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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Ex-MST Pedro Pôncio expõe canal de “milícia digital” de Janones Canal chama-se Exército do Lula

 

Pedro Pôncio critica Janones no Pleno Time Foto: Reprodução/Pleno.News
Pedro Pôncio, ex-integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), criticou a atuação do deputado federal André Janones (Rede-MG) e acusou aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de disseminar notícias falsas nas redes sociais para influenciar o debate político durante a corrida à Presidência no segundo turno.
Segundo Pôncio, Janones criou uma estrutura digital voltada à propagação de desinformação em favor do PT.

– O Janones, ele criou essa milícia digital, e aí para disseminar mentiras – afirmou durante participação no Pleno Time desta terça-feira (13).

Trata-se do canal do WhatsApp Exército do Lula, que chegou a ser suspenso duas vezes pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pôncio também criticou a circulação de conteúdos que, segundo ele, distorcem as posições de Flávio Bolsonaro, citando como exemplo a alegação de que o senador pretendia retirar do Brasil o título de Nossa Senhora Aparecida. Para o ex-integrante do MST, esse tipo de conteúdo desrespeita a inteligência dos católicos.



– Isso é subestimar a inteligência do povo católico do Brasil. É uma coisa que está além do jogo político – disse.

O ex-MST ainda direcionou críticas à trajetória política de Janones, acusando o deputado de adotar práticas contraditórias e de estimular estratégias de comunicação baseadas em mentiras. Pôncio mencionou o livro Janonismo Cultural ao sustentar sua crítica sobre os métodos políticos do parlamentar.

Em contrapartida, Pôncio avalia que a atuação de Janones e de outros militantes ligados ao PT também pode provocar desgastes à campanha de Lula.
FONTE:PLENO NEWS

Moro reúne líderes partidários para campanha de Flávio no PR Governador eleito articula mobilização com sete partidos

 

Sergio Moro Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), se reúne, nesta terça-feira (13), com prefeitos, parlamentares e lideranças políticas de sete partidos do campo da direita para organizar a mobilização no estado em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O encontro será realizado a partir das 19 horas, no restaurante Madalosso, em Curitiba, com expectativa de reunir cerca de 2 mil pessoas.
O jantar é organizado por Moro e pelos senadores eleitos Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). Até esta segunda (12), representantes do Partido Liberal (PL), Novo, Podemos, Progressistas (PP), União Brasil, Republicanos e Partido Social Democrático (PSD) haviam confirmado participação. Entre os presentes estará o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD).

A reunião tem como objetivo discutir a articulação entre lideranças municipais e parlamentares para a campanha presidencial no Paraná. A mobilização começou a ser organizada na última sexta (9), durante encontro de Moro com integrantes da equipe que coordenou sua campanha ao governo estadual.

Flávio não estará presencialmente no encontro. Segundo a organização, existe a possibilidade de o candidato participar por vídeo, gravado ou ao vivo, mas a presença virtual ainda não está confirmada. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

FONTE:PLENO NEWS

Cármen Lúcia cita democracia e liberdade de expressão Ministra participou de evento nesta terça-feira


Ministra Carmén Lúcia Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Nesta terça-feira (13), a ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, ministrou uma palestra intitulada Ciência e Democracia: Caminhos para a Equidade. Ela participou da abertura da Semana do Conhecimento da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.
Segundo a magistrada, o sistema democrático é indissociável da liberdade de expressão e de imprensa.

– Não há possibilidade de nós termos a democracia sem a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa – falou.

Já aos estudantes, Carmén Lúcia disse que “não há ninguém que possa mudar mais o mundo do que o estudante, porque ele tem o presente e o futuro”. As informações são do Poder360.

FONTE:PLENO NEWS

Mães atípicas se unem nas redes e expõem motivos para rejeitar o PT Corte em benefícios, falta de medicamentos e falas de Lula contribuem para a indignação das famílias

 

(Imagem ilustrativa) Foto: Gemini
Mães atípicas têm usado as redes sociais para listar motivos para não votar no Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2026. Entre as críticas ao governo Lula estão dificuldades no acesso a benefícios sociais, medicamentos e serviços de apoio a pessoas com deficiência, além de medidas que geraram preocupação entre famílias de pessoas autistas.
Um desses perfis é de Marly, da cidade de Ribeirão Preto (SP), que listou uma série de problemas que tem pela falta de suporte do governo para seu filho, que é autista não verbal nível 3 de suporte. Ela reclama desde a falta de medicamentos, até a falta de suporte psicológico e financeiro, uma vez que o benefício BPC foi negado para o filho duas vezes.

