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Governo pagou R$ 33 milhões em emendas de Pacheco; nada de Lira Presidente da Câmara disse que não acompanha pagamentos

 

Rodrigo Pacheco e Arthur Lira Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Neste ano, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já recebeu R$ 32.938.207,00 de emendas individuais. Já o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é um dos 35 parlamentares que ainda não receberam esse tipo de verba em 2024.

Da verba que foi paga a Pacheco, R$ 31,5 milhões foram para ações do Ministério da Saúde. Já R$ 1,3 milhão, foi destinado para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome, para a estruturação e modernização da rede de serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Perguntado a respeito do assunto, Lira riu e disse que não acompanha os pagamentos. Ele tem R$ 20,6 milhões de emendas individuais empenhadas. Os recursos estão divididos entre ações dos ministérios da Saúde, Turismo e Justiça e Segurança Pública. As informações são do blog de Octavio Guedes, do G1.

As emendas individuais são uma prerrogativa do parlamentar, que indica onde aplicar os recursos.

FONTE:PLENO NEWS

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Quais são as chances de Donald Trump acabar na prisão? Veredito é um golpe contra o republicano, mas não anula chances de concorrer no pleito de 5 de novembro, nem de atuar como presidente




Donald Trump se tornou o primeiro ex-presidente dos Estados Unidos condenado num julgamento penal, nesta quinta-feira, 30. O grande júri em Nova York não o absolveu de nenhuma das 34 acusações de falsificação grave de registros comerciais, cada uma das quais pode implicar multa de 5 mil dólares e até quatro anos de prisão.

No entanto, diversos especialistas lembram que isso não significa que o bilionário vá passar seus últimos anos atrás das grades. O mais provável é que se estipule que todas as penas se cumpram de uma vez só, reduzindo-se a apenas quatro anos de prisão. Os 77 anos de idade de Trump, seu status público e a ausência de antecedentes criminais são argumentos a seu favor.

Em entrevista à TV CBS News, o advogado de defesa Dan Horwitz, que no passado levou casos de "colarinho branco" à procuradoria do distrito de Manhattan, disse que o mais provável é uma sentença de prisão domiciliar.

No entanto, as possibilidades são amplas, acrescentou: o juiz Juan Merchan "poderia sentenciá-lo a meses ou semanas de cárcere ou exigir que se apresente ao presídio todos os fins de semana durante um período, para depois cumprir o resto da pena em liberdade condicional".

Uma análise de "milhares de casos" análogos ao de Trump, realizada pela cadeia NBC News, revelou que "muito poucos" acabaram atrás de grades: apenas um em cada dez réus, e em geral quando havia outros delitos envolvidos, além da falsificação de registros comerciais.

Escândalo Stormy Daniels, o estopim
Todos os 34 processos se relacionavam ao reembolso de um total de 130 mil dólares, que em 2016 - pouco antes da eleição vencida por Trump - seu então advogado Michael Cohen pagara à atriz pornô Stormy Daniels, para que esta silenciasse sobre uma relação sexual ocorrida dez anos antes.

O pronunciamento da sentença está marcado para 11 de julho às 10h (11h em Brasília), quatro dias antes da convenção em que o Partido Republicano deverá proclamar seu candidato oficial à presidência.

Os advogados têm até 13 de junho para apresentar qualquer tipo de moção, e os promotores, prazo de 14 dias para reagir. Merchan exigiu ainda que antes lhe seja apresentada uma avaliação judicial, o que pode envolver uma entrevista entre Trump e um oficial de Justiça de Nova York.

Em reação à decisão do júri, nesta quinta-feira, Trump classificou o processo como "manipulado", afirmando que "o veredito real vai ser em 5 de novembro, pelo povo". De qualquer modo, após a proclamação, a defesa tem 30 dias para apelar da sentença, e é provável que o faça. Isso atrasaria um eventual encarceramento.

Mais quatro anos de Trump na Casa Branca?
Em alguns dos resultados judiciais cogitados, o pré-candidato às eleições presidenciais de novembro nos EUA poderia prosseguir sua campanha, mesmo que de forma virtual.

O diário The New York Times enfatiza que no momento não se pode dar nada por garantido: "Embora não haja indicações de como será sua decisão, o juiz Merchan tem deixado frisado que leva a sério os delitos de colarinho branco." E Trump tem continuamente atacado e denunciado o magistrado de origem colombiana como "parcial e corrupto".

Em certo ponto das cinco semanas do julgamento, Merchan chegou a ameaçar mandar prender o ex-presidente americano por ter desrespeitado uma ordem de silêncio sua, mas acabou optando por impor-lhe uma multa.

