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CPMI do 8/1: Coronel Lawand diz que queria apaziguar o país Militar falou sobre mensagens interceptadas pela Polícia Federal em investigação

 

Coronel Jean Lawand (lado direito, ao microfone) em depoimento na CPMI do 8 de janeiro Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O coronel do Exército Jean Lawand Júnior disse nesta terça-feira (27), à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, que jamais pediu por ruptura institucional, mas, sim, por uma ordem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para “apaziguar” o país após as eleições do ano passado. O militar teve suas conversas com o ex-ajudante de ordens da Presidência sob Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, interceptadas pela Polícia Federal (PF).

Lawand disse na CPMI que “em nenhum momento” falou sobre golpe. Ele justificou que o material coletado pela PF é objeto de “conversas privadas” e que a “ordem” cobrada era para que Bolsonaro “apaziguasse” a situação nas ruas do país.

– Em nenhum momento atentei contra a democracia brasileira, em nenhum momento quis atentar ou agredir as instituições – afirmou.

O coronel é formado na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), no Sul do Rio de Janeiro, a mesma frequentada por Bolsonaro antes de entrar na política. Lawand Júnior se graduou em ciências militares. Durante o governo Bolsonaro, ele chegou a ser condecorado no Quadro Ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem do Mérito Militar.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Cassar direitos políticos é cassar soberania popular, diz sociólogo Demétrio Magnoli, colunista de O Globo, criticou o Judiciário brasileiro

 

Presidente do TSE, Alexandre de Moraes Foto: Joédson Alves/EFE

O colunista do jornal O Globo, Demétrio Magnoli, em seu artigo publicado nesta segunda-feira (26), criticou o Judiciário brasileiro por não entender a grandeza do direito político de um cidadão.

Na crônica, o sociólogo e doutor em geografia humana ilustra seu posicionamento evocando casos que ocorreram nos Estados Unidos, país onde as prerrogativas eleitorais são respeitadas e elevadas ao seu devido lugar, como no caso Donald Trump, acusado de reter ilegalmente documentos sigilosos. Ele pode ser preso, mas seu direito de concorrer à Presidência, permanece resguardado.

Outro caso citado foi o do líder socialista americano Eugene Debs, que foi condenado por sedição [crime contra a ordem] e concorreu à Presidência do país enquanto cumpria pena em uma prisão de Atlanta, chegando a receber 914 mil votos [3,4% do total].

– Os Estados Unidos separam os domínios da Justiça e da política: o primeiro compete aos tribunais; o segundo, aos eleitores. Nada, nem mesmo a cadeia, anula os direitos políticos, que emanam da cidadania – diz o texto.

A crítica direta ao Judiciário brasileiro vem logo em seguida, pois na visão do cronista, “no Brasil, cidadania é coisa secundária, incerta, precária”.

– Daí que um tribunal especial, o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], tem a prerrogativa de decidir quem pode e quem não pode se candidatar a cargos eletivos. No fundo, os juízes operam com o poder de cassar a soberania popular. Os eleitores perdem o direito de votar nos candidatos de sua preferência. A tutela judicial dos eleitores ocorre sistematicamente nas disputas para cargos parlamentares. Desde 2018, transformou-se em fator decisivo nas eleições presidenciais – pontuou.

Para Magnoli, os juízes são os “grandes eleitores”, pois são eles que determinam quais serão as opções autorizadas para que os “pequenos eleitores” [o povo] possam votar. O direito de ser votado passa pelo querer pessoal e quase discricionário dos togados, que moldam o entendimento e a interpretação das leis ao seu bel prazer, e mudam de ideia sempre que quiserem, sem qualquer constrangimento.

– Bolsonaro chegou à Presidência numa eleição marcada pelo veto judicial à participação de Lula. Depois, como os juízes mudaram de ideia, Lula retornou ao Planalto. Tudo indica que, em 2026, disputará a reeleição em pleito sem a presença de Bolsonaro, graças à decisão soberana dos juízes.

