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terça-feira, 28 de julho de 2026

Relembre: Barroso pediu apoio dos EUA quando presidiu o TSE Ex-ministro do STF disse que pediu manifestação de "apoio à democracia brasileira"

 

Luís Roberto Barroso Foto: Rosinei Coutinho/STF

Uma declaração feita pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em maio de 2025, voltou a gerar repercussão nas últimas horas após o governo brasileiro negar os vistos de entrada de dois diplomatas do Departamento de Estado dos Estados Unidos que participariam de uma missão que discutiria, entre outros pontos, a integridade eleitoral no país.

Durante a Brazil Week, realizada em maio do ano passado em Nova Iorque, Barroso afirmou ter buscado o governo norte-americano para obter “apoio à democracia brasileira” enquanto ainda era presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na ocasião, o ex-ministro do STF disse acreditar que a medida teve resultado porque “os militares brasileiros não gostam de se indispor com os Estados Unidos”.

– Eu mesmo, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, estive com o encarregado de negócios americanos, tive muitas vezes, mas em três vezes, eu pedi declarações dos Estados Unidos de apoio à democracia brasileira, uma delas no próprio Departamento de Estado, e acho que isso teve algum papel, porque os militares brasileiros não gostam de se indispor com os Estados Unidos – declarou Barroso.

 

Ver essa foto no InstagramO contexto da declaração contrasta com a decisão tomada pelo governo brasileiro na última sexta-feira (24), quando o Itamaraty negou os vistos de entrada de Riley Barnes e Samuel Samson, integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que viajariam a Brasília para reuniões sobre integridade eleitoral e liberdade de expressão antes das eleições presidenciais.

Em nota divulgada neste sábado (25), o Departamento de Estado americano afirmou que a missão fazia parte das atividades rotineiras do Escritório de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL) e negou qualquer intenção de interferir no processo eleitoral brasileiro.

Segundo o governo dos Estados Unidos, “qualquer insinuação de que a visita seria uma ‘manobra’ para minar as eleições de uma nação democrática é uma mentira sem fundamento”. A pasta afirmou ainda que se tratava de uma visita de rotina.

A negativa dos vistos ocorreu antes da publicação de uma reportagem do The Washington Post, que apontou os dois diplomatas como integrantes de uma estratégia americana voltada ao acompanhamento das eleições brasileiras.

Assessores da Presidência avaliaram porém que, embora o Brasil costume receber observadores internacionais em períodos eleitorais, o perfil da missão americana era diferente do habitual. A interpretação foi de que a visita poderia ser vista como uma tentativa de interferência no debate sobre o sistema eleitoral brasileiro, motivo pelo qual a entrada dos diplomatas foi barrada.

FONTE:PLENO NEWS

TSE receberá embaixadores para apresentar urnas eletrônicas Serão apresentadas etapas de segurança adotadas no processo eleitoral brasileiro

 

Kássio Nunes Marques Foto: Luiz Roberto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoverá, em 17 de agosto, uma reunião com embaixadores de países que mantêm representação diplomática no Brasil para apresentar o funcionamento do sistema eletrônico de votação. Entre os convidados estará a representação dos Estados Unidos, após a embaixada americana procurar a área internacional do TSE para discutir uma possível visita de integrantes do governo norte-americano.

O tribunal informou que o tema pretendido pelos representantes norte-americanos não foi detalhado e que a agenda acabou não sendo marcada em razão do recesso do Judiciário.

O encontro de 17 de agosto será conduzido pelo presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, que voltará a apresentar aos representantes estrangeiros o funcionamento da urna eletrônica e das etapas de segurança adotadas no processo eleitoral brasileiro.

A iniciativa dá continuidade ao diálogo institucional promovido pela Corte com o corpo diplomático. Em 16 de junho, Nunes Marques já havia se reunido com 25 embaixadores para explicar o modelo brasileiro de votação eletrônica, destacando os mecanismos de transparência, fiscalização e auditoria que cercam as eleições.

