O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou que, caso seja eleito novamente chefe do Executivo do país, acabará com a guerra na Ucrânia em 24 horas. Segundo ele, ambos os presidentes, Vladimir Putin, da Rússia, e Volodymir Zelensky, da Ucrânia, têm “fraquezas” e “pontos fortes” que podem ser trabalhados para solucionar o conflito.
– Se eu for presidente, terei essa guerra resolvida em um dia, 24 horas. Ambos [os presidentes] têm fraquezas e ambos têm pontos fortes, e dentro de 24 horas essa guerra estará resolvida. Vai acabar, vai acabar absolutamente – garantiu o republicano.
Na ocasião, Trump participava do CNN Town Hall respondendo a perguntas de eleitores de seu partido e de pessoas indecisas em relação ao voto.
Durante a entrevista, o republicano ainda afirmou que o presidente russo não é um “criminoso de guerra”.
– Se você disser que ele é um criminoso de guerra, será muito mais difícil fazer um acordo para acabar com isso. Se ele vai ser um criminoso de guerra, as pessoas vão agarrá-lo e executá-lo, ele vai lutar muito mais do que nas outras circunstâncias. Isso é algo a ser discutido posteriormente – assinalou.
Ao ser questionado se Trump estaria torcendo para alguma das partes do confronto, o ex-presidente declarou que somente quer que russos e ucranianos “parem de morrer”.
Michelle Bolsonaro expõe notícia fake da Choquei e critica Lula Foto: EFE/ Andre Borges
Nesta sexta-feira (12), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) compartilhou uma postagem do Pleno.News que desmente uma notícia fake divulgada pela Choquei. Na legenda, Michelle sugeriu que a página, autora da falsa informação, revele os “cortes” promovidos pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que afetou milhares de brasileiros.
O perfil Choquei usou dados de 2022 sobre o pagamento de R$ 600 do Auxílio Brasil, para elogiar o governo Lula.
– Pela primeira vez em uma década, a desigualdade no Brasil caiu para o menor nível, com o auxílio de R$ 600 do governo Lula e a melhora do mercado de trabalho – diz a publicação.
No entanto, Michelle ressaltou, pelas redes sociais, que os dados da pesquisa pertencem a gestão do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
– Pois é, essa era a realidade de outro governo [ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro] – pontuou.
Ainda na publicação, a ex-primeira-dama relembrou que, em abril, cerca de 1,2 milhão de beneficiários do Bolsa Família que moram sozinhos foram bloqueados pelo governo Lula. A decisão afetou todos os que se inscreveram no segundo semestre de 2022.
– Do governo atual, podia falar do número de pessoas que tiveram o seu auxílio cortado – criticou.
AUXÍLIO BRASIL A página Choquei usou a imagem do atual presidente, mas não informou aos seus seguidores que a pesquisa que valida os números se refere ao governo de Jair Bolsonaro. O Auxílio Brasil manteve a entrega de R$ 600 que foi distribuída pelo Auxílio Emergencial em 2020 e 2021, valor três vezes maior do que era pago no Bolsa Família nos governos petistas.
O dado sobre a queda da desigualdade foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (11), referente ao índice de Gini, número que mede a desigualdade de renda.
De acordo com esse índice, o rendimento médio mensal domiciliar per capita caiu em 2022, atingindo a marca de 0,518, o menor da série histórica. Pela análise, quanto maior o Gini, maior a desigualdade, mas o Auxílio Brasil fez com que o número caísse.
Em nota, a analista do IBGE Alessandra Brito explica quais foram os pontos que contribuíram para a redução da desigualdade:
– A queda brusca dessa razão para o menor patamar da série histórica reflete um pouco tudo que observamos. Muitas pessoas voltaram para o mercado de trabalho, os muito pobres estão recebendo um auxílio que se compara ao auxílio emergencial em valor, e o 1% mais rico teve uma pequena redução no rendimento.
Ao votar pela derrubada do indulto concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ex-deputado Daniel Silveira (PTB), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes destacou que a medida demonstrou “total desvio de finalidade, e não era, como exige a Constituição, para o interesse público; o indulto era um ataque direto e frontal ao Poder Judiciário”.
Já em 2018, seu entendimento acerca do tema era outro, uma vez que o ministro defendeu indulto assinado pelo então presidente Michel Temer (MDB) em 2017, que gerou polêmica por beneficiar condenados pela Operação Lava Jato e pelo crime de colarinho branco.
Em seu voto a favor, Moraes declarou que o indulto presidencial “é ato de clemência constitucional e privativo do presidente da República”.
