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New England Journal of Medicine, FDA.
Os dois são anticorpos monoclonais, remédios direcionados a um alvo específico no corpo, que atacam as placas beta-amiloides, depósitos de proteína tóxica que se acumulam no cérebro de pacientes com Alzheimer. A FDA aprovou o Lecanemab em julho de 2023 e o Donanemab em julho de 2024.
Os ensaios clínicos publicados no New England Journal of Medicine mostraram redução de cerca de 27% no ritmo de declínio cognitivo em 18 meses para o Lecanemab. O Donanemab teve resultado parecido, com a perda de funções caindo de forma mensurável em pacientes nos estágios iniciais da doença.
Mas atenção: ambos têm efeitos colaterais sérios. O monitoramento exige ressonância magnética periódica por causa do risco de ARIA-E e ARIA-H, que são edema cerebral e micro-hemorragias detectadas em parte significativa dos pacientes tratados. M*rtes em ensaios já foram reportadas.
No Brasil, nenhum dos dois foi incorporado pelo SUS até 2026. O custo anual ultrapassa dezenas de milhares de dólares no exterior, e o debate internacional questiona custo-benefício pra grupos amplos.
Fonte: New England Journal of Medicine, FDA.
Jovem raptada aos 14 anos luta para manter cúmplice de seu estuprador na prisão
Ela ajudou a planejar o sequestro de uma jovem de 14 anos, que seu marido violentou por 9 meses. E, em poucos dias, sairá da prisão.
Trata-se de Wanda Barzee, esposa e cúmplice do sequestrador de Elizabeth Smart, cujo caso chocou os Estados Unidos no início dos anos 2000.
"Gostaria de suplicar a todas as autoridades competentes (...) a reavaliar a situação, a olhar para os fatos, para seu estado mental e decidir se realmente acreditam que essa mulher não continua sendo uma ameaça", pediu Elizabeth em declaração à imprensa.
"Eu sinceramente acho que é uma ameaça. É uma mulher que tinha seis filhos e conspirou para sequestrar uma menina de 14 anos - não só sentava ao lado dela enquanto estava sendo estuprada, como também encorajava o marido a continuar me estuprando", lembra a vítima, hoje com 30 anos.
Nove meses de horror
Elizabeth Smart foi raptada de sua própria cama em Salt Lake City, no Estado de Utah, em junho de 2002.
Naquela noite, Brian David Mitchell entrou no quarto da jovem e a ameaçou com uma faca no pescoço: se ela não fosse com ele, mataria toda a família.
A irmã de Elizabeth, que tinha 9 anos na época, testemunhou o sequestro.

Crédito,Getty Images
Mitchell era conhecido da casa. Ele foi contratado pela mãe de Elizabeth, em 2001, para fazer alguns reparos na residência após ter abordado a família em um shopping pedindo ajuda financeira.
A jovem foi levada para uma casa de campo na montanha, onde o sequestrador a forçou a se "casar" com ele em uma cerimônia.
A partir de então, não parou de abusar dela em nome de uma "revelação de Deus" e com a colaboração da esposa.
Por nove meses, Elizabeth foi mantida em cativeiro, em condições desumanas, sendo obrigada a consumir álcool e drogas.
O caso recebeu grande atenção da mídia. E o pesadelo da adolescente chegou ao fim quando um cidadão a reconheceu caminhando na rua com os sequestradores, a apenas três quilômetros de casa, e alertou a polícia.
'Ela me via como sua escrava'
Mitchell foi condenado à prisão perpétua e Barzee a 15 anos de prisão - pena que vai terminar de cumprir em 19 de setembro.
É uma situação que preocupa Elizabeth.

Crédito,Getty Images
"Se eu acho que é perigoso? Sim, mas não apenas para mim, acho que é um perigo e uma ameaça para qualquer pessoa vulnerável na nossa comunidade", disse Elizabeth à imprensa.
"Nossa comunidade deveria estar preocupada."
Barzee "me via como sua escrava (...) houve momentos em que ela era manipulada por ele (o marido), mas também houve vezes em que ela abusou de mim tanto quanto ele", acrescentou.