No momento Trump segue sendo um homem livre, e uma sentença de prisão não invalidaria uma eventual candidatura, e sequer a ascensão à presidência. A Constituição dos EUA não prevê nada nesse aspecto, apenas exigindo que todo chefe de Estado tenha mais de 35 anos e que sejam cidadãos americanos que viveram no país pelo menos por 14 anos.

Caso se eleja, contudo, Trump não poderia se autoperdoar: como o atual caso não partiu do governo federal, mas do estado de Nova York, só um governador teria poderes para exonerá-lo.

O ex-presidente enfrenta ainda acusações federais e estaduais por conspiração para anular os resultados da eleição de 2020, da qual o democrata Joe Biden saiu vitorioso, e por guardar documentos secretos após deixar a Casa Branca. É pouco provável que esses casos sejam julgados ainda antes da eleição.

 

 FONTE/CRÉDITOS: Terra

 CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Foto: DW / Deutsche Welle

FONTE 2:https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/

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Entenda a nova “taxação das comprinhas” internacionais Texto foi aprovado na Câmara em acordo com o Planalto e agora segue para o Senado

 

E-commerce (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik

É recorrente que consumidores de sites internacionais acompanhem a passagem dos seus produtos pela fiscalização aduaneira questionando se suas compras serão ou não taxadas. Mas agora o imposto de importação está prestes a se tornar uma certeza.

Isso porque, na última terça-feira (28), a Câmara dos Deputados aprovou em menos de 15 segundos a taxação de compras internacionais de até 50 dólares (R$ 260 aproximadamente). Após um acordo entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o imposto de importação foi fixado em 20%.

A medida foi incluída no projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), e agora segue para o Senado. A votação está prevista para ocorrer na próxima semana.

A mudança é uma demanda do setor varejista nacional, que considera desleal a concorrência com empresas estrangeiras isentas de impostos. Atualmente, apenas 17% de ICMS é cobrado sobre o e-commerce internacional.

Segundo informações do Estadão, nos bastidores, empresas do setor têxtil nacional chegaram a ameaçar transferir suas produções para o Paraguai se as plataformas estrangeiras não fossem taxadas.

ACORDO
Para conseguir aprovar a medida impopular, Lira foi ao Palácio do Planalto debater a questão pessoalmente com Lula. Na reunião, eles chegaram a um meio-termo de 20% substituindo a proposta inicial que previa uma alíquota de 60% para produtos até 50 dólares.

Para produtos mais caros, no entanto, a taxa será de 60%, e o limite para remessas é de 3 mil dólares (cerca de R$ 15,61 mil).

A decisão afeta a compra em sites muito populares, como Shein, Shoppee, AliExpress, entre outros.

REMESSA CONFORME
Em abril de 2023, o Ministério da Fazenda anunciou o fim da isenção do imposto de importação para transações entre pessoas físicas, prática usada por plataformas internacionais para evitar tributos. Contudo, o Planalto recuou após uma forte repercussão negativa.

Em agosto do ano passado, o governo lançou o programa Remessa Conforme, isentando de imposto as compras internacionais abaixo de 50 dólares para as lojas que aderissem o projeto.

Com a aprovação do novo texto no Congresso, porém, a isenção será substituída pela cobrança de 20% de imposto de importação, somando-se aos 17% de ICMS. Segundo estimativas da Warren Investimentos, a nova taxação pode gerar R$ 1,3 bilhão para os cofres da União neste ano.

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FONTE:PLENO NEWS 

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Bolsonaro Il Mito: Loja de vinho é inaugurada em Campos do Jordão A marca tem Eduardo Bolsonaro como um dos sócios

 

Loja vinho Bolsonaro Il Mito em Campos do Jordão Foto: Instagram @vinhobolsonaro

Nesta quinta-feira (30), a marca de vinho Bolsonaro Il Mito inaugurou sua primeira loja física. O local escolhido foi o Aspen Mall, na cidade de Campos do Jordão, interior de São Paulo.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um dos sócios da empresa, convidou seus seguidores a participarem da inauguração e para conhecerem a carta de vinhos.

O empreendimento foi lançado em 2019 pelos empresários Abílio Brasileiro e Julio Lemos. Em 2023, Eduardo Bolsonaro entrou para a sociedade.

Além de vinhos, a marca também trabalha com espumantes e tem conquistado o público que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua família nas redes sociais. No Instagram, por exemplo, a marcha Vinho Bolsonaro Il Mito já tem mais de 54 mil seguidores.

Além da loja física recém-inaugurada, a empresa comercializa as bebidas pelas redes sociais com entregas para todo o Brasil.

