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sexta-feira, 26 de abril de 2024

Novo cargo: Filho de ministro do TCU ganhará R$ 1 milhão por ano Mandato terá duração de 4 anos

 

Prédio do TCU Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Na última terça-feira (23), Vital do Rêgo Neto, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho, foi eleito para o Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com 97,2% dos votos. Ele teve apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD). As informações são do jornal O Globo e do Poder360.

O cargo oferece salário mensal de R$ 86,531,58 mensal, totalizando R$ 1 milhão por ano, de acordo com o último reajuste do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado.

Graduado em Direito pela Universidade de Brasília (UNB), o filho do ministro do TCU é também mestre em Direito da Energia pela Pantheon-Sorbonne University (Universidade de Sorbonne), em Paris, na França.

Neto foi indicado ao posto na Assembleia-geral pela Companhia Energética Minas Gerais (Cemig), com aval de Silveira. Seu mandato terá duração de 4 anos.

Vital será responsável por gerenciar a compra e a venda de energia no Brasil.

FONTE:PLENO NEWS

Joice Hasselmann chama Lula de “tchutchuca do Centrão” A ex-deputada declarou que o petista "sentou no colo" de Arthur Lira

 

Joice Hasselmann Foto: Reprodução X

Para a ex-deputada federal Joice Hasselmann, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é “tchutchuca do Centrão” por estar em uma boa relação com o Congresso Nacional para conseguir aprovação de pautas que são de interesse do governo federal.

A jornalista diz que depois de “rosnar”, o petista “sentou no colo” de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados. Segundo ela, o Centrão tem “uma pauta bomba” de R$ 70 bilhões.

Joice usava a mesma expressão “tchutchuca do Centrão” para atacar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de quem foi aliada. Por isso, a ex-deputada diz que esta novela está “no vale a pena ver de novo” em Brasília, sugerindo que Lula tem repetido o mesmo aceno que seu antecessor.

Assista:

quinta-feira, 25 de abril de 2024

Em Londres, Moraes se nega a falar com jornalistas : ‘Nem a pau’ Presença da imprensa em evento foi proibida

 

Alexandre de Moraes Foto: Luiz Roberto/Secom/TSE

Jornalistas foram impedidos de acompanhar um evento em Londres, que reúne ao menos dez nomes do Judiciário brasileiro, entre eles, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O magistrado chegou a dizer que não falaria com a imprensa “nem a pau”.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, os jornalistas não puderam nem mesmo ficar no andar onde ocorre o evento, o hotel de luxo The Peninsula, por se tratar de um “vento privado”.

O evento em questão é 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, que teve início nesta quarta-feira (24) e reúne 24 palestrantes, dos quais 21 exercem cargos públicos.

O fórum evento é organizado pelo Grupo Voto, da cientista política e empresária Karim Miskulin, e é divulgado como uma “missão internacional” que busca perpetuar “o espaço democrático” e promover “um diálogo construtivo em prol do avanço do Brasil”.

Além de Alexandre de Moraes, estão presentes os também ministros do STF Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Gilmar, inclusive, disse que desconhecer a proibição de jornlisstas no evento.

– Isso não nos foi informado. Eu não sabia, vou me informar – disse à Folha.

Outros nomes na programação: o procurador-geral da República, Paulo Gonet, os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), o advogado-geral da União, Jorge Messias, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, os senadores Ciro Nogueira (PP-AL) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), o ex-presidente Michel Temer (MDB), o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Cordeiro, e conselheiros do órgão.

O evento vai até esta sexta (26).

FONTE:PLENO NEWS

Michelle Bolsonaro é internada e ficará de repouso por sete dias Ex-primeira-dama foi diagnosticada com Influenza A

 

Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro Foto: Victor Chagas e Bruno Koressawa/PL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro precisou ser internada nesta quarta-feira (24) após sentir dores e mal-estar. Depois de passar por exames, Michelle foi diagnosticada com Influenza A e, por essa razão, terá de ficar em repouso por sete dias. A informação foi confirmada em uma nota divulgada pelo PL Mulher nesta quinta (25).

De acordo com o braço feminino do PL, os eventos que teriam a presença da ex-primeira-dama em Aracaju, capital de Sergipe, nesta sexta (26) e sábado (27), foram adiados inicialmente para os dias 10 e 11 de maio. Ao final da nota, Michelle agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas.

Confira a nota do PL Mulher, na íntegra
A Assessoria de Comunicação do PL Mulher informa que, na noite de ontem (24), a presidente nacional do Partido Liberal Mulher necessitou de cuidados médicos pois estava sentindo um mal-estar e muitas dores. Michelle foi submetida a exames e foi constatado que ela contraiu o vírus Influenza A. O médico que a atendeu prescreveu vários medicamentos, isolamento e repouso por sete dias.

Infelizmente, diante dessa enfermidade, os eventos do PL Mulher que ocorreriam em Aracaju (SE) com a presença de Michelle Bolsonaro, nos dias 26 e 27 de abril, foram adiados, em princípio, para os dias 10 e 11 de maio de 2024.

