Quando os f*scistas mandaram chamá-lo naquele dia, Gino Bartali sentiu medo.
Quando os f*scistas mandaram chamá-lo naquele dia, Gino Bartali sentiu medo.

O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso, declarou que não se arrepende de ter votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. Ao justificar sua decisão, Fraga afirmou que, na época do último pleito, tinha “sérias preocupações” com o futuro da democracia brasileira.
– Meu voto não foi um voto econômico. Naquele momento, eu tinha sérias preocupações com o futuro da nossa democracia. Eu acredito na democracia, na liberdade, e os sinais estavam sendo dados e isso para mim é intolerável. Então, não foi um voto econômico (…). Não me arrependo nem um pouco, não [de ter votado em Lula] – disse.
Apesar de manter a posição sobre o voto, o economista fez um alerta sobre o cenário econômico do país e afirmou que há sinais de desaceleração da atividade. Segundo Fraga, alguns indicadores apontam para uma possível perda de ritmo da economia.
– Olhando pra frente, já há sinais de que a economia começa a desacelerar, o quadro do crédito no Brasil já dá, o que eu considero, um sinal forte. Eu não vejo isso sendo corrigido durante esse período de campanha (…). O discurso, por enquanto, não aponta para uma posição reconfortante – disse.
Para Armínio Fraga, ainda há tempo para evitar um cenário de maior deterioração econômica, desde que sejam implementadas reformas estruturais, mas que a grande problemática é que não há sinais de que isso esteja acontecendo.
– Para colocar esse país nos trilhos, com juros mais normais, com crescimento sustentado, vai ser preciso mudanças importantes nos rumos da política econômica, de natureza mais até, eu diria estrutural, previdências, reforma do Estado, questões ligadas aos regimes de Imposto de Renda. Tem vários espaços para se trabalhar. A má notícia é que isso não tá acontecendo – completou.
FONTE:PLENO NEWS

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente, no prazo de 48 horas, esclarecimentos sobre o uso de sua imagem e voz em um vídeo produzido por inteligência artificial (IA), exibido durante a Convenção Nacional do Partido Liberal (PL), realizada no último sábado (25).
Na decisão, Moraes quer saber se Bolsonaro autorizou ou não a utilização de sua imagem na gravação, que foi exibida durante o evento que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República
No vídeo, uma versão criada por inteligência artificial do ex-presidente afirma estar “preso e calado por uma decisão arbitrária”, declara que “nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança” despertado por seu movimento e pede que os apoiadores recebam Flávio Bolsonaro “de braços abertos” como candidato à Presidência.
Segundo o ministro, caso fique comprovado que Jair Bolsonaro autorizou a divulgação do material, a conduta poderá resultar até no retorno do ex-presidente ao regime fechado.
– A eventual concordância de Jair Messias Bolsonaro com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado – escreveu Moraes.
Na mesma decisão, Alexandre de Moraes afirmou que, caso Bolsonaro não tenha autorizado o uso de sua imagem, a responsabilidade poderá recair sobre o senador Flávio Bolsonaro e o Partido Liberal. Segundo o ministro, nessa hipótese, além de eventual desrespeito à ordem judicial, a conduta poderá caracterizar o uso de deepfake, prática que, de acordo com o ministro, é proibida pela legislação eleitoral.
FONTE:PLENO NEWS

O levantamento foi elaborado a partir do cruzamento de informações sobre pagamentos da Secom com dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) e do Siga Brasil.
Os números consideram apenas os recursos destinados pela Presidência da República por meio da Secom. Entre 2021 e 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a publicidade institucional ficou sob responsabilidade do Ministério das Comunicações. Gastos realizados por outros ministérios, como Saúde e Educação, não integram o levantamento.
Segundo o estudo, os R$ 255,3 milhões pagos pela Secom no primeiro semestre de 2026 representam um aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram desembolsados R$ 162,5 milhões, em valores corrigidos pela inflação.
Na comparação com 2022, último ano do governo Bolsonaro, o crescimento é ainda maior. Naquele período, foram pagos R$ 79,9 milhões em publicidade institucional, o que corresponde a um valor cerca de 219% inferior ao registrado no primeiro semestre de 2026.
Ao longo de três anos e meio de mandato, o governo Lula já desembolsou aproximadamente R$ 1,1 bilhão em publicidade institucional da Presidência. Segundo os dados da Secom, Bolsonaro pagou R$ 634,2 milhões durante seus quatro anos de governo, Michel Temer (MDB) desembolsou R$ 576,6 milhões e Dilma Rousseff (PT) gastou R$ 829,7 milhões em seu primeiro mandato e R$ 229,1 milhões no segundo.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social afirmou que o objetivo dos investimentos é dar publicidade às políticas públicas e aos serviços oferecidos pelo governo federal. A pasta também argumentou que parte significativa dos pagamentos realizados neste ano corresponde a contratos firmados em exercícios anteriores.
Segundo a Secom, apenas 17,3% do valor pago em 2026 refere-se a despesas do próprio exercício. O órgão afirmou ainda que comparações entre diferentes anos devem considerar as particularidades de cada período e que os critérios para distribuição dos investimentos seguem a legislação vigente.
FONTE:PLENO NEWS