Assista:

 

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Após prisões, Moraes emite nota sobre ameaças à sua família Dois suspeitos que seriam autores de ameaças foram presos

 

Alexandre de Moraes Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes divulgou uma nota, nesta sexta-feira (31), sobre a prisão de dois suspeitos que seriam autores de ameaças à sua família.

De acordo com o texto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que estes indivíduos imputaram a Moraes o “antipatriotismo” e o associaram ao “comunismo”, além de ameaças interpretadas pela PGR como prática intimidatória a fim de impedir o prosseguimento do ministro à frente das ações envolvendo o dia 8 de janeiro.

– A gravidade das ameaças veiculadas, sua natureza violenta e os indícios de que há monitoramento da rotina das vítimas evidenciam, ainda, o perigo concreto de que a permanência dos investigados em liberdade põe em risco a garantia da ordem pública – disse Moraes no documento.

Ele ainda destacou que “a medida é, assim, proporcional, ante o risco concreto à integridade física e emocional das vítimas”.

O CASO
Duas pessoas, entre elas um fuzileiro naval, foram presas pela Polícia Federal (PF), na manhã desta sexta-feira (31), sob a acusação de terem ameaçado a família do ministro Alexandre de Moraes. Os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro e em São Paulo, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os dois detidos seriam irmãos.

As investigações contra os dois homens começaram em abril e aconteceram em razão de emails anônimos que chegaram ao STF. Nas mensagens, os autores teriam dito que sabiam o itinerário usado pela filha de Moraes. Os crimes apontados aos detidos são de perseguição (stalking) e ameaça.

FONTE:PLENO NEWS

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Pleno.News entrevista nesta sexta-feira a professora Natália Faccini; confira Docente viralizou após explicar regra da língua portuguesa

 

Pleno.News entrevista professora cancelada por dizer que meninos falam “obrigado” e meninas “obrigada” Foto: PlenoNews

Nesta sexta-feira (31), o Pleno.News entrevista a professora Natália Faccini que foi cancelada nas redes sociais por explicar que meninos falam “obrigado” e meninas “obrigada”. O bate-papo terá início às 14h, em nosso canal do YouTube.

A regra simples de português, ensinada nos primeiros anos do ensino fundamental, passou a ser questionada por grupos políticos ligados à ideologia de gênero.

Natália Faccini tem milhares de seguidores nas redes sociais por compartilhar vídeos engraçados e dicas de português. Ao lado de seus alunos de um colégio particular, ela divide a rotina de uma professora em sala de aula. O vídeo sobre dizer “obrigado” e “obrigada” viralizou, Natália passou a receber muitas mensagens negativas de quem não concorda com a regra do idioma.

Confira, abaixo, o vídeo da entrevista. Ative a notificação para acompanhar quando o conteúdo for iniciado.

FONTE:PLENO NEWS

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Michelle Bolsonaro: “A blusinha da Shopee virou imposto” Ex-primeira-dama comentou taxação de compras internacionais

 

Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro Foto: Victor Chagas e Bruno Koressawa/PL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou, em seu perfil no Instagram, a aprovação da medida que prevê a taxação de compras internacionais em 20%. Em uma postagem nos stories, Michelle disse que, com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a “blusinha da Shopee virou imposto”.

– Tem gente que viaja… Segundo eles o pobre não pagaria esse imposto [taxação de compras internacionais], mas vai pagar! Nesse governo, a picanha virou abóbora. A blusinha da Shopee virou imposto – escreveu.

ARRECADAÇÃO DEVE CHEGAR A R$ 4 BILHÕES ATÉ 2025
O retorno da taxação sobre as compras internacionais de até 50 dólares (R$ 260), com alíquota de 20%, pode ter efeito fiscal “relevante” e gerar R$ 1,3 bilhão para os cofres da União neste ano. O cálculo é feito pela equipe de política fiscal da Warren Investimentos.

Para o ano de 2025, os economistas Felipe Salto, Josué Pellegrini e Gabriel Garrote, da Warren, estimam que a taxação pode render até R$ 2,7 bilhões em receitas, considerando as projeções de crescimento do PIB nominal.

Uma vez que a Constituição determina que o Imposto de Importação está livre da incidência da chamada anterioridade geral e também da noventena (que diz que um tributo só pode ser cobrado depois de decorridos 90 dias da publicação da lei que o instituiu ou aumentou), o entendimento é de que a instituição dos 20% entrará em vigor assim que a lei for promulgada.

Havia expectativa de o Senado votar o assunto ainda nesta semana, mas a deliberação foi adiada para a próxima terça-feira (4). O tema da taxação foi incluído dentro do projeto de lei que regulamenta o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Inicialmente, líderes da Câmara tinham a intenção de retomar o imposto no nível de 60% – que incidia antes de o Ministério da Fazenda lançar o programa Remessa Conforme, formatado com a intenção de trazer para a formalidade as encomendas que chegam ao Brasil por sites estrangeiros. Após uma negociação, por sua vez, os deputados aprovaram o texto com uma taxa de 20%.

