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terça-feira, 14 de julho de 2026

Advogada diz que decisão de Moraes é ilegal e inconstitucional Ministro do STF proibiu Flávio de visitar seu pai, Jair Bolsonaro

 

Jair Bolsonaro ao lado do filho, o senador Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ Joédson Alves

Nesta segunda-feira (13), a advogada Tracy Reinaldet, da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o parlamentar de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Segundo a defesa, a medida viola a Constituição e a legislação brasileira.

A restrição foi determinada após Flávio divulgar uma carta escrita por Bolsonaro. Além de suspender as visitas, Moraes deu prazo de 48 horas para que a defesa explique a divulgação do documento, que levou o ministro a avaliar possível descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

Em nota, Tracy afirmou que a decisão retira de Bolsonaro direitos garantidos pela Lei de Execução Penal, como receber visitas de familiares e manter comunicação com o mundo exterior. A advogada também destacou que Flávio atua como advogado do pai, o que, segundo ela, torna a proibição ainda mais grave.

– Ao proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai, a decisão do ministro Alexandre de Moraes acaba por desrespeitar não só a Lei de Execução Penal e o Estatuto da Advocacia, mas também a Constituição.

A defesa também argumentou que a incomunicabilidade de presos é considerada incompatível com a Constituição de 1988 e afirmou que a decisão aproxima Bolsonaro dessa situação.

– O Código de Processo Penal chegou a prever a incomunicabilidade do preso (art. 21 do Código de Processo Penal). Desde a proclamação da Constituição de 1988, deixar o preso incomunicável sempre foi visto pelo Supremo Tribunal Federal como algo inconstitucional. No entanto, a decisão de hoje aproxima o presidente Jair Bolsonaro da incomunicabilidade.

A advogada informou que pretende adotar medidas judiciais para reverter a decisão.

– Sempre respeitando as instituições, as medidas judiciais serão tomadas para reverter essa situação ilegal e inconstitucional.

FONTE:PLENO NEWS

“Eu sou do time”: Damares afirma que mantém apoio a Flávio; veja Senadora desmentiu possível saída do plano de governo do pré-candidato

 

Damares Alves Foto: reprodução/TV Senado

A senadora Damares Alves negou que tenha abandonado o plano de governo do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ela discursou no Plenário da Casa nesta segunda-feira (13) e deu detalhes sobre sua participação na pré-campanha.

Damares afirmou que é bolsonarista e, dessa forma, seguirá apoiando o nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar o pleito de outubro.

— A direita não tem apenas um pré-candidato, mas o indicado pelo ex-presidente [Jair] Bolsonaro é o Flávio e eu sou bolsonarista. E o Flávio Bolsonaro ainda é o meu pré-candidato. Ele é o indicado pelo presidente Bolsonaro e eu sou do time — declarou.

A parlamentar explicou que houve uma má interpretação sobre sua decisão durante uma entrevista. Ela disse que respondeu a um jornalista que já havia entregado o plano de governo, o que foi interpretado como uma saída, quando na verdade era apenas uma etapa vencida no processo.

— O jornalista perguntou: “Já entregou? [o plano de governo de Flávio Bolsonaro]”. “Já entreguei”. Agora só vai precisar dessa parte na transição. Entenderam que eu saí da campanha. Primeiro, não estamos em campanha, estamos em pré-campanha. Nós estamos no momento de conversar com lideranças e isso eu tenho feito — esclareceu.

A parlamentar detalhou sua participação no plano de governo e afirmou que ela mesma se ofereceu para participar.

— Assim que o pré-candidato foi anunciado, eu procurei o senador Rogério Marinho (PL-RN) e falei que estava preocupada com alguns temas de governo nos quais eu tenho conhecimento e poderia ajudar o pré-candidato Flávio Bolsonaro. (…) Quando eu me ofereci, eles aceitaram a minha ajuda — afirmou.

A senadora disse ter participado de áreas relacionadas a juventude, mulheres, idosos e à comunidade LGBT, todas no âmbito dos Direitos Humanos. Além disso, Damares disse que ela e sua equipe também contribuíram com temas relacionados à anistia e ao sistema prisional.

Além do apoio direto na produção do plano de governo, Damares também afirma que seu trabalho no Senado Federal é a melhor maneira de apoiar um pré-candidato da direita.

