A ex-deputada estadual Janaina Paschoal comentou sobre a possível decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de tornar Jair Bolsonaro inelegível. Para ela, a culpa dessa denúncia feita pelo PDT é culpa dos amigos radicais do ex-presidente que o encorajaram a falar contra a Suprema Corte e sobre o processo eleitoral.
Eleita em 2018 na grande onda de conservadores, a advogada e professora de Direito logo saiu da linha de apoio do então presidente, se distanciando dos políticos com posições mais enérgicas e passando a adotar uma linha mais polida.
Apesar de sair da base, Paschoal deu conselhos sobre os discursos inflamados de Bolsonaro para que ele adotasse um tom neutro, mas foi bastante criticada.
– Espero que os apoiadores do ex-presidente, que tanto me atacaram por aconselhá-lo a parar de seguir seus radicais, percebam quem realmente queria o bem do país. Meus parabéns àqueles que se diziam fiéis ao presidente e o estimularam a atacar o STF, o TSE, a participar de manifestações desnecessárias e com pautas questionáveis… O tempo é o senhor da verdade – escreveu ela no Twitter.
Janaina também alfinetou os amigos próximos de Bolsonaro que acabaram se elegendo nas eleições de 2022, enquanto que o ex-presidente poderá ficar inelegível por oito anos.
– Esses grandes amigos do presidente se elegeram, ele perdeu e não poderá concorrer por um bom tempo.
Ainda assim, a jurista entende que a esquerda não deve comemorar a possível decisão do TSE, pois a condenação de Jair Bolsonaro poderá abrir “uma avenida para novos quadros à direita”.
Na sessão do TSE nesta quinta-feira (29), o placar para a inelegibilidade de Bolsonaro ficou em três votos contra o ex-presidente e um para manter seus direitos políticos. O julgamento será retomado na sexta (30).
Lula discursa na abertura do 26º encontro do Foro de São Paulo Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Nesta quinta-feira (29), o presidente Lula (PT) discursou na abertura do 26º encontro do Foro de São Paulo [organização de esquerda que se autodenomina “articulação de partidos e movimentos políticos latino-americanos e caribenhos”], em Brasília, e além de atacar a direita e inflamar a hostilidade contra os conservadores, disse que o discurso de família e patriotismo deve ser combatido.
– (…) Aqui no Brasil, nós [esquerdistas] enfrentamos o discurso do costume, o discurso da família, o discurso do patriotismo, ou seja, aqui nós enfrentamos o discurso de tudo aquilo que a gente aprendeu, historicamente, a combater (…) – disse Lula para uma plateia de comunistas e socialistas.
Também estiveram presentes a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, a ministra da Ciência e Tecnologia e presidente do PCdoB, Luciana Santos, e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
Houve manifestação contrária ao encontro na porta do evento.
FORO DE SÃO PAULO O Foro de São Paulo surgiu no ano de 1990, fundado por Lula e pelo ditador de Cuba, Fidel Castro. Durante 15 anos, o grupo comunista transnacional teve sua existência negada pela grande mídia, que apenas o reconheceu publicamente em 2005.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a 13 pedidos entre os dias 26 e 28 deste mês para anular provas do material apresentado pela Odebrecht em seu acordo de leniência. Os conteúdos anulados estão relacionados aos sistemas que gerenciavam o “departamento de propinas” da construtora: o Drousys e o MyWebDay B.
De acordo com a revista Veja, os pedidos para anulação das provas foram feitos, na maior parte, por investigados delatados por executivos da empreiteira. O entendimento de Toffoli foi no sentido de estender uma decisão do ex-ministro Ricardo Lewandowski, que considerou nulos contra o presidente Lula os conteúdos apresentados no acordo da Odebrecht, às análises feitas nesta semana.
Segundo a revista, Lewandowski também havido anulado as provas da empreiteira em processos contra o vice-presidente, Geraldo Alckmin, o empresário Walter Faria e o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.
Nesta semana, 15 pessoas foram atingidas pelas decisões de Toffoli, entre eles o ex-senador Edison Lobão (MDB-MA); o ex-deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA); o ex-diretor da Dersa Paulo de Souza, conhecido como Paulo Preto; além de Jorge Atherino e Deonilson Roldo, suspeitos de atuar em um suposto esquema de corrupção liderado pelo ex-governador Beto Richa (PSDB-PR).