– Podemos gostar ou não, assim como vários parlamentares também não gostam quando o STF declara inconstitucionalidade de leis ou emendas, mas existe – sustentou o magistrado.
Na época, o decreto de Temer ignorou solicitação da força-tarefa e recomendação das câmaras criminais do Ministério Público Federal que pediam, entre outros pontos, que os condenados por crimes contra a administração pública – como corrupção – não fossem agraciados pelo indulto.
Confira:
A prerrogativa do presidente da República de conceder graça constitucional a condenados é descrita na Constituição como ato discricionário, ou seja, garantido com absoluta liberdade de escolha, sem necessidade de justificativa para o exercício da mesma.
Zeca Dirceu Foto: Câmara dos Deputados/Pablo Valadares
O deputado Zeca Dirceu (PR), líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara, revelou quais os nomes foram indicados pela legenda para compor a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre os atos de 8 de janeiro. O grupo terá o desafio de enfrentar os parlamentares de oposição ao governo Lula (PT) que farão parte do colegiado.
Na lista de nomes escolhidos para ocupar o posto de titulares estão Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Rubens Pereira Jr (PT-MA) e Rogério Correia (PT-MG). Foram selecionados Carlos Veras (PT-PE), Arlindo Chinaglia (PT-SP) e a delegada Adriana Accorsi (PT-GO) para as cadeiras dos titulares.
Lindbergh Farias (PT-RJ), um dos nomes mais esperados que aparecessem na lista, ficou de fora em razão de suas críticas ao Arcabouço Fiscal planejado pelo governo, segundo informações do jornal O Globo.
Na última terça-feira (9), o Partido Liberal (PL) também divulgou quais deputados farão parte da CPMI. Os titulares serão: André Fernandes (PL-CE), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e delegado Ramagem (PL-RJ). Os suplentes serão Marco Feliciano (PL-SP), Filipe Barros (PL-PR) e Nikolas Ferreira (PL-MG), que comemorou a indicação de seu nome.
– Vamos para cima. Ao trabalho – escreveu Nikolas, nos stories do Instagram.
O ex-ministro da Justiça Anderson Torres prestou depoimento nesta semana sobre as operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleições. Ele foi ouvido na investigação que apura se a PRF foi instrumentalizada pelo governo Jair Bolsonaro (PL) e agiu para dificultar votos em redutos eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A PRF faz parte da estrutura administrativa do Ministério da Justiça. Duas descobertas arrastaram Anderson Torres para a investigação: uma viagem do ex-ministro à Bahia dias antes do segundo turno e um relatório de inteligência, produzido pela pasta, com detalhes dos locais de votação onde Lula venceu com ampla margem no primeiro turno.
INFORMAÇÕES DE SILVINEI Anderson Torres narrou aos investigadores que ligou para o então diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, quando soube das operações pela imprensa. O chefe da Polícia Rodoviária Federal teria dito ao ex-ministro que o protocolo de atuação da corporação no segundo turno havia sido praticamente o mesmo do primeiro turno e negou um direcionamento das ações.
Silvinei Vasques teria informado ainda que a PRF chegou a escoltar veículos que estariam sem condições de trânsito para “garantir o direito de voto”.
O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal virou alvo de investigação por supostamente se omitir no enfrentamento a grupos que ocuparam rodovias federais em protesto contra o resultado das eleições de outubro.
ALEXANDRE DE MORAES Torres também usou em sua defesa uma declaração do ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que em coletiva de imprensa após o segundo turno garantiu que as operações da PRF não impediram nenhum eleitor de votar.
– O declarante assistiu a uma entrevista do ministro, o qual afirmou que nenhum eleitor havia deixado de votar em razão da atuação da PRF e, no mesmo contexto, o ministro afirmou que pela primeira vez na história a abstenção no segundo turno havia sido menor que no primeiro – diz um trecho do termo de depoimento.
Anderson Torres explicou que, assim como a Polícia Federal e as Secretarias de Segurança Pública dos Estados, a PRF tem autonomia para fazer o próprio planejamento operacional na eleição. Ele afirmou que não tinha a prerrogativa de vetar o plano de ação.
Os relatórios sobre a atuação da corporação, segundo o ex-ministro, eram repassados a ele pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça. Os informes, de acordo com Torres, relatavam “atuações normais em todo território naciona”.
MAPAS DE VOTAÇÃO O ex-ministro admitiu que recebeu uma lista dos locais de votação em que Lula teve mais de 75% dos votos no primeiro turno. Segundo ele, o mesmo mapa foi produzido sobre Bolsonaro.