Nos comentários, várias mães que vivem a mesma situação comentam que sofrem o mesmo.

– Eu sou mãe atípica, advogada, especialista no direito dos autista e digo com convicção, esse governo não tem sensibilidade com os PCDs. Meu voto é 22 – escreveu a advogada Cris Almeida, de Feira de Santana (BA).

 

A influenciadora Gabi Meyer, mãe atípica com mais de 21 mil seguidores, fez uma publicação listando os motivos para não apoiar a reeleição do atual presente.

– Eu valorizo cada direito conquistado pelas pessoas com deficiência. Mas depois de viver isso na pele, aprendi: Não basta criar direitos, eles precisam funcionar. Não quero avaliar um governo apenas pela quantidade de leis, programas ou bilhões anunciados. Quero saber: Chegou na ponta? Funcionou? A família conseguiu acessar? – questiona ela.

E continua:

– Não existe política social sustentável sem uma economia capaz de financiá-la.

Melissa Popts, fundadora da União TEA, escreveu seus motivos para não votar em Lula, incluindo o Decreto 12.686/2025 que gerou grande preocupação em famílias que utilizam as APAEs. O documento instituiu a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. Após grande movimentação, o governo aceitou fazer alterações.

Ela também citou a Lei Complementar 214/2025, que restringiu o benefício fiscal na compra de veículos para pessoas autistas nível 1 de suporte. Os cortes “em massa” do BPC/LOAS que fizeram várias famílias atípicas perderem o benefício, entre outros.

Muitas mães atípicas ainda utilizavam a fala de Lula sobre “problema de desequilíbrio de parafuso” quando, em 2023, o petista se referiu a pessoas com transtornos mentais.

– Sempre ouvi dizer que a Organização Mundial da Saúde sempre afirmou que a humanidade deve ter mais ou menos 15% de pessoas com problema de deficiência mental. Se esse número é verdadeiro, e você pega o Brasil com 220 milhões de habitantes, se você pegar 15% disso significa que temos quase 30 milhões de pessoas com problema de desequilíbrio de parafuso. Pode uma hora acontecer uma desgraça – disse Lula, em discurso no dia 18 de abril de 2023.


FAMÍLIAS ATÍPICAS, CHEGOU A HORA DE MOSTRAR A FORÇA DA NOSSA VOZ!

Todos os dias, lutamos por nossos filhos, por inclusão, respeito, tratamentos e direitos. Não podemos esquecer disso na hora de votar!

Nosso voto precisa ser consciente, baseado nas propostas, nas atitudes e no compromisso de quem quer nos representar.

Não podemos continuar ignorando aquilo que afeta diretamente nossas famílias. 13 não dá mais!

Que o nosso voto seja por um futuro em que nossos filhos tenham seus direitos respeitados e suas necessidades

Josi Menestrina também se posicionou, fundadora da ONG ABlupaa, gravou um vídeo desmentindo afirmações falsas de que o ex-presidente Jair Bolsonaro havia acabado com o Bolsa Família, privatização do SUS, e a mesma grave de todas: ter defendido eletrochoque em autistas. Ela fez questão de listar os benefícios concedidos pelo ex-chefe do Executivo.


FONTE:PLENO NEWS

Lula confirma ida ao debate da Band e “espera que Flávio vá” Presidente afirmou que pretende mostrar ao povo a diferença de projetos e de candidaturas

 

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Ricardo Stuckert/PR
Nesta terça-feira (13), o presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT) confirmou que pretende participar do debate promovido pela TV Band no próximo domingo (18). O petista também disse que esperar que seu adversário nas eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL), também compareça ao evento.
Mais cedo, Flávio, que disputa a Presidência pelo PL, afirmou que não deveria participar deste debate e que avaliava se participaria do evento promovido pela TV Globo. De acordo com a TV Band, o debate do próximo domingo está mantido e o púlpito do candidato que não for ficará vazio.
– Domingo eu estarei no debate da Bandeirantes. Eu espero que meu adversário compareça, para que o povo possa ter conhecimento da diferença de programas e da diferença de candidaturas – disse o petista.
Ver esse post no Instagram

 

Um post compartilhado por Band Jornalismo (@bandjornalismo)

FONTE:PLENO NEWS

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Após negar autoria, Ana Elisa pede desculpas por mensagens Equipe da deputada eleita pelo PT diz que ela nunca atacou igrejas evangélicas no X

