quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Sabe quem é a passageira que pagou o exame urgente da mulher de um motorista de aplicativo?
Flávio confirma deputado Alfredo Gaspar como vice em sua chapa Decisão foi anunciada nesta quarta-feira, em Brasília

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta quarta-feira (5) que o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) será o candidato a vice-presidente em sua chapa presidencial. O nome escolhido foi anunciado em uma coletiva de imprensa realizada no Teatro Juca Chaves, em Brasília.
Nas últimas semanas, o senador buscou alianças com representantes do Centrão. No entanto, partidos como o Republicanos, Podemos, União Brasil e PP optaram por manter a neutralidade no pleito presidencial de outubro. Com a decisão por Gaspar, o PL terá uma chapa puro-sangue nas eleições deste ano.
Ex-promotor de Justiça, Gaspar foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública de Alagoas. Eleito deputado federal em 2022, ganhou projeção nacional ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em 2026, Gaspar assumiu o comando do PL em Alagoas e passou a integrar de forma mais próxima o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro no estado.
O anúncio ocorreu após semanas de cogitações sobre a composição da chapa. Entre os nomes que chegaram a ser considerados para a vice estavam a senadora Tereza Cristina (PP) e a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos). As duas participaram do evento e fizeram breves pronunciamentos em apoio à candidatura de Flávio antes do anúncio.
FONTE:PLENO NEWS
Ela perdeu 80% da audição em um ouvido devido a um soco de um homem. Depois, tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o prêmio mais prestigiado de Hollywood.
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Quando o preconceito é contra os evangélicos, quem está disposto a falar sobre isso?
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CNJ forma maioria para condenar juíza que atuou na Lava Jato Magistrada substituiu Sérgio Moro em Curitiba

A juíza federal Gabriela Hardt foi afastada de suas funções por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta terça-feira (4). A medida pune a magistrada, ex-substituta de Sérgio Moro, na Operação Lava Jato, por irregularidades na gestão de recursos de acordos de leniência.
A decisão resultou de um processo administrativo disciplinar (PAD) que apurou sua conduta na 13ª Vara Federal de Curitiba. A punição aprovada pelo colegiado estabelece que Hardt ficará afastada por dois anos, recebendo salário proporcional ao tempo de serviço.
A principal acusação envolve a tentativa de criar uma fundação privada com R$ 2,5 bilhões recuperados pela Lava Jato. A magistrada foi punida por homologar o acordo que viabilizaria a entidade, a qual seria gerida por membros da própria força-tarefa.
Investigações apontam que a juíza discutiu os termos do acordo com procuradores, como Deltan Dallagnol, via WhatsApp antes da apresentação oficial. A homologação ocorreu rapidamente e sem a participação da União, apontada como a real titular dos valores.
O relator do caso, conselheiro Rodrigo Badaró, destacou que a juíza baseou sua decisão na urgência alegada pelas partes, sem consultar órgãos competentes. Ele afirmou que a homologação exigia “diligências institucionais mínimas” antes de ser assinada.
Apesar de a defesa provar que não houve busca por enriquecimento ilícito pessoal, o CNJ concluiu que a responsabilidade funcional de Hardt não foi afastada. Para o conselho, as atitudes da magistrada configuraram “grave violação dos deveres do cargo”.
FONTE:PLENO NEWS
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Esposa de Justus rebate Erika Hilton: “Nunca foi empresária” Ana Paula Siebert comentou declaração da deputada sobre fim da escala 6x1

