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sexta-feira, 31 de maio de 2024

Michelle Bolsonaro: “A blusinha da Shopee virou imposto” Ex-primeira-dama comentou taxação de compras internacionais

 

Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro Foto: Victor Chagas e Bruno Koressawa/PL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou, em seu perfil no Instagram, a aprovação da medida que prevê a taxação de compras internacionais em 20%. Em uma postagem nos stories, Michelle disse que, com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a “blusinha da Shopee virou imposto”.

– Tem gente que viaja… Segundo eles o pobre não pagaria esse imposto [taxação de compras internacionais], mas vai pagar! Nesse governo, a picanha virou abóbora. A blusinha da Shopee virou imposto – escreveu.

ARRECADAÇÃO DEVE CHEGAR A R$ 4 BILHÕES ATÉ 2025
O retorno da taxação sobre as compras internacionais de até 50 dólares (R$ 260), com alíquota de 20%, pode ter efeito fiscal “relevante” e gerar R$ 1,3 bilhão para os cofres da União neste ano. O cálculo é feito pela equipe de política fiscal da Warren Investimentos.

Para o ano de 2025, os economistas Felipe Salto, Josué Pellegrini e Gabriel Garrote, da Warren, estimam que a taxação pode render até R$ 2,7 bilhões em receitas, considerando as projeções de crescimento do PIB nominal.

Uma vez que a Constituição determina que o Imposto de Importação está livre da incidência da chamada anterioridade geral e também da noventena (que diz que um tributo só pode ser cobrado depois de decorridos 90 dias da publicação da lei que o instituiu ou aumentou), o entendimento é de que a instituição dos 20% entrará em vigor assim que a lei for promulgada.

Havia expectativa de o Senado votar o assunto ainda nesta semana, mas a deliberação foi adiada para a próxima terça-feira (4). O tema da taxação foi incluído dentro do projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Inicialmente, líderes da Câmara tinham a intenção de retomar o imposto no nível de 60% – que incidia antes de o Ministério da Fazenda lançar o programa Remessa Conforme, formatado com a intenção de trazer para a formalidade as encomendas que chegam ao Brasil por sites estrangeiros. Após uma negociação, por sua vez, os deputados aprovaram o texto com uma taxa de 20%.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

Postagem de Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram Michelle Bolsonar

32ª Marcha para Jesus de São Paulo registra mais um recorde O evento recebeu inscrições de 17 mil caravanas de diversas partes do Brasil

 Marcha para Jesus São Paulo 2024

Marcha para Jesus São Paulo 2024 Foto: EFE/Sebastião Moreira

A 32ª edição da Marcha para Jesus reuniu uma multidão de pessoas nas ruas da capital paulista, nesta quinta-feira (30), feriado de Corpus Christi. O tema deste ano foi “Dupla Honra”.

A caminhada teve início no Metrô Luz, às 10h, e seguiu até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próxima ao Campo de Marte. O percurso de 3,5 km foi animado por oito trios elétricos e contou com a participação de mais de 17 mil caravanas, o maior número da história do evento. Durante o trajeto, os participantes realizaram orações, louvores e entoaram palavras de fé.

O evento contou com a presença de várias autoridades religiosas e políticas. Líderes de diferentes denominações participaram do evento do começo ao fim, mostrando a unidade do Corpo de Cristo e declarando que São Paulo é do Senhor Jesus.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) expressou sua felicidade em participar e destacou a importância da sabedoria divina. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), ressaltou a presença de muitos jovens e a importância da fé e solidariedade. O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), mencionou a preparação para a Marcha para Jesus de Sorocaba, marcada para 7 de setembro.

O ministro do STF André Mendonça falou sobre a necessidade de perseverança nos princípios e valores, considerando o evento um divisor de águas. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), também esteve presente e discursou sobre a preservação da família, segurança pública e combate às drogas, sem mencionar temas polêmicos ou fazer referências diretas à política.

FONTE:https://pleno.news/

quarta-feira, 29 de maio de 2024

TSE mantém condenação de Garotinho por compra de votos Ele é acusado de uso eleitoreiro do programa assistencial Cheque Cidadão

 

Anthony Garotinho Foto: EFE/Marcelo Sayão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quarta-feira (29), um recurso de anulação de condenação apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (União Brasil). Ele é acusado de compra de votos, associação criminosa, supressão de documento e coação de testemunhas durante as eleições municipais de Campos dos Goytacazes (RJ) de 2016.

A votação unânime da Corte confirmou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que condenou Garotinho a 13 anos e nove meses de prisão, multa e inelegibilidade. O recurso rejeitado pedia indulto natalino ao ex-governador e a extinção da punibilidade do político, baseada na anulação da condenação de outro réu.

