A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.
A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

A pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que o candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o presidente e candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com o PoderData/Aya, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado, como as mulheres, onde registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).
Os eleitores também foram questionados sobre quem tem mais chances de vencer a disputa pelo Palácio do Planalto neste segundo turno, medindo a expectativa de vitória, não de voto: 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.
Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro cresceu nove pontos porcentuais, enquanto a de Lula recuou 11 pontos porcentuais. Na pesquisa anterior, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.
REJEIÇÃO
O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição. Nesta nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no senador, um recuo de três pontos porcentuais em sete dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou de 47% para 46%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-08134/2026..
FONTE:PLENO NEWS

– O que o Alexandre de Moraes fez é imperdoável, é imperdoável. E não adianta agora se pintar de ouro, acenar para ninguém. Não tem aceno para você, Alexandre de Moraes, e pode ter certeza que se acha que esse julgamento aqui agora é ruim, espera o do juízo final – comentou.
O mineiro falou ainda em punição:
– Daqui a pouco o Moraes vai estar vestido de Deus, pátria, família e liberdade, com a camisa verde e amarela, uma faixa 100% de Jesus, com a Bíblia na mão, para tentar fugir da punição que é devida a ele. Ô, Alexandre de Moraes, sem anistia, sem anistia.
Confira:
FONTE:PLENONEWS



– Recebemos uma representação da AGU sugerindo apuração de interferência externa. Foi encaminhado para a Diretoria de Inteligência para dar início à apuração. É uma investigação em andamento, um procedimento prévio. Não foi publicada a portaria do inquérito, mas já temos uma investigação em curso – declarou o diretor-geral no domingo.
A manifestação da PF ocorreu durante a campanha eleitoral e gerou preocupação entre aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Havia receio de que o avanço da apuração pudesse ser usado para justificar alguma medida do Supremo Tribunal Federal (STF) antes do segundo turno.
O pedido da AGU foi apresentado na quinta-feira (1), depois de uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian. O texto afirmava que o governo Trump teria desviado recursos destinados aos direitos humanos para promover uma agenda de direita em outros países.
Na ocasião, Messias classificou o conteúdo como relevante diante da eleição brasileira e de episódios recentes envolvendo pressão externa sobre instituições do país.
– Especialmente grave diante do processo eleitoral brasileiro em curso e dos episódios recentes de pressão externa sobre as instituições brasileiras, conforme amplamente noticiado – afirmou o ministro.
FONTE:PLENO NEWS
As eleições de 2026 também tiveram candidatos que conseguiram vencer sem receber dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral. Entre os casos estão Nikolas Ferreira, reeleito deputado federal por Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, eleito governador mineiro, e Gustavo Gayer, que conquistou uma vaga no Senado por Goiás.

Segundo a acusação, ela escreveu a frase “Perdeu, mané” com um batom na estátua que fica em frente à sede do STF durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Débora está em prisão domiciliar desde março de 2025.
Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com a PGR, Débora cumpre os requisitos para o regime semiaberto.
De acordo com o ministro, Débora trabalhou 326 dias quando estava em regime fechado, que resultou em 108 dias de redução da pena; foi aprovada no Enem de 2023, o que garantiu mais 100 dias de redução de pena e ainda leu um livro, com avaliação e aprovação, o que garantiu menos quatro dias de prisão.
*AE
FONTE:PLENO NEWS
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Os defensores do ex-presidente mencionam os desdobramentos das recentes revelações do caso Master, envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do procedimento, sob o argumento de que o caso deveria ter passado pelo plenário da Casa.
O mesmo cenário ocorreu com Bolsonaro, que deveria ter sido julgado pelo plenário da Casa e não pela Primeira Turma. Além disso, a defesa também alega ter tido acesso dificultado às provas, não tendo havido condições de uma análise precisa.
No documento enviado a Fachin também consta um parecer técnico no qual está escrito que houve falhas na coleta de dados digitais dos equipamentos do tenente-coronel do Exército Mauro Cid e do próprio Jair Bolsonaro, tornando o material inapropriado e passível de manipulação.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de reclusão, atualmente em regime domiciliar, em Brasília.
FONTE:PLENO NEWS
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Cristiano Zanin, ministro do STF Foto: Carlos Moura/SCO/STFministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu nesta quinta-feira (1º), a três dias do 1º turno das eleições, a vaga de ministro substituto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar de ter sido escolhido para este novo período no dia 3 de setembro, a cerimônia foi marcada quase um mês depois pelo presidente Kassio Nunes Marques.
Em agosto de 2024, Cristiano Zanin garantiu a cadeira provisória pela primeira vez. O lugar permaneceu vazio até o retorno do próprio Zanin. No evento de posse, Ricardo Villas Bôas Cueva assumiu como corregedor-geral da Justiça Eleitoral, após votação na terça-feira (29).
A Corte Eleitoral possui três cadeiras fixas para o Supremo, ocupadas por Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli. Gilmar Mendes e Flávio Dino completam o trio de suplentes. O grupo também reúne dois membros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas, com reservas.
FONTE:PLENO NEWS
A empresária e lobista Roberta Luchsinger manifestou, em entrevista exclusiva à CNN Brasil neste sábado (17), o desejo de firmar um acordo...
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