das investigações em curso, que estão em sigilo, a Administração Municipal não irá se manifestar oficialmente sobre o ocorrido neste momento.
Professora ferida em escola ao impedir ataque Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
Uma professora ficou ferida ao tentar impedir um ataque nesta terça-feira (7) dentro de uma escola em Suzano, na Grande São Paulo. Rita de Cassia Sant’Anna Blum, de 55 anos, que dava aula para uma turma de crianças entre 9 e 10 anos, teria sofrido cortes profundos nas mãos ao enfrentar um ex-aluno de 18 anos armado com uma espada.
Segundo informações apuradas pela Record TV, o autor do ataque invadiu a escola após pular o muro de uma empresa vizinha e acessar um ponto da escola sem monitoramento. Em seguida, ele entrou na instituição, foi até a quadra, deixou a mochila no local e seguiu em direção a uma das salas de aula.
Ao perceber a aproximação do agressor, a professora confrontou o agressor para proteger os estudantes. Na tentativa de desarmá-lo, Rita acabou atingida nas mãos. A reação da professora permitiu que outros funcionários da escola chegassem ao local e conseguissem imobilizar o invasor antes que ele atingisse as crianças.
O autor do ataque foi detido ainda dentro da escola. De acordo com a polícia, ele não ofereceu resistência significativa aos agentes. O agressor também ficou ferido durante a ação com um corte profundo na perna esquerda. A professora foi levada para um hospital da região, onde passou por cirurgia em razão da gravidade dos ferimentos.
O rapaz não tinha antecedentes criminais conhecidos. Testemunhas afirmaram que ele demonstrou frieza durante toda a ação. O caso é investigado pela polícia como tentativa de homicídio.
– Em mais uma ação de inteligência da PM, foi neutralizado o traficante Jiló, um líder violento e sanguinário – declarou o coronel, em postagem no Instagram.
De acordo com Menezes, Jiló tinha uma longa ficha criminal, que inclui homicídio, sequestro, roubo e tráfico de drogas. Ele ainda esteve envolvido na morte do turista italiano Roberto Bardella, em 2016, “um episódio que chocou pela brutalidade e pela covardia”, nas palavras do coronel.
– Histórias como essa não podem se repetir. Quem escolhe o caminho do crime precisa saber que haverá resposta firme. Seguimos atuando com responsabilidade e determinação para proteger vidas e enfrentar aqueles que atentam contra a sociedade – acrescentou.
A operação foi realizada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) e deixou outras sete pessoas mortas além de Jiló. Após os confrontos, a região registrou uma série de retaliações. Ônibus foram sequestrados por criminosos e usados como barricadas, e um coletivo chegou a ser incendiado.
A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quarta-feira (12), um mandado de busca e apreensão contra Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação faz parte da Operação Coffee Break, que investiga suspeitas de fraudes em licitações públicas.
A operação foi autorizada pela 1ª Vara Federal de Campinas (SP) e teve o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Militar de São Paulo. Além de São Paulo, os mandados também foram executados no Distrito Federal e no Paraná.
No total, foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e seis de prisão preventiva. Os investigados poderão responder por corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa.
Megaoperação policial é realizada no Rio de JaneiroFoto: EFE/ Antonio Lacerda
A maioria da população brasileira é favorável à megaoperação policial contra o Comando Vermelho (CV) que deixou 121 mortos, deflagrada no Rio de Janeiro na terça-feira (28), aponta pesquisa AtlasIntel. O levantamento divulgado nesta sexta-feira, 31, mostra que 55,2% aprovam a ação, enquanto 42,3% desaprovam.
A chamada Operação Contenção superou o número de mortes de Jacarezinho (2021) e Vila Cruzeiro (2022) – todas na gestão atual -, tornando-se a ação mais letal já registrada na história do Estado. Em coletiva de imprensa após os confrontos, o governador Cláudio Castro (PL) afirmou que as únicas vítimas foram os quatro policiais mortos na ação.
Na cidade do Rio, o apoio é ainda maior: 62,2% aprovam a megaoperação, e 62,3% dizem que a força policial agiu de forma adequada. Entre moradores de favelas, o respaldo chega a 80%, contra 51% entre os que vivem fora dessas áreas.