Até o momento, já confirmaram participação como Missões de Observação Eleitoral (MOEs) a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia, o Parlasul, o Carter Center, a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).

O TSE também encaminhou convites à União Africana e à Liga Árabe para integrar o grupo de observadores internacionais. A participação dessas missões segue as regras previstas na Resolução nº 23.678/2021, que estabelece os critérios para credenciamento e atuação de observadores eleitorais durante o processo de votação brasileiro.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

quinta-feira, 23 de julho de 2026

A Colômbia tomou uma decisão que pode mudar para sempre o destino de sua floresta amazônica: novos projetos de mineração e exploração de petróleo em grande escala não serão mais autorizados na região.



 A Colômbia tomou uma decisão que pode mudar para sempre o destino de sua floresta amazônica: novos projetos de mineração e exploração de petróleo em grande escala não serão mais autorizados na região.

Na prática, o governo anunciou que deixará de conceder novas licenças, contratos e concessões para grandes empreendimentos minerários e de hidrocarbonetos dentro da Amazônia colombiana. A medida alcança mais de 483 mil quilômetros quadrados, uma área quase do tamanho de toda a Espanha.
Com isso, a Colômbia se torna o primeiro país amazônico a adotar uma proteção dessa dimensão sobre todo o seu bioma amazônico. Trata-se de uma região essencial para o equilíbrio climático do planeta, além de concentrar uma biodiversidade extraordinária.
A floresta amazônica ocupa cerca de 42% do território colombiano. Em seu interior vivem milhares de espécies de animais e plantas, muitas ainda pouco estudadas, além de diversas comunidades indígenas que dependem diretamente da floresta para preservar seus territórios, culturas e modos de vida.
A decisão, no entanto, não foi recebida da mesma forma por todos. Ambientalistas consideram a medida um marco histórico contra a destruição da floresta. Já setores ligados à economia e à exploração de recursos alertam para possíveis impactos sobre investimentos futuros e sobre o aproveitamento de minerais considerados estratégicos.
Entre elogios e críticas, uma coisa parece certa: a Colômbia acaba de estabelecer um novo limite para a exploração econômica de uma das regiões naturais mais importantes e ameaçadas do mundo.
FONTE:

Conceito Sertanejo

O pastor nigeriano Ezekiel Dachomo, conhecido internacionalmente por denunciar a perseguição contra cristãos na Nigéria,



 O pastor nigeriano Ezekiel Dachomo, conhecido internacionalmente por denunciar a perseguição contra cristãos na Nigéria, perdeu nove familiares durante um ataque atribuído a extremistas da etnia Fulani no estado de Plateau. Entre as vítimas estava um bebê de apenas dois meses de idade. Segundo o líder cristão, o massacre teve como alvo sua família devido às denúncias que ele tem feito sobre a violência contra comunidades cristãs no país.

De acordo com sobreviventes, homens armados invadiram a residência da família na aldeia de Kum, durante a madrugada do último sábado (11), perguntando pelo pastor antes de abrirem fogo contra os moradores. Testemunhas relataram que os invasores anunciaram que os presentes “aprenderiam uma dura lição” antes de executarem as vítimas.
Abalado pela tragédia, Dachomo afirmou que não pretende interromper seu trabalho de denúncia, apesar das perdas sofridas. “Não posso fugir e abandonar meu povo quando sei que sou o motivo pelo qual eles foram mortos”, declarou ao portal *Truth Nigeria*.
O funeral coletivo das nove vítimas foi realizado na segunda-feira (13). Durante a cerimônia, o pastor relembrou sua ligação com a família atingida e afirmou que os responsáveis sabiam exatamente quem estavam atacando. “Foi aqui que cresci com a minha avó. Sei que eles conheciam minha ligação com esta família. A casa atacada pertence ao meu sobrinho”, afirmou.
Segundo Dachomo, o massacre faz parte de uma sequência de ataques que há anos atingem sua comunidade. Ele recordou que outros parentes também foram assassinados de forma brutal em episódios anteriores. “Eles mataram minha avó Ngo Martha e arrancaram seu coração. Depois mataram meu tio Dangai e arrancaram sua língua. Estão tentando nos expulsar desta terra”, declarou.
FONTE:https://www.facebook.com/Assembleianosdevalor

sábado, 18 de julho de 2026

A ciência pode estar abrindo um novo caminho para quem sofre um infarto

 


