
Em abril, Vorcaro encaminhou a Zettel o contato de Lippi e mencionou a necessidade de um aporte em um Fundo de Investimento em Participações. Em maio, o banqueiro voltou a cobrar o cunhado sobre a conclusão da operação.
Em 14 de agosto, Vorcaro retomou o assunto e questionou Zettel sobre o negócio no resort.
– Aquele negócio no Tayaya não foi feito? – perguntou Vorcaro.
Zettel explicou o que faltava para concluir a operação: – Que ele me diga pra quem passar.
Na sequência, Vorcaro demonstrou preocupação com a situação e questionou sobre o dinheiro:
– Me deu um puta problema. Onde tá a grana? – perguntou.
Zettel respondeu que os recursos estavam vinculados ao fundo relacionado ao resort:
– No fundo dono no Tayaya (sic).
Ainda na conversa, Vorcaro quis saber o que já havia sido feito. Zettel afirmou:
– Aportamos os 15. Agora falta só transferir.
Mais tarde, o banqueiro voltou a perguntar sobre a operação realizada no resort:
– Qual negócio vc fez tayaya ate hoje (sic) – questionou Vorcaro.
Lippi voltou a aparecer nas mensagens horas depois. Vorcaro encaminhou a Zettel uma informação atribuída ao advogado:
– Lippi acaba de dizer que ele quem está travando.
O banqueiro reagiu à mensagem com duas respostas:
– Foda isso, viu – e, em seguida, escreveu: – Pqp.
Informações posteriores da investigação apontaram duas parcelas relacionadas ao negócio do Tayayá Resort, uma de R$ 20 milhões e outra de R$ 15 milhões. Os valores somam R$ 35 milhões.
FONTE:PLENO NEWS






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