
Ao defender a classificação imposta pelo governo dos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), disse que um líder que não se preocupa com a opressão que estas facções exercem sobre as famílias tem que estar fora da política.
A fala foi uma referência direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que, de acordo com Flávio, defende organizações terroristas, que impõem, entre outras coisas, impostos sobre pequenas atividades e inibem que moradores em comunidades – cerca de 25% da população brasileira – possam empreender nas localizações onde moram.
Em outro ponto de seu discurso, feito em debate promovido pelo Grupo Voto em São Paulo nesta segunda-feira (8), Flávio sugeriu que o presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, têm ligações com o crime organizado. Ele afirmou que, em uma das comunidades do Rio de Janeiro, berço do Comando Vermelho, Dino entrou sem seguranças e que, em outra, Lula fez um comício sem proteção policial.
São localizações que, de acordo com Flávio Bolsonaro, ou pessoas entram armadas, como faz a polícia, ou entram sob autorização dos chefes do crime organizado.
Ainda de acordo com o pré-candidato do PL, o presidente Lula “ficou louco” com a classificação das duas organizações como terroristas e o chamou de traidor da Pátria.
*AE
FONTE:PLENO NEWS






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