Segundo o ministro André Ramos Tavares, relator do caso, as investigações e as decisões das instâncias inferiores juntaram provas suficientes para subsidiar o decreto de condenação. Em seu voto, acompanhado pelo restante do plenário, Tavares rejeitou os pedidos da defesa do político em razão dos depoimentos de testemunhas, documentos, perícias e interceptações telefônicas obtidas pelo processo contra Garotinho.

– Indulto natalino não abrange crimes praticados mediante grave ameaça ou violência contra pessoa e não pode ser concedido aos crimes não impeditivos enquanto a pessoa condenada não cumprir a pena pelo crime impeditivo do benefício – afirmou.

RELEMBRE O CASO
Garotinho é acusado de liderar um esquema de uso eleitoreiro do programa assistencial Cheque Cidadão, voltado a famílias de baixa renda. O objetivo era obter votos para o seu grupo político que disputava a prefeitura do município do norte fluminense. Os crimes teriam sido cometidos entre maio e agosto de 2016.

A Operação Chequinho foi conduzida pela Polícia Federal, pela Procuradoria Regional Eleitoral do Rio (PRE-RJ) e pelo TRE-RJ para apurar o caso. A investigação mostrou que o esquema elevou o número de favorecidos pelo programa, que dava R$ 200 ao mês por beneficiário, de 12 para 30 mil. O pagamento à população ocorria mediante o comprometimento de votar nos candidatos indicados, segundo os investigadores.

Os crimes custaram R$ 11 milhões ao município, segundo o Ministério Público Eleitoral. A prefeita de Campos dos Goytacazes, na época, era Rosinha Matheus, esposa do ex-governador. Ele era secretário municipal de governo da cidade.

O ministro Tavares apontou que o ex-governador idealizou a fraude, manejou os mecanismos do estado para viabilizar a execução do esquema e manipulou o inconsciente popular “para criar um sentimento de gratidão e dependência política, com nítida aptidão de corromper e influenciar a vontade do eleitor e desequilibrar o pleito eleitoral”.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Senador do PT votou contra veto de Lula na saidinha: ‘Impunidade’ Fabiano Contarato não acha razoável a quantidade de benefícios já existentes aos presidiários

 

Fabiano Contarato Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O único senador do PT que votou a favor da derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no projeto de lei sobre à “saidinha” temporária de presos, Fabiano Contarato (ES), disse que não apoiou a decisão do petista, porque “não acha razoável” a quantidade de benefícios já existentes aos presidiários.

Segundo ele, os benefícios passam “a certeza de impunidade” para famílias de vítimas por homicídio. Nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional rechaçou o corte do chefe do Executivo ao texto, que buscou abrir uma brecha para permitir permissão de visita de presos aos parentes.

Ao Estadão, Contarato afirmou que a quantidade de benefícios existentes na Lei de Execução Penal e no Código Penal “não é razoável”.

– Passa para as famílias das vítimas de qualquer crime não a sensação, mas a certeza de impunidade. Por isso que votei pela derrubada do veto. Vamos considerar que uma pessoa, então, foi condenada a nove anos. Com um sexto ela já sai para o regime aberto. A cada três dias que trabalha ela ganha um, por remição da pena de trabalho, e com um terço da pena hoje ela já sai de vez do livramento condicional – disse Contarato.

E completou:

– A pessoa já tem inúmeros benefícios, tanto no Código Penal quanto na Lei de Execução Penal, e com a saída temporária de forma indiscriminada, 35 dias em cinco vezes por ano. Como explica isso para uma mãe cujo filho foi morto por disparo de arma de fogo que o culpado vai ficar pouco mais de dois anos preso? Não é razoável.

Por 314 votos pela queda, 126 pela manutenção e duas abstenções, os deputados preferiram retomar o texto original aprovado na Casa. No Senado, 51 parlamentares acompanharam a posição da Câmara, 11 votaram em favor da “saidinha” e um senador se absteve.

Entre os deputados, 56 petistas apoiaram a manutenção do veto. Apenas uma deputada foi contra a decisão de Lula: Maria do Rosário (RS), histórica defensora das pautas que envolvem os direitos humanos. O Estadão procurou a parlamentar, mas não obteve retorno.

Delegado de polícia por 27 anos, Fabiano Contarato foi eleito senador pelo Espírito Santo em 2018, pela Rede Sustentabilidade. Em dezembro de 2021, ele deixou o partido pelo qual venceu o pleito e ingressou no PT. Entre 2022 e 2023, ele foi líder da sigla de Lula no Senado.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Câmara pode barrar vacina da Covid-19 obrigatória em crianças CCJ da Casa aprovou recursos para que projeto sobre o tema volte a tramitar

 

Deputada Julia Zanatta Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deve voltar a analisar um projeto de decreto legislativo que pode derrubar a obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 em crianças de 6 meses a 5 anos de idade. Nesta terça-feira (28), o colegiado julgou o recurso da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) que pretende derrubar uma nota técnica do Ministério da Saúde com a medida.

