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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Pesquisas recentes vêm revelando um possível efeito neuroprotetor da ivermectina

 


Pesquisas recentes vêm revelando um possível efeito neuroprotetor da ivermectina, um medicamento originalmente conhecido por sua ação antiparasitária. Cientistas têm observado que, em determinadas concentrações e contextos experimentais, a substância pode atuar positivamente sobre mecanismos celulares ligados à proteção dos neurônios, abrindo caminho para investigações no campo das doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

Estudos preliminares em laboratório apontam que a ivermectina pode modular receptores neuronais e vias inflamatórias, reduzindo o estresse oxidativo e a morte celular em regiões cerebrais associadas à memória e cognição. Além disso, há indícios de que ela influencie a autofagia, processo natural de limpeza celular, ajudando a eliminar acúmulos de proteínas anormais, um dos principais fatores relacionados à progressão da doença de Alzheimer.
Os pesquisadores enfatizam, contudo, que essas descobertas ainda estão em fase experimental e não representam uma indicação de uso clínico da ivermectina para tratamento neurológico. O que os estudos sugerem é que a molécula contém potenciais propriedades neuroprotetoras, capazes de inspirar novas abordagens terapêuticas para o combate à degeneração cerebral.

Em resumo, a ciência começa a enxergar na ivermectina algo além de seu papel tradicional, explorando-a como uma possível aliada na compreensão e prevenção de doenças que comprometem a mente e a memória, um campo promissor que pode transformar o futuro das terapias neurológicas.
FONTE:https://www.instagram.com/p/DJ0Lcj3sWjw/

SP: Tarcísio divulga “diálogos cabulosos” que seriam do PCC Governador de São Paulo revelou as conversas em suas redes sociais

 

Tarcísio de Freitas. governador de São Paulo Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

Nesta terça-feira (21), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou as redes sociais para revelar prints de conversas que seriam de integrantes do PCC. Na publicação, ele alfinetou o Partido dos Trabalhadores (PT) ao usar o termo ‘diálogos cabulosos’, em referência uma suposta relação entre a facção e a sigla.

– Essas imagens mostram “diálogos cabulosos” do crime, e foram captadas nesta manhã durante a Operação Auditoria, uma grande ação da Polícia Civil de São Paulo contra o PCC. 97 equipes, cumpriram 38 mandados de prisão preventiva e 110 de busca e apreensão em São Paulo, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Mogi das Cruzes – disse o governador.

– Durante as diligências, foram encontrados nos celulares de alguns dos presos durante a operação, conversas que mostram, com detalhes, como o esquema criminoso era operado. Essa ação reforça o nosso compromisso com a segurança e a lei. Nenhum criminoso, incluindo o PCC, terá sossego em São Paulo. Aqui não nos aliamos e nem negociamos com criminosos. Vamos seguir agindo com inteligência, coragem e rigor, apoiando nossas forças policiais e garantindo que o cidadão de bem viva com tranquilidade e dignidade – completou.

terça-feira, 21 de outubro de 2025

🔥 BOMBA! ROGÉRIO MARINHO INDIGNADO DESTRÓI NARRATIVA DA ESQUERDA E QUEST...


O senador Rogério Marinho, líder do PL, protagonizou um momento explosivo na CPMI do INSS, ao confrontar a depoente e desmontar o discurso sustentado por parlamentares da esquerda. Visivelmente indignado, o senador apresentou provas, dados e gráficos mostrando o crescimento das fraudes e descontos indevidos durante o atual governo. Marinho destacou que as denúncias começaram em 2023, e mesmo assim nada foi feito, apontando omissão e blindagem política. Rebatendo as tentativas de associar as irregularidades ao governo Bolsonaro, Marinho ironizou: “Procurem no Google ou no GPT alertas sobre fraudes entre 2019 e 2022. Não existe!”. Ao final, lançou a pergunta que incendiou o plenário: “Mesmo sabendo, a senhora prevaricou?”. O NB News acompanha todos os desdobramentos desse embate que expôs contradições e tensionou o clima na CPMI.

Saiba quem é Jeffrey Chiquini, advogado de Filipe Martins Advogado tem protagonizado embates e críticas ao ministro Alexandre de Moraes

 

Jeffrey Chiquini Foto: Reprodução/TV Justiça

Na defesa do ex-assessor Filipe Martins há pouco mais de três meses, o advogado Jeffrey Chiquini tem sido uma figura frequente no noticiário político brasileiro em razão de sua postura combativa contra as atuações do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também da Procuradoria-Geral da República (PGR) na ação penal contra Martins.

Além de atuar na defesa do ex-assessor internacional do governo de Jair Bolsonaro (PL), Chiquini também representa Rodrigo Bezerra Azevedo, militar do Exército acusado de colaborar com um suposto plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes.

A combinação entre causas de grande repercussão e forte presença nas redes sociais alavancou as redes sociais do advogado nos últimos anos. De pouco mais de 12 mil seguidores em 2022, Chiquini tem hoje 1,8 milhão de seguidores somente no Instagram, além de outros 237 mil no X, e 525 mil no YouTube. Na internet, cortes de suas sustentações orais no STF geraram grande engajamento e foram bastante compartilhadas.