A ciência pode estar abrindo um novo caminho para quem sofre um infarto 

🫀

Aos 25 anos, a bióloga Pilar Ferrer está liderando uma pesquisa que pode transformar o tratamento de doenças cardíacas. Ela desenvolveu um hidrogel injetável inspirado na membrana amniótica, um tecido da placenta conhecido por suas propriedades regenerativas.

A proposta é que o material seja aplicado diretamente na área lesionada do coração após um infarto, funcionando como um suporte para as células e estimulando a recuperação do músculo cardíaco.

Nos testes realizados com ovelhas, os resultados chamaram a atenção: o hidrogel reduziu a área danificada pelo infarto e melhorou significativamente o funcionamento do coração.

O projeto, desenvolvido pela startup Amnova Biotech, ainda precisa passar por testes em humanos, previstos para começar a partir de 2028. Mesmo assim, a pesquisa já é vista como uma das iniciativas mais promissoras da medicina regenerativa e traz esperança para milhões de pessoas que convivem com doenças cardíacas.
FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=122222702342537057&set=a.122135822138537057

A Justiça Eleitoral determinou a identificação do responsável por um perfil nas redes sociais que publicou conteúdos

 


A Justiça Eleitoral determinou a identificação do responsável por um perfil nas redes sociais que publicou conteúdos associando o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Comando Vermelho (CV). A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após pedido da defesa do parlamentar. Segundo os autos, as publicações atribuíam a Flávio supostas ligações com organizações criminosas sem apresentação de provas, o que, na avaliação do ministro, pode configurar propaganda eleitoral antecipada negativa e ofensa à honra do pré-candidato. Além da identificação do responsável, a plataforma deverá fornecer os dados cadastrais vinculados ao perfil para permitir o prosseguimento das investigações. O mérito da ação ainda será analisado pela Justiça. Curiosamente, o Marco Civil da Internet prevê que provedores podem ser obrigados a fornecer dados de usuários mediante ordem judicial, especialmente em casos que envolvam possíveis ilícitos civis ou criminais. A decisão reforça o debate sobre responsabilidade nas redes sociais durante o período pré-eleitoral.

FONTE:https://www.facebook.com/photo/?fbid=1729723035822898&set=a.438211744974040

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Michelle Bolsonaro sinaliza a aliados que vai ser candidata ao Senado

Michelle Bolsonaro reafirma plano de disputar o Senado e mantém protagonismo no PL

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro voltou a ocupar o centro das articulações políticas ao sinalizar a aliados que permanece decidida a disputar uma vaga no Senado Federal pelo Distrito Federal nas eleições de 2026. A manifestação ocorre após semanas de especulações sobre seu futuro político e reforça a intenção de continuar exercendo papel de destaque dentro do Partido Liberal (PL).

Mesmo diante de rumores envolvendo mudanças em sua atuação partidária, pessoas próximas afirmam que Michelle segue comprometida com o projeto eleitoral que vem sendo construído desde o ano passado. A avaliação entre dirigentes da legenda é que sua candidatura pode fortalecer a estratégia do partido na disputa pelo Senado.

 Nas últimas semanas, diferentes acontecimentos alimentaram dúvidas sobre os próximos passos da ex-primeira-dama. Entre eles estiveram sua saída da presidência do PL Mulher e a repercussão de divergências públicas envolvendo o senador Flávio Bolsonaro.

Apesar das especulações, Michelle teria informado a interlocutores que não pretende abandonar a vida política e que continua focada na preparação para a disputa eleitoral.

Segundo pessoas próximas à dirigente, a intenção de concorrer ao Senado permanece inalterada e faz parte de um planejamento discutido internamente pelo partido há vários meses.