– Ao vetar candidaturas, sob o pretexto de punir indivíduos, os juízes cancelam direitos de vastas parcelas da sociedade. No fundo, é a democracia que vai para a cadeia – declarou o colunista.

FONTE:PLENO NEWS

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Ex-presidente Bolsonaro declara ter “bala de prata” para 2026 Ex-chefe do Executivo não quis revelar qual será seu trunfo para a próxima eleição presidencial

 

Ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Beto Barata/PL

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que possui uma “bala de prata” para as eleições de 2026, mas evitou dizer qual seria ela. A afirmação foi feita por ele durante uma entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo e publicada nesta segunda-feira (26).

– Eu tenho a bala de prata, mas não vou revelar (…). O que nós plantamos ao longo de quatro anos não foi blá blá blá. Eu fui para o meio da massa, bafo na cara, arriscando levar um tiro, uma facada. A gente trouxe o pessoal para acreditar no seu país – disse.Questionado sobre a possibilidade de a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ser candidata a algum cargo político, o ex-presidente ressaltou que acredita que a esposa não possua a experiência necessária, mas destacou que ela é uma “excelente cabo eleitoral”.

– O que eu converso com a Michelle é que ela não tem experiência. Para ser prefeito de cidade pequena já não é fácil. Lidar com 594 parlamentares [entre deputados e senadores] não é fácil também – afirmou.

Bolsonaro também falou sobre o julgamento da ação ajuizada contra ele pelo PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual é questionada a reunião com embaixadores em julho do ano passado. O ex-presidente voltou a dizer que não atacou o sistema eleitoral na ocasião, mas que apenas mostrou como ele funciona.

– Eu mostrei como é o sistema eleitoral. Eu perguntei “alguém tem esse sistema no seu país”? Não tem. A Alemanha já adotou. E depois viu que não era confiável. E querem me punir também pelo conjunto da obra – completou.

FONTE:PLENO NEWS

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“Resultado esperado”, diz Dino sobre Bolsonaro inelegível Ministro da Justiça de Lula disse ser importante que essa inelegibilidade aconteça

 

Flávio Dino cumprimenta Lula Foto: Andre Borges/EFE

Após participar do 11º Fórum Jurídico de Lisboa, nesta segunda-feira (26), o ministro da Justiça de Lula (PT), Flávio Dino, conversou com a imprensa e declarou que a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o “resultado esperado”.

Para ele, a medida servirá de exemplo para “eventuais liderados que queiram se posicionar contrários à democracia”.

– É um resultado razoável, esperado e importante de que essa inelegibilidade aconteça. Inclusive, para que tenhamos saneamento de processos eleitorais futuros. Tanto no que se refere a ele próprio, como a eventuais liderados que queiram se posicionar contrários a democracia – disse o progressista.

Apesar de entender que sua posição não permite opinar sobre o julgamento do Bolsonaro no TSE, Flávio Dino não se conteve e decidiu falar, mas como “profissional de Direito há mais de três décadas”.

– É bom que este momento [de julgamento] chegue, inclusive, em razão da prevenção. E que também fique uma lição para eventuais novos aventureiros extremistas, quem lembrem que depois a conta chega – disse o aspirante à indicação de Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF).

FONTE:PLENO NEWS

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Dono de ex-afiliada da Jovem Pan é alvo da Polícia Federal Milton de Oliveira Júnior assumiu recentemente que financiou os atos de 8 de janeiro em Brasília

 

Milton de Oliveira Júnior durante programa de rádio Foto: Reprodução/Redes Sociais

Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta terça-feira (27), um mandado de busca e apreensão contra Milton de Oliveira Júnior, dono de uma rádio em Itapetininga, no interior de São Paulo, que foi afiliada da Jovem Pan. Recentemente, ele admitiu ter financiado os atos de 8 de janeiro em Brasília.