Crédito,Getty Images
Elizabeth conseguiu reconstruir sua vida depois do ocorrido e hoje é uma ativista renomada na defesa de vítimas de abuso e pessoas desaparecidas. Ela compartilhou detalhes do horror que viveu no livro My Story (Minha História, em tradução livre), lançado em 2013.
Sua história também foi adaptada duas vezes para o cinema. Eu Sou Elizabeth Smart, filme mais recente, conta com a própria Elizabeth como produtora e narradora.
FONTE:https://www.bbc.com/portuguese/geral-45546138
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve na casa do pa
TSE: Michelle e esposa de Moraes sentam na mesma fileira Ambas participaram da posse dos ministros Nunes Marques e André Mendonça

Durante a cerimônia de posse da nova presidência do Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça-feira (12), Michelle Bolsonaro e Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, sentaram próximas na plateia do evento.
Na mesma fileira também estava a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão. Em determinado momento, Viviane chamou a atenção de Michelle e pareceu indicar algo relacionado às cadeiras. Não foi possível identificar o teor da conversa.
A cerimônia marcou a posse dos ministros Nunes Marques e André Mendonça como presidente e vice-presidente do TSE. Ambos foram indicados ao Supremo Tribunal Federal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nunes Marques chegou a convidar Bolsonaro para acompanhar a posse, mas o ex-chefe do Executivo não compareceu por estar em prisão domiciliar.
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URGENTE BOMBA! REAÇÃO DE MENDONÇA VEIO RÁPIDA NOVA SURPRESA DO MINISTRO ESTRAGOU DOMINGÃO DE XANDÃO
O Despertar de Mendonça: O Xadrez que Pode Mudar o Destino de Brasília
O cenário político e jurídico brasileiro amanheceu sob uma tensão que há muito não se via nos corredores do poder. O que antes era tratado em sugestões nas antessalas dos tribunais, agora ganha contornos de um debate direto e técnico. No centro dessa tempestade está o ministro André Mendonça , cuja atuação recentemente tem sido descrita por observadores como um movimento de mestre em um tabuleiro onde as peças são pesadas e os riscos, altíssimos. A notícia de que Mendonça agiu com celeridade e firmeza, impondo sigilo e autorizando diligências, caiu como uma bomba em um domingo que deveria ser de descanso para a cúpula do Judiciário, especialmente para o ministro Alexandre de Moraes .
A dinâmica entre os dois magistrados, muitas vezes colocadas em campos opostos de interpretação constitucional, atingiu um novo patamar de complexidade. O estopim para essa entrega teria sido o vazamento de informações sensíveis relacionadas a encontros entre advogados e pessoas próximas a Moraes, criando uma atmosfera de desconfiança de que Mendonça parece não estar disposto a ignorar. Enquanto a atenção do público se dividia entre eventos internacionais, Mendonça trabalhava silenciosamente, focando em um caso que promete ser o “fio da meada” de um esquema muito maior: o caso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.

