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quinta-feira, 8 de outubro de 2026

TSE abre caminho para vitória de Douglas Ruas no 1º turno Com a decisão, vitória de Douglas Ruas em 1° turno ao governo do RJ deve ser oficializada

 

Ministros votaram anulação dos votos de Garotinho Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta quinta-feira (8) para manter o indeferimento da candidatura de Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro e considerar nulos os votos recebidos pelo ex-governador no primeiro turno. Com a retirada dos votos de Garotinho da apuração, Douglas Ruas (PL) deve ser declarado eleito governador do estado sem a necessidade de segundo turno.
Após o fim do julgamento, a decisão será comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que deverá realizar uma nova totalização dos votos do primeiro turno. O resultado deve alterar a disputa que, inicialmente, levaria Ruas e Eduardo Paes (PSD) ao segundo turno.

Até às 11h45, a ministra Estela Aranha e os ministros Dias Toffoli e André Mendonça acompanharam o voto do relator, Floriano Azevedo, pela confirmação do indeferimento do registro de Garotinho. Segundo o entendimento apresentado pelo relator, o ex-governador não preenchia requisitos de elegibilidade relacionados à plenitude dos direitos políticos e à filiação partidária.

Apesar de reconhecerem os efeitos da decisão sobre a candidatura, os quatro ministros rejeitaram o pedido de desistência apresentado por Garotinho depois do primeiro turno. O ex-governador havia recorrido ao TSE para tentar reverter o indeferimento de seu registro, mas, após a votação, pediu para abandonar a ação.

A defesa de Eduardo Paes contestou a desistência durante o julgamento. O advogado José Roberto Castro Neves classificou a medida como “abusiva, oportunista e emulativa” e afirmou que não seria possível permitir que uma única pessoa determinasse o destino da eleição estadual.

Garotinho disputou a eleição mesmo com o registro de candidatura questionado na Justiça Eleitoral. Depois de ter a candidatura indeferida, ele recorreu ao TSE para tentar reverter a decisão. Na última segunda-feira (5), porém, ele anunciou a desistência do recurso.

Enquanto o recurso não havia sido definitivamente analisado, os votos recebidos pelo ex-governador permaneceram sob a condição de anulados sub judice. Na prática, o resultado definitivo da eleição dependia da decisão da Justiça Eleitoral sobre a validade de sua candidatura.

FONTE:PLENO NEWS

A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

 


A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito.

Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), A Globo explicou, em reportagem exibida nesta quarta-feira (7), o que Flávio Bolsonaro quis dizer ao afirmar que pretende promover mudanças na Constituição caso seja eleito. Segundo a cobertura, o candidato não falou em mudar a Constituição de forma ampla e sem regras. As mudanças citadas por Flávio seriam feitas por meio de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), que precisam passar pelo Congresso. Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo. Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos. A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas. Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.que precisam passar pelo Congresso.
Entre os pontos apresentados pelo candidato estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações em pontos da reforma tributária e o fim da reeleição para cargos do Executivo.
Flávio afirmou que, no caso do fim da reeleição, não pretende disputar um segundo mandato e que caberia ao Congresso definir detalhes, como a duração dos mandatos.
A explicação veio depois de declarações feitas por Flávio na terça-feira (6), quando ele disse que pretendia aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar” o país, sem detalhar naquele momento quais mudanças seriam propostas.
Fonte: Globo/g1 e Jornal Nacional.

Flávio Bolsonaro e Lula Fotos: Evaristo SA e Nelson ALMEIDA / AFP

Flávio Bolsonaro e Lula Fotos: Evaristo SA e Nelson ALMEIDA / AFP

A pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que o candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ampliou a vantagem que teve ao final do primeiro turno sobre o presidente e candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o PoderData/Aya, Lula preserva a preferência em segmentos estratégicos do eleitorado, como as mulheres, onde registra 50% das intenções de voto, contra 42% do senador do PL. Flávio vai melhor no Centro-Oeste (54%), no Sudeste (51%) e no Sul (58%) e entre os que cursaram o ensino médio (55%).

Os eleitores também foram questionados sobre quem tem mais chances de vencer a disputa pelo Palácio do Planalto neste segundo turno, medindo a expectativa de vitória, não de voto: 54% avaliam que Flávio tem mais chances de vencer a eleição, enquanto 37% consideram Lula o candidato com maior probabilidade de vitória. Outros 9% não souberam responder.

Em uma semana, a expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro cresceu nove pontos porcentuais, enquanto a de Lula recuou 11 pontos porcentuais. Na pesquisa anterior, 45% apostavam na vitória do senador, ante 48% que esperavam a reeleição de Lula.