 

Ana Elisa Foto: Reprodução Instagram
A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) negou nesta sexta-feira (9) ter publicado uma mensagem em que supostamente defendia o fechamento de igrejas e pediu desculpas por outros conteúdos antigos atribuídos a ela. Em nota, sua equipe afirmou que a petista reconhece as publicações de sua autoria e se retrata com quem se sentiu ofendido.
A declaração foi divulgada após personalidades da direita, incluindo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG, compartilharem inúmeras postagens atribuída à petista. Entre os conteúdos resgatados estão frases como “odeio branco” e “tô nem aí para empreendedor”. Outras publicações criticam evangélicos, defendem o fechamento de igrejas pelo governo e o aborto, além de questionarem a presença de padres nas redes sociais.

– Ana assume o que escreveu, retrata-se e pede desculpas a quem se sentiu ofendido, mas é importante que se diga: aos 21, já não pensa como antes. É católica praticante e defende a liberdade religiosa, o Estado laico e a democracia – diz a nota.

O comunicado não especifica quais publicações motivaram o pedido de desculpas. A equipe, porém, afirma que a maioria dos conteúdos foi publicada quando Ana Elisa tinha 17 anos e acusa adversários de retirar as mensagens de contexto.

– A maioria é de quando Ana tinha 17 anos. A Constituição (art. 227) e o ECA (arts. 17 e 18) protegem a dignidade, a imagem e as ideias de adolescentes e jovens. Usar o que alguém disse aos 17 anos como arma eleitoral afronta essa proteção – afirma o texto.

A respeito da mensagem sobre o fechamento de igrejas, a equipe sustenta que o conteúdo não aparece no histórico da conta da deputada eleita e que ela nunca defendeu essa medida. A nota também anuncia um pedido de perícia para verificar a autenticidade da publicação.

– Ana nunca o escreveu, ele não existe no histórico de sua conta, e ela jamais defendeu o fechamento de igreja alguma. Pediremos a perícia que comprovará a montagem – declara o comunicado.

A equipe também questionou a divulgação da mensagem, supostamente publicada em outubro de 2022, quando Ana Elisa tinha 17 anos. Em meio à polêmica, Ana Elisa desativou sua conta no X e justificou a medida dizendo que sofreu ameaças.

FONTE:PLENO NEWS

Apoiadores de Lula depredam estações de metrô na Paulista Manifestação pró reeleição do petista registrou vários atos de vandalismo

 

Ato de vandalismo na Avenida Paulista Foto: Reprodução
Neste domingo (11), manifestantes que participaram de um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na Avenida Paulista, em São Paulo, picharam e danificaram acessos às estações de metrô Consolação e Trianon-Masp. Segundo a Polícia Militar (PM), portas e grades foram quebradas durante as ocorrências.
Os danos foram registrados durante a dispersão do público após o encerramento da manifestação que contou com a participação do presidente e da primeira-dama, Janja. Imagens mostram ações de vandalismo na estação Trianon-Masp, enquanto relatos da PM apontam que as estruturas de acesso da Consolação também foram danificadas.

Devido às ocorrências e à concentração de passageiros, as duas estações tiveram o funcionamento afetado. A Polícia Militar informou que houve atritos envolvendo funcionários na Consolação, mas afirmou que a situação estava controlada.

A ViaMobilidade informou que adotou medidas para organizar o fluxo de passageiros nas estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie. Entre as ações, estavam a entrada controlada, o recolhimento de bilhetes QR Code e a inclusão de trens extras para atender à demanda.

A concessionária também fechou temporariamente o acesso pela Rua Bela Cintra, na estação Paulista. Segundo a empresa, equipes táticas atuaram nos locais com apoio da Polícia Militar.

Em nota, o Metrô de São Paulo explicou que acionou um plano de controle de multidões para lidar com o aumento do número de passageiros. A medida buscou evitar a superlotação e garantir a segurança durante o transporte do público.

– O Metrô acionou seu plano de controle de multidão para preservar a segurança do público e garantir o transporte de todos – informou a companhia.

A empresa acrescentou que reforçou o número de funcionários e ampliou a oferta de trens. Como parte da estratégia, a estação Trianon-Masp, da Linha 2-Verde, foi fechada temporariamente, enquanto as estações Consolação e Brigadeiro permaneceram abertas para atender aos passageiros.