A Estratégia do “Silêncio de Ferro”
Uma das decisões mais comentadas de Mendonça nas últimas horas foi a imposição de sigilo especificamente sobre as buscas contra figuras de peso, como o senador Ciro Nogueira . Para os analistas, essa não é apenas uma medida burocrática, mas uma estratégia de blindagem. Ao trabalhar com uma “ala boa” da Polícia Federal — descrita por fontes próximas como investigador “à moda antiga”, que prezam pelo sigilo absoluto e pelo amor ao ofício —, Mendonça criou uma espécie de bunker jurídico.
Nesse local simbólico, as informações são guardadas a sete chaves. “Nada sai, nada entra sem que haja uma intenção estratégica”, afirmam interlocutores. Essa cautela extrema serve para evitar o que muitos chamam de “efeito colateral da narrativa”. Mendonça aprendeu com os erros do passado recente do Brasil; ele sabe que, se houver qualquer brecha para interpretações de parcialidade ou vazamentos seletivos, toda a investigação pode ser anulada por seus pares. Ele tem consciência de que seus maiores adversários não estão apenas nos bancos dos Réus, mas muitas vezes nos gabinetes ao lado.
O Caso Vorcaro e o Recado ao Poder
A figura de Daniel Vorcaro tornou-se o ponto nevrálgico dessa disputa. A possibilidade iminente de sua volta à prisão (a famosa Papuda) é vista como um duro golpe para o chamado “establishment”. Vorcaro, dono de um estilo de vida nababesco — marcado por mansões em Brasília, iates, jatinhos e festas em castelos —, é o centro de uma delação premiada que Mendonça insiste que seja “séria e eficaz”.
O ministro ordenou um relato claro nos bastidores: colaboração premiada não é salva-conduto para criminosos manterem regalias, mas sim um instrumento de verdade. Mendonça negou pedidos da Polícia Federal que poderiam ser interpretados como excessivos, justamente para não dar munição aos advogados que buscam anular o processo comparando-o com os métodos da Lava Jato. Ele busca a perfeição técnica. Cada vírgula em suas decisões é colocada para resistir ao escrutínio dos outros ministros do STF.
A gravidade do caso Master reside nas supostas ligações com a alta cúpula política, incluindo nomes do PT Nacional e da Bahia. Há denúncias de que o banco teria crescido sob sombras e de que emendas parlamentares foram projetadas especificamente para beneficiário o fundo garantidor de crédito em valores que saltariam de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, favorecendo diretamente os interesses do grupo financeiro.
A Defesa da Liberdade de Duvidar
Além da mão firme nas investigações, André Mendonça tem se destacado por um discurso que ressoa profundamente com a parcela da população que se sente silenciada. Em uma de suas intervenções mais marcantes, ele apontou que, embora a Justiça Eleitoral deva ser motivo de orgulho, o cidadão tem o direito sagrado de desconfiar e questionar. “No Brasil, é lícito duvidar”, afirmou o ministro, posicionando-se como uma guarda das liberdades individuais em um momento em que o dissenso muitas vezes é tratado como crime.
Essa postura o coloca em rota de questões diretas com a filosofia de Alexandre de Moraes, conhecida por sua mão de ferro contra o que classifica como desinformação e ataques às instituições. A divergência não é apenas jurídica; é filosófico. Mendonça parece estar pavimentando um caminho onde a lei é aplicada sem “blindagens, acordeões ou proteção política”.
O Fantasma da CPI e o Futuro de Xandão
Enquanto Mendonça avança juridicamente, o Congresso Nacional observa com atenção. O pedido de uma CPI do Banco Master ganha força, alimentado pelos documentos e decisões que saem do gabinete de Mendonça. Se a CPI sair do papel, o impacto sobre o governo e sobre a influência de Moraes pode ser devastador.
A pergunta que ecoa em Brasília é: até onde Mendonça está disposto a ir? A resposta parece estar na sua determinação em não ser “menos ministro” que os outros. Ele assumiu o papel de relator de casos espinhosos e não recuou diante da pressão. Pelo contrário, utilizou a técnica jurídica para encurralar aqueles que se julgavam intocáveis.
O “Domingão de Xandão”, como ironiza algumas críticas, foi de fato atravessado por essa nova realidade. A era da unanimidade parece ter chegado ao fim. O Brasil assiste agora a um jogo de xadrez onde a paciência é a maior virtude. Mendonça não busca o espetáculo imediato, mas a construção de um processo que, segundo ele, não terá nada “varrido para debaixo do tapete”.
Reflexão Final: O Preço da Corrupção
No fim do dia, para além das disputas de toga, o que fica para o cidadão comum é a conta amarga da corrupção. Como considerado nos debates sobre o caso, o luxo desenfreado de figuras como Vorcaro é pago pelo trabalhador brasileiro. Cada iate, cada propriedade em Trancoso e cada contrato milionário suspeito refletem o preço do alimento no mercado e a falta de serviços básicos.
A atuação de Mendonça traz uma faísca de esperança para aqueles que clamam por justiça real, sem seletividade. Resta saber se o sistema permitirá que essa investigação chegue às suas últimas consequências ou se os “inimigos na porta ao lado” conseguirem frear o ímpeto do ministro. O debate está lançado: o Brasil está pronto para enfrentar a verdade sobre sua alta cúpula, ou continuaremos reféns de narrativas moldadas em salas VIP?
FONTE:https://news6.ninhbinh247.com/
Você sabia que existe um navio que se transforma como se fosse um Transformer?
PF pede ao STF que Vorcaro volte a presídio mesmo após delação Material entregue por Vorcaro não atendeu às expectativas

