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terça-feira, 21 de outubro de 2025

FAB anuncia a compra de 11 helicópteros dos Estados Unidos Compra sem licitação será no valor de R$ 1,2 bilhão

 

Helicóptero Black Hawk Foto: Cb. Feitosa/Força Aérea Brasileira)

A Força Aérea Brasileira (FAB) oficializou a intenção de adquirir 11 helicópteros militares Black Hawk por meio de um acordo direto com o governo dos Estados Unidos, sem processo de licitação. A negociação, publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (20), prevê a compra por cerca de 229 milhões de dólares (equivalente a R$ 1,2 bilhão).

As aeronaves serão adquiridas por meio do programa Blackhawk Exchange Sales Team, coordenado pelo Exército norte-americano, que permite a venda de equipamentos usados para países aliados estratégicos. O modelo de negociação costuma oferecer preços mais baixos do que os praticados no mercado internacional.

Além dos helicópteros, o Brasil também avançou na compra de 24 radares BRIFD G5000H, tecnologia que melhora a capacidade de identificação de alvos e mapeamento em missões complexas, como combate e resgate.

A movimentação ocorre dias antes de um possível encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos EUA Donald Trump.

A participação do Brasil no programa norte-americano havia sido colocada em dúvida devido a recentes tensões políticas, mas a negociação sinaliza manutenção da confiança entre os governos.

FONTE:PLENO NEWS

Fux pede para fazer revisão em voto no julgamento de Bolsonaro Ministro do STF pretende fazer ajustes gramaticais em sua deliberação

 

Ministro Luiz Fux Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a devolução de seu voto no processo que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. O objetivo seria realizar ajustes gramaticais antes da conclusão do acórdão.

A decisão de Fux, que havia liberado o voto para a elaboração do documento final do julgamento, faz com que a publicação do acórdão, que reúne todos os votos e o resultado do julgamento, seja adiada. Durante o julgamento, o ministro foi o único integrante da Primeira Turma do STF a votar pela absolvição de Bolsonaro, divergindo do relator Alexandre de Moraes e dos demais colegas.

De acordo com o regimento interno do Supremo, cada gabinete tem 20 dias para entregar a versão final de seus votos, incluindo a transcrição das manifestações feitas nas sessões. O prazo máximo para a publicação do acórdão é de 60 dias, contados desde 24 de setembro, quando foi aprovada a ata da sessão que consolidou a condenação.

Após a entrega de todos os votos, o material será encaminhado à Secretaria das Sessões, que o remeterá ao gabinete do relator Alexandre de Moraes. Cabe a ele redigir a ementa e o texto final do acórdão. Após a publicação, as defesas dos réus poderão apresentar recursos.

FONTE:PLENO NEWS

conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Marcelo Tostes



 conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Marcelo Tostes

ingressou com uma representação para que a entidade se manifeste contra medidas adotadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O pedido de desagravo foi protocolado em sessão do Conselho Federal da OAB nesta segunda-feira (20/10), em favor do advogado Jeffrey Chiquini, destituído por Moraes da defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro denunciado por tentativa de golpe de Estado.
"Estou protocolando aqui no Conselho Federal esse desagravo público, em favor do advogado Jeffrey Chiquini, não só por ter sido indevidamente destituído, mas também por representar todos os advogados que atuaram e atuam naquele caso fatídico do inexistente golpe de 8 de janeiro", disse Tostes durante a sessão.
Na representação, a atitude de Moraes é apontada como "grave violação às prerrogativas profissionais da advocacia, especialmente ao direito à inviolabilidade do exercício profissional".
"Quando um magistrado, sobretudo integrante da Suprema Corte, interfere na relação entre cliente e advogado, sem qualquer fundamento legal, estabelece-se um perigoso precedente de autoritarismo, que intimida e fragiliza toda a classe", diz o documento. O presidente da OAB, Beto Simonetti, tem 15 dias para decidir sobre a publicação do desagravo.
Chiquini foi destituído por Moraes após questionar a apresentação, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), de elementos supostamente relevantes ao processo após a instrução da ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado e, com base nisso, solicitar novo prazo para elaboração da defesa. Moraes suspendeu o afastamento após recurso apresentado pelo advogado.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1486800872860803&set=a.788305252710372

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

BOLSONARO "NASCE UMA LENDA"! MÚSICA INÉDITA! FANTÁSTICA! EMOÇÃO DO INÍCI...