— A melhor coisa que eu posso fazer para ajudar o candidato de direita a ganhar é fazer exatamente o que eu faço dentro deste Senado. Eu estou presidindo a Comissão de Direitos Humanos e acreditem: saiu um relatório e esta é disparada, em primeiríssimo lugar em atividades, deliberação de matéria, reuniões e audiências públicas. É assim que eu mostro para o Brasil como os conservadores trabalham — destacou.

Damares também mandou um recado para os apoiadores de direita e acendeu um alerta sobre como embates internos têm sido danosos a poucos meses das eleições.

— Eu queria dizer para o exército da direita: “Parem de atacar os seus soldados!” Não é dessa forma que vocês vão mostrar para o Brasil que é muito bom ser conservador. Tem muita gente rejeitando a nossa proposta porque estão dizendo: “É isso que é ser conservador? Atacar seu próprio soldado, seu próprio exército?” — alertou.

A parlamentar fez o discurso como presidente da sessão, pois não havia ninguém que pudesse substituí-la, e lamentou por não poder ter se defendido na tribuna.

Assista trecho do discurso de Damares:

FONTE:PLENO NEWS

BTG/Nexus: Maioria avalia gestão Lula como ruim ou péssima Ruim ou péssimo teve 41% da preferência dos eleitores, contra 35% que conceituaram governo como ótimo ou bom

 

Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que 41% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo, conceito que ainda é maioria na comparação com aqueles que avaliam o governo como ótimo ou bom, que são 35%, enquanto aqueles que consideram regular são 24%. Não sabem ou não responderam somam 1%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula. Segundo a pesquisa, 47% aprovam a gestão petista, mesmo percentual dos que desaprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 6%.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 10 a 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07981/2026.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Publicitário ligado ao Master encerra atividades da agência Thiago Miranda teve o passaporte apreendido a mando do ministro André Mendonça

 

Thiago Miranda Foto: Reprodução/Instagram (@thiagomiranda__)

O publicitário Thiago Miranda anunciou o encerramento das atividades da agência MiThi após dez anos de atuação. O comunicado foi divulgado nesta segunda-feira (13) e informa que o empresário decidiu encerrar esse ciclo para tirar um ano sabático antes de iniciar um novo projeto profissional.

Segundo a nota, a decisão foi motivada pelo ritmo intenso de trabalho ao longo da última década. A agência atuou em campanhas de comunicação para nomes da política e empresas nacionais e internacionais, além de participar de projetos de posicionamento de marcas no Brasil.

– Estou cansado. Foram dez anos ininterruptos, vivendo a agência 24 horas por dia, sem parar. Agora, quero aproveitar um ano sabático antes de pensar no meu próximo negócio. Estou bem, feliz e profissionalmente realizado – diz o publicitário no comunicado divulgado em suas redes sociai.s

A MiThi também afirmou que o encerramento das atividades marca o fim de uma trajetória voltada à estratégia e à comunicação. O texto divulgado destaca que a empresa participou de projetos considerados relevantes para o setor durante sua atuação.

O anúncio ocorre poucos dias após Thiago Miranda se tornar alvo da 10ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF). Ele é investigado por suspeita de coordenar uma ação em redes sociais para favorecer o Banco Master e atacar a credibilidade do Banco Central.

Neste sábado (11), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a apreensão do passaporte de Miranda. Segundo as investigações, o publicitário é apontado como ligado ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e nega ter contratado influenciadores para atacar autoridades, afirmando que seu trabalho tinha como objetivo a reconstrução da imagem do banqueiro.

Confira:

 

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FONTE>PLENO NEWS 

Advogada diz que decisão de Moraes é ilegal e inconstitucional Ministro do STF proibiu Flávio de visitar seu pai, Jair Bolsonaro

 

Jair Bolsonaro ao lado do filho, o senador Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ Joédson Alves

Nesta segunda-feira (13), a advogada Tracy Reinaldet, da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o parlamentar de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Segundo a defesa, a medida viola a Constituição e a legislação brasileira.

A restrição foi determinada após Flávio divulgar uma carta escrita por Bolsonaro. Além de suspender as visitas, Moraes deu prazo de 48 horas para que a defesa explique a divulgação do documento, que levou o ministro a avaliar possível descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

Em nota, Tracy afirmou que a decisão retira de Bolsonaro direitos garantidos pela Lei de Execução Penal, como receber visitas de familiares e manter comunicação com o mundo exterior. A advogada também destacou que Flávio atua como advogado do pai, o que, segundo ela, torna a proibição ainda mais grave.