– O intuito do BI (boletim de inteligência) era relacionar crimes eleitorais, mas o declarante não levou a informação adiante haja vista não entender que os dados contidos no BI eram indicativos de crimes eleitorais – afirmou no depoimento.
Torres atribuiu a iniciativa à ex-diretora de inteligência da Seopi, a delegada federal Marília Alencar, que já prestou depoimento e confirmou o mapeamento. Ela, no entanto, disse que cumpriu ordens do ex-ministro. O objetivo seria investigar se houve compra de votos.
Os mapas, segundo Torres, não foram compartilhados com a PRF ou difundidos nos canais de inteligência do Ministério da Justiça.
VIAGEM À BAHIA O ex-ministro negou ter dado ordem para a Polícia Rodoviária Federal agir “de forma mais contundente” no Nordeste ou em qualquer estado. Ele sustenta que nunca interferiu no trabalho operacional da corporação.
– As determinações eram de coibição a todos os crimes eleitorais, independente do partido de quem os cometesse – afirmou.
Anderson Torres disse ainda que a viagem a Salvador, em 25 de outubro, cinco dias antes do segundo turno, não teve relação com a eleição. Ele afirmou que foi participar da entrega de uma obra da Superintendência da Polícia Federal na Bahia.
O ex-ministro admitiu, no entanto, que participou de uma reunião com o então diretor-geral da Polícia Federal Márcio Nunes, e o ex-superintendente da corporação na Bahia, Leandro Almada, para falar sobre a eleição.
– O declarante não solicitou que a PF trabalhasse de forma conjunta com a PRF, mas sim que, visando aumentar a capilaridade da atuação das forças federais, o declarante e o DPF Márcio sugeriram que, nas cidades nas quais a PF não conseguisse atender, fosse solicitado que a PRF o fizesse – afirmou Torres.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta quinta-feira (11), o decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo (nº 195/2022) e anunciou o investimento direto de R$ 3,8 bilhões que será destinado ao setor cultural.
Do valor total, R$ 2 bilhões são destinados aos estados e R$ 1,8 bilhão aos municípios. O objetivo é fazer com que todos os 27 estados e os 5.570 municípios recebam a verba para apoiar eventos com música, dança, pintura, escultura, cinema, fotografia, artes digitais, entre outras manifestações culturais.
A assinatura do decreto aconteceu em um evento na cidade de Salvador, na Bahia, ao lado da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que fez questão de destacar a importância desses recursos para os eventos culturais.
– A lei foi pensada para apoiar o setor e socorrer os trabalhadores da cultura, que foram duramente atingidos pela Covid-19. O governo passado vetou a proposta e adiou os repasses. Agora estamos conseguindo garantir a execução deste instrumento que pode ser acessado por todos os estados e municípios do país – disse Menezes.
MARIO FRIAS DIZ QUE VERBA JÁ ESTAVA DISPONÍVEL O deputado federal Mario Frias (PL-RJ), ex-secretário da Cultura, declarou que a verba em questão foi votada no Congresso durante o governo de Jair Bolsonaro.
O parlamentar também critica o atraso da liberação dos valores e diz que a promoção do governo Lula sobre esses valores desinforma a população.
– O resto é incompetência de uma gestão que precisou de 130 dias para escoar recursos sem a devida prestação de contas.
Frias declarou que acionou o Ministério Público Federal (MPF) contra o decreto de Lula, dizendo que a regulamentação de uma execução e prestação de contas das leis de fomento da Cultura são regras contrárias às recomendações de órgãos de controle como o MPF, Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).
Anderson Torres deixa a prisão Foto: Reprodução/Jovem Pan News
Na noite desta quinta-feira (11), o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, deixou a prisão onde estava em Brasília. Ele estava detido desde janeiro por suposta omissão nos atos do dia 8 de janeiro.
O ex-ministro estava no 19º batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. As informações são do G1.
Torres foi solto após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que autorizou a liberdade dele. O magistrado disse que não vê mais motivos para que o ex-ministro continue preso preventivamente.
Moraes, no entanto, determinou medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica; proibição de deixar o Distrito Federal e de sair de casa à noite e nos fins de semana; afastamento temporário do cargo de delegado de Polícia Federal; comparecimento semanal na Justiça; entrega do passaporte à Justiça e cancelamentos de todos os passaportes já emitidos para Torres; suspensão de porte de armas de fogo, inclusive funcionais; proibição de uso de redes sociais; e proibição de comunicação com os demais investigados no caso.
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