Quem também foi beneficiado com a anulação foi um dos delatores da empresa, o ex-executivo da Odebrecht Realizações Imobiliárias Paulo Baqueiro de Melo. Estão pendentes ainda 13 pedidos semelhantes que aguardam decisão de Dias Toffoli, cuja lista inclui nomes como o próprio Beto Richa e os ex-governadores do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e Anthony Garotinho.
ANULAÇÃO DAS PROVAS A impossibilidade do uso das provas obtidas no acordo de leniência da Odebrecht foi determinada no ano passado, quando a 2ª Turma do STF manteve uma decisão do ex-ministro Ricardo Lewandowski, que havia anulado as provas. Na ocasião, o magistrado apontou que a declaração de suspeição do ex-juiz Sergio Moro teria contaminado as provas nas ações conduzidas por ele.
Em sua decisão, Lewandowski ressaltou que o fato de Moro ter desempenhado papel ativo na condução da ação penal relativa à sede do Instituto Lula fez com que eventuais elementos obtidos a partir da ação ficassem contaminados, entre eles o acordo de leniência, recepcionado pelo então juiz como prova da acusação.
Ditador Nicolás Maduro e Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR
A coluna de Merval Pereira, de O Globo, nesta sexta-feira (30), discorre sobre a controversa colocação do presidente Lula (PT) sobre seu conceito muito peculiar de que “democracia é relativo”. Para o jornalista, essa flexibilização dos direitos democráticos e de liberdade configura uma visão ditatorial e autoritária.
O texto aborda a “leniência com que o presidente Lula trata ditadores amigos como Nicolás Maduro na Venezuela, Ortega, na Nicarágua ou o governo cubano”, evidenciando que, para ele, “a democracia é, sim, relativa”, e “não é uma prioridade”.
– Quem acha que a democracia pode ser relativizada tem um pensamento autoritário por trás. Todo ditador acha que a democracia não é um valor em si, que tem que se adaptar às circunstâncias do momento, do país, das dificuldades que pode encontrar – diz Merval.
Para o cronista, “esse não é um pensamento democrático, é um pensamento de quem quer esconder uma ditadura”.
Bolsonaro e Michelle Foto: Reprodução/Instagram Michelle Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro demonstrou publicamente, na tarde desta sexta-feira (30), seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado à inelegibilidade por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em postagem no seu perfil no Instagram, Michelle declarou que “o sonho segue mais vivo do que nunca”.
– Eu continuo confiando, acreditando e ao seu lado, meu amor – escreveu.
Cristã, Michelle também utilizou passagem bíblica em sua mensagem.
– Pois quem agir de forma injusta receberá o devido pagamento da injustiça cometida; e nisto não há exceção para pessoa alguma (Colossenses 3:5).
A ex-primeira-dama afirmou que tem fé e que “Deus não perdeu e nunca perderá o controle de nada”.
– Somente Deus conhece os corações dos homens. A minha fé continua inabalável em Ti, Pai!
– Estou às suas ordens, meu capitão – finalizou, com uma sequência de fotos do ex-presidente em momentos durante sua gestão.
Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas Foto: PR/Alan Santos
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou suas redes sociais para enviar uma mensagem de solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ele ter seus direitos políticos cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira (30). Tarcísio também enalteceu as qualidades políticas do líder conservador.
– A liderança do presidente Jair Bolsonaro como representante da direita brasileira é inquestionável e perdura. Dezenas de milhões de brasileiros contam com a sua voz. Seguimos juntos, presidente – declarou.
Com a inelegibilidade de Bolsonaro por oito anos, o nome do governador de São Paulo ecoa como principal nome da direita para as próximas eleições presidenciais.
Valdemar Costa Neto Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, concedeu entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (28), onde afirmou que há um “carnaval” quanto à repercussão do voto do ministro relator, Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pela inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O líder da legenda demonstrou ser um homem de fé e revelou não acreditar que Bolsonaro seja condenado nesta ação.– Estão fazendo um carnaval com o voto do relator, que todos nós já esperávamos que vinha pela condenação – disse.
Valdemar declarou que “agora é que começa o julgamento”. Ele disse ainda ter “confiança na Justiça” e que vão ganhar “essa loucura de processo que não era nem para existir”.
Aliados do ex-presidente acreditam que algum ministro possa pedir vista e atrasar a conclusão do julgamento em até 60 dias, já que o regimento prevê a retomada do julgamento em até 30 dias, renováveis por mais 30.
Na sessão desta quinta-feira (28), os ministros votarão obedecendo a seguinte ordem: Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e, por último, Alexandre de Moraes, presidente do TSE.
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