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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Ela não acordou um dia e decidiu matar um homem com 12 tiros.

 


Ela não acordou um dia e decidiu matar um homem com 12 tiros. Antes daquele dia, ela passou meses presa em um ciclo de violência, foi dopada, violentada, mantida acorrentada e obrigada a suportar outros homens. Quando finalmente conseguiu fugir, ainda passou cerca de um ano e meio sendo perseguida. E, mesmo depois de pedir ajuda repetidamente, ninguém conseguiu impedir que ele chegasse até ela novamente.

A história de Ana Raquel Santos da Trindade começou em 2013, quando ela conheceu Renato Patrick Machado de Menezes em Florianópolis. Ele a convidou para trabalhar como massoterapeuta em um spa que mantinha em Curitiba, e ela aceitou.
Mas, quando chegou ao local, descobriu que aquele spa era, na verdade, uma casa de prostituição.
Segundo o relato apresentado por Ana no processo, Renato a dopou, a trancou em um quarto e praticou violência sexual contra ela. Depois, passou a obrigá-la a se submeter a outros homens. Ela contou que era mantida presa, chegou a ficar acorrentada dentro do quarto e passava dias sem comer.
Ana tentou fugir, mas ele usava uma ameaça devastadora para mantê-la sob controle: dizia que mataria o filho de 4 anos dela e outros familiares caso ela fosse embora.
Depois de aproximadamente seis meses, ela conseguiu escapar e voltou para Florianópolis.
Só que o pesadelo não terminou.
Durante cerca de um ano e meio, Renato continuou perseguindo Ana. Ela registrou 20 boletins de ocorrência contra ele. Só na Delegacia da Mulher foram 15 registros: oito relacionados a violência sexual, três a tentativas de assassinato e quatro a ameaças de morte. Ela também pediu uma medida protetiva, mas teve o pedido negado.
Com medo, Ana colocou grades, cerca elétrica e reforçou a segurança da casa. Mesmo assim, Renato continuou aparecendo.
Cerca de dez dias antes do crime, depois de mais uma invasão, ela decidiu comprar um revólver calibre .32 para se proteger.
Então chegou 16 de novembro de 2014. Ana estava em casa quando ouviu alguém forçando o portão.
Era Renato.
Segundo a versão apresentada por ela, ele entrou novamente em sua propriedade e a ameaçou. Ana correu até o quarto, pegou a arma que estava escondida embaixo do colchão e disparou.
Foram 12 tiros. Nove atingiram Renato.
Ele foi socorrido, mas morreu aproximadamente duas semanas depois.
Ana foi presa e passou 24 dias no Presídio Feminino de Florianópolis. Dois anos depois, em 17 de novembro de 2016, chegou o julgamento.
E o resultado surpreendeu muita gente: Ana foi absolvida por unanimidade pelo júri popular.
Sete testemunhas confirmaram elementos da história apresentada por ela, e o próprio promotor entendeu que a situação havia chegado ao ponto em que ela não tinha mais outra saída. Segundo ele, a Justiça havia falhado ao não protegê-la quando ela pediu ajuda repetidamente.
Quando perguntaram se ela sentia remorso pelos disparos, Ana respondeu que estava aliviada e que preferia viver na prisão a voltar a sofrer toda aquela violência.
Ela não foi absolvida porque os 12 tiros foram ignorados.
Foi absolvida porque o júri considerou todo o contexto de violência, perseguição, ameaças e tentativas anteriores de obter proteção e entendeu que ela havia agido em legítima defesa.
O caso deixou uma pergunta difícil:
quantas vezes uma mulher precisa denunciar que está sendo perseguida e ameaçada antes que alguém realmente a proteja?
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1401531408832324&set=gm.2093116981326400&idorvanity=1684530815518354

“É muita tristeza.” Michelle Bolsonaro se pronunciou sobre o veto de Alexandre de Moraes à visita dos filhos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

 


“É muita tristeza.” Michelle Bolsonaro se pronunciou sobre o veto de Alexandre de Moraes à visita dos filhos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Um episódio que revela, mais uma vez, o peso político e humano de tudo o que está acontecendo no Brasil.
Liberdade, justiça e respeito às famílias não podem ser tratados como questões secundárias.
🇧🇷 O Brasil precisa voltar a respeitar o Estado de Direito.
FONTE:https://www.facebook.com/reel/829155490189829

A jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews, demonstrou surpresa com o desempenho de Tarcísio de Freitas durante o debate contra Fernando Haddad



 A jornalista Eliane Cantanhêde, da GloboNews, demonstrou surpresa com o desempenho de Tarcísio de Freitas durante o debate contra Fernando Haddad na disputa pelo Governo de São Paulo.

Ao comentar a participação de Tarcísio, a jornalista destacou principalmente a capacidade do então candidato de apresentar, de memória, uma grande quantidade de números, dados e informações sobre o Estado de São Paulo.
"O cara é uma máquina”, afirmou Eliane Cantanhêde, impressionada com o domínio dos dados demonstrado por Tarcísio durante o confronto.
Ao longo do debate, Tarcísio respondeu a diferentes questionamentos citando números e indicadores de São Paulo sem recorrer constantemente a anotações, algo que chamou a atenção da comentarista.
O episódio voltou a circular nas redes sociais e tem sido compartilhado por apoiadores do governador como exemplo de sua preparação e capacidade técnica.
FONTE:https://www.facebook.com/photo?fbid=122325327578234282&set=a.122141024996234282

terça-feira, 11 de agosto de 2026

MP eleitoral pede a impugnação da candidatura do “Lula do Bem” Para procuradoria, nome escolhido por sósia do presidente indica juízo de valor ideológico

 

Dr. Célio Morais em ato político pró-Bolsonaro Foto: Reprodução | Instagram

Conhecido por sua semelhança física com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vereador de Jaboticabal Célio Morais (PL-SP), também chamado de “Lula do Bem”, pode ter sua candidatura à Câmara dos Deputados impugnada em razão do nome escolhido por ele nas urnas.