De acordo com a PF, a busca e apreensão foi expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e faz parte da 13ª fase da Operação Lesa Pátria, que visa identificar possíveis financiadores dos atos de janeiro na capital federal. Em abril deste ano, a Jovem Pan rompeu contrato com a rádio de Milton Júnior por considerar que a afiliada violou cláusulas do acordo entre elas.

Foi exatamente em abril que Milton afirmou, durante um programa da Jovem Pan Itapetininga, que teria financiado os atos. Ele também chegou a dizer que não via qualquer problema em ser preso por causa da atitude.

– Eu ajudei [a financiar os atos de 8 de janeiro], não tenho medo de assumir o que eu faço. Tá lá. Se eu tiver que ser preso por ajudar alguns patriotas a irem para Brasília fazer protestos contra um governo ilegítimo, que eu seja preso, não há problema nenhum – disse.

Na ocasião, Milton ainda afirmou que não tinha “medo da Justiça” e que poderia comprovar, por meio de recibos, que contribuiu financeiramente com os atos.

– Eu contribuí, deputada, se a senhora quiser eu mando no seu WhatsApp os recibos de Pix, está tudo com o meu CPF – disse ele para uma parlamentar que participou de um programa de sua rádio na época.

FONTE:PLENO NEWS

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Maioria do STF decide tornar réu homem que destruiu relógio O relator da ação é o ministro Alexandre de Moraes

 

Antônio Cláudio Alves Ferreira Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (26), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para tornar réu Cláudio Ferreira, de 30 anos, homem flagrado destruindo o relógio de Dom João VI no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro.

Além dele, outros 44 denunciados por participarem dos atos de vandalismo foram tornados réus. O homem que foi flagrado roubando uma toga dos ministros do STF, William Lima, também está na lista.

O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes, que votou para torná-los réus. Votaram junto com o relator os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber.

Outras 100 denúncias ainda precisam ser analisadas pelo STF. Essas pessoas são acusadas dos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo e deterioração de patrimônio tombado.

FONTE:PLENO NEWS

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Diogo Nogueira ataca Bolsonaro durante show: “Aquela besta” Cantor agradeceu ao povo nordestino por ter tirado Bolsonaro do poder

 

Diogo Nogueira “fez o L” nas últimas eleições Foto: Webert Belecio / AgNews

Uma das atrações do São João de Caruaru, em Pernambuco, o cantor Diogo Nogueira fez críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), referindo-se a ele como “aquela besta”.

Ao final do show, após interpretar a canção Tá Escrito, o namorado da atriz Paolla Oliveira agradeceu ao povo nordestino “por ter tirado aquela besta do poder”.

– Valeu, Caruaru! Vou falar um negócio para vocês muito importante. Eu estou aqui para agradecer ao povo nordestino por ter tirado aquela besta do poder – bradou o sambista.

O evento ocorreu no último dia 17 de junho, mas o vídeo com as falas do cantor viralizou nas redes sociais neste fim de semana.

Nas eleições de 2022, o Nordeste foi a única região na qual Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve mais votos que Jair Bolsonaro. A região foi decisiva para a vitória de Lula, fazendo jus à fama de tradicional reduto petista.

Durante o pleito, Diogo Nogueira declarou seu apoio a Lula publicamente, em forma de música.

– Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé. Manda o Bolsonaro embora – cantou, fazendo a letra “L” com uma das mãos.

Em recente entrevista ao podcast Quem Pode, Pod, Paolla Oliveira disse que o posicionamento político foi uma questão importante para o casal.

– Era um tempo de uma política muito acirrada. E o medo que a gente estava, que depois ele me contou que era o mesmo medo dele, era: “E se a gente falar alguma coisa?” (…) De ser um partido político ou alguma ideologia diferente. Se estragar isso, não tem caminho de volta, porque a gente não se fala mais – relembrou.

FONTE:PLENO NEWS

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