
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou, nesta quinta-feira (23), que realizou coleta de DNA após ser acusado de estupro por parlamentares durante os trabalhos da CPMI do INSS. A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais.
– Por livre e espontânea vontade, pedi uma ordem judicial para fazer essa coleta do meu teste de DNA. Fui acusado de forma covarde, vil e abjeta por membros do Partido dos Trabalhadores de algo que não pratiquei, uma cortina de fumaça, justamente no dia que pedi a prisão do filho do presidente da República – declarou o deputado.
E continuou:
– O PT age assim. Quem tem a verdade não teme a absolutamente nada. O crime que praticaram contra a minha pessoa foi vir o abjeto. Mas a verdade é soberana. Eu só quero justiça e quero celeridade. O povo brasileiro merece essa resposta imediata.
A acusação surgiu durante os trabalhos da CPMI do INSS quando os parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) o acusaram de estupro de vulnerável.
No final do mês de março, o parlamentar já havia apresentado o caso à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). Gaspar afirma que as acusações são falsas e que configuram crime contra a honra.
– Acabei de protocolar, junto com meu advogado, uma representação na Polícia Federal para apuração completa dos fatos. Estou à disposição para qualquer meio de prova, inclusive DNA – declarou.
O parlamentar também disse que pretende pedir a cassação dos mandatos dos dois congressistas. De acordo com Gaspar, a acusação teria sido feita para tentar impedir a leitura do indiciamento do filho do presidente da República na CPMI.
– Essa forma criminosa de agir de Lindbergh e Soraya terá repercussão na esfera jurídica. Vou exigir a cassação e a prisão de ambos – disse ele, na ocasião.
Assista:






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