sábado, 18 de outubro de 2025

“Um verdadeiro cristão não apoia Lula”, afirma pr. Silas Malafaia Líder evangélico publicou vídeo sobre o assunto, na esteira do encontro do bispo Samuel Ferreira com o presidente

 

Pastor Silas Malafaia Foto: Frame de vídeo / YouTube / Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia publicou, nesta sexta-feira (17), um vídeo no qual defende que “um verdadeiro cristão não apoia” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Embora o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec) não cite nomes diretamente, a gravação foi divulgada no dia seguinte ao encontro do bispo Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus no Brás, com o chefe do Executivo no Palácio do Planalto, acontecimento que gerou polêmica entre evangélicos do país.

No vídeo, Malafaia afirma que “contra fatos não existem argumentos” e exibe vídeos do petista dizendo ter “orgulho” de ser chamado de comunista, e declarando “combater” o “discurso do costume, da família e do patriotismo”.

– Eu fico com vergonha de ver um irmão evangélico dizer que apoia um cara desse, que combate historicamente família, costumes e pátria, valores inegociáveis da nossa fé. Lula já enganou os evangélicos. Em 2022 escreveu uma carta dizendo ser contra o aborto. Primeiro mês do governo dele em 2023, derrubaram portarias do governo Bolsonaro que dificultavam o aborto. E Lula tirou o Brasil das nações do pacto antiaborto. Chega de enganar o povo de Deus! – exclamou.

Lula e bispo Samuel Ferreira Foto: Ricardo Stuckert / PR

O pastor da Advec relembrou ter apoiado Lula em 2002, quando “não havia nenhuma denúncia de corrupção contra ele” e quando ele ainda não exposto sua “ideologia” publicamente.

– Vergonha seria eu estar apoiando ele hoje, depois de toda a ideologia que ele defende e toda a lama de corrupção que eles participaram. (…) Eu quero distância dele. Esse cara tem um espírito de engano. Pode usar a mídia e o que você quiser, Lula. Você não vai mais enganar evangélicos e cristãos em geral – acrescentou.

O pastor ainda defendeu que cada cristão deve escolher seus representantes segundo “princípios, crenças, valores e caráter”.

– A Igreja de Cristo não apoia ninguém, eu digo isso a 45 anos. Ela está acima de tudo. A Igreja precisa do Espírito Santo. Isso é a Igreja, corpo místico de Cristo. Nós que somos cidadãos de um país e inseridos na sociedade é que apoiamos. A Bíblia não nega cidadania terrena, nem Cristo. Como é que eu apoio alguém? Segundo meus princípios, crenças, valores e caráter – pontuou.

FONTE:PLENO NEWS

Michelle critica pressão para escolher sucessor de Bolsonaro Ex-primeira-dama culpou o governo Lula pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos

 

Michelle Bolsonaro Fotos: Victor Chagas e Bruno Koressawa / PL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou o governo Lula em entrevista à agência AFP, nesta sexta-feira (17). Ela atribuiu ao governo petista a responsabilidade pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos e classificou a condenação de seu esposo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no processo da suposta trama golpista como uma “farsa judicial”.

Michelle afirmou que as sanções econômicas foram impostas “por culpa dos nossos governantes” e de “autoridades brasileiras que violam direitos humanos e princípios democráticos”.

Ela também se queixou da pressão para que Bolsonaro defina um nome para representar a direita nas eleições de 2026.

– Bolsonaro é e continuará sendo o maior líder da direita no Brasil – disse, acrescentando que “é cedo” para discutir candidaturas.

A ex-primeira dama é cotada para uma candidatura em 2026, mas afirmou que qualquer decisão sobre sua entrada na disputa eleitoral será tomada “em debate profundo com o meu marido, com minhas filhas, com o PL e, em especial, fruto de muita oração”.

Na mesma entrevista, Michelle, que é presidente nacional do PL Mulher, opinou que o feminismo “deixou de se preocupar com as necessidades reais das mulheres para mergulhar nos objetivos duvidosos da agenda ‘woke'”.

Nesta quinta-feira (16), a líder conservadora reagiu ao encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com evangélicos no Palácio do Planalto. Participaram o bispo Samuel Ferreira, da Igreja Assembleia de Deus Madureira; o advogado-geral da União, Jorge Messias, favorito de Lula para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF); o deputado federal Cezinha Madureira (PSD-SP); e o pastor Igor Nunes Ferreira.