O Metrô também afirmou que acompanha a movimentação nas estações e ajusta as medidas de controle conforme a necessidade. Segundo a companhia, o objetivo é manter a segurança dos passageiros em situações de grande concentração de pessoas.


FONTE:PLENO NEWS

sábado, 10 de outubro de 2026

Programa de governo de Flávio contradiz acusações feitas na web Publicações falam em medidas como fim da aposentadoria e CLT, mas propostas não constam em plano

 

Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ André Coelho
Publicações nas redes sociais têm atribuído ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) propostas para acabar com benefícios sociais, privatizar o SUS, vender a Petrobras e extinguir direitos trabalhistas. A leitura do plano de governo, porém, mostra que várias dessas afirmações não condizem com o que está efetivamente escrito no documento.

PROGRAMA NÃO CITA VENDA DA PETROBRAS
Publicações que circulam na web sugerem que o candidato de direita venderia a Petrobras. Entretanto, o que se constata no plano de governo de Flávio é que a possibilidade de realizar privatizações é um dos pontos da agenda econômica, com a defesa da retomada do Programa Nacional de Desestatização, mas o texto diz que a proposta é de avaliar “caso a caso onde a presença do Estado deixou de fazer sentido”.

Ou seja, a diretriz abre espaço para novas desestatizações, mas o documento não cita a Petrobras nominalmente como uma empresa a ser vendida em nenhum momento. O termo Petrobras, por sinal, não aparece nenhuma vez nas 75 páginas do programa.

TRABALHO: NÃO HÁ PROPOSTA DE EXTINGUIR A CLT
Outra acusação recorrente na internet contra Flávio é a de que o candidato teria como pretensão acabar com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), retirar direitos dos trabalhadores e deixar garantias como férias e 13° salário à escolha dos empregadores.

O plano não apresenta qualquer proposta que lembre vagamente uma intenção de extinguir a CLT. A diretriz trabalhista do programa é, na verdade, reduzir gradualmente o custo da contratação formal, inclusive com a ressalva expressa de que isso deve ocorrer sem retirada de direitos.

O documento prevê condições específicas para estimular a contratação de jovens de 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego e de pessoas com mais de 50 anos que estejam desempregadas há pelo menos 12 meses. O projeto também defende ampliar o espaço para o chamado “negociado sobre o legislado”, mas permitindo que empregados e empregadores estabeleçam acordos, tudo dentro dos limites da lei.

ESCALA 6X1 NEM É MENCIONADA NO PLANO
O fim da jornada de seis dias de trabalho para um de descanso, encampada como uma das principais bandeiras eleitorais de Lula (PT) na campanha deste ano, também aparece em publicações sobre Flávio. Nas postagens, é comumente atribuído ao candidato do PL uma completa oposição ao fim da escala 6×1.

O plano, porém, não menciona esse regime de jornada nem apresenta uma posição específica sobre sua manutenção ou extinção. As diretrizes se concentram na flexibilização das relações de trabalho e na negociação entre empregados e empregadores, dentro da legislação.

SAÚDE: PROJETO NÃO REPRESENTA PRIVATIZAÇÃO DO SUS
Na área da saúde, publicações afirmam que um eventual governo de Flávio Bolsonaro privatizaria o Sistema Único de Saúde e obrigaria os brasileiros a pagar pelos atendimentos. A proposta prevista no plano, porém, nem de longe traz qualquer ideia parecida.

O que o documento prevê é a possibilidade de corrigir a tabela de remuneração do SUS, ampliar a estratégia Saúde da Família, aumentar o acesso a exames preventivos, manter a imunização e incentivar a produção nacional de vacinas. Também propõe digitalizar o sistema e utilizar tecnologia para agilizar o agendamento de consultas e exames.

Uma das medidas propostas é contratar serviços e exames da rede privada em horários ociosos, aproveitando equipamentos e estruturas que estejam disponíveis para atender pacientes que aguardam na fila, mas como um complemento ao serviço já oferecido na rede pública. O plano, portanto, não estabelece a privatização do SUS nem o fim do atendimento público e gratuito.

FARMÁCIA POPULAR: NÃO HÁ PREVISÃO DE ENCERRAMENTO
O plano de governo de Flávio também não prevê explicitamente acabar com a Farmácia Popular, como sugerem publicações nas redes sociais. Embora defenda, em um âmbito geral, cortes de despesas e uma revisão da estrutura administrativa, o documento não identifica o programa como alvo dos ajustes.