Apoio dentro do PL

Integrantes do Partido Liberal avaliam que Michelle Bolsonaro reúne características que podem fortalecer a campanha da legenda no Distrito Federal.

Além de possuir elevado nível de reconhecimento nacional, ela mantém forte identificação com parte do eleitorado conservador e continua participando de atividades políticas promovidas pelo partido em diferentes estados.

Nos bastidores, dirigentes consideram que sua presença na disputa poderá ampliar a mobilização da militância e contribuir para o desempenho do PL nas eleições de 2026.

Desejo de Jair Bolsonaro

Outro fator apontado por aliados é o incentivo dado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao projeto político da esposa.

De acordo com pessoas que acompanham as articulações internas da legenda, Bolsonaro sempre demonstrou interesse em ver Michelle ocupando um cargo eletivo, entendendo que sua atuação no Congresso Nacional fortaleceria a representação do grupo político.

Essa posição vem sendo mencionada por integrantes do partido como um dos elementos que impulsionaram a construção da possível candidatura.

Disputa pelo Senado no Distrito Federal

Caso sua candidatura seja confirmada nas convenções partidárias, Michelle Bolsonaro deverá disputar uma das duas cadeiras que estarão em jogo para representar o Distrito Federal no Senado.

A eleição para a Casa Legislativa é considerada estratégica pelos partidos, já que o Senado desempenha papel relevante na aprovação de projetos de lei, na análise de indicações para tribunais superiores e na fiscalização das ações do Poder Executivo.

Por isso, as legendas têm concentrado esforços na escolha de candidatos com forte potencial eleitoral.

Bia Kicis também aparece entre os nomes cotados

Dentro do PL, outro nome frequentemente citado para a disputa é o da deputada federal Bia Kicis.

Parlamentar de longa atuação na Câmara dos Deputados e alinhada ao grupo político de Jair Bolsonaro, ela também é vista como uma das principais lideranças da legenda no Distrito Federal.

A definição sobre a composição da chapa dependerá das negociações internas e das decisões que serão tomadas durante o período das convenções partidárias.

Popularidade fortalece projeto político

Analistas observam que Michelle Bolsonaro consolidou sua presença no cenário político nacional nos últimos anos.

Além da participação em eventos partidários e encontros com apoiadores em diversas regiões do país, ela ampliou sua atuação nas redes sociais e passou a ocupar espaço de destaque entre as principais lideranças femininas da direita brasileira.

Esse crescimento político é apontado por integrantes do partido como um dos fatores que sustentam a confiança na viabilidade de sua candidatura ao Senado.

Próximos passos da pré-campanha

Embora a intenção de disputar as eleições esteja mantida, ainda existem etapas formais até a oficialização das candidaturas.

As convenções partidárias definirão os nomes que representarão cada legenda, além das alianças e estratégias para a campanha eleitoral.

Até lá, o Partido Liberal deverá intensificar as articulações internas e ampliar a organização da pré-campanha de seus principais nomes.

Enquanto isso, Michelle Bolsonaro segue indicando que pretende permanecer ativa na política nacional e disputar uma cadeira no Senado Federal pelo Distrito Federal, mantendo seu protagonismo dentro do PL e reforçando sua participação nas discussões que antecedem as eleições de 2026.

Fonte:pleno news

quarta-feira, 15 de julho de 2026

“Bolsonaro não quer Michelle no Executivo até ter um mandato” Valdemar comentou sobre a possibilidade da ex-primeira-dama disputar a Presidência

 

Valdemar, Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro Foto: Beto Barata/PL

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, disse, nesta terça-feira (14), que o ex-presidente Jair Bolsonaro não quer que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro dispute um cargo ao Poder Executivo antes de ter adquirir experiência com cargo público. A declaração vem em meio a divergências no partido sobre a viabilidade de uma candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.