REJEIÇÃO
O avanço de Flávio na pesquisa vem acompanhado da queda na sua taxa de rejeição. Nesta nova rodada do PoderData/Aya, 43% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no senador, um recuo de três pontos porcentuais em sete dias. Entre os que rejeitam Lula, a taxa oscilou de 47% para 46%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de 1,8 ponto porcentual para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-08134/2026..

FONTE:PLENO NEWS

“Sem anistia”: Nikolas diz que não haverá acordo com Moraes Deputado deu declarações durante entrevista

 

Nikolas Ferreira Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Nesta quarta-feira (7), o deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que se o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), vencer as eleições, não haverá acordo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A declaração foi dada durante entrevista ao Metrópoles, de quem são as informações.
Nikolas criticou decisões do ministro em relação aos atos de 8 de janeiro.

– O que o Alexandre de Moraes fez é imperdoável, é imperdoável. E não adianta agora se pintar de ouro, acenar para ninguém. Não tem aceno para você, Alexandre de Moraes, e pode ter certeza que se acha que esse julgamento aqui agora é ruim, espera o do juízo final – comentou.

O mineiro falou ainda em punição:

– Daqui a pouco o Moraes vai estar vestido de Deus, pátria, família e liberdade, com a camisa verde e amarela, uma faixa 100% de Jesus, com a Bíblia na mão, para tentar fugir da punição que é devida a ele. Ô, Alexandre de Moraes, sem anistia, sem anistia.

Confira:

FONTE:PLENONEWS

Carlos Viana aciona TSE contra canal de Janones pró-Lula Grupo no WhatsApp visa promover campanha do PT e atacar Flávio Bolsonaro

 

Carlos Viana, André Janones e Lula Fotos: Carlos Moura/Agência Senado | Reprodução Facebook
O senador Carlos Viana (Podemos-MG) acionou nesta quarta-feira (7) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Procuradoria-Geral Eleitoral contra o canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp. A representação pede a apuração da estrutura usada para manter o canal.Como o Pleno.News noticiou, o espaço passou de cerca de 50 mil para 2 milhões de inscritos. Janones utiliza o canal para enviar áudios, orientar apoiadores e estabelecer metas de mobilização durante a campanha eleitoral.

Na representação, Viana solicita a preservação dos dados relacionados ao funcionamento do canal. O senador também pede que Janones seja notificado para interromper manifestações que, segundo a ação, ofendam o candidato Flávio Bolsonaro (PL).

– Em 2022, o TSE mandou o mesmo Janones apagar mentiras sobre Bolsonaro, com multa de R$ 100 mil por dia. Pedi hoje a mesma régua! A régua de 2022 vale em 2026? – questionou o senador.

Outro pedido apresentado por Viana é a investigação sobre quem financia a estrutura utilizada para a manutenção e divulgação do canal. A representação foi protocolada nesta quarta-feira no TSE e na Procuradoria-Geral Eleitoral.
O caso ocorre durante a campanha para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência após terminarem a primeira etapa da votação nas duas primeiras posições.

 





PF encerra investigação sobre suposta ação de Trump na eleição O arquivamento foi feito porque não foram encontrados indícios mínimos de ilícitos

 

Andrei Rodrigues Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Nesta quarta-feira (7), a Polícia Federal (PF) arquivou a apuração sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Segundo a PF, não foram encontrados indícios mínimos de ilícitos que apontassem para uma atuação do governo Donald Trump no processo eleitoral.
A investigação havia sido aberta após um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), comandada pelo ministro Jorge Messias. O procedimento foi anunciado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, no domingo, dia da votação do primeiro turno.

– Recebemos uma representação da AGU sugerindo apuração de interferência externa. Foi encaminhado para a Diretoria de Inteligência para dar início à apuração. É uma investigação em andamento, um procedimento prévio. Não foi publicada a portaria do inquérito, mas já temos uma investigação em curso – declarou o diretor-geral no domingo.

A manifestação da PF ocorreu durante a campanha eleitoral e gerou preocupação entre aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Havia receio de que o avanço da apuração pudesse ser usado para justificar alguma medida do Supremo Tribunal Federal (STF) antes do segundo turno.

O pedido da AGU foi apresentado na quinta-feira (1), depois de uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian. O texto afirmava que o governo Trump teria desviado recursos destinados aos direitos humanos para promover uma agenda de direita em outros países.

Na ocasião, Messias classificou o conteúdo como relevante diante da eleição brasileira e de episódios recentes envolvendo pressão externa sobre instituições do país.

– Especialmente grave diante do processo eleitoral brasileiro em curso e dos episódios recentes de pressão externa sobre as instituições brasileiras, conforme amplamente noticiado – afirmou o ministro.