Para a Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo, a alcunha Lula do Bem pode indicar algum grau de parentesco com o petista, ou ainda veicular juízo de valor ideológico.

Obtida pelo colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles, a manifestação é assinada pelo procurador Paulo Taubemblatt, que apontou que o vereador foi eleito em 2024 usando o nome Célio Morais.

No documento, o procurador cita a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que versa que “a Justiça Eleitoral indeferirá todo pedido de variação de nome coincidente com nome de candidato a eleição majoritária, salvo para candidato que esteja exercendo mandato eletivo ou o tenha exercido nos últimos quatro anos, ou que, nesse mesmo prazo, tenha concorrido em eleição com o nome coincidente”.

Célio Morais é médico da Aeronáutica e participou de manifestações junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Após se popularizar em razão da semelhança com o petista, ele foi convidado pelo presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, a disputar a vaga de vereador em 2024.

FONTE:PLENO NEWS

Câmara envia ao STF denúncia de “armação” contra Alfredo Gaspar Comerciante acusa Lindbergh Farias de envolvimento na suposta farsa sobre estupro

Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro Foto: Beto Barata/PL

A Câmara dos Deputados encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), em maio deste ano, o depoimento de um comerciante do Rio de Janeiro acusando o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) de envolvimento em uma “armação” a fim de acusar falsamente de estupro de vulnerável o também deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como vice na chapa com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações são do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

Inicialmente, o depoente de 62 anos identificado como Luis Antonio Lopes teria ligado para o gabinete de Gaspar denunciando o caso. Ele teria sido, então, encaminhado para prestar depoimento à Polícia Legislativa virtualmente no dia 23 de abril.

Na oitiva, o homem declarou ser dono de um quiosque no Shopping Jardim Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com ele, uma jovem chamada Marcela Maria Mendes, que trabalhava no quiosque em questão, foi recrutada para se apresentar como vítima de um falso estupro praticado por Gaspar.

O responsável por recrutá-la seria um homem identificado como Lucas, mais conhecido como Doidinho, que dizia ser “assessor legislativo” “ligado ao contexto político” de Lindbergh. Em troca de executar o plano, a jovem teria recebido três depósitos nos valores de R$ 4 mil, de R$ 10 mil e outro de R$ 2,5 mil. Os comprovantes foram enviados à polícia.

Luis Antonio afirma ter tomado conhecimento do caso “por intermédio de um colaborador do seu estabelecimento, senhor Rodrigo Freitas, morador da comunidade do Acari e vizinho de Marcela, de que ela havia sido preparada para conceder entrevista sob identidade falsa, utilizando o nome fictício de ‘Jailma’, afirmando falsamente ser oriunda de Maceió (AL) e sustentando narrativa segundo a qual teria sido abusada sexualmente, ainda adolescente, por um político, fato do qual teria resultado uma criança”.

– Em sua avaliação, quando Lindbergh Farias levou adiante a acusação pública ao longo dos trabalhos da CPMI, caiu a ficha para o denunciante sobre a efetiva trama em curso; (…) o plano, conforme compreendeu, consistia em apresentar a falsa vítima Marcela, sob o nome de “Jailma”, e, num segundo momento, fazê-la desaparecer para, depois, sustentar publicamente que o relator da CPMI do INSS teria mandado sumir com ela, aprofundando a suspeita e o desgaste político – diz o boletim de ocorrência.

O depoente não apenas afirma que Lindbergh “parecia ter plena ciência do caso”, mas que também teria participado de reuniões virtuais com Marcela e outras pessoas envolvidas na “armação”.

– Segundo sua percepção, o declarante acredita que Lindbergh Farias parecia ter ciência do contexto tratado nas reuniões e integraria o conjunto de pessoas que discutiam os desdobramentos da narrativa. (…) O indivíduo Lucas foi apontado por Marcela e também percebido pelo declarante como o mentor inicial da ideia daquela simulação. (…) Lucas se vangloriava de ter sido ele quem apresentou a proposta a Carlos Roberto Lopes e outros personagens políticos – diz o relatório.

A Polícia Legislativa enviou o caso para a Corregedoria da Câmara, e a Mesa Diretora da Casa Legislativa encaminhou o material ao STF, haja vista que Lindbergh possui foro privilegiado. O caso está sob os cuidados do ministro Gilmar Mendes, relator do pedido de abertura da investigação contra Gaspar por suposto estupro. O magistrado aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso.

Em nota, Lindbergh descreveu o relato do comerciante como “picaretagem”.

– Desconheço os citados e a suposta investigação da Polícia Legislativa. Não conheço os envolvidos e não participei de reuniões para tratar desse assunto. A primeira coisa que a Polícia Federal tem que fazer é investigar esse tal “tio Luiz”, prender esse cara. Esse depoimento é inventado e é mais uma suspeita em cima do Alfredo Gaspar. Por que esse cara deu esse depoimento à Polícia Legislativa? A pedido de quem? – indagou.

FONTE:PLENO NEWS

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