**PF Aciona Lindinho e Tronyke: Prisão e Cassação Pedidas em Contra-Ataque Explosivo!**
O Congresso Nacional virou um verdadeiro campo de batalha nesta semana. O que começou como uma discussão acalorada na CPMI do INSS terminou em acusações pesadíssimas de estupro de vulnerável e, agora, em um contra-ataque fulminante. O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da comissão, não ficou parado. Ele protocolou representações na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral da República e no Supremo Tribunal Federal contra o deputado **Lindbergh Farias** (PT-RJ), apelidado de **Lindinho**, e a senadora **Soraya Thronicke** (Podemos-MS), conhecida como **Tronyke** pelos críticos. O pedido é claro: investigação urgente, prisão preventiva e cassação de mandato para os dois parlamentares da oposição.
Tudo explodiu na última sexta-feira (27 de março de 2026) durante sessão da CPMI do INSS. Alfredo Gaspar apresentava seu relatório final, que apontava irregularidades graves em contratos e benefícios do instituto. Lindbergh Farias interrompeu várias vezes, chamando o relator de “estuprador” em voz alta. O clima esquentou. Gaspar respondeu: “Deputado Lindinho, não estamos falando de Odebrecht”. Lindbergh devolveu: “Seu estuprador!”. O bate-boca virou tumulto, com gritos de “bandido” de um lado e acusações graves do outro.
Horas depois, Lindbergh e Soraya Thronicke convocaram uma coletiva de imprensa bombástica. Eles afirmaram ter recebido uma “notícia de fato” com indícios de que Alfredo Gaspar teria cometido estupro de vulnerável contra uma adolescente de apenas 13 anos, há cerca de oito anos, em Alagoas. Segundo a denúncia, a vítima teria engravidado, o bebê teria sido registrado em nome da avó para ocultar o caso, e Gaspar teria pago R$ 70 mil inicialmente, com negociação de mais R$ 400 mil para comprar o silêncio. Gravações de áudio e diálogos supostamente comprovariam a tentativa de fraude processual e ocultação de provas.
A coletiva chocou Brasília. Soraya Thronicke, com tom firme, disse que o caso envolvia “elementos suficientes” para uma investigação sigilosa na PF e pediu proteção às vítimas. Lindbergh completou: “Não é cortina de fumaça. São fatos graves que precisam ser apurados”. Eles protocolaram a notícia-crime na Polícia Federal ainda naquela sexta, pedindo tramitação urgente e preservação de provas.
Mas o que parecia uma ofensiva bem-sucedida virou de cabeça para baixo em menos de 48 horas.
Alfredo Gaspar reagiu com fúria controlada e estratégia jurídica pesada. Na terça-feira (30), ele anunciou que havia acionado todos os órgãos possíveis. “Eles são abjetos e vis. Fabricaram uma mentira infame para tentar derrubar meu relatório e destruir minha honra. Isso não vai ficar impune”, declarou o deputado alagoano em vídeo divulgado nas redes sociais.
FONTE:PLENO NEWS






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