A empresária e modelo Ana Paula Siebert descreveu como “baboseira” uma declaração dada pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) sobre a relação entre patrões e empregados. Esposa de Roberto Justus, Siebert afirmou que o dia em que a parlamentar “empregar milhares de famílias, ela pode querer opinar”.
A modelo se refere a uma fala da congressista que ocorreu durante o podcast Podpah em abril deste ano, mas que voltou a viralizar nas redes sociais. Na ocasião, Erika comentava as críticas dos grandes empresários ao fim da escala 6×1:
– O patrão lucra bilhões com a força do trabalho do trabalhador exausto, cansado, sugado. O patrão não faz muita coisa, o patrão se você botar ele para trabalhar, ele não sabe o que fazer dentro da própria empresa. dele porque ele muitas das vezes nem foi lá na linha de produção, nem foi lá no chão da fábrica, nem foi lá onde tem gente passando mal, desmaiando, sem ver filho – assinalou.
Em resposta, Ana Paula escreveu:
– Falou uma pessoa que: nunca foi uma empresária. Não precisa mais dizer nada. O dia que ela empregar milhares de famílias, ela pode querer opinar. Cada baboseira que a gente precisa escutar.
No podcast, Hilton comparou o fim da escala 6×1 à abolição da escravidão e defendeu que “quem está dando chilique” não são os pequenos empresários, mas sim os grandes.
– Abolição da escravidão, as pessoas falavam “vai acabar com as fazendas, vai acabar com o Brasil, não dá para abolir a escravidão, tem que manter todo mundo escravizado”. Era o mesmo discurso (…) Quem está dando chilique é o mercado financeiro, é a Faria Lima. Obviamente que tem uma preocupação com os pequenos, “eu tenho aqui meu negócio, tenho dois trabalhadores, o que eu vou fazer? Há um caminho, há uma medida, com as isenções que o governo deve apresentar. (…) Quem está fazendo todo esse show são os grandes que têm condições de mudar a escala daqui para amanhã sem ter perda de nada, sem ter preocupação nenhuma – afirmou.
FONTE:PLENO NEWS
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Quando os f*scistas mandaram chamá-lo naquele dia, Gino Bartali sentiu medo.
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Armínio Fraga é indagado se voto em Lula causou arrependimento Economista afirmou que voto em 2022 não teve motivações econômicas e disse que tinha "sérias preocupações" com a democracia

O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso, declarou que não se arrepende de ter votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. Ao justificar sua decisão, Fraga afirmou que, na época do último pleito, tinha “sérias preocupações” com o futuro da democracia brasileira.
– Meu voto não foi um voto econômico. Naquele momento, eu tinha sérias preocupações com o futuro da nossa democracia. Eu acredito na democracia, na liberdade, e os sinais estavam sendo dados e isso para mim é intolerável. Então, não foi um voto econômico (…). Não me arrependo nem um pouco, não [de ter votado em Lula] – disse.
Apesar de manter a posição sobre o voto, o economista fez um alerta sobre o cenário econômico do país e afirmou que há sinais de desaceleração da atividade. Segundo Fraga, alguns indicadores apontam para uma possível perda de ritmo da economia.
– Olhando pra frente, já há sinais de que a economia começa a desacelerar, o quadro do crédito no Brasil já dá, o que eu considero, um sinal forte. Eu não vejo isso sendo corrigido durante esse período de campanha (…). O discurso, por enquanto, não aponta para uma posição reconfortante – disse.
Para Armínio Fraga, ainda há tempo para evitar um cenário de maior deterioração econômica, desde que sejam implementadas reformas estruturais, mas que a grande problemática é que não há sinais de que isso esteja acontecendo.
– Para colocar esse país nos trilhos, com juros mais normais, com crescimento sustentado, vai ser preciso mudanças importantes nos rumos da política econômica, de natureza mais até, eu diria estrutural, previdências, reforma do Estado, questões ligadas aos regimes de Imposto de Renda. Tem vários espaços para se trabalhar. A má notícia é que isso não tá acontecendo – completou.
FONTE:PLENO NEWS
Moraes dá 48h para Bolsonaro dizer se autorizou vídeo de IA Ministro declarou que eventual anuência do líder conservador pode resultar em volta ao regime

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente, no prazo de 48 horas, esclarecimentos sobre o uso de sua imagem e voz em um vídeo produzido por inteligência artificial (IA), exibido durante a Convenção Nacional do Partido Liberal (PL), realizada no último sábado (25).
Na decisão, Moraes quer saber se Bolsonaro autorizou ou não a utilização de sua imagem na gravação, que foi exibida durante o evento que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República
No vídeo, uma versão criada por inteligência artificial do ex-presidente afirma estar “preso e calado por uma decisão arbitrária”, declara que “nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança” despertado por seu movimento e pede que os apoiadores recebam Flávio Bolsonaro “de braços abertos” como candidato à Presidência.
Segundo o ministro, caso fique comprovado que Jair Bolsonaro autorizou a divulgação do material, a conduta poderá resultar até no retorno do ex-presidente ao regime fechado.
– A eventual concordância de Jair Messias Bolsonaro com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado – escreveu Moraes.
Na mesma decisão, Alexandre de Moraes afirmou que, caso Bolsonaro não tenha autorizado o uso de sua imagem, a responsabilidade poderá recair sobre o senador Flávio Bolsonaro e o Partido Liberal. Segundo o ministro, nessa hipótese, além de eventual desrespeito à ordem judicial, a conduta poderá caracterizar o uso de deepfake, prática que, de acordo com o ministro, é proibida pela legislação eleitoral.
FONTE:PLENO NEWS
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Sabe quem é a passageira que pagou o exame urgente da mulher de um motorista de aplicativo ? Ela se chama Suzy , é empresária e dona de um...