Além dos casos mais ligados à política, Chiquini já defendeu outros clientes conhecidos — entre eles o jogador Alef Manga, investigado por envolvimento em apostas esportivas ilegais, e o ex-BBB Diego Alemão, acusado de porte ilegal de arma.

O advogado deixou a defesa de Manga após o atleta admitir ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) participação em esquema de manipulação de resultados.

Recentemente, Chiquini também ganhou destaque ao lado do vereador Guilherme Kilter (Novo-PR), com quem protocolou representações no Tribunal de Contas da União (TCU) e na Controladoria-Geral da União (CGU) pedindo esclarecimentos sobre os gastos da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, em viagens internacionais.

Com a notoriedade crescente, Jeffrey Chiquini é cotado para disputar as eleições de 2026, possivelmente pelo Novo, partido ao qual é filiado. Nos bastidores, lideranças acreditam que ele pode concorrer à Câmara dos Deputados, enquanto o ex-deputado Deltan Dallagnol é apontado como provável candidato da sigla ao Senado. Em vídeos nas redes, Chiquini já reforçou a afinidade política com Deltan.

EMBATE COM MORAES E DESTITUIÇÃO
Desde que assumiu a defesa de Filipe Martins, Chiquini já protagonizou fortes embates com o ministro Alexandre de Moraes. Um deles aconteceu em julho, durante uma audiência de oitiva das testemunhas de defesa na ação penal que envolve o ex-assessor de Bolsonaro.

Na ocasião, Moraes interrompeu os questionamentos de Chiquini ao ex-ministro Gonçalves Dias, que chefiava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na época dos atos de 8 de janeiro de 2023. Moraes alegou que o advogado transformou a rodada de questionamentos em inquirição da testemunha em “tom acusatório”.

Ao repreender Chiquini, o ministro afirmou que os questionamentos do advogado se tratavam de acusações contra autoridade. Moraes disse ainda que o defensor teve a mesma postura em outras oitivas, quando o magistrado chegou a acusar o advogado de ter feito insinuações sobre a conduta do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Ao ouvir as afirmações do ministro, Chiquini questionou Moraes sobre o motivo de não querer que Gonçalves Dias esclarecesse as suas perguntas sobre se recebeu informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nas vésperas do 8 de janeiro. Moraes respondeu que as informações já haviam sido prestadas e, diante da insistência, silenciou o microfone do advogado.

– O senhor cassou a minha palavra? – perguntou Chiquini.

– Cassei a palavra – respondeu o ministro ao passar a fala para o advogado Eduardo Kuntz, do réu Marcelo Câmara.

Chiquini levou as mãos ao rosto e demonstrou contrariedade com a decisão do ministro. Moraes e o advogado já tinham entrado em atrito anteriormente, quando o magistrado chegou a dizer para Chiquini se calar.

– Doutor, enquanto eu falo o senhor fica quieto – afirmou Moraes.

Já neste mês, outro imbróglio envolvendo o ministro e o advogado ocorreu quando o magistrado destituiu Chiquini da defesa de Martins. No entendimento de Moraes, Chiquini, além dos outros advogados de Martins e os profissionais da defesa do ex-assessor Marcelo Câmara, não teriam apresentado no prazo estabelecido as alegações finais, última fase antes do julgamento.

A decisão, porém, durou apenas um dia, e já no último dia 10 de outubro o ministro reinseriu Chiquini na defesa de Filipe Martins. Antes disso, o advogado havia protestado nas redes com críticas à fundamentação jurídica usada por Moraes para retirá-lo da defesa do ex-assessor, e também questionando possíveis razões pessoais para a determinação do ministro.

FONTE:PLENO NEWS

“Milicianos covardes”, diz Moraes sobre núcleo 4 do suposto golpe Como relator, ministro foi o primeiro a apresentar o voto nesta terça-feira

 

Alexandre de Moraes em julgamento na Primeira Turma Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), começou a votar nesta terça-feira (21), no julgamento do núcleo 4 da suposta trama golpista. Como relator, Moraes é o primeiro a apresentar o voto. Foi ele quem supervisionou o inquérito, autorizou diligências e conduziu interrogatórios de testemunhas e réus.

O ministro afirmou que o núcleo apontado como de desinformação agiu como uma milícia digital e tentou interferir nas eleições de 2022. Tudo, segundo Moraes, sob o comando do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), já condenado, e para justificar medidas de exceção.

– O modus operandi desse novo populismo digital extremista é sempre o mesmo, sendo possível identificar o comportamento atípico dos ataques sistematizados – disse Moraes.

O ministro deu destaque aos ataques dirigidos aos então comandantes do Exército, general Marco Antonio Freire Gomes, e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, por rejeitarem o suposto golpe.

– São milicianos covardes que atacam não só os seus inimigos, mas atacam também os familiares – disparou Moraes.

– Uma organização criminosa que tentou tomar de assalto a República Federativa do Brasil.

