
Karina afirmou, porém, que “as autoridades, em vez de perguntar de maneira técnica, tem essa politização dentro da questão jurídica, de fiscalização dos projetos”.
Indagada pela CNN se ela será o próximo Mauro Cid, a produtora respondeu que não e justificou:
– Porque eu não tenho como incriminar alguém. Eu não tenho, eu não vi, não participei de nada que incrimine pessoas. Tudo que a gente fez foi um filme – assinalou.
A produtora foi um dos alvos da Operação Make Up, executada na última quinta-feira (10) por parte da Polícia Federal (PF). A ação ocorre no âmbito de um inquérito relatado pelo ministro Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal (STF), que apura suspeita de desvio de emendas parlamentares para a produção da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Karina defende que até onde ela possui conhecimento o investidor do projeto foi o fundo Havengate. Ela afirma que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, não repassou dinheiro para a produtora e destacou que ela nunca participou do fundo.
– O Vorcaro não deu nenhum centavo para a produtora. Não existiu nenhuma relação da produtora com o Vorcaro. Não existiu nenhuma relação da produtora com as empresas do Vorcaro, não existiu. (…) Eu não participei do fundo. Eu nunca participei do fundo e não era o meu papel. O meu papel ali era contratada do fundo – adicionou.
FONTE:PLENO NEWS






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