Uma declaração feita pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em maio de 2025, voltou a gerar repercussão nas últimas horas após o governo brasileiro negar os vistos de entrada de dois diplomatas do Departamento de Estado dos Estados Unidos que participariam de uma missão que discutiria, entre outros pontos, a integridade eleitoral no país.
Durante a Brazil Week, realizada em maio do ano passado em Nova Iorque, Barroso afirmou ter buscado o governo norte-americano para obter “apoio à democracia brasileira” enquanto ainda era presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na ocasião, o ex-ministro do STF disse acreditar que a medida teve resultado porque “os militares brasileiros não gostam de se indispor com os Estados Unidos”.
– Eu mesmo, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, estive com o encarregado de negócios americanos, tive muitas vezes, mas em três vezes, eu pedi declarações dos Estados Unidos de apoio à democracia brasileira, uma delas no próprio Departamento de Estado, e acho que isso teve algum papel, porque os militares brasileiros não gostam de se indispor com os Estados Unidos – declarou Barroso.
Ver essa foto no InstagramO contexto da declaração contrasta com a decisão tomada pelo governo brasileiro na última sexta-feira (24), quando o Itamaraty negou os vistos de entrada de Riley Barnes e Samuel Samson, integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que viajariam a Brasília para reuniões sobre integridade eleitoral e liberdade de expressão antes das eleições presidenciais.
Em nota divulgada neste sábado (25), o Departamento de Estado americano afirmou que a missão fazia parte das atividades rotineiras do Escritório de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL) e negou qualquer intenção de interferir no processo eleitoral brasileiro.
Segundo o governo dos Estados Unidos, “qualquer insinuação de que a visita seria uma ‘manobra’ para minar as eleições de uma nação democrática é uma mentira sem fundamento”. A pasta afirmou ainda que se tratava de uma visita de rotina.
A negativa dos vistos ocorreu antes da publicação de uma reportagem do The Washington Post, que apontou os dois diplomatas como integrantes de uma estratégia americana voltada ao acompanhamento das eleições brasileiras.
Assessores da Presidência avaliaram porém que, embora o Brasil costume receber observadores internacionais em períodos eleitorais, o perfil da missão americana era diferente do habitual. A interpretação foi de que a visita poderia ser vista como uma tentativa de interferência no debate sobre o sistema eleitoral brasileiro, motivo pelo qual a entrada dos diplomatas foi barrada.
FONTE:PLENO NEWS

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoverá, em 17 de agosto, uma reunião com embaixadores de países que mantêm representação diplomática no Brasil para apresentar o funcionamento do sistema eletrônico de votação. Entre os convidados estará a representação dos Estados Unidos, após a embaixada americana procurar a área internacional do TSE para discutir uma possível visita de integrantes do governo norte-americano.
O tribunal informou que o tema pretendido pelos representantes norte-americanos não foi detalhado e que a agenda acabou não sendo marcada em razão do recesso do Judiciário.
O encontro de 17 de agosto será conduzido pelo presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que voltará a apresentar aos representantes estrangeiros o funcionamento da urna eletrônica e das etapas de segurança adotadas no processo eleitoral brasileiro.
A iniciativa dá continuidade ao diálogo institucional promovido pela Corte com o corpo diplomático. Em 16 de junho, Nunes Marques já havia se reunido com 25 embaixadores para explicar o modelo brasileiro de votação eletrônica, destacando os mecanismos de transparência, fiscalização e auditoria que cercam as eleições.
Até o momento, já confirmaram participação como Missões de Observação Eleitoral (MOEs) a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia, o Parlasul, o Carter Center, a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).
O TSE também encaminhou convites à União Africana e à Liga Árabe para integrar o grupo de observadores internacionais. A participação dessas missões segue as regras previstas na Resolução nº 23.678/2021, que estabelece os critérios para credenciamento e atuação de observadores eleitorais durante o processo de votação brasileiro.
*AE
FONTE:PLENO NEWS
A Colômbia tomou uma decisão que pode mudar para sempre o destino de sua floresta amazônica: novos projetos de mineração e exploração de petróleo em grande escala não serão mais autorizados na região.
O pastor nigeriano Ezekiel Dachomo, conhecido internacionalmente por denunciar a perseguição contra cristãos na Nigéria, perdeu nove familiares durante um ataque atribuído a extremistas da etnia Fulani no estado de Plateau. Entre as vítimas estava um bebê de apenas dois meses de idade. Segundo o líder cristão, o massacre teve como alvo sua família devido às denúncias que ele tem feito sobre a violência contra comunidades cristãs no país.
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