FONTE:PLENO NEWS

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Na prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Nikolas,Cleitinho e Gustavo Gayer informou não ter recebido recursos do Fundo Eleitoral



 As eleições de 2026 também tiveram candidatos que conseguiram vencer sem receber dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral. Entre os casos estão Nikolas Ferreira, reeleito deputado federal por Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, eleito governador mineiro, e Gustavo Gayer, que conquistou uma vaga no Senado por Goiás.

Na prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Nikolas informou não ter recebido recursos do Fundo Eleitoral. Sua campanha declarou cerca de R$ 1,5 milhão em receitas, com participação principalmente de doações feitas por pessoas físicas.
Cleitinho também aparece sem recursos públicos na prestação consultada. A campanha declarou aproximadamente R$ 916 mil em receitas, todas provenientes de pessoas físicas. Durante a campanha, ele afirmou ainda que abriu mão de cerca de R$ 17 milhões que poderiam vir dos fundos eleitoral e partidário.
Gustavo Gayer também declarou não ter recebido dinheiro nem do Fundo Eleitoral nem do Fundo Partidário na prestação de contas analisada.
Isso não significa que as campanhas tenham sido realizadas sem recursos financeiros. A legislação permite outras fontes legais de financiamento, como doações de pessoas físicas e recursos próprios, desde que respeitem as regras eleitorais e sejam informadas à Justiça Eleitoral.
Os casos chamam atenção porque mostram que, embora o Fundo Eleitoral seja uma das principais fontes de financiamento das campanhas no Brasil, ele não é obrigatório para que um candidato dispute uma eleição e consiga chegar ao cargo.
FONTE:FACEBOOK

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Moraes autoriza ida de Débora do Batom para regime semiaberto Decisão foi tomada pelo ministro nesta terça-feira

 

Ministro Alexandre de Moraes e Débora do batom Fotos: Luiz Silveira/STF // Gabriela Biló/Folhapress
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom, passe a cumprir pena no regime semiaberto.
Débora foi condenada a 14 anos de prisão pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Segundo a acusação, ela escreveu a frase “Perdeu, mané” com um batom na estátua que fica em frente à sede do STF durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Débora está em prisão domiciliar desde março de 2025.

Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com a PGR, Débora cumpre os requisitos para o regime semiaberto.

De acordo com o ministro, Débora trabalhou 326 dias quando estava em regime fechado, que resultou em 108 dias de redução da pena; foi aprovada no Enem de 2023, o que garantiu mais 100 dias de redução de pena e ainda leu um livro, com avaliação e aprovação, o que garantiu menos quatro dias de prisão.

*AE

FONTE:PLENO NEWS

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Ao vivo: após desistir de debate da "Globo", Flávio Bolsonaro faz live

Poder Eleições | O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fará uma live nesta 5ª feira (1º.out.2026), às 21h30, no horário em que seria realizado o debate da “Globo”. O senador anunciou a transmissão depois de desistir de participar do encontro e atribuir a decisão a uma “censura” do TSE. #flaviobolsonaro #eleições2026 📲 Ficou interessado? Leia a reportagem no Poder360: https://www.poder360.com.br/

 

Defesa pede ao STF anulação da condenação de Jair Bolsonaro Nunes Marques será relator do caso

 

Nunes Marques e Jair Bolsonaro Fotos: Fellipe Sampaio/SCO/STF e Alan Santos/PR
A defesa de Jair Messias Bolsonaro entrou com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo nova revisão da pena ao ex-presidente condenado pela suposto golpe de Estado. A equipe pediu a suspensão da prisão em caráter liminar até que se julgue a nova ação.
Os advogados enviaram um documento de 80 páginas ao presidente da Suprema Corte, ministro Edson Fachin, com novos argumentos, questionando a condução do processo e a validade das provas utilizadas para determinar a pena. O ministro Kassio Nunes Marques foi designado relator do caso.

Os defensores do ex-presidente mencionam os desdobramentos das recentes revelações do caso Master, envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a nulidade do procedimento, sob o argumento de que o caso deveria ter passado pelo plenário da Casa.

O mesmo cenário ocorreu com Bolsonaro, que deveria ter sido julgado pelo plenário da Casa e não pela Primeira Turma. Além disso, a defesa também alega ter tido acesso dificultado às provas, não tendo havido condições de uma análise precisa.

No documento enviado a Fachin também consta um parecer técnico no qual está escrito que houve falhas na coleta de dados digitais dos equipamentos do tenente-coronel do Exército Mauro Cid e do próprio Jair Bolsonaro, tornando o material inapropriado e passível de manipulação.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de reclusão, atualmente em regime domiciliar, em Brasília.

FONTE:PLENO NEWS

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