O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, deve retornar ao Presídio de Segurança Máxima Federal. O pedido foi enviado pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A solicitação ocorreu há duas semanas, devido à demora na entrega da delação premiada, que aconteceu na última terça-feira (5). Ainda assim, o pedido será mantido, pois o material entregue por Vorcaro não atendeu às expectativas. A informação foi divulgada pelo SBT News.
Os investigadores consideram que os dados coletados nos equipamentos apreendidos pela Polícia Federal, por meio da quebra de sigilo telemático, foram mais reveladores que a própria delação do banqueiro.
O STF havia autorizado a transferência de Daniel Vorcaro para a Superintendência da PF, a pedido de sua defesa, para que houvesse mais privacidade na preparação da delação premiada. A mudança ocorreu no dia 19 de março.
Ainda não está definido se Vorcaro será levado de volta ao presídio onde estava ou se irá para o Complexo Penitenciário da Papuda, também no DF. O pedido foi encaminhado ao gabinete do ministro e relator do caso, André Mendonça.
FONTE:PLENO NEWS
Após xingar Musk e criticar aliado de Trump, Janja não vai aos EUA Sem a companhia da primeira-dama, Lula se reúne com Donald Trump nesta quinta-feira em Washington

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, decidiu não acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na viagem oficial dele aos Estados Unidos, onde o chefe do Executivo tem encontro previsto com o presidente norte-americano Donald Trump nesta quinta-feira (7), na Casa Branca.
Lula embarcou para Washington na tarde desta quarta-feira (6) e deve retornar ao Brasil já nesta quinta, após reunião de trabalho com Trump. Segundo auxiliares do Palácio do Planalto, o encontro terá formato menos protocolar do que uma visita de Estado ou reunião bilateral tradicional.
A ausência de Janja ocorre poucos dias após a primeira-dama reagir publicamente a declarações do empresário Paolo Zampolli, enviado especial de Trump para parcerias globais. Recentemente, Zampolli gerou repercussão ao afirmar que mulheres brasileiras seriam uma “raça maldita”, fala que provocou críticas de Janja nas redes.
– É impossível não se indignar diante da fala do enviado especial para parcerias globais de Donald Trump, Paolo Zampolli, acusado por sua ex-mulher, a modelo brasileira Amanda Ungaro, de violência doméstica e abuso sexual e psicológico. As mulheres brasileiras, com muita força e coragem, rompem, diariamente, ciclos de violência e de silenciamento – escreveu.
A ausência da primeira-dama também reacendeu lembranças de outra declaração polêmica protagonizada por ela em relação a uma figura próxima do presidente dos Estados Unidos. Em novembro de 2024, durante participação em um painel do G20 Social, a primeira-dama xingou o bilionário Elon Musk, proprietário da rede social X e aliado político de Trump.
Enquanto defendia a regulamentação das plataformas digitais, Janja interrompeu a fala após ouvir um barulho externo. Ao ser informada de que se tratava da buzina de um navio, ela reagiu citando o empresário.
– Acho que é o Elon Musk. Eu não tenho medo de você, inclusive, f*** you [f***-se, em português], Elon Musk – declarou.
A declaração viralizou rapidamente e repercutiu internacionalmente. O próprio Musk respondeu na própria plataforma X com emojis de risada e escreveu que Janja e Lula perderiam as próximas eleições.
FONTE:PLENO NEWS
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Avançar DESISTIR JAMAIS PATRIOTAS.... Chegando eleição 2026.... FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026.... MUITO IMPORTANTE ELEGER SENADO...