Os réus do núcleo 4 foram acusados por “operações estratégicas de desinformação” e ataques ao sistema eleitoral e a instituições e autoridades, inclusive por meio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Eles respondem por cinco crimes – organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

Para Moraes, o objetivo dos ataques e da “disseminação massiva de desinformação” era deslegitimar a Justiça Eleitoral e criar um levante popular para que as Forças Armadas aderissem ao golpe.

– É uma mentira absurda, criminosa e antidemocrática dizer que o ataque à Justiça Eleitoral, ao Poder Judiciário e à democracia é liberdade de expressão. Isso é crime tipificado no Código Penal. É um instrumento de agressão, de propagação de discurso de ódio, de ruptura ao Estado Democrático de Direito – acrescentou.

VEJA QUEM RESPONDE AO PROCESSO NO NÚCLEO 4:

 Ailton Gonçalves Moraes Barros, capitão reformado do Exército, que teria disseminado ataques aos comandantes militares;
– Ângelo Martins Denicoli, major da reserva do Exército;
Carlos César Moretzsohn Rocha, ex-presidente do Instituto Voto Legal (IVL);
– Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército e ex-servidor da Abin, teria participado da “Abin Paralela”;
– Guilherme Marques de Almeida, tenente-coronel do Exército;
– Marcelo Araújo Bormevet, policial federal e ex-servidor da Abin, também teria participado da “Abin Paralela”;
– Reginaldo Vieira de Abreu, coronel do Exército.

Votam na sequência os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino. As penas serão definidas ao final do julgamento, se houver maioria para as condenações.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

Brasileira em estado vegetativo volta ao país em UTI aérea Amigos da família se juntaram para pagar a viagem

 

Mãe de três filhos está em estado vegetativo Foto: Ubiratan Rodrigues/Arquivo Pessoal

Após mais de um ano vivendo um drama nos Estados Unidos, a brasileira Fabíola da Costa, de 32 anos, finalmente voltou ao Brasil. Ela desembarcou na noite de segunda-feira (20) no Aeroporto Regional da Zona da Mata, em Goianá (MG), cidade vizinha a Juiz de Fora, sua terra natal.

O retorno foi possível graças à mobilização de amigos e apoiadores, que custearam o transporte aéreo particular avaliado em cerca de R$ 1 milhão. Segundo o marido, Ubiratan Rodrigues, três amigos se uniram para viabilizar a viagem, mas ele preferiu não divulgar detalhes sobre o gesto solidário.

A mineira sofreu um mal súbito em setembro de 2024 e ficou em estado vegetativo desde então. Vivendo na Flórida, a família enfrentava dificuldades com o plano de saúde e o alto custo das despesas médicas, que já somavam mais de R$ 500 mil.

O desembarque foi acompanhado por equipes do Samu, que confirmaram que a viagem transcorreu bem e o estado de saúde dela é estável. Do aeroporto, Fabíola foi levada para o Hospital Ana Nery, em Juiz de Fora, onde deve refazer exames antes de seguir para casa, no Bairro Granjas Bethel.

Ubiratan Rodrigues cogitava trazer sua esposa em um motorhome e chegou a traçar rota alternativa para evitar regiões perigosas e desertos nos estados do Novo México, Califórnia e Arizona. Nos planos iniciais, a família percorreria mais de 6.800 quilômetros e ficaria na estrada por pelo menos 50 dias.

FONTE:PLENO NEWS

Confira quem deve substituir Boulos na Câmara dos Deputados Físico Ricardo Galvão, atual presidente do CNPq, é o primeiro suplente do psolista

 

Ricardo Galvão Foto: Reprodução/TV Globo

Com a nomeação de Guilherme Boulos (PSOL-SP) para a Secretaria-Geral da Presidência, a cadeira deixada por ele na Câmara dos Deputados deve ser ocupada pelo físico Ricardo Galvão (Rede-SP), atual presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele teve 40.365 votos nas eleições de 2022 e é o primeiro suplente da coligação partidária.

Ao portal G1, o pesquisador afirmou na noite desta segunda-feira (20) que ainda não tinha certeza que assumiria a vaga.

 Estamos conversando com a Rede Sustentabilidade. Fui eleito por ela. A Rede certamente deve ter interesse. [Eu] certamente irei, mas ainda tem dúvidas – disse.

Já a assessoria do PSOL informou que a decisão cabe a Galvão. O pesquisador ficou conhecido em 2019, quando, à frente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), contestou críticas do então presidente Jair Bolsonaro (PL) aos dados de desmatamento na Amazônia. Na época, Bolsonaro acusou o Inpe de divulgar “números mentirosos”.

Em 2023, ele assumiu o comando do CNPq. À frente do órgão, defendeu o reajuste das bolsas, o incentivo à presença de mulheres na ciência e o fortalecimento das universidades como polos de inovação.

Nascido em Itajubá (MG), Galvão é engenheiro de telecomunicações formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em Engenharia Elétrica pela Unicamp e doutor em Física de Plasmas pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, da sigla em inglês), nos Estados Unidos.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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Em 1841, na ilha da Reunião, um menino de 12 anos chamado Edmond Albius encontrou a solução para um problema que há anos intrigava botânicos e agricultores.

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