Na área de medicamentos, o programa propõe criar um sistema de entrega domiciliar para idosos, pessoas com deficiência e pacientes com doenças crônicas, de modo a facilitar o acesso ao tratamento. Essa proposta não equivale a qualquer questão sobre o futuro da Farmácia Popular, que não é citada nominalmente nesse trecho. Em suma, não há respaldo no plano para afirmar que o programa será extinto

BOLSA FAMÍLIA: COMPROMISSO EM MANTER PROGRAMAS SOCIAIS
Enquanto postagens na web falam de uma suposta intenção de Flávio de acabar com o Bolsa Família, o plano é explícito quanto à orientação geral: manter e aperfeiçoar os programas sociais existentes, com melhoria da gestão, correção de distorções e combate a fraudes.

O Bolsa Família não aparece nominalmente na passagem que estabelece o compromisso, mas o plano do candidato do PL diz que pessoas que dependem da ajuda estatal para ter comida na mesa não terão a assistência retirada.

O programa de governo também propõe aproximar os beneficiários de oportunidades de primeiro emprego, qualificação profissional e intermediação de mão de obra. O plano prevê ainda a possibilidade de retorno ao benefício após a perda do emprego, desde que os critérios de elegibilidade continuem sendo atendidos.

APOSENTADORIA, BPC E LOAS: SEM EXTINÇÃO
As acusações sobre o fim da aposentadoria feitas nas redes sociais também não encontram respaldo no texto. O plano dedica uma seção ao chamado “INSS sem fila”, com propostas de digitalização dos processos e profissionalização da gestão do instituto para reduzir a espera pela análise dos benefícios.

O documento também prevê medidas para combater fraudes que prejudiquem aposentados e pensionistas, sem trazer qualquer proposta para extinguir a aposentadoria.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) também não são citados nominalmente como alvos de cortes ou de extinção no plano de governo. Na verdade, o programa estabelece, de forma geral, a manutenção dos benefícios sociais existentes e inclui políticas voltadas a idosos e pessoas com deficiência.

FONTE:PLENO NEWS


quinta-feira, 8 de outubro de 2026

TSE abre caminho para vitória de Douglas Ruas no 1º turno Com a decisão, vitória de Douglas Ruas em 1° turno ao governo do RJ deve ser oficializada

 

Ministros votaram anulação dos votos de Garotinho Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta quinta-feira (8) para manter o indeferimento da candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro e considerar nulos os votos recebidos pelo ex-governador no primeiro turno. Com a retirada dos votos de Garotinho da apuração, Douglas Ruas (PL) deve ser declarado eleito governador do estado sem a necessidade de segundo turno.
Após o fim do julgamento, a decisão será comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que deverá realizar uma nova totalização dos votos do primeiro turno. O resultado deve alterar a disputa que, inicialmente, levaria Ruas e Eduardo Paes (PSD) ao segundo turno.

Até às 11h45, a ministra Estela Aranha e os ministros Dias Toffoli e André Mendonça acompanharam o voto do relator, Floriano Azevedo, pela confirmação do indeferimento do registro de Garotinho. Segundo o entendimento apresentado pelo relator, o ex-governador não preenchia requisitos de elegibilidade relacionados à plenitude dos direitos políticos e à filiação partidária.

Apesar de reconhecerem os efeitos da decisão sobre a candidatura, os quatro ministros rejeitaram o pedido de desistência apresentado por Garotinho depois do primeiro turno. O ex-governador havia recorrido ao TSE para tentar reverter o indeferimento de seu registro, mas, após a votação, pediu para abandonar a ação.

A defesa de Eduardo Paes contestou a desistência durante o julgamento. O advogado José Roberto Castro Neves classificou a medida como “abusiva, oportunista e emulativa” e afirmou que não seria possível permitir que uma única pessoa determinasse o destino da eleição estadual.

Garotinho disputou a eleição mesmo com o registro de candidatura questionado na Justiça Eleitoral. Depois de ter a candidatura indeferida, ele recorreu ao TSE para tentar reverter a decisão. Na última segunda-feira (5), porém, ele anunciou a desistência do recurso.

Enquanto o recurso não havia sido definitivamente analisado, os votos recebidos pelo ex-governador permaneceram sob a condição de anulados sub judice. Na prática, o resultado definitivo da eleição dependia da decisão da Justiça Eleitoral sobre a validade de sua candidatura.

FONTE:PLENO NEWS

A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

 


A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito. Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), que precisam passar pelo Congresso. Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo. Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos. A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas. Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.que precisam passar pelo Congresso.
Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo.
Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos.
A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas.
Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.

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