– Ao proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai, a decisão do ministro Alexandre de Moraes acaba por desrespeitar não só a Lei de Execução Penal e o Estatuto da Advocacia, mas também a Constituição.

A defesa também argumentou que a incomunicabilidade de presos é considerada incompatível com a Constituição de 1988 e afirmou que a decisão aproxima Bolsonaro dessa situação.

– O Código de Processo Penal chegou a prever a incomunicabilidade do preso (art. 21 do Código de Processo Penal). Desde a proclamação da Constituição de 1988, deixar o preso incomunicável sempre foi visto pelo Supremo Tribunal Federal como algo inconstitucional. No entanto, a decisão de hoje aproxima o presidente Jair Bolsonaro da incomunicabilidade.

A advogada informou que pretende adotar medidas judiciais para reverter a decisão.

– Sempre respeitando as instituições, as medidas judiciais serão tomadas para reverter essa situação ilegal e inconstitucional.

FONTE:PLENO NEWS

Jornalista abandona programa ao vivo por se sentir humilhada Presidente do canal chegou a pedir desculpas

 

Marta Gómez Montero se levanta e deixa programa ao vivo Foto: Reprodução

A jornalista Marta Gómez Montero deixou os telespectadores da Espanha surpresos ao abandonar, ao vivo, o programa Malas Lenguas Noche, da TVE, exibido no último sábado (11). A comunicadora acusou o apresentador Jesús Cintora de humilhá-la diante dos colegas e do público, retirou o microfone e saiu do estúdio sem responder às tentativas do âncora de continuar a conversa.

– Desculpa, você não vai me humilhar de novo. Sinto-me absolutamente humilhada – declarou a jornalista.

Em seguida, Marta explicou os motivos que a levaram a deixar a atração:

– Aguentei muito tempo, aguentei para pagar as contas, pelos meus filhos, mas não aguento mais.

Antes de sair do estúdio, Marta ainda fez referência ao livro Ninguém Escreve ao Coronel, de Gabriel García Márquez (1927-2014).

– Existe um livro magnífico chamado Ninguém Escreve ao Coronel, no qual a mulher pergunta ao protagonista o que eles vão comer, e ele responde “merda”. Bem, eu, Cintora, prefiro comer merda – disse.

Horas depois da transmissão, Jesús Cintora usou as redes sociais para pedir desculpas à colega e afirmou que ela continua sendo bem-vinda no programa.

– A Marta Gómez Montero é uma boa jornalista e colega que participa com muita frequência do nosso programa. Depois de ter dito em privado, quero apresentar-lhe as minhas desculpas pelo transtorno causado. A Marta conta com a minha amizade e as portas do programa estão abertas para ela – declarou.

Ao apresentar sua versão do episódio, o jornalista afirmou que apenas fez um gesto para que Marta aguardasse sua vez de falar durante o debate.

– Às vezes, eu peço, com um gesto, que a pessoa não corte os outros, não fale baixinho (enquanto os outros falam) e que respeite sua vez. Só um gesto para ela esperar sua vez – disse.

O caso também repercutiu na direção da emissora. O presidente da TVE, José Pablo López Sánchez, prestou apoio público à jornalista.

– Você é uma profissional magnífica e uma pessoa excelente. A TVE continuará sendo um espaço em que sua voz e seu talento serão valorizados – escreveu.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Moraes ignorou a PGR ao ordenar busca na casa de Bolsonaro Policia Federal buscou armas e munições na casa do ex-presidente

 

Alexandre de Moraes Foto: Gustavo Moreno / STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a realização de uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, nesta quarta-feira (8), sem solicitar manifestação prévia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ao contrário de outras decisões envolvendo o ex-chefe do Executivo, desta vez o Ministério Público Federal (MPF) não foi consultado antes da expedição do mandado.

Ao Metrópoles, a assessoria da PGR confirmou que o órgão não emitiu parecer, porque não foi intimado previamente pelo ministro.

Integrantes próximos a Moraes no STF afirmam que a consulta não era necessária, sob o argumento de que a prisão domiciliar humanitária segue as mesmas regras aplicáveis à prisão comum.