Entre os entrevistados em todo o território nacional, 52,5% consideram adequado o nível de violência empregado pelas polícias, ante 45,8% que o avaliam como excessivo. A pesquisa indica também que 56% dos brasileiros defendem novas megaoperações, enquanto 35% são contra. No Rio, o índice de apoio sobe para 62%, ante 32% contrários.
O levantamento avaliou ainda a percepção sobre o desempenho de autoridades na Segurança Pública. Metade dos brasileiros (50%) desaprova a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 31% aprovam e 19% consideram regular. Entre os governadores, a desaprovação é de 35%, com 28% de aprovação e 36% de avaliação regular.
Na cidade do Rio de Janeiro, 59% desaprovam a atuação de Lula na segurança e 27% aprovam. Já o governador Cláudio Castro tem 45% de desaprovação e 36% de aprovação.
Os governadores de direita se reuniram na quinta-feira, 30, e anunciaram a criação do “Consórcio da Paz”, que consistirá na troca de experiências, ações e equipamentos para o combate ao crime organizado. Eles também rechaçaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
Estiveram no encontro os governadores Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Ronaldo Caiado (União), de Goiás, e Eduardo Riedel (PP), do Mato Grosso do Sul, além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou das discussões remotamente.
O chefe do Executivo paulista disse que a ação foi “necessária” e que conta com o entendimento e respaldo dos demais gestores estaduais. “Acho que é uma operação, primeiro, necessária. Você tem uma questão de domínio de território por facções criminosas, e isso configura perda de soberania”, disse Tarcísio, fazendo contraponto ao discurso de soberania nacional do presidente Lula
A pesquisa AtlasIntel também testou o apoio a medidas federais no contexto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO): 64% dos brasileiros defendem o envio de veículos blindados ao Rio, e 19% são contra. Ao solicitar ajuda federal, Castro não pediu GLO. “O governador não tem que pedir GLO. O governador pede ajuda, pede gente, infraestrutura, recurso, inteligência. O instrumento jurídico quem define é o governo federal”, afirmou Castro, em coletiva.
*AE
FONTE:Estiveram no encontro os governadores Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Ronaldo Caiado (União), de Goiás, e Eduardo Riedel (PP), do Mato Grosso do Sul, além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou das discussões remotamente.
O chefe do Executivo paulista disse que a ação foi “necessária” e que conta com o entendimento e respaldo dos demais gestores estaduais. “Acho que é uma operação, primeiro, necessária. Você tem uma questão de domínio de território por facções criminosas, e isso configura perda de soberania”, disse Tarcísio, fazendo contraponto ao discurso de soberania nacional do presidente Lula
A pesquisa AtlasIntel também testou o apoio a medidas federais no contexto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO): 64% dos brasileiros defendem o envio de veículos blindados ao Rio, e 19% são contra. Ao solicitar ajuda federal, Castro não pediu GLO. “O governador não tem que pedir GLO. O governador pede ajuda, pede gente, infraestrutura, recurso, inteligência. O instrumento jurídico quem define é o governo federal”, afirmou Castro, em coletiva.
Yago Ravel, achado decapitado após operação no Rio de Janeiro Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal
O corpo decapitado encontrado na área de mata entre os complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi identificado como sendo de Yago Ravel Rodrigues, de 19 anos. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após a circulação de vídeos mostrando o cadáver dele e também do pronunciamento de sua tia, a manicure Beatriz Nolasco, que negou o envolvimento dele com o crime.
Em entrevistas que repercutiram nas redes sociais, Beatriz disse que Yago não possuía ligação com o crime organizado, trabalhava como mototaxista e que não tinha antecedentes criminais. A manicure ainda acusou os policiais de terem matado e decapitado o sobrinho.
– Meu sobrinho não tinha um tiro no corpo. Apenas arrancaram a cabeça dele e deixaram na mata – relatou.
Apesar das acusações, as forças de segurança do Estado afirmam considerar outra hipótese. Segundo a Polícia Civil, há indícios de que os próprios criminosos ou moradores aliados ao tráfico possam ter manipulado os corpos após o confronto, com o objetivo de gerar comoção e desgastar a imagem das corporações policiais.