– Bolsonaro não quer Michelle em cargo executivo até ter um mandato para adquirir mais experiência, falou para mim no passado – declarou o presidente do PL, em entrevista à Globonews.

Valdemar disse que, há alguns anos, sugeriu a Bolsonaro que Michelle pudesse ser candidata ao governo do Distrito Federal, mas que o ex-presidente teria discordado.

– De vice, ela poderia até sair, na minha opinião. Não sei na de Bolsonaro. De vice. Se fosse o Tarcísio, seria a chapa ideal, o pessoal falava. Entendeu que tinha de ser o Flávio – disse, referindo-se a articulações no passado para emplacar Michelle como vice numa chapa presidencial chefiada por Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Valdemar defendeu, no entanto, a união entre Flávio e Michelle, além de uma aliança no Ceará com o Ciro Gomes (PSDB).

– Temos que ter a Michelle do nosso lado. Ela se indispôs conosco, ficou chateada com o partido por causa do Ceará. O Ciro é um camarada difícil, mete o pau até no irmão, mas é um camarada sério e competente. É o jeito dele. O único jeito de derrotarmos o PT no Ceará é com Ciro – disse.

O presidente do PL afirmou também que o partido manterá o nome de Flávio na disputa pela Presidência e que coloca “a mão no fogo” por ele:

– Ponho, por que não? – questionou.

O dirigente voltou a defender a escolha de uma vice mulher, mas disse que a definição pode ser feita após a convenção nacional do partido, marcada para 25 de julho.

Valdemar Costa Neto ainda criticou o influenciador digital Paulo Figueiredo, que mora nos Estados Unidos e é próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

– Paulo Figueiredo não entende nada. Esse aí só dá palpite na vida dos outros e palpite errado – declarou, ao comentar uma fala de Figueiredo de que mulheres não sabem votar.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

OAB pede que Moraes libere visita de Flávio a Jair Bolsonaro Além de filho, o senador também é advogado do ex-presidente

Ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ Antonio Lacerda

Nesta terça-feira (14), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviou um ofício ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a revisão da decisão que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A entidade argumenta que, além de filho, o parlamentar também integra a defesa técnica do pai.

No documento, a OAB afirma que não pretende discutir o mérito da decisão judicial. Segundo a entidade, o pedido trata apenas da garantia das prerrogativas da advocacia, previstas no Estatuto da Advocacia, que asseguram ao advogado o direito de se comunicar com seu cliente preso.

A Ordem destaca que Flávio Bolsonaro não atua apenas como familiar do ex-presidente, mas também como advogado regularmente constituído no processo de execução penal. Por isso, sustenta que uma restrição de natureza pessoal não pode impedir, de forma absoluta, o exercício da atividade profissional.

– No caso, o requerente não se apresenta apenas como visitante ou familiar do custodiado, mas também como advogado constituído. Essa condição jurídica exige que eventual restrição de natureza pessoal não impeça, de forma absoluta, o contato necessário ao desempenho de sua atividade profissional.

A OAB afirma que sua manifestação tem caráter exclusivamente técnico e institucional, sem fazer juízo sobre os motivos que levaram à decisão do ministro. A entidade ressalta que atua na defesa das prerrogativas profissionais sempre que é provocada por um advogado.

Ao final, o Conselho Federal solicita que Moraes autorize a comunicação pessoal e reservada entre Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro para fins estritamente profissionais, nos termos da legislação vigente.

– Diante disso, o Conselho Federal da OAB solicita que seja assegurada a possibilidade de comunicação pessoal e reservada entre o advogado e seu constituinte, para finalidades estritamente profissionais, nos termos da lei, e das condições a que Vossa Excelência entender adequadas, para preservação das garantias legais vigentes.

Leia na íntegra:

FONTE:PLENO NEWS

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Relembre: Barroso pediu apoio dos EUA quando presidiu o TSE Ex-ministro do STF disse que pediu manifestação de "apoio à democracia brasileira"

  Luís Roberto Barroso Foto: Rosinei Coutinho/STF Uma declaração feita pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Luís Roberto Bar...

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