Segundo esse entendimento, a Lei de Execução Penal atribuiria ao juiz da execução a responsabilidade de fiscalizar o cumprimento das condições impostas ao preso e de adotar as medidas necessárias para garantir a execução das decisões judiciais. Em sua decisão, Moraes citou o artigo 66 da Lei nº 7.210/1984 para fundamentar sua competência.

A PGR só foi comunicada após a conclusão da operação.

O mandado autorizava a apreensão de armas, munições, acessórios, documentos de registro e outros materiais que pudessem ter relação com a investigação.

No entanto, de acordo com a defesa de Bolsonaro e com a própria Polícia Federal, nenhum desses itens foi localizado durante as buscas. O ministro justificou a diligência afirmando que havia informações divergentes sobre a quantidade de armas registradas em nome do ex-presidente.

FONTE:PLENO NEWS

Projeto de lei quer barrar atletas que joguem no exterior na Seleção Proposta também proíbe patrocínio de casas de apostas a entidades esportivas

 

Luiz Carlos Hauly Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (8), o deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3.582/2026, que proíbe a convocação de jogadores que atuam no exterior para defender a Seleção Brasileira em Copas do Mundo e outras competições internacionais oficiais.

A proposta determina que as seleções masculina, feminina e de base sejam formadas apenas por atletas registrados em clubes brasileiros que disputem competições nacionais. O texto também exige que treinador, auxiliares e os demais integrantes da comissão técnica sejam brasileiros e tenham vínculo profissional com clubes ou entidades esportivas do país.

Na justificativa, Hauly afirma que a medida pretende fortalecer o futebol nacional e aumentar a identificação entre a Seleção e os torcedores. O deputado argumenta que a saída precoce de atletas para o exterior enfraqueceu as competições brasileiras.

– A crescente transferência precoce de talentos para o exterior reduziu a competitividade dos campeonatos brasileiros, enfraqueceu os clubes formadores, diminuiu o interesse do público e reduziu a identificação entre a Seleção Brasileira e os torcedores – diz parte do texto.

E continua:

– Ao privilegiar profissionais que atuem no Brasil, pretende-se fortalecer o campeonato nacional, ampliar a geração de empregos, aumentar as receitas dos clubes e criar um ambiente esportivo mais competitivo, beneficiando toda a cadeia produtiva do futebol.

O projeto ainda proíbe clubes, federações, confederações e outras entidades esportivas de manter contratos de patrocínio, publicidade ou promoção com empresas de apostas esportivas e jogos de azar. Os contratos em vigor deverão ser encerrados em até 180 dias, sob pena de sanções, como a suspensão do acesso a recursos públicos federais.

– A vedação ao patrocínio de entidades desportivas e agremiações esportivas por empresas de apostas e jogos eletrônicos busca preservar a integridade do esporte, a credibilidade das competições e a proteção dos torcedores, especialmente crianças, adolescentes e jovens – declara o projeto.

 

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Alerj aprova tornozeleira rosa para agressores de mulheres Projeto de Lei segue agora para o plenário da Casa

 

tornozeleira eletrônica rosa Foto: reprodução/internet

Homens envolvidos em crimes de violência contra a mulher, condenados a utilizar tornozeleira eletrônica, agora terão que utilizar o dispositivo personalizado na cor rosa. O Projeto de Lei nº 7.549/26, de autoria do deputado estadual Fred Pacheco (PL-RJ), foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A decisão tem como objetivo facilitar a identificação de indivíduos processados ou condenados por agressão e elevar o nível de proteção das mulheres, inibindo novos ataques contra elas ou novas vítimas. Estão cobertos pela regra os agressores com medida protetiva de urgência ou restrições cautelares da Justiça.

A iniciativa é inspirada em um projeto social do município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O Respeitar e Amar, coordenado por Viviane Carvalho, prevê que o juiz responsável por cada caso decidirá se o réu usará o modelo tradicional ou a versão cor-de-rosa do dispositivo.

De acordo com o texto, o governo do estado fica responsável por gerenciar o financiamento da nova medida e deverá usar verbas dos fundos estaduais e federais de Segurança Pública. A nova ferramenta será utilizada de forma alinhada às diretrizes da Lei Maria da Penha.

O Poder Executivo também fica obrigado a enviar anualmente um relatório detalhado à Alerj com o número de indivíduos utilizando o dispositivo especial e quantos descumpriram medidas protetivas dentro do período.

A proposta seguirá agora para o plenário da Casa, que poderá fazer alterações no texto do Projeto de Lei.

FONTE:PLENO NEWS

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