A sobrevivência das crianças exigiu meses de intervenções de altíssimo risco.
As meninas nigerianas de 19 meses nasceram compartilhando os mesmos tecidos cerebrais e vasos sanguíneos. Para realizar a divisão, a equipe formada por sessenta profissionais utilizou inteligência artificial e modelagem tridimensional para mapear a massa encefálica das pacientes antes de iniciar o corte definitivo.
Após a última etapa do processo físico, as duas crianças resistiram ao trauma cirúrgico. Elas receberam alta do hospital nos Emirados Árabes Unidos e já retornaram ao país de origem com as estruturas cranianas completamente fechadas e independentes.
As meninas nigerianas de 19 meses nasceram compartilhando os mesmos tecidos cerebrais e vasos sanguíneos. Para realizar a divisão, a equipe formada por sessenta profissionais utilizou inteligência artificial e modelagem tridimensional para mapear a massa encefálica das pacientes antes de iniciar o corte definitivo.
Após a última etapa do processo físico, as duas crianças resistiram ao trauma cirúrgico. Elas receberam alta do hospital nos Emirados Árabes Unidos e já retornaram ao país de origem com as estruturas cranianas completamente fechadas e independentes.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1420023633496804&set=a.471743941658116






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