– Quem disse que quem cortou a cabeça não foi o pessoal que foi buscar o corpo? Quem disse que foi a polícia que cortou a cabeça dele? Os criminosos podem ter feito novas lesões nos corpos, justamente para chamar a atenção da imprensa – declarou o secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, na última quarta-feira (29).
Apesar da afirmação da tia, Yago aparecia em seu perfil pessoal nas redes em diversas fotos portando fuzis e vestindo roupas camufladas, semelhantes às utilizadas pelos criminosos durante o confronto com a polícia. Em uma das imagens, ele posa ao lado de uma motocicleta com a placa encoberta e com um fuzil.
A operação, realizada na última terça-feira (28), foi a mais letal da história do país, com 121 mortos,
Corpos achados com roupas camufladasFotos: EFE/ André Coelho // PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO
O secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, afirmou, nesta quarta-feira (29), que será investigada possível fraude processual na remoção de corpos após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e do Alemão, que já tem 121 mortos e 113 presos. Segundo ele, há indícios de que os corpos foram manipulados antes da chegada das autoridades.
Mais de 60 corpos, de acordo com as autoridades, foram retirados por moradores da área de mata conhecida como Vacaria, na Serra da Misericórdia, e levados para a Praça São Lucas, no Complexo da Penha, durante a madrugada. Curi ressaltou que os mortos estavam vestidos com roupas camufladas, mas que, ao serem levados para a praça, apareceram “apenas de cueca ou short”.
– Esses indivíduos estavam na mata, equipados com roupas camufladas, coletes e armamentos. Agora, muitos deles surgem apenas de cueca ou short, sem qualquer equipamento, como se tivessem atravessado um portal e trocado de roupa. Temos imagens que mostram pessoas retirando esses criminosos da mata e os colocando em vias públicas, despindo-os. A 22ª Delegacia de Polícia instaurou um inquérito – disse.
Imagens registradas por fotojornalistas já na própria Praça São Lucas, na manhã desta quarta, mostram que muitos corpos ainda estavam vestidos com roupas camufladas. O governador Cláudio Castro (PL) também se manifestou sobre o caso. Em vídeo publicado no Instagram, ele exibiu imagens de corpos com roupas camufladas sendo cortadas e afirmou que o crime estaria tentando manipular o ocorrido.
– É revoltante ver até onde o crime é capaz de ir para tentar enganar a população. Circulam vídeos mostrando claramente a manipulação de corpos depois dos confrontos: pessoas cortando roupas camufladas, tentando mudar a cena para culpar a polícia. Isso é mais uma prova da covardia e da perversidade de quem vive do narcoterrorismo – escreveu.
Ao menos dois policiais civis, dois policiais militares e 20 criminosos já morreram nesta terça-feira (28) durante uma megaoperação no Rio de Janeiro com 2,5 mil policiais civis e militares nos complexos do Alemão e da Penha para tentar prender integrantes do Comando Vermelho (CV). A facção chegou a reagiu e lançar até bombas por meio de drones.
O Hospital Getúlio Vargas confirmou a morte de dois policiais civis. Um deles é o policial Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, da 53ª DP (Mesquita). Em coletiva no início desta tarde, o governador Cláudio Castro (PL) afirmou que até aquele momento, 31 fuzis tinham sido apreendidos na operação. Castro disse que policiais civis e militares também foram baleados e mortos na ação, mas não confirmou os números.
A ação, que também conta com o apoio de promotores do Ministério Público Estadual, foi deflagrada a partir de mais de um ano de investigação e mandados de busca e apreensão e de prisão obtidos pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).
– A Operação Contenção visa capturar lideranças criminosas do Rio e de outros Estados e combater a expansão territorial do Comando Vermelho. Os dois complexos abrigam 26 comunidades – disse a Polícia Civil do Rio.
Policiais militares do Comando de Operações Especiais e das unidades operacionais da PM da capital e região metropolitana participam das ações. Já a Polícia Civil mobilizou agentes de todas as delegacias especializadas, distritais, da CORE, do Departamento de Combate à Lavagem de Dinheiro e da Subsecretaria de Inteligência.
A Operação Contenção é reforçada com tecnologia avançada, incluindo drones, dois helicópteros, 32 blindados terrestres, 12 veículos de demolição do Núcleo de Apoio às Operações Especiais da PM e ambulâncias para resgate
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