A presidente do PL Mulher lamenta não poder estar com as sergipanas no próximo final de semana e aguarda, ansiosamente, para encontrá-las em maio. Também agradece a preocupação e as mensagens de incentivo que tem recebido de amigos e apoiadores e espera, em Deus, uma rápida recuperação.

FONTE:PLENO NEWS

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Bia Kicis chama Daniela Lima de “ventríloqua de Moraes” A deputada contestava a ideia de que há uma organização criminosa internacional conduzida pelo Elon Musk

 

Bia Kicis Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) esteve nesta quarta-feira (24) participando da coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados onde os parlamentares da oposição exigiram que todos os sigilos dos processos e inquéritos sejam levantados. Durante sua fala, a ex-procuradora pediu para que a imprensa se levante para denunciar os excessos e então usar seu poder para defender a liberdade e a democracia.

– Vocês precisam fazer o seu papel. A imprensa tem um poder muito grande e pode ajudar a salvar e preservar a democracia. Muitos de vocês já foram e muitos já começaram a ser alvo [da censura] – declarou.


Em seguida, ela alfinetou a jornalista Daniela Lima, da GloboNews, que vem afirmando em seu programa que existe uma estratégia de articulação internacional de radicais da direita por trás das críticas que o bilionário Elon Musk tem feito ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

– Agora, a nova narrativa é que está sendo criada uma organização criminosa internacional conduzida pelo Elon Musk para destruir e atacar a democracia do Brasil. É um absurdo, mas é isso que está sendo repetido pela ventríloqua do ministro Alexandre de Moraes na GloboNews – alfinetou.

Assista:

 

FONTE
FONTE:PLENO NEWS

Lira diz que volta do imposto sindical não passa na Câmara Presidente da Câmara dos Deputados afirmou que já conversou sobre o assunto com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho

 Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (24), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o retorno do imposto sindical não deve ser aprovado pelos parlamentares. O assunto foi abordado pelo deputado durante participação em um evento da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).

A volta do imposto sindical é um dos temas que interessa ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. No então, os parlamentares consideram a medida um retrocesso.

– Quando esse assunto vai a plenário ele não tem respaldo, não tem respaldo para invasão de terra, para mudança de leis através de decretos, portarias ou projetos – explicou o presidente da Câmara.

Lira também afirmou que chegou a conversar com Marinho sobre o assunto.

– Eu conversei com o ministro Marinho e disse a ele que se o plenário da Câmara sentir o cheiro de que ele está querendo alterar a reforma trabalhista ou retornar alguns assuntos que o Congresso não vota, através de resoluções, regulamentações e decretos, os PDLs irão a plenário e nós derrubaremos – apontou.

FONTE:PLENO NEWS

Lula libera R$ 5,1 bi em emendas às vésperas da análise de vetos Planalto vive clima de indisposição com parlamentares e teme imposição de cronograma para emendas

 

Lula e Rodrigo Pacheco Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Diante da proximidade da sessão em que o Congresso avaliará vetos presidenciais, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acelerou a liberação de emendas parlamentares nesta semana. Somente na última segunda-feira (22), a gestão repassou R$ 2,7 bilhões a congressistas aliados, visando especialmente contornar o desgaste com a Câmara dos Deputados.

Somado às emendas autorizadas na última semana, o total chega a R$ 5,5 bilhões neste ano. Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a quem cabe articular com parlamentares e gerir as emendas, o governo ainda deve liberar R$ 1 bilhão nos próximos dias.

– Há um objetivo claro do governo em acelerar a execução para a gente manter esse ritmo de retomada da economia e ritmo da execução dos programas – disse o ministro.

Apesar da liberação de emendas, a frequência dos repasses é alvo de insatisfação em meio a congressistas. Recentemente, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a chamar Padilha de “incompetente”. Em meio a esse clima adverso com o Planalto, o alagoano acabou por não ser contemplado na última liberação de recursos.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por outro lado, mantém uma boa relação com o Planalto e recebeu R$ 24 milhões.

VOTAÇÃO DE VETOS
Nesta quarta-feira (24), o deputados e senadores pretendem analisar os vetos de Lula à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e ao Orçamento de 2024. Para que haja a derrubada, são necessários 257 votos de deputados e 41 de senadores.

Diante das recentes aprovações de projetos contrários ao governo, aliados do governo veem risco de que Lula tenha seus vetos derrubados. Entre os temores do Planalto, está que o Congresso anule o veto presencial ao cronograma para a liberação de emendas parlamentares. Se derrubado, o governo terá de obedecer ao calendário em questão, e não poderá mais usar o repasse de recursos como forma de negociar com deputados e senadores.

Independentemente de ser governista ou opositor, cada deputado tem direito a receber R$ 37,9 milhões, e cada senador, R$ 69,6 milhões. Entretanto, cabe ao Planalto determinar o momento em que os repasses são autorizados, o que é utilizado como moeda de troca para fazer com que propostas governistas avancem.

FONTE:PLENO NEWS

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