Michelle compartilhou em seus stories do Instagram uma publicação do Pleno.News com fotos da reunião e indicou três versículos bíblicos: Apocalipse 22:11, Números 24:9 e Mateus 6:24.

Na Bíblia, Mateus 6:24 diz: “Ninguém pode servir a dois senhores, pois amará um e odiará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro”.

O bispo Samuel Ferreira apoiou Bolsonaro em 2022 e chegou a levá-lo a um culto na sede de sua igreja em São Paulo. O deputado Cezinha Madureira também tinha relação com o ex-presidente, tendo andado na garupa dele em uma motociata e sido recebido fora da agenda. Ele era chefe da bancada evangélica na Câmara e vice-líder do governo no Congresso.

A passagem Apocalipse 22:11, também citada por Michelle, fala: “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem é sujo, seja sujo ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda”.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

Parlamentares criticam Barroso por reabrir ADPF do aborto Despacho de Barroso será decidido por Edson Fachin

 

Damares Alves, Chris Tonietto e Carol de Toni Fotos: Bruno Spada ! Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Parlamentares de direita criticaram, nesta quinta-feira (17), a decisão do ministro Luís Roberto Barroso de pedir que o Supremo Tribunal Federal (STF) volte a julgar a ADPF 442, ação que propõe a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O pedido ocorre um dia antes da aposentadoria do magistrado.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) enviou ao Pleno.News seu comentário sobre o assunto, prometendo acompanhar de perto a questão.

– Meu chefe da assessoria jurídica, Dr. Marco Vinicius Pereira de Carvalho, está como parte nessa ação. É um dos maiores juristas pró-vida do país. E vamos acompanhar de perto toda essa movimentação. A maioria do povo brasileiro é contra o aborto e não vamos deixar que autoridades que nunca receberam um voto sequer do povo instaurem uma cultura de morte no Brasil.

A deputada Chris Tonietto (PL-RJ) também enviou nota ao nosso portal demonstrando sua indignação com despacho do ministro que está prestes a deixar o STF.

– É estarrecedor ver Barroso encerrar sua trajetória no Supremo Tribunal Federal com o mais cruel dos gestos: avançar com a ADPF 442 que coloca em risco a vida de milhares de bebês inocentes. O aborto continua sendo crime no Brasil, e nenhum tribunal tem poder para transformar em direito aquilo que a própria Constituição protege como bem supremo, a vida humana, inviolável desde a concepção. – disse ele.

E continuou:

– A ADPF 442 não trata apenas de descriminalizar o aborto até a 12ª semana. Seu conteúdo é muito mais grave. É um projeto de destruição da dignidade humana, um instrumento para consolidar a chamada cultura da morte em nosso país. É um verdadeiro “cavalo de Troia” que, sob o disfarce de “direitos”, carrega dentro de si a relativização da vida e pode abrir precedente para possível posterior discussão sobre eutanásia e o suicídio assistido, por exemplo.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também reagiu nas redes sociais com uma mensagem direta ao ministro.

– Quem promove a morte, colherá juízo. Sei que isso chegará em você, Barroso. Grave essa frase na sua mente – escreveu.

Já a deputada Caroline de Toni (PL-SC) afirmou que o ministro tenta deixar “um legado de morte” e defendeu que o direito à vida é cláusula pétrea da Constituição.

– Barroso quer encerrar sua passagem pelo STF deixando um legado de morte: a legalização do aborto. O direito à vida é cláusula pétrea da Constituição, nenhum ministro tem legitimidade para violar a Constituição – afirmou.

Tonietto também falou sobre caber ao Legislativo decidir sobre o assunto, não ao Judiciário como quer o PSOL.

– A Suprema Corte não foi criada para legislar. Essa é uma tarefa do Parlamento, que representa o povo brasileiro, um povo que é, em sua maioria, pró-vida e reconhece no nascituro uma pessoa com dignidade e direitos. Quando juízes assumem o papel de legisladores, ferem a Constituição e acabam por trair a confiança da sociedade.O sangue dos nascituros clama a Deus por justiça. Que o Brasil desperte antes que seja tarde e defenda o que há de mais sagrado, a vida desde a concepção até a morte natural.

fonte:pleno news

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