*Com informações AE

FONTE:PLENO NEWS

Postagem de Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram Michelle Bolsonar
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32ª Marcha para Jesus de São Paulo registra mais um recorde O evento recebeu inscrições de 17 mil caravanas de diversas partes do Brasil

 Marcha para Jesus São Paulo 2024

Marcha para Jesus São Paulo 2024 Foto: EFE/Sebastião Moreira

A 32ª edição da Marcha para Jesus reuniu uma multidão de pessoas nas ruas da capital paulista, nesta quinta-feira (30), feriado de Corpus Christi. O tema deste ano foi “Dupla Honra”.

A caminhada teve início no Metrô Luz, às 10h, e seguiu até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próxima ao Campo de Marte. O percurso de 3,5 km foi animado por oito trios elétricos e contou com a participação de mais de 17 mil caravanas, o maior número da história do evento. Durante o trajeto, os participantes realizaram orações, louvores e entoaram palavras de fé.

O evento contou com a presença de várias autoridades religiosas e políticas. Líderes de diferentes denominações participaram do evento do começo ao fim, mostrando a unidade do Corpo de Cristo e declarando que São Paulo é do Senhor Jesus.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) expressou sua felicidade em participar e destacou a importância da sabedoria divina. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), ressaltou a presença de muitos jovens e a importância da fé e solidariedade. O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), mencionou a preparação para a Marcha para Jesus de Sorocaba, marcada para 7 de setembro.

O ministro do STF André Mendonça falou sobre a necessidade de perseverança nos princípios e valores, considerando o evento um divisor de águas. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), também esteve presente e discursou sobre a preservação da família, segurança pública e combate às drogas, sem mencionar temas polêmicos ou fazer referências diretas à política.

FONTE:https://pleno.news/

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TSE mantém condenação de Garotinho por compra de votos Ele é acusado de uso eleitoreiro do programa assistencial Cheque Cidadão

 

Anthony Garotinho Foto: EFE/Marcelo Sayão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quarta-feira (29), um recurso de anulação de condenação apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (União Brasil). Ele é acusado de compra de votos, associação criminosa, supressão de documento e coação de testemunhas durante as eleições municipais de Campos dos Goytacazes (RJ) de 2016.

A votação unânime da Corte confirmou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que condenou Garotinho a 13 anos e nove meses de prisão, multa e inelegibilidade. O recurso rejeitado pedia indulto natalino ao ex-governador e a extinção da punibilidade do político, baseada na anulação da condenação de outro réu.

Segundo o ministro André Ramos Tavares, relator do caso, as investigações e as decisões das instâncias inferiores juntaram provas suficientes para subsidiar o decreto de condenação. Em seu voto, acompanhado pelo restante do plenário, Tavares rejeitou os pedidos da defesa do político em razão dos depoimentos de testemunhas, documentos, perícias e interceptações telefônicas obtidas pelo processo contra Garotinho.

– Indulto natalino não abrange crimes praticados mediante grave ameaça ou violência contra pessoa e não pode ser concedido aos crimes não impeditivos enquanto a pessoa condenada não cumprir a pena pelo crime impeditivo do benefício – afirmou.

RELEMBRE O CASO
Garotinho é acusado de liderar um esquema de uso eleitoreiro do programa assistencial Cheque Cidadão, voltado a famílias de baixa renda. O objetivo era obter votos para o seu grupo político que disputava a prefeitura do município do norte fluminense. Os crimes teriam sido cometidos entre maio e agosto de 2016.

A Operação Chequinho foi conduzida pela Polícia Federal, pela Procuradoria Regional Eleitoral do Rio (PRE-RJ) e pelo TRE-RJ para apurar o caso. A investigação mostrou que o esquema elevou o número de favorecidos pelo programa, que dava R$ 200 ao mês por beneficiário, de 12 para 30 mil. O pagamento à população ocorria mediante o comprometimento de votar nos candidatos indicados, segundo os investigadores.

Os crimes custaram R$ 11 milhões ao município, segundo o Ministério Público Eleitoral. A prefeita de Campos dos Goytacazes, na época, era Rosinha Matheus, esposa do ex-governador. Ele era secretário municipal de governo da cidade.

O ministro Tavares apontou que o ex-governador idealizou a fraude, manejou os mecanismos do estado para viabilizar a execução do esquema e manipulou o inconsciente popular “para criar um sentimento de gratidão e dependência política, com nítida aptidão de corromper e influenciar a vontade do eleitor e desequilibrar o pleito eleitoral”.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

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