De acordo com a parlamentar, famílias estão sendo perseguidas em Santa Catarina por não quererem vacinar os filhos.

– O meu recurso passou e o meu PDL tem chance de tramitar para que a gente não continue com essa injustiça. Somente no meu estado, em Santa Catarina, tem mais de 100 famílias sofrendo perseguição do Ministério Público e dos conselhos tutelares por serem pais que não querem vacinar os seus filhos. Vamos continuar unidos para barrar a obrigatoriedade da vacina da Covid em bebês de 6 meses a 5 anos – destacou.

No fim do ano passado, o governo anunciou que iria incorporar a vacina contra a Covid-19 no Calendário Nacional de Vacinação. A medida entrou em vigor em 1º de janeiro deste ano.

FONTE:PLENO NEWS

Malafaia e Bolsonaro rechaçam envolvimento em ato de Zambelli Pastor e o ex-presidente não apoiam a manifestação convocada pela deputada

 

Silas Malafaia, Jair Bolsonaro e Carla Zambelli Foto: Andre Ribeiro/Thenews2/Agência O Globo; Foto: Isac Nóbrega/PR; Foto: Paulo Sergio/Câmara dos Deputados

Após a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) usar suas redes sociais, nesta segunda-feira (27), para convocar uma manifestação pelo impeachment do presidente Lula (PT), na Avenida Paulista, em São Paulo, o Pleno.News ouviu o pastor Silas Malafaia, que além de proeminente liderança conservadora no Brasil, foi o organizador das recentes manifestações pró-Bolsonaro e em defesa do Estado Democrático de Direito, que aconteceram na Avenida Paulista, em 25 de fevereiro, e na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 21 de abril.

Malafaia negou qualquer envolvimento com o ato convocado por Zambelli e revelou ter ligado para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também afirmou não ter qualquer participação no evento.

– É um ato dela. Não tem nada a ver comigo, não tem nada a ver com Bolsonaro. É um ato dela. Problema dela. Tô fora! – disse o pastor.

Em outro momento da conversa, Malafaia disse ter ligado para o ex-presidente Jair Bolsonaro e revelou o posicionamento do líder conservador sobre a manifestação.

– Bolsonaro não apoia nada disso e eu também não apoio. Isso é coisa de Zambelli – concluiu Malafaia.

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 28 de maio de 2024

Voo da FAB em um domingo levou apenas Haddad e esposa para SP Ministro fez voo no dia 19 de maio, mas compromisso usado como justificativa seria no dia 20

 

Haddad e a esposa Ana Estela durante o segundo turno das eleições de 2018 Foto: EFE/Sebastião Moreira

Um voo realizado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), no último dia 19 de maio, um domingo, teve uma peculiaridade: apenas o chefe da pasta federal e sua esposa, Ana Estela, eram os passageiros da aeronave. O voo partiu de Brasília às 8h45 daquele dia e chegou em São Paulo às 10h10. Os dados constam no registro de voos da FAB.

No ofício enviado pelo cerimonial de Haddad para solicitar o apoio aéreo, endereçado ao major-brigadeiro do ar Antonio Mioni Rodrigues, chefe do gabinete do comandante da Aeronáutica, a assessoria do ministro diz que a viagem, justificada como sendo “a serviço”, serviria para atendimento “de audientes”, mas o compromisso seria apenas no dia seguinte, 20 de maio, no gabinete do Ministério da Fazenda em São Paulo.

O retorno do ministro para Brasília, também em um avião da FAB, aconteceu, por sinal, justamente no dia 20 de maio, com decolagem realizada às 10h10 e pouso às 11h35 na capital federal. Desta vez, outras pessoas estavam na lista de passageiros, como a ministra do Planejamento, Simone Tebet; e o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Questionada pelo jornalista Lúcio Vaz, do site Gazeta do Povo, sobre a necessidade de a viagem ter sido feita no domingo e por que Ana Estela estava na lista de passageiros, a assessoria de Haddad respondeu que “a viagem foi necessária em razão dos compromissos realizados na cidade de São Paulo no dia 20/05/2024”.

Além disso, a pasta acrescentou que a esposa de Haddad, que é professora da USP e ocupa, a convite da ministra da Saúde, Nísia Trindade, o cargo de secretária de Informação e Saúde Digital do ministério, foi passageira no voo realizado no dia 19 de maio nos termos do Art. 7° do Decreto n° 10.267/2020.

– Ressalta-se que todas as viagens realizadas pelo Ministério da Fazenda seguem as regras estabelecidas pela Lei n° 8.112 (Art. 58) e pelo decreto supracitado – completou o Ministério da Fazenda.

FONTE:PLENO NEWS

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