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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Fux decide abrir para a imprensa reunião de conciliação do BRB Encontro está agendado para a tarde desta quinta-feira

 

Sede do banco BRB, em Brasília Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Em meio à troca de acusações sobre entrega de documentos e dados apontados como decisivos para que o setor privado possa avaliar o socorro ao Banco de Brasília (BRB), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu abrir para a imprensa a reunião de conciliação marcada para a quinta-feira (13), à tarde, em Brasília. O Governo do Distrito Federal (GDF), que é o controlador da instituição, diz que o setor privado e a União estão em inércia em relação à primeira rodada de negociações feita em maio.

Já o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que foi convidado a fazer um aporte de R$ 6,6 bilhões para a instituição pública, e o consórcio dos maiores bancos do País — que podem dar garantias à operação — afirmam que não têm acesso a todos os documentos necessários para tomarem a decisão. O acordo firmado há três meses foi feito entre o GDF e o governo federal que não quer se envolver diretamente na operação de salvamento do banco.

O encontro será realizado nesta quinta, às 16h15, no plenário da Segunda Turma do STF. A reunião foi marcada por Fux após atender a um pedido da governadora do DF, Celina Leão (PP). A PGDF enviou uma petição ao STF alegando “inércia” por parte do FGC e da União para viabilizar o aporte na entidade.

Além de GDF e União, que são signatários do acordo, o ministro Fux intimou também a comparecerem no encontro de amanhã o ministro da Fazenda, Dario Durigan; o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima; o presidente do BRB, Nelson de Souza; a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros – que é a instituição representante do consórcio de bancos, mas que pode ser substituída -, e os procuradores gerais do Banco Central, Cristiano Cozer, e do DF, Diana Ramos.

Miro Teixeira diz que STF tem atuado como tribunal de exceção Ex-deputado e ex-ministro de Lula deu declarações durante entrevista

  

Miro Teixeira Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (12), o ex-deputado federal e ex-ministro Miro Teixeira disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem “momentaneamente atuado como tribunal de exceção”. Ele deu declarações durante entrevista ao Poder360, de quem são as informações.

Ainda segundo Teixeira, o STF tem “agido em substituição a outras instâncias”. Ele se manifestou a respeito da ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou busca e apreensão contra uma fonte jornalística no Maranhão.

Moraes autorizou nesta terça-feira (11) uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão, após a Polícia Federal (PF) apontá-lo como a principal fonte do jornalista independente Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.

As matérias em questão revelaram que a família do ministro Flávio Dino usava carros do Tribunal de Justiça do Maranhão e que até mesmo o combustível dos veículos era pago com verbas públicas locais.

Luís Pablo foi acusado de perseguição e incluído no inquérito das fake news. Ele se pronunciou nesta terça, após a decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim. Em vídeo nas redes sociais, o jornalista destacou que o foco da investigação deveria estar nas informações que ele revelou, e não em quem as levou até ele.

Para Miro Teixeira, o STF utilizou meios ilícitos ao ordenar busca e apreensão contra Cutrim que, de acordo com a Polícia Federal, é fonte do jornalista Luís Pablo, responsável pelo Blog do Luís Pablo.

Teixeira, de 81 anos, atuou como deputado federal por 11 mandatos e ministro das Comunicações no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

FONTE:Moraes autorizou nesta terça-feira (11) uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão, após a Polícia Federal (PF) apontá-lo como a principal fonte do jornalista independente Luís Pablo em reportagens publicadas no fim do ano passado.

As matérias em questão revelaram que a família do ministro Flávio Dino usava carros do Tribunal de Justiça do Maranhão e que até mesmo o combustível dos veículos era pago com verbas públicas locais.

Luís Pablo foi acusado de perseguição e incluído no inquérito das fake news. Ele se pronunciou nesta terça, após a decisão de Moraes contra Raimundo Cutrim. Em vídeo nas redes sociais, o jornalista destacou que o foco da investigação deveria estar nas informações que ele revelou, e não em quem as levou até ele.

Para Miro Teixeira, o STF utilizou meios ilícitos ao ordenar busca e apreensão contra Cutrim que, de acordo com a Polícia Federal, é fonte do jornalista Luís Pablo, responsável pelo Blog do Luís Pablo.

Teixeira, de 81 anos, atuou como deputado federal por 11 mandatos e ministro das Comunicações no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

FONTE:PLENO NEWS

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Michelle nega desistência de Bia Kicis na disputa pelo Senado As duas disputarão as cadeiras disponíveis na Casa Alta pelo Distrito Federal

 

Michelle Bolsonaro e Bia Kicis Fotos: EFE/Andre Borges e Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro negou, nesta quarta-feira (12), que a deputada Bia Kicis (PL-DF) tenha desistido da disputa pelo Senado para tentar a reeleição à Câmara. A informação havia sido divulgada em uma publicação que apontava uma possível mudança nos planos da parlamentar.

– Fake news – escreveu Michelle em uma publicação no Instagram, ao comentar a notícia.

Bia Kicis também respondeu à publicação e afirmou que continua na corrida por uma das duas vagas do Distrito Federal no Senado.

– Sigo firme para o Senado.

Michelle e Bia Kicis devem formar uma dupla na disputa pelas duas cadeiras do Distrito Federal na Casa Alta.

A publicação desmentida citava conversas nos bastidores e pesquisas, mas destacava que a possível mudança não havia sido confirmada oficialmente pela deputada.

Segundo a publicação, uma eventual saída de Bia abriria espaço para alterações na corrida ao Senado. O desembargador aposentado Sebastião Coelho era apontado como um dos possíveis beneficiados com uma mudança na composição da chapa.

O Partido Liberal (PL) do Distrito Federal pretende comunicar sua chapa à Justiça Eleitoral até 15 de agosto. Até o momento, porém, Bia Kicis mantém publicamente a candidatura ao Senado e nega que tenha decidido disputar novamente uma vaga na Câmara.

FONTE:PLENO NEWS

Ela não acordou um dia e decidiu matar um homem com 12 tiros.

 


Ela não acordou um dia e decidiu matar um homem com 12 tiros. Antes daquele dia, ela passou meses presa em um ciclo de violência, foi dopada, violentada, mantida acorrentada e obrigada a suportar outros homens. Quando finalmente conseguiu fugir, ainda passou cerca de um ano e meio sendo perseguida. E, mesmo depois de pedir ajuda repetidamente, ninguém conseguiu impedir que ele chegasse até ela novamente.

A história de Ana Raquel Santos da Trindade começou em 2013, quando ela conheceu Renato Patrick Machado de Menezes em Florianópolis. Ele a convidou para trabalhar como massoterapeuta em um spa que mantinha em Curitiba, e ela aceitou.
Mas, quando chegou ao local, descobriu que aquele spa era, na verdade, uma casa de prostituição.
Segundo o relato apresentado por Ana no processo, Renato a dopou, a trancou em um quarto e praticou violência sexual contra ela. Depois, passou a obrigá-la a se submeter a outros homens. Ela contou que era mantida presa, chegou a ficar acorrentada dentro do quarto e passava dias sem comer.
Ana tentou fugir, mas ele usava uma ameaça devastadora para mantê-la sob controle: dizia que mataria o filho de 4 anos dela e outros familiares caso ela fosse embora.
Depois de aproximadamente seis meses, ela conseguiu escapar e voltou para Florianópolis.
Só que o pesadelo não terminou.
Durante cerca de um ano e meio, Renato continuou perseguindo Ana. Ela registrou 20 boletins de ocorrência contra ele. Só na Delegacia da Mulher foram 15 registros: oito relacionados a violência sexual, três a tentativas de assassinato e quatro a ameaças de morte. Ela também pediu uma medida protetiva, mas teve o pedido negado.
Com medo, Ana colocou grades, cerca elétrica e reforçou a segurança da casa. Mesmo assim, Renato continuou aparecendo.
Cerca de dez dias antes do crime, depois de mais uma invasão, ela decidiu comprar um revólver calibre .32 para se proteger.
Então chegou 16 de novembro de 2014. Ana estava em casa quando ouviu alguém forçando o portão.
Era Renato.
Segundo a versão apresentada por ela, ele entrou novamente em sua propriedade e a ameaçou. Ana correu até o quarto, pegou a arma que estava escondida embaixo do colchão e disparou.
Foram 12 tiros. Nove atingiram Renato.
Ele foi socorrido, mas morreu aproximadamente duas semanas depois.
Ana foi presa e passou 24 dias no Presídio Feminino de Florianópolis. Dois anos depois, em 17 de novembro de 2016, chegou o julgamento.
E o resultado surpreendeu muita gente: Ana foi absolvida por unanimidade pelo júri popular.
Sete testemunhas confirmaram elementos da história apresentada por ela, e o próprio promotor entendeu que a situação havia chegado ao ponto em que ela não tinha mais outra saída. Segundo ele, a Justiça havia falhado ao não protegê-la quando ela pediu ajuda repetidamente.
Quando perguntaram se ela sentia remorso pelos disparos, Ana respondeu que estava aliviada e que preferia viver na prisão a voltar a sofrer toda aquela violência.
Ela não foi absolvida porque os 12 tiros foram ignorados.
Foi absolvida porque o júri considerou todo o contexto de violência, perseguição, ameaças e tentativas anteriores de obter proteção e entendeu que ela havia agido em legítima defesa.
O caso deixou uma pergunta difícil:
quantas vezes uma mulher precisa denunciar que está sendo perseguida e ameaçada antes que alguém realmente a proteja?
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1401531408832324&set=gm.2093116981326400&idorvanity=1684530815518354

“É muita tristeza.” Michelle Bolsonaro se pronunciou sobre o veto de Alexandre de Moraes à visita dos filhos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

 


“É muita tristeza.” Michelle Bolsonaro se pronunciou sobre o veto de Alexandre de Moraes à visita dos filhos ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Um episódio que revela, mais uma vez, o peso político e humano de tudo o que está acontecendo no Brasil.
Liberdade, justiça e respeito às famílias não podem ser tratados como questões secundárias.
🇧🇷 O Brasil precisa voltar a respeitar o Estado de Direito.
FONTE:https://www.facebook.com/reel/829155490189829

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Fux decide abrir para a imprensa reunião de conciliação do BRB Encontro está agendado para a tarde desta quinta-feira

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